Relatório de 2026-04-30
A elevação dos rendimentos mensais para R$ 0,095 por cota e a intensa reciclagem da carteira de CRIs ditaram o ritmo do **HREC11** em abril de 2026. O fundo concluiu a quitação antecipada do CRI Varginha e realizou uma forte movimentação de ativos, vendendo R$ 22,3 milhões do CRI Jardim Sul e R$ 13,6 milhões do CRI Citlog. Esses recursos foram rapidamente realocados em novas aquisições indexadas ao CDI com spreads mais elevados, como os CRIs IZP Franca, CNL Aura e IZP Haddock, elevando a exposição ao CDI para 20% da carteira. No valuation, a cota patrimonial subiu para R$ 8,93 e a cota de mercado valorizou para R$ 8,70, reduzindo o yield implícito para IPCA + 10,80%. O estoque de rendimentos retidos acumulados expandiu significativamente para R$ 0,106 por cota, oferecendo forte previsibilidade para distribuições futuras e ajudando o investidor a avaliar se o ativo vale a pena.
Relatório de 2026-03-31
A realocação estratégica dos recursos oriundos da quitação quase integral do CRI Varginha e o aumento da exposição ao CDI ditaram a dinâmica do **HREC11** neste mês. O fundo recebeu 98% do montante referente ao pré-pagamento do ativo Varginha, somando R$ 33,9 milhões, e já iniciou a reciclagem desse capital com a aquisição de R$ 18,9 milhões no CRI Citlog Varginha (IPCA + 8,98% a.a.) e aportes nos CRIs HPD e HLD Itacema (CDI + 3,40% a.a.). Com essas movimentações, a parcela atrelada ao CDI subiu de 15% para 18% da carteira, enquanto a alocação total em recebíveis imobiliários ajustou-se para 98,7% do patrimônio líquido. No que tange ao valuation, a cota patrimonial recuou levemente para R$ 8,90 e a cota de mercado fechou em R$ 8,54, o que expandiu o yield implícito para IPCA + 11,38%. O pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,080 por cota. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o fundo ampliou seu estoque de rendimentos retidos de R$ 0,066 para R$ 0,087 por cota, reforçando a previsibilidade das distribuições futuras e mitigando oscilações de curto prazo.
Relatório de 2026-02-27
A continuidade do recebimento da quitação do CRI Varginha e a ampliação da posição no CRI IZP Cônego II ditaram a dinâmica de alocação do **HREC11** neste mês. O fundo avançou no recebimento do fluxo de quitação do ativo Varginha, totalizando R$ 31,6 milhões recebidos desde janeiro, o que engloba R$ 597 mil em multas de pré-pagamento. Na ponta compradora, houve um aporte expressivo de R$ 17,5 milhões no CRI IZP Cônego II, indexado a CDI + 3,00% a.a., movimento que elevou a exposição da carteira ao CDI de 11% para 15%. Para os investidores que analisam o valuation e ponderam se o ativo vale a pena, a cota patrimonial subiu para R$ 8,93, enquanto a cota de mercado avançou para R$ 8,61, reduzindo o deságio e comprimindo o yield implícito para IPCA + 10,82%. O pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,080 por cota, suportado por um estoque de rendimentos retidos que cresceu para R$ 0,066 por cota, conferindo previsibilidade às distribuições e mitigando riscos de curto prazo. A exposição total a recebíveis imobiliários encerrou o período em 101,3% do patrimônio líquido.
Relatório de 2026-01-30
A redução da alavancagem e o início do recebimento da quitação do CRI Varginha ditaram a dinâmica do **HREC11** no primeiro mês do ano. O fundo utilizou os recursos oriundos do pré-pagamento do ativo Varginha (R$ 17,6 milhões recebidos, incluindo R$ 324 mil de multa) para encerrar R$ 18 milhões em operações compromissadas. Isso reduziu a alavancagem para 1,3% do patrimônio líquido, refletindo uma queda na exposição a recebíveis imobiliários de 104,5% no mês anterior para 101% na atual carteira. Na frente de alocação, houve a aquisição de R$ 2,0 milhões no CRI IZP Cônego II, indexado ao CDI + 3,00% a.a., o que elevou marginalmente a parcela atrelada ao CDI para 11%. Para os cotistas que monitoram o valuation e buscam entender se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,080 por cota. O estoque de resultados acumulados apresentou leve incremento, passando a R$ 0,054 por cota retidos no fundo. O yield implícito na cota de mercado fechou em IPCA + 11,41%, com a cota negociada a R$ 8,28, apresentando deságio frente ao valor patrimonial de R$ 8,88.
Relatório de 2025-12-31
A aquisição de R$ 15 milhões no CRI Sinop e a conclusão da venda do ativo Citlog Sul de Minas 3 ditaram a dinâmica de alocação do **HREC11** em dezembro de 2025. Em contraste com o mês anterior, a exposição a recebíveis imobiliários voltou a subir, passando de 101,6% para 104,5% do patrimônio líquido, impulsionada pela nova compra indexada ao IPCA + 8,33% a.a. A parcela atrelada ao CDI também apresentou leve incremento, subindo de 8% para 10%. Para os investidores que avaliam o valuation e se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,080 por cota. No entanto, o estoque de resultados acumulados sofreu uma redução expressiva, passando de R$ 0,117 para R$ 0,053 por cota (sendo R$ 0,050 retidos em caixa). O fundo registrou maior despesa operacional no mês devido à cobrança semestral da taxa de performance. Além disso, a quitação antecipada do CRI Varginha, atrelada à venda de ativos dados em garantia, prevê o recebimento de uma multa de 2% sobre o saldo devedor, com a parcela remanescente de R$ 75 milhões estruturada para liquidação em até 180 dias.
Relatório de 2025-11-28
A concretização da venda do ativo Citlog Sul de Minas 3 pelo fundo HDEL11 e a consequente amortização extraordinária do CRI Varginha ditaram a forte redução da alavancagem do **HREC11** em novembro de 2025. Diferente do mês anterior, onde a exposição em recebíveis imobiliários atingia 112,6% do patrimônio líquido, a carteira recuou para 101,6% alocados em CRIs. Essa mudança estrutural foi impulsionada pela venda de ativos táticos, incluindo R$ 38,5 milhões nos CRIs IZP Cônego e Paladin HLD Itacema, o que derrubou a exposição ao CDI de 14% para 8% e comprimiu as operações compromissadas de 12% para cerca de 2% do PL. Investidores que analisam o valuation para decidir se o ativo vale a pena notarão que o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,080 por cota, mas o estoque de resultados acumulados apresentou melhora, subindo de R$ 0,095 para R$ 0,117 por cota. Adicionalmente, o fundo auferiu ganhos de capital com o desinvestimento parcial no CRI Viracopos e no CRI Jardim Sul, enquanto precisou lidar com um desenquadramento passivo no CRI Thera devido à marcação a mercado, exigindo vendas marginais para readequação regulatória.
Relatório de 2025-10-31
A redução no patamar de rendimentos mensais para R$ 0,080 por cota e a perspectiva de um evento de liquidez relevante com o CRI Varginha ditaram a dinâmica do **HREC11** em outubro de 2025. O fundo reavaliou sua distribuição para o quarto trimestre devido às expectativas de inflação e ao consumo do estoque de resultados, que recuou de R$ 0,132 no mês anterior para R$ 0,095 por cota. Na frente de alocação, a exposição total em recebíveis imobiliários subiu de 110,6% para 112,6% do patrimônio líquido, impulsionada pela aquisição de R$ 10,44 milhões no CRI Paladin HLD Itacema (CDI + 3,40% a.a.) e aportes adicionais no CRI Varginha. Essa movimentação elevou a parcela atrelada ao CDI para 14%, enquanto o IPCA ajustou para 86%. Paralelamente, a gestão reduziu a alavancagem em R$ 1,35 milhão, encerrando o mês com 12% do PL em operações compromissadas. Investidores que monitoram o valuation e avaliam se o ativo vale a pena devem observar o Fato Relevante do fundo HDEL11, que propôs a venda do ativo Citlog Sul de Minas 3; caso concretizada, a operação exigirá o pré-pagamento do CRI Varginha, podendo injetar aproximadamente R$ 77,4 milhões no caixa do fundo e gerar ganho patrimonial.
Relatório de 2025-09-30
A aquisição de novas tranches do CRI IZP Cônego marcou a retomada da expansão da carteira do **HREC11** neste mês, elevando a exposição total em recebíveis imobiliários de 101,6% para 110,6% do patrimônio líquido. Diferente do movimento de retração visto no mês anterior, a gestão alocou R$ 15,1 milhões no mercado secundário (IPCA + 10,0% a.a.) e R$ 25,9 milhões em uma nova emissão primária atrelada ao CDI (CDI + 3,0% a.a.). Essa movimentação rebalanceou os indexadores do portfólio, fazendo a parcela em CDI subir de 7% para 13%, enquanto o IPCA recuou de 93% para 87%. No mercado secundário, a cotação apresentou leve recuperação, passando de R$ 8,22 para R$ 8,40, o que ajustou o yield implícito da carteira para IPCA + 11,54% a.a. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,085 por cota, suportado taticamente pelo giro de posições que destravou correção monetária acumulada. O estoque de resultados retidos sofreu nova redução, passando de R$ 0,140 para R$ 0,132 por cota, levando a gestão a sinalizar uma reavaliação no patamar de rendimentos mensais para o quarto trimestre de 2025, a depender das projeções de inflação. Investidores que avaliam o valuation e se o ativo vale a pena devem monitorar o nível de alavancagem e o consumo contínuo das reservas financeiras.
Relatório de 2025-08-29
A liquidação da operação de curto prazo envolvendo o CRI BTS MELI reconfigurou a alocação do **HREC11** neste mês, reduzindo a exposição total em recebíveis de 108,5% para 101,6% do patrimônio líquido. O encerramento dessa estrutura, que havia sido adquirida em julho com compromisso de recompra, garantiu a remuneração contratada de CDI + 2,00% a.a., mas enxugou a parcela atrelada ao CDI no portfólio, que recuou de 14% para 7%, enquanto o IPCA saltou para 93%. No mercado secundário, a cotação sofreu nova desvalorização, passando de R$ 8,41 para R$ 8,22, movimento que impulsionou o carrego financeiro e o yield implícito da carteira para IPCA + 12,1% a.a. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,085 por cota, sustentado em parte pelo consumo do estoque de resultados retidos, que registrou nova queda de R$ 0,145 para R$ 0,140 por cota. A gestão mantém operações compromissadas ativas, totalizando captações atreladas ao CDI para alavancagem, e alerta para o impacto sazonal da taxa de performance nas despesas operacionais de fechamento de semestre, o que exige atenção dos investidores que avaliam o valuation e se o ativo vale a pena no atual nível de preço para a geração de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-07-31
A liquidação antecipada do CRI iTower e o encerramento da operação compromissada atrelada ditaram a dinâmica de alocação do **HREC11** neste mês, reduzindo a exposição total em CRIs de 110,9% para 108,5% do patrimônio líquido. O desmonte dessa alavancagem permitiu a captura do spread entre a remuneração do ativo (CDI + 2,50%) e o custo da dívida (CDI + 0,77%). No mercado secundário, a cotação apresentou leve alta para R$ 8,41, o que, combinado aos ajustes na carteira, elevou o yield implícito para IPCA + 11,7%. O pagamento de dividendos recuou de R$ 0,09 para R$ 0,085 por cota, acompanhado por uma nova retração no estoque de resultados retidos, que passou de R$ 0,150 para R$ 0,145 por cota, reduzindo a margem para rendimentos mensais futuros. A gestão também precisou atuar preventivamente frente às denúncias envolvendo a securitizadora Virgo, confirmando a integridade dos fundos de reserva dos ativos do portfólio e mitigando riscos de governança. A indexação teve leve ajuste, com o IPCA subindo para 86% e o CDI recuando para 14%, enquanto o carrego financeiro segue concentrado no segmento logístico (58%). A venda de ativos não foi o foco do período, mas a amortização integral trouxe liquidez imediata para o caixa.
Relatório de 2025-06-30
A alocação tática de R$ 30 milhões no CRI MELI, estruturada via operações compromissadas, reconfigurou o patamar de exposição do **HREC11**, que saltou de 104,3% para 110,9% do patrimônio líquido. Este movimento de expansão de alavancagem foi casado com captações a CDI + 0,77% ao ano, garantindo um spread positivo frente à remuneração de curto prazo do novo ativo (CDI + 2,00% a.a.). No mercado secundário, a cotação apresentou leve recuperação, avançando de R$ 8,30 para R$ 8,39, o que comprimiu o yield implícito da carteira para IPCA+10,9%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,09 por cota; contudo, o estoque de resultados retidos sofreu uma retração, passando de R$ 0,194 para R$ 0,150 por cota. A indexação do portfólio também refletiu a nova aquisição, com o IPCA cedendo espaço (de 90% para 85%) para o CDI (15%), enquanto o carrego financeiro segue ancorado majoritariamente no segmento logístico (60%).
Relatório de 2025-05-30
A rolagem tática da alavancagem e o recebimento de R$ 2,6 milhões referentes à amortização extraordinária do CRI Sol Panamby reconfiguraram a estrutura de capital do **HREC11** neste mês. A exposição em recebíveis imobiliários recuou levemente para 104,3% do patrimônio líquido, com a alavancagem via compromissada representando agora 4,6% do PL. No aspecto de valuation, a divergência entre os valores da cota se acentuou: a cota patrimonial avançou para R$ 8,77, enquanto a cota de mercado sofreu nova desvalorização, encerrando a R$ 8,30. Esse movimento de deságio impulsionou o yield implícito da carteira para IPCA+11,8%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,09 por cota, sustentado por um novo incremento no estoque de resultados retidos, que saltou de R$ 0,173 para R$ 0,194 por cota, conferindo maior robustez aos rendimentos mensais projetados para o encerramento do semestre. O carrego financeiro permanece ancorado no segmento logístico (63%) e indexado majoritariamente ao IPCA (90%).
Relatório de 2025-04-30
A aquisição de R$ 10 milhões no CRI iTower e o recebimento de novas parcelas de amortização extraordinária do CRI Sol Panamby reconfiguraram a alocação do **HREC11** neste mês. O fundo ampliou sua exposição em recebíveis imobiliários para 105,0% do patrimônio líquido, com o indexador IPCA recuando levemente para 90% da carteira, abrindo espaço para 10% em CDI. No aspecto de valuation, a dinâmica secundária inverteu o ágio observado no mês anterior: a cota patrimonial avançou para R$ 8,73, enquanto a cota de mercado recuou para R$ 8,39, gerando um deságio e elevando o yield implícito para IPCA+11,4%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,09 por cota, suportado por um robusto incremento no estoque de resultados retidos, que saltou de R$ 0,089 para R$ 0,173 por cota, conferindo maior previsibilidade aos rendimentos mensais futuros. O carrego financeiro segue concentrado no segmento logístico (63%), e a gestão projeta a manutenção do patamar de distribuição para o encerramento do primeiro semestre de 2025.
Relatório de 2025-03-31
A quitação parcial de R$ 13,7 milhões da operação compromissada ditou o ritmo do **HREC11** neste mês, reduzindo a alavancagem do fundo de 9,3% para 6,2%. Esse movimento de desalavancagem foi viabilizado pelo recebimento prático de R$ 11,3 milhões referentes à amortização extraordinária do CRI Sol Panamby, otimizando o carrego financeiro da carteira. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,09 por cota, o que reflete um yield implícito de IPCA+10,6% na cota de mercado. O estoque de resultados retidos, que confere previsibilidade aos rendimentos mensais, recuou de R$ 0,111 para R$ 0,089 por cota. A carteira de investimentos encerrou o período com 103,2% do patrimônio alocado em recebíveis imobiliários, mantendo a forte concentração no indexador IPCA (92%) e no segmento logístico (63%). Para o investidor que analisa os dados de valuation e avalia se a exposição vale a pena, a cota patrimonial fechou a R$ 8,59, enquanto o mercado secundário precificou o ativo a R$ 8,70, evidenciando um leve ágio na negociação.