Relatório de 2026-04-30
O pré-pagamento do CRI Minas Brisa elevou a posição de caixa e impulsionou o resultado contábil do mês. O **OUJP11** registrou um salto expressivo em sua geração de caixa, atingindo R$ 1,51 por cota em abril de 2026, frente aos R$ 1,24 do mês anterior. Esse avanço permitiu um novo incremento no pagamento de dividendos, que passou de R$ 1,10 para R$ 1,20 por cota, além de reforçar o saldo de lucros retidos, agora em R$ 1,55 por cota. O patrimônio líquido apresentou leve retração, encerrando em R$ 326,9 milhões, enquanto o indicador P/B subiu marginalmente para 0,87x. A dinâmica de alocação sofreu alterações relevantes: a parcela investida em recebíveis imobiliários recuou de 93% para 89%, com o caixa saltando de 7% para 11%, reflexo direto da liquidação antecipada de ativos. A gestão segue sem realizar novas aquisições, mantendo o carrego focado no segmento corporativo (75%) e indexado majoritariamente ao IPCA (65%).
Relatório de 2026-03-31
A forte recuperação no resultado contábil, que saltou para R$ 1,24 por cota, permitiu ao **OUJP11** elevar o patamar de pagamento de dividendos e recompor suas reservas financeiras em março de 2026. O fundo distribuiu R$ 1,10 por cota, frente aos R$ 1,06 do mês anterior, e viu seu saldo retido avançar de R$ 1,09 para R$ 1,24 por cota. No mercado secundário, o indicador P/B apresentou leve melhora, passando de 0,85x para 0,86x, a despeito da retração marginal do patrimônio líquido, que encerrou o período em R$ 327,9 milhões. A alocação em recebíveis imobiliários subiu de 91% para 93%, reduzindo a posição de caixa para 7%, embora a gestão não tenha reportado novas aquisições no mês. O carrego da carteira segue concentrado no segmento corporativo (76%) e majoritariamente atrelado ao IPCA (65%), mantendo o perfil de risco focado em operações de crédito estruturado.
Relatório de 2026-02-27
O vencimento antecipado do CRI Módena e a consequente execução de garantias ditaram o tom do mês, enquanto o resultado contábil recuou, exigindo o consumo de reservas para manter o patamar de distribuição. O resultado gerado pelo **OUJP11** caiu de R$ 1,25 para R$ 0,96 por cota em fevereiro de 2026. Para sustentar o pagamento de dividendos em R$ 1,06 por cota, a gestão utilizou parte do saldo retido, que recuou de R$ 1,21 para R$ 1,09 por cota. No mercado secundário, o indicador P/B cedeu de 0,88x para 0,85x, refletindo uma leve abertura no deságio, acompanhada por uma retração marginal no patrimônio líquido, que encerrou em R$ 329,2 milhões. A alocação permaneceu estável, com 91% da carteira em recebíveis imobiliários e 9% em caixa, sem novas aquisições no período. O carrego segue concentrado no setor corporativo (75%) e indexado majoritariamente ao IPCA (64%). O principal ponto de atenção recai sobre o CRI Módena, cujas tentativas de renegociação falharam, levando os credores a aprovarem a execução das garantias, que incluem alienação fiduciária de casas prontas e avais de pessoas físicas.
Relatório de 2026-01-30
A aquisição de R$ 8,01 milhões no CRI GPCI marcou a retomada de alocações do **OUJP11** em janeiro de 2026, reduzindo a posição de caixa de 11% para 9% e impulsionando os rendimentos mensais. O resultado contábil avançou de R$ 1,19 para R$ 1,25 por cota, permitindo uma elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,06 por cota (frente aos R$ 1,03 do mês anterior). O saldo retido (reserva) também apresentou forte expansão, saltando de R$ 1,00 para R$ 1,21 por cota, conferindo maior previsibilidade para distribuições futuras. No valuation, o indicador P/B subiu de 0,79x para 0,88x, evidenciando um fechamento do deságio no mercado secundário, enquanto o patrimônio líquido registrou leve alta para R$ 329,8 milhões. A carteira de recebíveis imobiliários passou a representar 91% dos ativos, com o carrego mantendo forte concentração no setor corporativo (75%) e indexação majoritária ao IPCA (64%), embora a nova operação indexada ao CDI tenha ajustado marginalmente essa proporção.
Relatório de 2026-01-30
A retomada de alocações com a aquisição de R$ 8,01 milhões no CRI GPCI marcou a dinâmica do **OUJP11** em janeiro de 2026, reduzindo a posição de caixa de 11% para 9% e impulsionando o resultado contábil para R$ 1,25 por cota. Refletindo essa melhora operacional, o pagamento de dividendos foi elevado para R$ 1,06 por cota (frente aos R$ 1,03 do mês anterior), enquanto o saldo de lucros retidos atingiu R$ 1,21 por cota, reforçando a margem de segurança para a estabilização dos rendimentos mensais futuros. No valuation de mercado secundário, o indicador P/B avançou significativamente de 0,79x para 0,88x, evidenciando um fechamento do deságio, acompanhado por um patrimônio líquido que subiu marginalmente para R$ 329,8 milhões. O carrego da carteira de recebíveis imobiliários manteve seu perfil defensivo, com o lastro corporativo subindo levemente para 75% da exposição, enquanto a indexação ao IPCA recuou de 68% para 64%, abrindo maior espaço para o CDI (35%).
Relatório de 2026-01-30
A nova aquisição de R$ 8,01 milhões no CRI GPCI marcou a retomada de alocações do **OUJP11** em janeiro de 2026, reduzindo a posição de caixa de 11% para 9% e elevando a exposição total em ativos imobiliários para 91%. O carrego da carteira refletiu um resultado contábil superior, atingindo R$ 1,25 por cota, o que permitiu um incremento no pagamento de dividendos para R$ 1,06 por cota (ante R$ 1,03 no mês anterior). Simultaneamente, o saldo de rendimentos mensais retidos foi reforçado, saltando de R$ 1,00 para R$ 1,21 por cota, conferindo maior robustez para a estabilização futura das distribuições. No mercado secundário, o valuation do fundo apresentou forte compressão de deságio, com o múltiplo P/B avançando de 0,79x para 0,88x, acompanhado de um leve crescimento do patrimônio líquido para R$ 329,8 milhões. A indexação do portfólio sofreu um ajuste marginal, com o IPCA recuando de 68% para 64%, enquanto o lastro corporativo consolidou sua dominância ao atingir 75% da composição setorial.
Relatório de 2025-12-31
A forte recuperação do resultado contábil para R$ 1,19 por cota e a recomposição da reserva acumulada ditaram o ritmo do **OUJP11** em dezembro de 2025. Superando o patamar de R$ 0,94 do mês anterior, o fundo elevou o pagamento de dividendos para R$ 1,03 por cota, enquanto o saldo retido saltou de R$ 0,83 para R$ 1,00 por cota, fortalecendo a capacidade de estabilização futura dos rendimentos mensais. No valuation, o indicador P/B apresentou leve melhora, passando de 0,75x para 0,79x, refletindo uma redução do deságio no mercado secundário, mesmo com o patrimônio líquido recuando marginalmente para R$ 329,2 milhões. A gestão optou por não realizar novas aquisições no período, o que elevou a posição de caixa de 10% para 11%. O carrego da carteira manteve sua estrutura defensiva, com 89% alocados em ativos imobiliários, preservando a indexação majoritária ao IPCA (68%) e a forte concentração no lastro corporativo (74%).
Relatório de 2025-11-28
A venda integral da posição no CRI Trisul e o descasamento contábil de receitas marcaram a dinâmica do **OUJP11** em novembro de 2025. O resultado mensal apurado recuou para R$ 0,94 por cota (frente aos R$ 1,14 do mês anterior), impactado diretamente pelo postergamento de R$ 0,12 por cota devido ao fechamento contábil antecipado no penúltimo dia útil do mês. Para calibrar o pagamento de dividendos e manter a atratividade dos rendimentos mensais, a gestão utilizou parte da reserva acumulada, que caiu de R$ 0,89 para R$ 0,83 por cota, permitindo uma distribuição de R$ 1,00 por cota (redução em relação aos R$ 1,05 de outubro). O patrimônio líquido do fundo registrou leve alta, atingindo R$ 329,6 milhões, enquanto o indicador de valuation P/B sofreu leve contração para 0,75x, reforçando o deságio no mercado secundário. Na composição do carrego da carteira, a venda de ativos gerou um aumento na posição de caixa, que passou de 8% para 10%, enquanto a indexação ao IPCA subiu de 64% para 68%. O segmento corporativo também apresentou leve incremento, alcançando 74% do lastro das operações.
Relatório de 2025-10-31
A continuidade exclusiva da proposta de aquisição pelo JPPA11 e a alocação estratégica de R$ 15 milhões no CRI Laken ditaram o ritmo do **OUJP11** em outubro de 2025. O resultado mensal avançou para R$ 1,14 por cota (ante R$ 1,08 no mês anterior), permitindo à gestão calibrar o pagamento de dividendos para R$ 1,05 por cota, uma redução frente aos R$ 1,20 de setembro. Essa retenção recompôs a reserva acumulada, que subiu de R$ 0,81 para R$ 0,89 por cota, fortalecendo a previsibilidade de rendimentos mensais futuros. O patrimônio líquido apresentou leve expansão, alcançando R$ 327,5 milhões, enquanto o indicador P/B permaneceu estagnado em 0,76x, evidenciando a persistência do deságio no mercado secundário. Na composição do carrego do portfólio, a posição de caixa recuou de 9% para 8%, reflexo da nova aquisição, e a indexação ao IPCA sofreu ajuste marginal para 64%. O segmento corporativo também ajustou levemente para 73%. Adicionalmente, o fundo registrou o pré-pagamento facultativo do CRI Socicam Ilhéus, que encerrou seu ciclo entregando uma TIR de 18,65% ao ano.
Relatório de 2025-10-27
O fundo **OUJP11** comunicou ao mercado que a proposta de aquisição parcial de seus ativos apresentada pelo fundo Fator Verità Multiestratégia (VRTM) foi revogada de forma definitiva. Por outro lado, a proposta encaminhada pelo JPP Capital Recebíveis Imobiliários (JPPA) terá prosseguimento através de uma estrutura que se encontra em processo de reconfiguração, preservando as condições indicativas financeiras propostas originalmente.
Com o avanço exclusivo da transação com o JPPA, o administrador do **OUJP11** esclareceu que, caso os cotistas aprovem a venda parcial de ativos, o fundo não passará por processo de liquidação, continuando a operar regularmente com seu patrimônio líquido remanescente. Uma consulta formal será convocada futuramente para que os cotistas deliberem sobre as condições finais da operação.
Relatório de 2025-09-30
A proposta formal de aquisição dos ativos do **OUJP11** pelos fundos VRTM11 e JPPA11, pelo valor patrimonial, reconfigurou a dinâmica do mês de setembro de 2025. Operacionalmente, a geração de caixa apresentou recuperação, subindo de R$ 0,97 para R$ 1,08 por cota. A gestão optou por elevar o pagamento de dividendos para R$ 1,20 por cota, o que demandou um consumo adicional da reserva acumulada, que recuou de R$ 0,92 para R$ 0,81 por cota. Diferente do mês anterior, o fundo retomou as alocações com R$ 12 milhões investidos nos CRIs Vila Fahl e Terroá, enquanto a posição de liquidez subiu para 9% devido aos pré-pagamentos dos CRIs BZLOG e DESCO. O carrego do portfólio manteve 65% de indexação ao IPCA, mas com um leve aumento no spread médio para 9,8%, e a concentração no segmento corporativo subiu para 74%. Sob a ótica de valuation, o patrimônio líquido recuou marginalmente para R$ 325,9 milhões, e o indicador P/B contraiu para 0,76x, refletindo a persistência do deságio no mercado secundário.
Relatório de 2025-09-22
O fundo **OUJP11** anunciou o recebimento de propostas de aquisição de ativos formuladas pelos fundos Fator Verità Multiestratégia FII (VRTM) e JPP Capital Recebíveis Imobiliários FII (JPPA). Cada um dos proponentes visa adquirir uma parcela equivalente a 50% dos ativos e da base de investidores do **OUJP11**, totalizando a potencial transferência de 100% de sua carteira.
Caso as condições precedentes sejam atendidas e as operações aprovadas pelos cotistas do **OUJP11**, as transações serão liquidadas por meio da subscrição de novas cotas emitidas pelo VRTM e pelo JPPA. A integralização ocorrerá via compensação dos créditos detidos pelo **OUJP11** contra as entidades compradoras em decorrência da alienação dos ativos, tornando o fundo titular de cotas de emissão do VRTM e do JPPA.
Relatório de 2025-09-17
Os fundos de investimento imobiliário Fator Verità Multiestratégia (VRTM) e JPP Capital Recebíveis Imobiliários (JPPA) publicaram fatos relevantes informando que avaliam uma potencial operação para unificar, cada um, 50% dos ativos e da base de cotistas do **OUJP11**.
O administrador do **OUJP11** comunicou que, até a data de divulgação deste documento, não recebeu nenhuma proposta formal relacionada às potenciais operações por parte do VRTM ou do JPPA. O fundo esclarece que novas informações serão divulgadas caso uma proposta concreta seja recebida pelo administrador.
Relatório de 2025-08-29
A retração na geração de caixa marcou a dinâmica do **OUJP11** em agosto de 2025, com o resultado caindo de R$ 1,28 para R$ 0,97 por cota. Para sustentar o patamar de pagamento de dividendos em R$ 1,00 por cota, a gestão precisou consumir parte do saldo retido, que recuou de R$ 0,96 para R$ 0,92 por cota. Diferente do mês anterior, que contou com aportes relevantes, o fundo não realizou novas alocações, elevando marginalmente a posição de liquidez de 7% para 8%. O carrego do portfólio manteve sua estrutura principal intacta, com 65% de indexação ao IPCA (spread médio de 9,6%) e 70% de concentração no segmento corporativo. Sob a ótica de valuation, o patrimônio líquido apresentou leve avanço para R$ 326,5 milhões, enquanto o indicador P/B permaneceu estável em 0,78x, evidenciando a manutenção do desconto nas cotas negociadas no mercado secundário.
Relatório de 2025-07-31
A alocação de R$ 12,10 milhões no CRI FIBRA II marcou a movimentação de recursos do **OUJP11** em julho de 2025, reduzindo a liquidez da carteira para 7% (ante 11% no mês anterior). Em paralelo, a gestão optou por recalibrar o pagamento de dividendos, que recuou de R$ 1,34 para R$ 1,00 por cota, visando recompor o saldo retido. Essa estratégia surtiu efeito imediato: a geração de caixa (resultado) saltou para R$ 1,28 por cota, permitindo que a reserva acumulada avançasse para R$ 0,96 por cota. No carrego do portfólio, a exposição ao IPCA ajustou-se para 65% (com spread médio subindo levemente para 9,6%), enquanto o lastro corporativo permaneceu estável em 70%. Sob a ótica de valuation no mercado secundário, o patrimônio líquido apresentou leve retração para R$ 325,1 milhões, e o indicador P/B comprimiu de 0,82x para 0,78x, refletindo o desconto atual nas cotas negociadas.
Relatório de 2025-06-30
A alocação de R$ 10,36 milhões no CRI PLANTA e o forte incremento no pagamento de dividendos para R$ 1,34 por cota reconfiguraram a dinâmica do **OUJP11** em junho de 2025. Diferente do mês anterior, a gestão ativou parte dos recursos em caixa, reduzindo a liquidez de 13% para 11%, e elevou a exposição da carteira ao IPCA de 63% para 67%, mantendo o spread médio de inflação estável em 9,5%. O carrego do portfólio segue concentrado no lastro corporativo, que avançou levemente para 70%. Apesar do aumento nos rendimentos mensais distribuídos, a geração de caixa (resultado) sofreu nova retração, caindo de R$ 1,07 para R$ 0,98 por cota. Para sustentar esse patamar de distribuição, o fundo consumiu uma parcela significativa de sua reserva acumulada, que desceu de R$ 1,04 para R$ 0,67 por cota. No aspecto de valuation, o patrimônio líquido oscilou marginalmente para R$ 325,9 milhões, enquanto o indicador P/B permaneceu estável em 0,82x, refletindo a precificação atual dos ativos no mercado secundário.
Relatório de 2025-05-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,15 por cota marcou a dinâmica operacional do **OUJP11** em maio de 2025, superando o patamar de R$ 1,05 praticado no mês anterior. Esse incremento nos rendimentos mensais ocorreu a despeito de uma leve retração na geração de caixa, que recuou de R$ 1,12 para R$ 1,07 por cota. Para sustentar essa distribuição, a gestão utilizou parte do saldo retido, que consequentemente diminuiu de R$ 1,13 para R$ 1,04 por cota. No aspecto de valuation e mercado, o patrimônio líquido do fundo avançou para R$ 326,1 milhões, refletindo-se em uma melhora no indicador P/B, que subiu de 0,79x para 0,82x. A estratégia de carrego manteve o foco no segmento corporativo, que agora representa 69% da carteira (ante 68%). A exposição ao IPCA sofreu nova diluição, passando de 65% para 63%, embora o spread médio da parcela atrelada à inflação tenha permanecido estável em 9,5%. Diferente do mês anterior, o fundo não realizou novas aquisições de ativos, o que elevou a posição de caixa de 10% para 13%, com os recursos aguardando a conclusão de diligências internas para futuras alocações.
Relatório de 2025-05-08
A administradora do fundo **OUJP11** informou ao mercado e aos cotistas que os detentores do Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) da Canal Companhia de Securitização aprovaram a proposta de dação em pagamento das unidades do empreendimento que serve de lastro e de fundos de reserva e liquidez. A operação busca viabilizar a recuperação do saldo devedor atualizado do ativo. O **OUJP11** possui atualmente 3,24% de seu Patrimônio Líquido alocado nesse CRI. Com o acordo, o CRI deixará de render os juros remuneratórios originais do Termo de Securitização, dependendo de cronograma futuro a ser disponibilizado pela Securitizadora para novos pagamentos.
Relatório de 2025-04-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,05 por cota e a execução de garantias no CRI Arquiplan redefiniram a dinâmica operacional do **OUJP11** em abril de 2025. Em comparação ao mês anterior, o fundo ampliou seus rendimentos mensais (de R$ 0,95 para R$ 1,05), mesmo com uma geração de caixa inferior, que recuou de R$ 1,40 para R$ 1,12 por cota. Esse movimento foi suportado pelo robusto saldo retido, que avançou de R$ 1,07 para R$ 1,13 por cota, conferindo estabilidade para distribuições futuras. Na frente de alocação de recursos, a posição de caixa caiu de 15% para 10% após a aquisição de R$ 3,6 milhões no CRI Colorado III, indexado a IPCA + 11,0% a.a. O patrimônio líquido apresentou leve alta, atingindo R$ 323,5 milhões, enquanto o indicador P/B sofreu leve contração para 0,79x no mercado secundário. A exposição ao IPCA reduziu de 68% para 65%, mas o spread médio da parcela atrelada à inflação subiu para 9,5% (ante 9,2%), mantendo o foco do carrego em operações corporativas, que agora representam 68% da carteira.
Relatório de 2025-03-31
A forte geração de caixa de R$ 1,40 por cota impulsionou o patamar de rendimentos mensais do **OUJP11** para R$ 0,95 por cota em março de 2025, superando os R$ 0,93 distribuídos no mês anterior. Esse resultado expressivo permitiu uma recomposição robusta da reserva de lucros, que saltou de R$ 0,60 para R$ 1,07 por cota, conferindo maior previsibilidade para o pagamento de dividendos futuros. No mercado secundário, o fundo registrou uma reprecificação positiva, com o indicador P/B avançando de 0,73x para 0,81x, enquanto o patrimônio líquido se manteve estável na casa dos R$ 320,7 milhões. Diferente de fevereiro, não houve novas aquisições de ativos, mantendo-se uma posição de caixa de 15% que aguarda o desfecho de diligências internas para alocação. A carteira de crédito segue com foco no carrego de operações estruturadas, agora com 68% de indexação ao IPCA (ante 64% no mês anterior) e spread médio inalterado de 9,2%, além de uma concentração de 67% no segmento corporativo.