Relatório de 2026-01-16
**PNRC11** anuncia amortização parcial de cotas no valor de R$ 31,70 por cota devido a período de desinvestimento.
O fundo de investimento imobiliário **PNRC11** comunicou aos seus cotistas e ao mercado que realizará uma distribuição de capital sob a forma de amortização parcial de cotas, totalizando o montante de R$ 13.000.170,00, o que equivale a R$ 31,70 por cota. O pagamento correspondente está programado para ocorrer em 23 de janeiro de 2026. A medida decorre do fato de o fundo se encontrar atualmente em seu período regulamentar de desinvestimento.
Adicionalmente, os cotistas do **PNRC11** que adquiriram cotas no mercado secundário após a última amortização, ou que ainda não enviaram suas comprovações de aquisição, deverão encaminhar os documentos necessários para a apuração de imposto de renda até o dia 21 de janeiro de 2026. Caso as informações não sejam prestadas, o custo de aquisição será considerado o menor valor histórico, incidindo alíquota de 20% de imposto de renda sobre o montante resgatado.
Relatório de 2025-12-31
O avanço no pagamento de dividendos e a forte reprecificação do indexador IPCA na carteira ditaram o ritmo do **PNRC11** no encerramento de 2025. A distribuição de rendimentos mensais subiu de R$ 0,53 para R$ 0,60 por cota, impulsionando o dividend yield anualizado para 11,14% (ante 9,84% no mês anterior). O carrego do portfólio sofreu uma alteração expressiva, saindo da paridade observada em novembro para uma concentração de 72% em IPCA e 28% em CDI. No front imobiliário, a venda de ativos segue seu curso, com o projeto Oscar Freire atingindo 86% de comercialização, enquanto o Patteo Klabin manteve-se em 99,4%. O valor patrimonial da cota apresentou leve alta, fechando em R$ 41,82. Do lado dos riscos intrínsecos, o CRI Luan sofreu um atraso operacional em dezembro, mas foi quitado no início de janeiro de 2026. O principal ofensor do valuation continua sendo o CRI Hausbau, que segue inadimplente, 100% provisionado e marcado a zero, sem perspectiva de solução amigável no curto prazo, o que exige atenção redobrada dos cotistas quanto à recuperação deste capital.
Relatório de 2025-11-28
A forte recuperação na distribuição de rendimentos mensais marcou o desempenho do **PNRC11** em novembro de 2025, saltando de R$ 0,18 para R$ 0,53 por cota. Esse movimento impulsionou o dividend yield anualizado, que avançou de 3,34% para 9,84%, refletindo a normalização do caixa após o impacto de despesas não recorrentes em meses anteriores. O carrego do portfólio sofreu um leve rebalanceamento natural, igualando a exposição entre CDI e IPCA em 50% cada. No front imobiliário, a venda de ativos segue avançando: o projeto Patteo Klabin atingiu 99,4% de comercialização, enquanto o W Residences subiu para 73%. Por outro lado, o valor patrimonial da cota registrou um recuo marginal para R$ 41,80. O principal ofensor da carteira continua sendo o CRI Hausbau, que permanece 100% provisionado e marcado a zero, com a gestão relatando ausência de solução aparente por vias normais devido à inércia do devedor.
Relatório de 2025-09-30
O impacto de despesas não recorrentes reduziu drasticamente o pagamento de dividendos do **PNRC11** em setembro de 2025, recuando para R$ 0,18 por cota. Comparado ao cenário anterior, o dividend yield anualizado sofreu forte contração, passando de 6,87% para 3,34%. A cota patrimonial manteve-se praticamente estável, com leve ajuste de R$ 41,93 para R$ 41,86. O carrego do portfólio apresentou uma sutil inversão, com o CDI agora representando 52% (ante 49%) e o IPCA 48% (ante 51%). O CRI Hausbau permanece como o principal ofensor da carteira, seguindo 100% provisionado e em default, sem novas propostas de reestruturação pelo devedor. A gestão reportou que as despesas extraordinárias consumiram de forma relevante as receitas das operações, justificando a queda nos rendimentos mensais. No front imobiliário, a venda de ativos avança, com o projeto Patteo Klabin atingindo 98,9% de comercialização e o W Residences 68%, o que pode destravar valor futuro para o patrimônio do fundo.
Relatório de 2025-06-30
A queda temporária na distribuição de rendimentos mensais para R$ 0,37 por cota, pressionando o dividend yield anualizado a 6,87%, reflete o atraso pontual no recebimento de parcelas do CRI Luan e de aquisições de estoque, eventos já regularizados pela gestão do **PNRC11**. O mês de junho de 2025 também foi marcado por uma expressiva amortização de principal no montante de R$ 5,0 milhões (equivalente a R$ 12,19/cota) devolvida aos investidores, recurso que não estava alocado em ativos core. Esse movimento contábil reduziu o patrimônio líquido total e, por consequência matemática, elevou a proporção da carteira alocada para 94%. No valuation, a cota patrimonial sofreu retração de R$ 54,11 para R$ 41,93, enquanto o CRI Hausbau permanece 100% provisionado e em default, exigindo monitoramento contínuo das tratativas de reestruturação. O carrego do portfólio ajustou-se levemente no período, passando a concentrar 51% em IPCA e 49% em CDI.
Relatório de 2025-06-13
O fundo de investimento imobiliário **PNRC11** anunciou que realizará uma distribuição de capital sob a forma de amortização parcial de cotas no montante total de R$ 5.000.000,00, correspondente ao valor de R$ 12,19214825 por cota. O pagamento de dividendos e amortizações decorrentes desse evento está programado para o dia 23 de junho de 2025, refletindo o período de desinvestimento no qual o fundo se encontra.
Para viabilizar a operação, os cotistas do **PNRC11** devem preencher e enviar um formulário eletrônico até o dia 18 de junho de 2025 informando o custo médio de aquisição de suas cotas. A ausência de manifestação resultará no cálculo de imposto de renda retido na fonte com base no menor valor histórico de negociação das cotas na B3.
Relatório de 2025-05-30
O avanço na distribuição de rendimentos mensais para R$ 0,60 por cota, impulsionando o dividend yield anualizado a 9,37%, marca a evolução operacional do **PNRC11** neste mês de referência. A carteira de crédito imobiliário registrou a entrada de R$ 1,2 milhão referente à segunda parcela de amortização do principal do CRI Luan, evento que reduziu a alocação em ativos core para 81% do patrimônio líquido e elevou a liquidez do portfólio para 20,7%. Do lado dos riscos intrínsecos, o CRI Hausbau permanece como o principal ofensor do valuation, mantendo-se em default e marcado a zero na cota patrimonial (estável em R$ 54,11), sem que as negociações com o devedor tenham apresentado uma solução definitiva. A gestão mantém o carrego balanceado em 50% CDI e 50% IPCA, refletindo um pagamento de dividendos baseado estritamente nas alocações recorrentes, visto que o fundo não registrou prêmios de recompra ou picos inflacionários no período analisado.
Principais Inquilinos do Fundo Imobiliário PNRC11
Portfólio de ativos e lista de locatários estratégicos.
Saúde Financeira e Alavancagem
Patrimônio onerado: R$ 0.0278
Reserva de caixa: 0%
Concentração e Riscos de Portfólio
Índice HHI de concentração: Calculado por IA
Distribuição de indexadores: IPCA, CDI e IGPM.
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