Relatório de 2026-04-30
A forte recuperação na liquidez do mercado secundário e a valorização da cota de fechamento marcam o desempenho do **PQDP11** em abril de 2026, compensando o leve recuo na distribuição de dividendos. Os rendimentos mensais recuaram ligeiramente de R$ 27,22 para R$ 27,04 por cota, refletindo a dinâmica operacional do período. Em contrapartida, o patrimônio líquido do fundo registrou expansão expressiva, saltando de R$ 571,57 milhões para R$ 639,45 milhões. No mercado secundário, o volume negociado disparou de R$ 5,30 milhões para R$ 49,30 milhões, acompanhado pela valorização da cota de fechamento, que subiu para R$ 2.659,99. No campo operacional, a inadimplência líquida de aluguel apresentou uma oscilação marginal, subindo de 1,2% para 1,3%, enquanto o NOI (Net Operating Income) registrou evolução positiva, passando de R$ 17,06 milhões para R$ 17,76 milhões, sustentando a robustez do portfólio físico do shopping.
Relatório de 2026-04-08
Decisão favorável no CARF encerra discussão sobre enquadramento tributário do **PQDP11**. A administradora do **PQDP11** informou que a Câmara Superior de Recursos Fiscais (CSRF) proferiu decisão integralmente favorável ao fundo no âmbito de processo administrativo fiscal que discutia a exigência de tributos federais e multa.
O encerramento do contencioso reduz as incertezas regulatórias sobre a classificação fiscal do fundo, embora o documento não detalhe impactos imediatos na receita ou no pagamento de dividendos aos cotistas.
Relatório de 2026-03-31
A vitória integral na Câmara Superior de Recursos Fiscais (CSRF) e a nova escalada no pagamento de dividendos redefinem o carrego do **PQDP11** em março de 2026. Superando o patamar do mês anterior, os rendimentos mensais atingiram R$ 27,22 por cota, impulsionados por um avanço expressivo no NOI (Net Operating Income), que saltou de R$ 18,77 milhões para R$ 23,87 milhões. O valuation do fundo também refletiu resiliência, com o patrimônio líquido subindo para R$ 571,57 milhões. No entanto, a liquidez no mercado secundário sofreu uma retração severa, despencando de R$ 21,32 milhões para R$ 5,30 milhões, acompanhada por um leve recuo na cotação de fechamento para R$ 2.480,00. Operacionalmente, a inadimplência líquida de aluguel apresentou forte melhora, caindo de 4,4% para 1,2%, mitigando riscos de curto prazo na geração de receita e consolidando a estabilidade da operação física.
Relatório de 2026-02-27
O salto expressivo no pagamento de dividendos e a vitória unânime no CARF redefiniram o panorama do **PQDP11** em fevereiro de 2026. Após a contração observada no mês anterior, os rendimentos mensais dispararam de R$ 14,90 para R$ 22,67 por cota. No mercado secundário, a liquidez acompanhou o otimismo: o volume financeiro negociado mais que dobrou, saltando de R$ 10,31 milhões para R$ 21,32 milhões, impulsionando a cotação de fechamento para R$ 2.499,90. O valuation patrimonial também apresentou recuperação, atingindo R$ 533,57 milhões. Contudo, a dinâmica operacional exige monitoramento: o NOI (Net Operating Income) recuou para R$ 18,77 milhões e a inadimplência líquida de aluguel subiu para 4,4%. No âmbito jurídico, a gestão reportou êxito no CARF contra a autuação da Receita Federal, embora o risco intrínseco permaneça ativo, visto que a decisão ainda cabe recurso.
Relatório de 2026-01-30
A readequação do balanço e a normalização contábil ditaram o ritmo do **PQDP11** no primeiro mês de 2026. Após os fortes ajustes patrimoniais que inflaram o resultado anterior, o lucro líquido contábil recuou para R$ 4,39 milhões, enquanto o resultado líquido caixa apresentou leve alta, atingindo R$ 2,63 milhões. Refletindo essa nova dinâmica e o carrego da operação, o pagamento de dividendos sofreu uma contração, passando de R$ 17,60 para R$ 14,90 por cota. No mercado secundário, a liquidez do fundo demonstrou forte recuperação: o volume financeiro negociado saltou expressivamente de R$ 3,79 milhões para R$ 10,31 milhões, a despeito de uma leve desvalorização na cotação de fechamento, que encerrou cotada a R$ 2.307,01. O valuation patrimonial reportado foi de R$ 495,33 milhões, consolidando os efeitos da cisão parcial aprovada recentemente. No âmbito operacional, o ativo demonstrou resiliência com a queda da vacância física para 2.082 m² e um NOI de R$ 24,81 milhões, embora a gestão mantenha no radar os riscos intrínsecos atrelados ao recurso pendente da Receita Federal e a uma leve alta na inadimplência líquida.
Relatório de 2025-12-31
A aquisição de uma nova fração ideal do Shopping Parque D. Pedro reconfigurou o balanço do **PQDP11** no fechamento de 2025, impulsionando o lucro líquido contábil para R$ 254,35 milhões devido a fortes ajustes patrimoniais, enquanto o resultado líquido caixa avançou para R$ 2,60 milhões. O pagamento de dividendos acompanhou a resiliência operacional do ativo, registrando um leve incremento para R$ 17,60 por cota. No mercado secundário, o cenário foi de retração: o volume financeiro negociado despencou de R$ 10,42 milhões para R$ 3,79 milhões, acompanhado por uma desvalorização na cotação de fechamento, que recuou para R$ 2.349,00. O valuation patrimonial reportado atingiu R$ 638,05 milhões, refletindo as movimentações recentes de cisão e a nova aquisição. Do lado dos riscos intrínsecos, a gestão mantém o alerta sobre o recurso pendente da Receita Federal após a vitória no CARF, além do desafio de absorver a nova emissão de cotas destinada à continuidade das obras de revitalização, com foco atual na entrega da entrada das Colinas.
Relatório de 2025-12-31
**PQDP11** realiza liquidação de sinal para a aquisição de fração ideal do Shopping Parque Dom Pedro em Campinas. Em conformidade com o comunicado anterior, o fundo **PQDP11** realizou o pagamento do sinal correspondente à aquisição de uma fração ideal de 25,86% do empreendimento, pelo montante de R$ 332.954.293,32, equivalente a aproximadamente 53% da fração ofertada total, enquanto o sócio remanescente exerceu direito de preferência sobre a parcela restante.
O desembolso inicial efetuado pelo **PQDP11** foi de R$ 33.295.429,33, correspondendo a 10% do valor da transação, com o saldo remanescente estruturado para pagamento em parcelas mensais corrigidas pelo IPCA, impactando o fluxo de caixa do fundo nos próximos meses.
Relatório de 2025-12-01
O fundo **PQDP11** recebeu uma notificação formal que lhe concede o direito de preferência para a aquisição da fração ideal de 25,86% do empreendimento Shopping Parque Dom Pedro, localizado em Campinas - SP. O valor total atribuído à transação é de R$ 625.000.000,00, estruturado sob condições de pagamento parcelado e correção monetária pelo indicador IPCA.
A administradora do **PQDP11** está avaliando a oportunidade de convocar uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para que os cotistas deliberem sobre a aprovação desta aquisição de ativos e sobre uma eventual nova emissão de cotas para viabilizar financeiramente o negócio, não havendo estimativas ou projeções declaradas quanto ao pagamento de dividendos futuros decorrentes desta transação.
Relatório de 2025-11-28
A expressiva recuperação no volume de negociação no mercado secundário e o avanço do lucro líquido contábil marcam o mês de novembro de 2025 para o **PQDP11**. O lucro líquido do fundo saltou para R$ 2,76 milhões, superando os R$ 2,18 milhões do mês anterior. Apesar dessa melhora operacional, o pagamento de dividendos do **PQDP11** foi registrado em R$ 17,55 por cota, refletindo a dinâmica de caixa e retenções da gestão passiva. O valuation patrimonial manteve sua trajetória de leve alta, alcançando R$ 352,40 milhões. No mercado secundário, a liquidez disparou, com o volume financeiro negociado atingindo R$ 10,42 milhões, acompanhado por uma valorização na cotação de fechamento, que encerrou a R$ 2.500,00. No âmbito estrutural e de riscos intrínsecos, o fundo mantém o carrego das decisões recentes sobre a cisão parcial e aguarda o desfecho do recurso da Receita Federal após a vitória no CARF. A execução do CAPEX segue focada na finalização da entrada das Colinas, após a entrega do setor Pedras.
Relatório de 2025-10-31
A retração no lucro líquido contábil para R$ 2,18 milhões impactou diretamente o pagamento de dividendos do **PQDP11** neste mês de outubro de 2025, que recuou de R$ 18,42 para R$ 17,55 por cota. Em contrapartida, o valuation patrimonial apresentou leve avanço, atingindo R$ 351,41 milhões. No âmbito jurídico e estrutural, a gestão aprovou a cisão parcial do fundo, reduzindo o patrimônio líquido em 60,064% para mitigar riscos de novas autuações fiscais, enquanto a vitória unânime no CARF segue pendente de recurso pela Receita Federal. No mercado secundário, a liquidez esfriou com o volume negociado caindo de R$ 5,60 milhões para R$ 3,97 milhões, embora a cotação de fechamento tenha registrado leve alta para R$ 2.401,00. A execução do CAPEX avança com a conclusão da entrada das Pedras, restando a finalização do setor Colinas.
Relatório de 2025-09-30
A vitória unânime no CARF contra a autuação da Receita Federal e a forte recuperação no pagamento de dividendos marcam a virada do **PQDP11** neste mês de setembro de 2025. O fundo elevou seus rendimentos mensais de R$ 14,32 para R$ 18,42 por cota, impulsionado por um salto no lucro líquido contábil, que atingiu R$ 3,62 milhões no período. Apesar do avanço no valuation patrimonial, que subiu para R$ 350,95 milhões, os indicadores operacionais do shopping apresentaram retração contínua na comparação mensal: as vendas totais caíram para R$ 161 milhões e o fluxo de veículos recuou para 411 mil. Esse arrefecimento físico pressionou o Net Operating Income (NOI) para R$ 17,26 milhões. No mercado secundário, a liquidez reagiu positivamente com o volume negociado alcançando R$ 5,60 milhões, embora a cotação de fechamento tenha sofrido leve desvalorização para R$ 2.379,99. A gestão segue focada na mitigação de riscos intrínsecos e na execução do CAPEX das obras de expansão, com a entrada das Colinas prevista para finalização.
Relatório de 2025-08-31
A aprovação da cisão parcial das cotas majoritárias e o anúncio de uma nova emissão reconfiguram a estrutura patrimonial e de riscos do ativo neste mês. O **PQDP11** registrou uma retração no pagamento de dividendos, que passou de R$ 18,33 para R$ 14,32 por cota em agosto de 2025. Apesar da queda nos rendimentos mensais, o lucro líquido contábil apresentou forte recuperação, saltando de R$ 1,55 milhão para R$ 2,56 milhões. No aspecto operacional, os indicadores físicos do shopping mostraram arrefecimento: as vendas totais recuaram para R$ 183 milhões e o fluxo de veículos caiu para 450 mil, o que pressionou o Net Operating Income (NOI) para R$ 18,46 milhões. Em termos de valuation e carrego, o patrimônio líquido subiu levemente para R$ 337,12 milhões (R$ 3.352,47 por cota). No mercado secundário, a liquidez diminuiu, com o volume negociado caindo para R$ 4,68 milhões e a cotação de fechamento recuando para R$ 2.400,00. O grande destaque estrutural é a aprovação da cisão para reduzir o risco tributário, diminuindo a participação do fundo no imóvel para 2,995%, além do anúncio de uma nova emissão para custear as obras em andamento.
Relatório de 2025-08-21
O administrador do fundo **PQDP11** aprovou a realização da sua 5ª emissão de cotas sob o rito de registro automático de distribuição, com o objetivo de captar até R$ 12.024.299,16. Os recursos captados serão aplicados de acordo com a política de investimentos do fundo e destinados ao suporte de despesas ordinárias.
Cada nova cota do **PQDP11** terá o preço de emissão de R$ 2.076,00, com acréscimo de uma taxa de distribuição primária de R$ 36,12, totalizando o preço de integralização de R$ 2.112,12. Será assegurado aos cotistas com posição na data-base de 26 de agosto de 2025 o direito de preferência, cujo fator de proporção para subscrição é de 0,05661240441.
Relatório de 2025-07-31
A expressiva redução no pagamento de dividendos para R$ 18,33 por cota redefine a dinâmica de distribuição do **PQDP11** neste mês, contrastando com o pico de R$ 25,50 do mês anterior. Esse recuo reflete a contração do lucro líquido contábil, que desceu de R$ 2,08 milhões em junho para R$ 1,55 milhão em julho de 2025. Em contrapartida, a operação física do shopping demonstrou tração: as vendas totais avançaram para R$ 192 milhões e o fluxo de veículos subiu para 465 mil, impulsionando o Net Operating Income (NOI) para R$ 19,8 milhões. No aspecto de valuation e carrego, o patrimônio líquido manteve a leve trajetória de desvalorização, fixando-se em R$ 334,63 milhões (R$ 3.327,70 por cota). No mercado secundário, a liquidez disparou, com o volume negociado saltando para R$ 5,21 milhões e a cotação de fechamento atingindo R$ 2.487,50. O portfólio também reportou um avanço crucial no passivo contingente tributário, com decisão unânime favorável ao fundo no CARF, embora o risco de recurso pela Receita Federal ainda exija monitoramento.
Relatório de 2025-06-30
O salto no pagamento de dividendos para R$ 24,50 por cota marca a dinâmica de distribuição do **PQDP11** em junho de 2025, contrastando com a retração do lucro líquido contábil, que recuou de R$ 1,94 milhão para R$ 1,76 milhão na comparação mensal. Operacionalmente, as vendas totais do shopping apresentaram leve acomodação, passando de R$ 196 milhões para R$ 190 milhões, enquanto a inadimplência líquida de aluguel aprofundou sua trajetória negativa, atingindo -7,6%. No aspecto de valuation e carrego, o patrimônio líquido sofreu leve desvalorização, caindo para R$ 336,53 milhões (R$ 3.346,61 por cota). No mercado secundário, a cotação de fechamento avançou para R$ 2.432,99, a despeito da queda na liquidez, cujo volume negociado retraiu para R$ 2,14 milhões. O portfólio segue sob influência do monitoramento do passivo contingente tributário junto à Receita Federal e dos desdobramentos da cisão parcial aprovada, desenhada para mitigar riscos de novas autuações.
Relatório de 2025-05-31
A normalização do resultado líquido após o pico de abril reajustou o patamar de pagamento de dividendos do **PQDP11** para R$ 20,00 por cota em maio de 2025. O lucro líquido do período recuou para R$ 1,94 milhão, refletindo uma acomodação frente aos R$ 2,63 milhões do mês anterior. Apesar da redução nos rendimentos mensais, os indicadores operacionais do shopping mantiveram estabilidade, com as vendas totais atingindo R$ 196 milhões e a inadimplência líquida de aluguel recuando expressivamente para -7,2%. No valuation contábil, o patrimônio líquido registrou leve alta, alcançando R$ 338,06 milhões, o que eleva o valor patrimonial para R$ 3.361,75 por cota. No mercado secundário, a cotação de fechamento subiu para R$ 2.357,00, embora a liquidez tenha retraído, com o volume negociado caindo para R$ 2,69 milhões. O carrego do fundo segue influenciado pelo andamento das obras de revitalização, agora concentradas na entrada das Colinas, e pelo monitoramento do passivo contingente tributário, que aguarda possíveis recursos da Receita Federal após a vitória unânime do fundo no CARF.
Relatório de 2025-04-30
O salto no pagamento de dividendos para R$ 22,50 por cota reflete a forte geração de caixa do **PQDP11** no mês de abril de 2025, impulsionada pela recuperação de receitas e uma inadimplência líquida negativa. O resultado líquido do período atingiu R$ 2,63 milhões, mais que o dobro do mês anterior, permitindo a elevação substancial na distribuição de rendimentos mensais em relação aos R$ 19,00 prévios. No valuation contábil, o patrimônio líquido apresentou leve avanço para R$ 337,35 milhões, com o valor patrimonial por cota fixado em R$ 3.354,71. O mercado secundário reagiu positivamente, com a cotação de fechamento subindo para R$ 2.337,00, o que reduziu o deságio histórico do ativo e movimentou quase R$ 4,9 milhões em volume. Do lado operacional, o cronograma de revitalização segue focado na entrega da entrada das Colinas, após a conclusão do setor Pedras. O principal ponto de atenção permanece no passivo contingente tributário junto à Receita Federal, que, apesar da vitória unânime no CARF, ainda aguarda trânsito em julgado e desdobramentos de possíveis recursos.