Relatório de 2026-04-30
A reversão do deságio no mercado secundário e o aumento no pagamento de dividendos ditaram o ritmo do **KCRE11** em abril de 2026. A cota de mercado saltou de R$ 8,97 no mês anterior para R$ 9,49, superando a cota patrimonial (que teve leve alta para R$ 9,48) e passando a negociar com um ágio de 0,08%. O fundo elevou a distribuição de rendimentos mensais para R$ 0,11 por cota, consumindo parte da reserva acumulada, que recuou de R$ 0,07 para R$ 0,06/cota. Na frente de alocação, o nível de investimento em CRIs ajustou-se para 103,6% do patrimônio líquido, enquanto as operações compromissadas reversas (alavancagem) oscilaram ligeiramente para 7,6%. Operacionalmente, o destaque de risco foi a elevação da inadimplência geral para 4,8% do saldo devedor, impulsionada por um único crédito de maior volume, enquanto a taxa de pré-pagamento das operações de Home Equity registrou leve desaceleração para 1,80x o fluxo esperado.
Relatório de 2026-03-31
A elevação na geração de caixa e novos aportes em Home Equity marcaram a dinâmica do **KCRE11** em março de 2026. O resultado gerado saltou para R$ 0,10 por cota, permitindo um pagamento de dividendos no mesmo patamar e a recomposição da reserva acumulada para R$ 0,07/cota, frente aos R$ 0,06 do mês anterior. No valuation do mercado secundário, a cota patrimonial recuou de R$ 9,59 para R$ 9,45, enquanto a cota de mercado fechou em R$ 8,97, estreitando o deságio para 5,09%. A alocação em CRIs subiu para 105,5% do patrimônio líquido, impulsionada por R$ 11,2 milhões em novos investimentos nas séries Sênior da Creditas. O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas teve leve acréscimo, atingindo 7,5%. Operacionalmente, a inadimplência da carteira manteve a trajetória de queda, recuando para 3,0% do saldo devedor, enquanto o ritmo de pré-pagamentos desacelerou para 1,87x o volume esperado, comparado aos 2,26x do ciclo passado.
Relatório de 2026-02-28
A aceleração nos pré-pagamentos e a contínua melhora na inadimplência ditaram o ritmo do **KCRE11** em fevereiro de 2026. O recebimento de principal saltou para 2,26x acima do esperado, enquanto a taxa de inadimplência das carteiras de Home Equity recuou de 3,4% para 3,2% do saldo devedor. No âmbito financeiro, o fundo manteve a geração em R$ 0,07 por cota e o pagamento de dividendos em R$ 0,08/cota, consumindo marginalmente a reserva acumulada, que passou de R$ 0,07 para R$ 0,06/cota. O valuation do veículo registrou avanço na cota patrimonial, que subiu para R$ 9,59, e na cota de mercado, cotada a R$ 9,03, resultando em um deságio de 5,81%. A alocação em CRIs ajustou-se para 104,0% do patrimônio líquido, mantendo a estrutura de alavancagem via operações compromissadas reversas estável em 7,3%, o que preserva a liquidez para futuras movimentações no mercado imobiliário.
Relatório de 2026-01-31
A compressão no resultado gerado marcou o início de 2026 para o **KCRE11**, recuando de R$ 0,09 para R$ 0,07 por cota, o que forçou um ajuste no pagamento de dividendos para R$ 0,08/cota, enquanto a reserva acumulada permaneceu inalterada em R$ 0,07. Apesar do menor rendimento mensal, o valuation do veículo apresentou melhora significativa: a cota de mercado saltou para R$ 9,00, comprimindo o deságio frente à cota patrimonial (R$ 9,49) para 5,14%. No front de alocação, o patrimônio investido em CRIs atingiu 106,7%, impulsionado por um novo aporte de R$ 15,0 milhões na operação Creditas 154 Sênior. O monitoramento de riscos intrínsecos trouxe alívio, com a taxa de inadimplência das carteiras de Home Equity caindo de 4,7% para 3,4%. O ritmo de pré-pagamentos desacelerou levemente para 1,50x o esperado, e a alavancagem via operações compromissadas reversas manteve-se estável em 7,3% do PL, preservando a liquidez e a estrutura de capital.
Relatório de 2025-12-31
A recuperação do IPCA nos meses anteriores impulsionou a geração de caixa do **KCRE11** em dezembro de 2025, elevando o resultado gerado para R$ 0,09 por cota e permitindo o aumento no pagamento de dividendos para o mesmo patamar (R$ 0,09/cota), mantendo a reserva acumulada estável em R$ 0,07. No valuation, a cota de mercado avançou expressivamente de R$ 8,50 para R$ 8,79, reduzindo o deságio no mercado secundário de 10,62% para 7,15%, mesmo com o leve recuo da cota patrimonial para R$ 9,47. A alocação do patrimônio líquido em CRIs subiu para 103,9%, tracionada por um novo investimento de R$ 9,4 milhões em operações de Home Equity (Creditas 154). A parcela indexada à inflação agora representa 95,1% do fundo, com prêmio médio (MTM) de IPCA + 9,90% a.a. No monitoramento de riscos intrínsecos, a taxa de inadimplência das carteiras de Home Equity subiu de 3,3% para 4,7%, e os créditos em fase de recuperação via execução de garantias atingiram 1,76% da carteira. Em contrapartida, o ritmo de pré-pagamentos acelerou, registrando recebimento de principal 1,80x acima do esperado. O uso de operações compromissadas reversas teve leve ajuste, passando a representar 7,3% do PL.
Relatório de 2025-11-30
A deflação do IPCA de agosto impactou diretamente a geração de caixa do **KCRE11** em novembro de 2025, reduzindo o resultado gerado para R$ 0,06 por cota e consumindo a reserva acumulada, que caiu de R$ 0,09 para R$ 0,07. Apesar da pressão nos rendimentos mensais, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,08 por cota. No valuation, a cota patrimonial avançou para R$ 9,51, mas a cota de mercado recuou para R$ 8,50, aprofundando o deságio no mercado secundário para 10,62%. A alocação do patrimônio líquido em CRIs ajustou-se para 103,3%, com a parcela indexada ao IPCA recuando para 94,1% (MTM de IPCA + 9,77% a.a.). No monitoramento de riscos intrínsecos, a taxa de inadimplência das carteiras de Home Equity subiu levemente para 3,3%, enquanto o ritmo de pré-pagamentos desacelerou, registrando recebimento de principal 1,61x acima do esperado. O uso de operações compromissadas reversas permaneceu estável em 7,2% do PL, mantendo o nível de alavancagem do veículo.
Relatório de 2025-10-31
A redução nos rendimentos mensais e a ampliação do deságio marcaram a dinâmica do **KCRE11** em outubro de 2025, a despeito da melhora nos indicadores de crédito. O veículo reduziu o pagamento de dividendos para R$ 0,08 por cota, acompanhando a queda no resultado gerado (R$ 0,08) e o consumo parcial da reserva acumulada, que recuou de R$ 0,10 para R$ 0,09 por cota. No valuation, observou-se um movimento misto: a cota patrimonial subiu para R$ 9,38, mas a cota de mercado caiu para R$ 8,54, aprofundando o deságio no mercado secundário para 8,93%. A alocação do patrimônio líquido em CRIs saltou de 101,1% para 104,9%, impulsionada por um novo investimento de R$ 19,2 milhões em uma operação de Home Equity. Com isso, a parcela indexada ao IPCA avançou para 95,2% (com MTM de IPCA + 10,04% a.a.), enquanto a fatia em CDI recuou para 9,6%. O uso de operações compromissadas reversas teve leve alta, atingindo 7,2% do PL. No monitoramento de riscos intrínsecos, a taxa de inadimplência das carteiras de Home Equity apresentou redução considerável, caindo de 3,4% para 3,1%. Além disso, o ritmo de pré-pagamentos voltou a acelerar, registrando recebimento de principal 2,07x acima do esperado, reforçando o fluxo de caixa de curto prazo.
Relatório de 2025-09-30
A leve alta na inadimplência da carteira de Home Equity para 3,4% e a reprecificação das cotas ditaram o ritmo do **KCRE11** em setembro de 2025. Em comparação ao mês anterior, o fundo manteve o pagamento de dividendos estável em R$ 0,09 por cota, suportado por um resultado gerado idêntico e pela manutenção da reserva acumulada em R$ 0,10 por cota. No entanto, o valuation do fundo sofreu ajustes: a cota patrimonial recuou de R$ 9,42 para R$ 9,34, e a cota de mercado caiu de R$ 8,68 para R$ 8,60, ampliando o deságio no mercado secundário para 7,89%. O nível de alocação do patrimônio líquido em CRIs diminuiu de 103,1% para 101,1%. A parcela indexada ao IPCA caiu para 91,1%, mas apresentou elevação na taxa média MTM para IPCA + 10,12% a.a., enquanto a fatia em CDI recuou para 10,0%. O uso de operações compromissadas reversas oscilou levemente para cima, atingindo 7,1% do PL. No monitoramento de riscos intrínsecos, além do avanço da inadimplência, o ritmo de pré-pagamentos desacelerou, registrando recebimento de principal 1,84x acima do esperado, contra 2,00x no mês anterior.
Relatório de 2025-08-31
A redução no pagamento de dividendos para R$ 0,09 por cota e o avanço da inadimplência na carteira de Home Equity ditaram a dinâmica operacional do **KCRE11** em agosto de 2025. Comparado ao mês anterior, o resultado gerado recuou de R$ 0,11 para R$ 0,09 por cota, refletindo diretamente a variação mais branda do indexador IPCA (0,26% em maio e 0,24% em junho) que corrige a maior parcela dos rendimentos mensais. A cota patrimonial apresentou leve recuperação, subindo de R$ 9,36 para R$ 9,42, porém a cota de mercado caiu para R$ 8,68, o que ampliou o deságio no mercado secundário para 7,83%. O nível de alocação do patrimônio líquido em CRIs recuou de 106,0% para 103,1%, com a exposição em IPCA caindo para 92,9% (taxa média MTM de IPCA + 9,96% a.a.) e a parcela em CDI para 10,2%. O uso de operações compromissadas reversas (alavancagem) manteve-se estável em 7,0% do PL. No monitoramento de riscos intrínsecos, a taxa de inadimplência da carteira de Home Equity subiu de 2,5% para 3,2% do saldo devedor, enquanto os créditos em fase de execução de garantias oscilaram levemente para 1,76%. Em contrapartida, a dinâmica de pré-pagamentos acelerou, registrando recebimento de principal 2,00x acima do esperado. A reserva acumulada não distribuída permaneceu inalterada em R$ 0,10 por cota, conferindo um colchão de liquidez para distribuições futuras.
Relatório de 2025-07-31
O avanço da taxa média de aquisição para IPCA + 10,05% a.a. e o incremento na reserva acumulada ditaram o ritmo do **KCRE11** em julho de 2025, compensando a leve pressão na cota patrimonial. O fundo registrou um resultado gerado de R$ 0,11 por cota (ante R$ 0,10 no mês anterior), permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,11 e o aumento da reserva não distribuída para R$ 0,10 por cota. A cota patrimonial sofreu uma retração, passando de R$ 9,57 para R$ 9,36, o que ampliou o deságio no mercado secundário para 6,51%. No front de alocação, a gestão realizou um novo aporte de R$ 5,5 milhões no CRI Creditas 152 Sênior (IPCA + 9,00%), elevando o nível de investimento total para 106,0% do patrimônio líquido. A exposição ao indexador IPCA subiu para 95,3%, enquanto a parcela em CDI recuou marginalmente para 10,7%. O uso de operações compromissadas reversas teve leve alta, atingindo 7,0% do PL. Em relação aos riscos da carteira de Home Equity, a taxa de inadimplência registrou um novo aumento, alcançando 2,5% do saldo devedor, com 1,73% dos créditos em fase de recuperação via execução de garantias. A dinâmica de pré-pagamentos arrefeceu levemente, registrando 1,75x acima do esperado.
Relatório de 2025-06-30
A redução no repasse da inflação pressionou o resultado gerado do **KCRE11** em junho de 2025, recuando de R$ 0,17 para R$ 0,10 por cota e impactando o pagamento de dividendos, que ajustou de R$ 0,14 para R$ 0,11. A cota patrimonial apresentou leve avanço para R$ 9,57, enquanto o deságio no mercado secundário ampliou-se para 5,52%. No front de alocação, a gestão realizou um novo aporte de R$ 4,0 milhões no CRI Creditas 152 Sênior (IPCA + 9,00%), mantendo o nível de investimento total em 105,7% do patrimônio líquido. A exposição ao indexador IPCA permaneceu em 94,9%, com taxa média ajustada para IPCA + 9,65% a.a., e a parcela em CDI reduziu levemente para 10,8%. O uso de operações compromissadas reversas manteve-se estável em 6,7% do PL. Em relação aos riscos da carteira de Home Equity, a taxa de inadimplência registrou um leve aumento, passando para 2,3% do saldo devedor, com 1,70% dos créditos em fase de recuperação via execução de garantias. A dinâmica de pré-pagamentos seguiu forte, registrando 1,89x acima do esperado, o que auxilia na previsibilidade do fluxo de caixa e na manutenção da reserva acumulada de R$ 0,08 por cota.
Relatório de 2025-05-30
O salto no pagamento de dividendos para R$ 0,14 por cota e a expansão da alocação via novos investimentos ditaram o ritmo do **KCRE11** em maio de 2025. Comparado ao mês anterior, o resultado gerado avançou expressivamente de R$ 0,11 para R$ 0,17 por cota, impulsionado pelo repasse da inflação (IPCA) de meses anteriores, o que permitiu o robustecimento da reserva acumulada para R$ 0,08. A cota patrimonial subiu para R$ 9,52, enquanto o deságio no mercado secundário recuou para 4,61%. A gestão elevou a alocação total para 106,2% do patrimônio líquido, com destaque para a aquisição de R$ 9,0 milhões no CRI MRV Pro-Soluto 429. Com essa movimentação, a parcela em CDI subiu para 11,3% (CDI + 4,16% a.a.), enquanto a exposição ao IPCA ajustou-se para 94,9% (IPCA + 9,73% a.a.). O uso de operações compromissadas reversas teve leve alta, atingindo 6,7% do PL. No front de crédito, a inadimplência da carteira de Home Equity apresentou melhora, caindo de 2,1% para 1,70%, e os recebimentos extraordinários via pré-pagamento aceleraram para 1,89x o fluxo esperado, reforçando a liquidez e a previsibilidade dos rendimentos mensais.
Relatório de 2025-04-30
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 0,11 por cota e a redução da inadimplência na carteira de Home Equity para 2,1% marcaram a dinâmica do **KCRE11** em abril de 2025. Em comparação ao mês anterior, a cota patrimonial avançou de R$ 9,27 para R$ 9,46, embora o deságio no mercado secundário tenha se ampliado para 6,62%. A alocação total do fundo recuou levemente para 104,7% do patrimônio líquido, com a exposição ao IPCA ajustada para 95,7% (taxa média de IPCA + 9,77% a.a.) e a parcela em CDI caindo para 8,9% (CDI + 4,36% a.a.). O uso de operações compromissadas reversas manteve-se estável em 6,6% do PL. O resultado gerado no mês acompanhou a distribuição, atingindo R$ 0,11 por cota, preservando a reserva acumulada em R$ 0,05. Os recebimentos extraordinários via pré-pagamento desaceleraram de 2,03x para 1,84x o volume esperado, mas seguem contribuindo para a liquidez e mitigação de riscos de crédito.
Relatório de 2025-03-31
A alocação de R$ 8,0 milhões em uma nova operação MRV Pro-Soluto (CDI + 3,50%) marcou a movimentação do **KCRE11** em março de 2025, elevando a exposição do portfólio ao CDI para 9,5% do patrimônio líquido e ajustando a parcela atrelada à inflação para 96,7% (com taxa média de IPCA + 10,12% a.a.). O nível de investimento total subiu levemente para 106,2%, mantendo o uso de operações compromissadas reversas no patamar de 6,7% para otimização de caixa. No que tange ao valuation, a cota patrimonial avançou para R$ 9,27, o que reduziu o deságio no mercado secundário para 5,11%. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,10 por cota, embora o resultado gerado no mês tenha sido de R$ 0,09, consumindo parte da reserva acumulada, que agora se encontra em R$ 0,05 por cota. A inadimplência da carteira de Home Equity apresentou nova melhora, recuando para 2,7% do saldo devedor, enquanto os recebimentos de principal via pré-pagamento aceleraram para 2,03x acima do esperado, mitigando riscos de crédito imediatos e reforçando a liquidez interna.