Relatório de 2026-04-30
A elevação na distribuição de rendimentos para R$ 1,20 por cota e o incremento da reserva acumulada ditaram o ritmo do **JPPA11** em abril de 2026. Contrastando com o mês anterior, o resultado contábil recuou de R$ 1,44 para R$ 1,27/cota. Apesar dessa retração na geração mensal, a gestão optou por aumentar o pagamento de dividendos (de R$ 1,10 para R$ 1,20) e ainda assim conseguiu elevar a reserva de lucros retidos, que passou de R$ 0,37 para R$ 0,44/cota. No aspecto de alocação, o nível de investimento em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) ajustou-se levemente para 98% do patrimônio líquido (R$ 90,93 milhões), com os 2% restantes em caixa. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o dividend yield anualizado a mercado saltou de 15,3% para 16,7%, enquanto o múltiplo P/B manteve-se inalterado em 0,86x, indicando desconto patrimonial. A carteira segue com indexação média de IPCA + 10,8% na parcela atrelada à inflação (72% do portfólio), e o LTV médio apresentou uma melhora marginal, recuando de 48,0% para 47,9%.
Relatório de 2026-03-31
O salto no resultado contábil para R$ 1,44 por cota e a recomposição robusta da reserva de lucros marcaram a dinâmica do **JPPA11** em março de 2026. Diferente do cenário de queima de caixa do mês anterior, o fundo gerou forte excedente, permitindo elevar o pagamento de dividendos para R$ 1,10 por cota e multiplicar o saldo retido para R$ 0,37/cota. A gestão também avançou na implantação de recursos, atingindo 99% do patrimônio líquido (R$ 90,94 milhões) alocado em recebíveis imobiliários após a aquisição de R$ 2,53 milhões no CRI MAGO. Essa nova operação, com prêmio de IPCA + 12,50% ao ano, ajustou a indexação média da carteira atrelada à inflação para IPCA + 10,8%. Para os investidores que buscam dados para avaliar se o ativo vale a pena, o dividend yield anualizado a mercado subiu para 15,3%, enquanto o múltiplo P/B permaneceu descontado em 0,86x. Sob a ótica de risco, o LTV médio do portfólio apresentou uma piora técnica, avançando de 45,0% para 48,0%.
Relatório de 2026-02-27
A queima de reservas para sustentar o patamar de rendimentos mensais e o forte avanço na alocação de capital ditaram o ritmo do **JPPA11** em fevereiro de 2026. O resultado contábil do fundo recuou de R$ 1,13 para R$ 1,01 por cota, exigindo o consumo do saldo acumulado, que caiu de R$ 0,08 para R$ 0,03/cota, para garantir o pagamento de dividendos de R$ 1,06. Em paralelo, a gestão acelerou a implantação de recursos, elevando a exposição em recebíveis imobiliários de 93% para 98% do patrimônio líquido, que registrou leve alta para R$ 90,92 milhões. O perfil de risco apresentou melhora técnica com a redução do LTV médio da carteira de 48,8% para 45,0%. Para investidores que buscam dados para avaliar se o ativo vale a pena, o dividend yield anualizado a mercado avançou ligeiramente para 14,7%, enquanto o múltiplo P/B contraiu para 0,86x. A carteira segue com forte indexação à inflação, agora representando 71% do portfólio a uma taxa média de IPCA + 10,7%.
Relatório de 2026-01-30
A recomposição do resultado contábil para R$ 1,13 por cota marcou a transição do **JPPA11** em janeiro de 2026, permitindo ao fundo reverter a forte queima de reservas observada no mês anterior. Com a distribuição de rendimentos mensais ajustada para R$ 1,06 por cota (queda ante os R$ 1,21 de dezembro), a reserva de lucros acumulada saltou de R$ 0,01 para R$ 0,08/cota. O patrimônio líquido apresentou leve expansão, alcançando R$ 90,53 milhões, enquanto o múltiplo P/B subiu para 0,87x. Para os investidores que buscam dados para avaliar se o ativo vale a pena, o dividend yield anualizado a mercado recuou para 14,6%. A alocação permaneceu estável em 93% de recebíveis imobiliários, mas o LTV médio da carteira sofreu um incremento, passando de 47,1% para 48,8%, o que denota um leve aumento no risco das garantias. A taxa média do portfólio atrelado à inflação (69% do total) teve um ganho marginal, fixando-se em IPCA + 10,7%.
Relatório de 2025-12-30
A aquisição do CRI OAD por R$ 4,80 milhões impulsionou a alocação do **JPPA11** para 93% em recebíveis imobiliários, reduzindo a posição de caixa e alterando a dinâmica de distribuição no fechamento de dezembro de 2025. O pagamento de dividendos saltou para R$ 1,21 por cota, suportado por um forte consumo da reserva de lucros, que despencou de R$ 0,34 para apenas R$ 0,01/cota, compensando o resultado contábil mensal que recuou para R$ 0,88/cota. O patrimônio líquido do fundo permaneceu estável em R$ 90,02 milhões, enquanto o múltiplo P/B apresentou leve recuperação para 0,83x. Para investidores que buscam dados para avaliar se o ativo vale a pena, o dividend yield anualizado a mercado atingiu 17,6%. A carteira de crédito ajustou seu perfil, com a parcela atrelada à inflação caindo para 69% (mantendo a taxa média de IPCA + 10,6%), enquanto o LTV médio recuou de 50,1% para 47,1%, indicando um ganho marginal na margem de garantia das operações.
Relatório de 2025-11-28
A utilização de reservas acumuladas garantiu a manutenção do pagamento de dividendos do **JPPA11** em R$ 1,06 por cota em novembro de 2025, compensando o recuo no resultado contábil mensal, que fechou em R$ 1,00/cota. Com esse movimento, o saldo retido recuou de R$ 0,41 para R$ 0,34/cota. O patrimônio líquido do fundo apresentou leve alta, alcançando R$ 90,12 milhões, enquanto o múltiplo P/B sofreu nova compressão para 0,78x, evidenciando um deságio persistente no mercado secundário. Para os investidores que monitoram se o ativo vale a pena, o dividend yield anualizado a mercado avançou para 16,3%. A estrutura da carteira permaneceu estável, com 89% de alocação em CRIs e 11% em caixa. O carrego do portfólio manteve a taxa média de IPCA + 10,6% na parcela atrelada à inflação (73% do total), enquanto o LTV médio registrou um ajuste marginal para 50,1%, mantendo o perfil de risco de crédito inalterado em relação ao mês anterior.
Relatório de 2025-10-31
A aquisição de R$ 8,0 milhões no CRI Laken e o pré-pagamento do CRI Socicam Ilhéus ditaram a alocação do **JPPA11** em outubro de 2025. O resultado contábil normalizou para R$ 1,06 por cota, após o pico extraordinário do mês anterior, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,06 e a preservação da reserva de lucros em R$ 0,41/cota. O patrimônio líquido subiu levemente para R$ 89,62 milhões, enquanto o múltiplo P/B recuou para 0,79x, refletindo um desconto no mercado secundário. Na composição da carteira, a exposição a CRIs avançou para 89%, reduzindo o caixa para 11%. A indexação ao IPCA subiu para 73%, com um carrego médio mais atrativo de IPCA + 10,6% (ante 10,3% no mês anterior). O LTV médio do portfólio, no entanto, apresentou elevação expressiva, passando de 39,6% para 50,2%. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o dividend yield anualizado a mercado alcançou 16,2%, com liquidez média diária estável em R$ 0,1 milhão. A reestruturação da proposta de aquisição de 50% dos ativos do OUJP11 segue no radar da gestão.
Relatório de 2025-10-27
Atualização sobre a reorganização da proposta de aquisição de ativos do Ourinvest JPP FII pelo fundo **JPPA11**. Os prestadores de serviços essenciais comunicaram que a estrutura da transação com o OUJP está sob reconfiguração, mantendo-se as condições indicativas originais, e confirmaram que o fundo OUJP continuará operacional com seu patrimônio remanescente sem sofrer liquidação.
Relatório de 2025-09-30
O pré-pagamento do CRI DESCO e a proposta de incorporação de ativos dos fundos OUJP11 e RBHG11 redefiniram a dinâmica do **JPPA11** em setembro de 2025. O resultado contábil saltou expressivamente para R$ 1,38 por cota (ante R$ 1,07 no mês anterior), impulsionado pelo ganho de capital de R$ 0,23/cota oriundo da amortização extraordinária do ativo. Apesar dessa forte geração, a gestão optou por manter o pagamento de dividendos em R$ 1,06 por cota, o que permitiu uma robusta recomposição na reserva de lucros, que disparou de R$ 0,08 para R$ 0,41 por cota. O patrimônio líquido avançou para R$ 89,02 milhões, enquanto o múltiplo P/B recuou levemente para 0,81x. Na alocação tática, a liquidação do CRI elevou o caixa para 12% do PL e alterou a indexação da carteira: a exposição ao IPCA caiu de 77% para 72%, com o CDI subindo de 19% para 24%. O carrego do portfólio indexado à inflação apresentou melhora, passando para IPCA + 10,3%, e o perfil de risco foi mitigado com a queda do LTV médio de 46,3% para 39,6%. Para os cotistas que avaliam se o ativo vale a pena, o dividend yield anualizado a mercado permaneceu em 15,9%, sustentado por uma liquidez média diária ainda restrita de R$ 0,1 milhão.
Relatório de 2025-09-26
O administrador e o gestor do **JPPA11** divulgaram uma proposta para a união de ativos com o fundo Rio Bravo Crédito Imobiliário High Grade FII (RBHG). A estrutura proposta envolve a aquisição, pelo **JPPA11**, da totalidade dos ativos do RBHG, com pagamento estruturado por meio de novas cotas a serem emitidas na 4ª emissão de cotas do **JPPA11**.
A transação prevê ainda a posterior dissolução e liquidação do RBHG, resultando na entrega direta das novas cotas do **JPPA11** aos seus investidores. O processo de união de fundos está condicionado à aprovação em assembleia geral de cotistas do RBHG e ao cumprimento de condições precedentes estabelecidas na proposta.
Relatório de 2025-09-22
O fundo **JPPA11** publicou um Fato Relevante informando que está avaliando uma potencial operação de união de fundos com o Rio Bravo Crédito Imobiliário High Grade FII (RBHG). A estrutura em análise prevê a aquisição da totalidade dos ativos do RBHG pelo **JPPA11**, com pagamento mediante a emissão de novas cotas da 4ª emissão do **JPPA11**, seguida pela posterior dissolução e liquidação do RBHG.
O **JPPA11** planeja apresentar uma proposta formal de aquisição ao RBHG no prazo estimado de até 90 dias corridos. A efetivação da transação está sujeita à auditoria, aprovação por assembleia de cotistas do RBHG e outras condições precedentes, de modo que a união de ativos e a consequente reestruturação de carteira ainda não estão garantidas.
Relatório de 2025-09-19
O fundo **JPPA11** propôs a realização de uma transação de união de fundos com o OURINVEST JPP FII (OUJP), prevendo a incorporação de uma parcela equivalente a 50% dos ativos e da base de investidores do fundo alvo. A operação de aquisição e venda de ativos será estruturada mediante a emissão de novas cotas no âmbito da 4ª emissão de cotas do **JPPA11**, culminando na posterior dissolução e liquidação do OUJP.
A transação prevê que os ativos sejam adquiridos pelo valor contábil registrado no patrimônio do OUJP. A implementação do negócio está sujeita à aprovação dos cotistas do fundo alvo em assembleia geral e ao cumprimento de condições precedentes estipuladas na proposta enviada em 19 de setembro de 2025.
Relatório de 2025-09-16
O fundo **JPPA11** anunciou que está avaliando uma potencial operação de unificação de ativos com o Ourinvest JPP FII (OUJP). A transação visa integrar ao **JPPA11** uma parcela equivalente a 50% dos ativos do OUJP, bem como a sua base de investidores. Caso a operação seja aprovada, a transferência dos ativos será realizada mediante o pagamento com novas cotas da 4ª emissão do **JPPA11**, culminando na posterior dissolução e liquidação do OUJP.
A gestão do **JPPA11** pretende apresentar a proposta de aquisição de ativos em até 90 dias corridos. O cronograma, os termos de pagamento e a viabilidade da potencial oferta e subscrição de novas cotas ainda dependem de auditorias e aprovações em assembleia de cotistas de ambos os fundos, não havendo garantia de impacto imediato no pagamento de dividendos.
Relatório de 2025-09-15
**JPPA11** recebe R$ 10,12 milhões em decorrência de resgate antecipado de CRI e anuncia ganho extraordinário a ser distribuído.
O fundo de investimento imobiliário **JPPA11** comunicou o recebimento do pagamento referente ao resgate antecipado facultativo do CRI DESCO (Série Única da 63ª Emissão da Virgo Companhia de Securitização), que representava 10,4% do patrimônio líquido do fundo. O montante total recebido soma R$ 10,12 milhões (equivalente a R$ 11,20/cota), englobando amortização extraordinária, juros e prêmio por pré-pagamento. O evento resultará em um ganho de aproximadamente R$ 0,23/cota, cuja distribuição de rendimentos será realizada de forma linearizada ao longo do semestre.
Relatório de 2025-08-29
A manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,06 por cota contrastou com a leve compressão no lucro contábil do **JPPA11** em agosto de 2025, que recuou de R$ 1,12 para R$ 1,07 por cota. Apesar dessa redução na margem de geração, o fundo conseguiu elevar sua reserva de lucros acumulados para R$ 0,08 por cota, reforçando o colchão para distribuições futuras. O patrimônio líquido apresentou expansão, alcançando R$ 88,22 milhões, o que impulsionou uma sutil melhora no múltiplo P/B, passando de 0,81x para 0,82x. No aspecto tático da alocação, o portfólio aprofundou sua exposição inflacionária, com o IPCA subindo para 77% da carteira, enquanto o CDI recuou para 19%. O carrego da carteira permaneceu robusto em IPCA + 10,1%, mas os indicadores de risco mostraram um leve aumento, com o LTV médio subindo de 46,0% para 46,3%. Para os investidores que monitoram se o ativo vale a pena, o dividend yield anualizado a mercado ajustou-se para 15,9%, entregando um prêmio expressivo, embora a liquidez média diária continue restrita na faixa de R$ 0,1 milhão, exigindo cautela na montagem e desmontagem de posições.
Relatório de 2025-07-31
A normalização do patamar de distribuição após o consumo extraordinário de reservas marcou o ciclo de julho do **JPPA11**, com os rendimentos mensais retornando para R$ 1,06 por cota (ante R$ 1,23 no mês anterior). Apesar da redução no repasse, o lucro contábil permaneceu estável em R$ 1,12 por cota, permitindo a recomposição da reserva acumulada, que saltou de R$ 0,01 para R$ 0,07 por cota. O patrimônio líquido recuou levemente para R$ 87,65 milhões, acompanhado por uma compressão no múltiplo P/B, que passou de 0,83x para 0,81x. No mercado secundário, o dividend yield anualizado ajustou-se para 16,1%. Do lado da alocação, a novidade foi a aquisição de R$ 2,16 milhões no CRI Masotti (IPCA + 11,75% a.a.), o que contribuiu para um leve ajuste tático nos indexadores: a exposição ao IPCA subiu para 76%, enquanto o CDI cedeu para 20%. Os indicadores de risco apresentaram melhora marginal, com o LTV médio caindo de 46,5% para 46,0%, mantendo a duration da carteira estabilizada em 3,1 anos. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o carrego atual segue entregando prêmios elevados (IPCA + 10,1%), embora a liquidez média diária permaneça restrita na faixa de R$ 0,1 milhão.
Relatório de 2025-06-30
A incorporação total da reserva acumulada impulsionou o pagamento de dividendos do **JPPA11** para R$ 1,23 por cota no fechamento do semestre, marcando uma elevação expressiva frente aos R$ 1,06 distribuídos no mês anterior. O lucro contábil mensal também apresentou avanço, passando de R$ 1,07 para R$ 1,12 por cota. Com essa distribuição extraordinária, a reserva de lucros foi consumida quase integralmente, restando apenas R$ 0,01 por cota para o próximo ciclo. O patrimônio líquido registrou leve alta, alcançando R$ 88,12 milhões, enquanto o múltiplo P/B permaneceu estagnado em 0,83x no mercado secundário. O dividend yield anualizado sobre a cota de mercado saltou para 18,3%, refletindo o maior repasse de rendimentos mensais. Na composição da carteira, a alocação em CRIs recuou marginalmente para 97%, com um ajuste tático na exposição aos indexadores: o IPCA subiu para 75% (ante 72%), enquanto o CDI caiu para 21%. Os indicadores de risco mantiveram-se controlados, com o LTV médio cedendo para 46,5% e a duration estabilizada em 3,1 anos. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o carrego atual entrega prêmios elevados, mas exige atenção contínua à liquidez média diária, que segue restrita na faixa de R$ 0,1 milhão.
Relatório de 2025-05-30
A manutenção dos dividendos em R$ 1,06 por cota, aliada ao reforço da reserva de lucros para R$ 0,12, marcou a dinâmica operacional do **JPPA11** em maio de 2025, mesmo diante de um recuo no resultado mensal. O fundo registrou um lucro de R$ 1,07 por cota (frente aos R$ 1,17 do mês anterior), mas a gestão optou por reter parte desse montante, elevando a reserva acumulada. No mercado secundário, a cotação sofreu nova desvalorização, comprimindo o múltiplo P/B para 0,83x (ante 0,85x) e impulsionando o dividend yield anualizado sobre a cota de mercado para 15,7%. O patrimônio líquido apresentou leve expansão, alcançando R$ 87,97 milhões. A estrutura da carteira permaneceu estável com 98% de alocação em CRIs, fortemente indexada ao IPCA (72%) e CDI (24%). Os indicadores de risco mostraram resiliência, com o LTV médio recuando marginalmente para 46,7% e a duration estabilizada em 3,1 anos. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o carrego atual sustenta os rendimentos mensais através de uma combinação de resultado recorrente e lucros retidos, exigindo atenção contínua à liquidez diária que permanece restrita na faixa de R$ 0,1 milhão.
Relatório de 2025-05-08
A administradora do **JPPA11** comunicou ao mercado que a assembleia de investidores do CRI Canal Companhia de Securitização (01ª Série da 1ª Emissão) aprovou a proposta de dação em pagamento das unidades do empreendimento lastro e dos fundos de reserva e liquidez. O objetivo da medida é viabilizar o recebimento do saldo devedor atualizado da operação.
O fundo **JPPA11** possui atualmente 4,21% de seu Patrimônio Líquido alocado neste CRI. Em decorrência do acordo, o CRI deixará de sofrer a incidência dos juros remuneratórios originalmente pactuados e passará a amortizar o saldo de acordo com um cronograma de pagamentos a ser futuramente disponibilizado pela securitizadora.
Relatório de 2025-04-30
A forte recuperação na geração de caixa e a recomposição da reserva de lucros ditaram o ritmo do **JPPA11** neste mês. O resultado saltou expressivamente de R$ 0,94 para R$ 1,17 por cota, permitindo não apenas a elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,06 por cota, mas também a reconstrução da reserva acumulada, que passou de um nível crítico de R$ 0,01 para confortáveis R$ 0,11 por cota. No mercado secundário, a cota sofreu leve desvalorização, fazendo o múltiplo P/B recuar de 0,89x para 0,85x, o que impulsionou o dividend yield anualizado sobre a cota de mercado para 15,5%. Estruturalmente, o patrimônio líquido subiu para R$ 86,90 milhões, com a alocação em CRIs ajustando levemente para 98% (ante 99%). A carteira manteve seu perfil de indexação majoritário em IPCA (72%) e CDI (24%), enquanto os indicadores de risco apresentaram variações marginais: o LTV médio subiu para 46,9% e a duration média avançou para 3,1 anos. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o carrego atual demonstra resiliência na distribuição de rendimentos mensais, mas exige monitoramento da execução de garantias no portfólio, especificamente no caso do CRI Arquiplan.
Relatório de 2025-03-31
A redução no patamar de distribuição de rendimentos e o consumo quase total da reserva de lucros marcaram a dinâmica do **JPPA11** neste mês. O resultado gerado recuou para R$ 0,94 por cota (ante R$ 1,05 no período anterior), o que levou a gestão a distribuir R$ 1,00 por cota, consumindo a reserva acumulada que despencou de R$ 0,06 para apenas R$ 0,01 por cota. Apesar da queda nos dividendos, o múltiplo P/VP (P/B) apresentou melhora, passando de 0,81x para 0,89x, refletindo um fechamento no desconto da cota no mercado secundário. O dividend yield anualizado sobre a cota de mercado ajustou-se para 14,2%. Estruturalmente, a carteira manteve sua estabilidade com 99% do patrimônio líquido (R$ 85,73 milhões) alocado em CRIs, preservando a forte indexação ao IPCA (73%) e CDI (22%). O perfil de risco das garantias teve leve melhora, com o LTV médio caindo para 46,6% e a duration média recuando para 3,0 anos. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os dados de carrego mostram um portfólio com alta proteção inflacionária e garantias moderadas, mas com margem estreita para manter o atual patamar de proventos sem novos ganhos de capital ou repasse de correção monetária.