Relatório de 2026-04-30
O avanço na integralização da 3ª emissão de cotas e a leve redução no déficit operacional ditam o ritmo do **PRSV11** em abril de 2026. Comparado ao mês anterior, o valor patrimonial da cota continuou sua trajetória de compressão, caindo de R$ 107,65 para R$ 104,81, acompanhado pelo recuo da cota a mercado, que fechou em R$ 30,00. A vacância física do Edifício Torre Boa Vista segue inalterada em 100%, mantendo o ativo sem geração de receita imobiliária e pressionando a liquidez. No entanto, o carrego financeiro apresentou uma sutil melhora: o déficit operacional recuou para R$ 241,4 mil, frente aos R$ 265,3 mil negativos registrados em março. O pagamento de dividendos e rendimentos mensais permanece suspenso devido à necessidade de amortização contínua do prejuízo contábil gerado pela venda de ativos no passado (Ed. Torre Vargas). Estrategicamente, a gestão alcançou 55% de integralização do capital comprometido na oferta e já realizou uma nova chamada de 12,5% com liquidação prevista para maio, visando reforçar o caixa para despesas do condomínio. A busca por locatários multiusuário ou a potencial venda de ativos continuam no radar para destravar valor e mitigar os riscos da operação.
Relatório de 2026-03-31
A nova chamada de capital da 3ª emissão e a redução do déficit operacional marcam o carrego financeiro do **PRSV11** em março de 2026. O valor patrimonial da cota sofreu nova compressão, recuando de R$ 111,12 para R$ 107,65, enquanto a cota a mercado também cedeu, passando de R$ 35,51 para R$ 31,05. A vacância física do Edifício Torre Boa Vista permanece estagnada em 100%, mantendo a pressão sobre o caixa e elevando os riscos de liquidez. Contudo, houve uma melhora no resultado operacional, que registrou um déficit de R$ 265,3 mil, inferior ao saldo negativo de R$ 308,4 mil do mês anterior. O pagamento de dividendos e rendimentos mensais segue suspenso, pois o fundo continua amortizando o prejuízo contábil gerado pela venda de ativos no passado (Ed. Torre Vargas). No front estratégico, a gestão avançou na integralização da 3ª emissão de cotas, atingindo 42,5% do capital comprometido, com uma nova chamada de 12,5% prevista para liquidação em abril. A comercialização segue focada em ocupações multiusuário e estudos para potencial venda de ativos ou mudança de uso.
Relatório de 2026-02-27
A reavaliação patrimonial do ativo Torre Boa Vista e o aprofundamento do déficit operacional marcam o carrego financeiro do **PRSV11** em fevereiro de 2026. O valor patrimonial da cota sofreu nova compressão, recuando de R$ 114,11 para R$ 111,12, reflexo direto do laudo da CBRE que apontou uma desvalorização de 8,43% no valor justo do imóvel frente ao seu valor contábil. Em contrapartida, a cota a mercado apresentou leve recuperação no mercado secundário, subindo de R$ 32,50 para R$ 35,51. A vacância física permanece estagnada em 100%, o que continua pressionando o caixa: o resultado operacional negativo saltou de R$ 181,1 mil no mês anterior para um déficit de R$ 308,4 mil. O pagamento de dividendos e rendimentos mensais segue suspenso, mantendo a necessidade de amortização do prejuízo contábil gerado pela venda de ativos no passado. A gestão mantém o foco na comercialização dos espaços e em estudos de viabilidade para uma potencial alienação visando mudança de uso, enquanto a integralização da 3ª emissão de cotas permanece em 30%.
Relatório de 2026-01-31
A nova chamada de capital da 3ª emissão e a contínua compressão do valuation ditam o ritmo do **PRSV11** no início de 2026. O valor patrimonial da cota aprofundou a queda observada no fim do ano passado, passando de R$ 115,74 para R$ 114,11, enquanto a cota no mercado secundário recuou de R$ 34,00 para R$ 32,50. O carrego financeiro do portfólio, que sofre com 100% de vacância física no Edifício Torre Boa Vista, apresentou uma leve redução no déficit mensal: o resultado operacional negativo passou de R$ 197 mil para R$ 181,1 mil. O pagamento de dividendos e rendimentos mensais segue suspenso, reflexo da necessidade contábil de amortizar o prejuízo gerado pela venda de ativos no passado (Ed. Torre Vargas). Para sustentar as despesas, a gestão avançou na estruturação de caixa ao realizar uma nova chamada de capital correspondente a 15% da oferta, elevando a integralização total para 30% do montante comprometido. Paralelamente, o fundo mantém o foco em estudos de viabilidade para uma potencial alienação do imóvel visando mudança de uso.
Relatório de 2025-12-31
A reavaliação a mercado do Edifício Torre Boa Vista marcou o fechamento do ano para o **PRSV11**, impondo uma desvalorização de 8,42% no valor patrimonial da cota, que recuou de R$ 127,26 no mês anterior para R$ 115,74 em dezembro de 2025. No mercado secundário, o valuation acompanhou o viés de baixa, com a cota de mercado caindo de R$ 38,95 para R$ 34,00. Apesar da manutenção da vacância física em 100% no ativo principal, o carrego financeiro apresentou leve alívio: o déficit do resultado operacional reduziu-se de R$ 235.916 negativos para R$ 197.043 negativos. O pagamento de dividendos e rendimentos mensais permanece suspenso, em conformidade com a estratégia de amortização do prejuízo contábil herdado da venda de ativos pretérita (Ed. Torre Vargas). Paralelamente, a gestão avançou na estruturação do caixa com a terceira chamada de capital da 3ª emissão, integralizando mais 10% do montante comprometido, enquanto segue avaliando propostas de venda para alteração de uso do imóvel, visando destravar valor aos cotistas e mitigar os riscos da desocupação prolongada.
Relatório de 2025-12-10
O fundo de investimento imobiliário **PRSV11** publicou fato relevante comunicando que o ativo Torre Boa Vista, localizado na cidade do Rio de Janeiro, passou por reavaliação anual a mercado realizada pela CBRE Consultoria do Brasil.
A mensuração a valor justo apontou que o valor do imóvel é 8,43% inferior ao valor contábil anterior, promovendo um decréscimo imediato de aproximadamente 8,42% no valor patrimonial da cota do **PRSV11** na data de divulgação.
Relatório de 2025-11-30
A chamada de capital da 3ª emissão marca o mês de novembro de 2025 para o **PRSV11**, em um cenário onde os custos de carrego voltaram a pressionar o caixa. O déficit do resultado operacional aprofundou-se, passando de R$ 198.241 negativos no mês anterior para R$ 235.916 negativos, reflexo direto das despesas imobiliárias e operacionais de um portfólio que segue com 100% de vacância física no Edifício Torre Boa Vista. No mercado secundário, o valuation patrimonial manteve a tendência de desvalorização, recuando de R$ 135,34 para R$ 127,26, enquanto a cota de mercado devolveu parte da recuperação anterior, caindo de R$ 43,37 para R$ 38,95. O pagamento de dividendos e rendimentos mensais continua suspenso, uma vez que a gestão prioriza a amortização do prejuízo acumulado gerado pela venda de ativos no passado (Ed. Torre Vargas) e a mitigação dos impactos financeiros da desocupação. Estrategicamente, o fundo segue avaliando demandas de compra para possível mudança de uso do imóvel, buscando alternativas de liquidez para destravar valor aos cotistas e reduzir os riscos intrínsecos da operação.
Relatório de 2025-09-30
A integralização total da 2ª emissão de cotas e a liquidação dos direitos de preferência da 3ª oferta marcam a tentativa de estabilização do caixa do **PRSV11** em setembro de 2025. O carrego do portfólio segue pressionado pela vacância física inalterada de 100% no Edifício Torre Boa Vista. No entanto, o déficit do resultado operacional apresentou uma melhora, passando de R$ 237.836 negativos no mês anterior para R$ 198.241 negativos. No mercado secundário, a cota de mercado registrou uma recuperação expressiva, saltando de R$ 32,00 para R$ 43,37, enquanto o valuation patrimonial manteve a trajetória de queda, recuando de R$ 138,32 para R$ 135,34. O pagamento de dividendos e rendimentos mensais permanece suspenso devido ao prejuízo acumulado a regime de caixa gerado pela venda do Ed. Torre Vargas no passado e pelos custos de manutenção do ativo vago. Estrategicamente, a gestão encerrou o contrato com a consultoria de comercialização para oxigenar as táticas de locação e segue avaliando a venda de ativos para possível mudança de uso do imóvel.
Relatório de 2025-09-09
A administradora do **PRSV11** anunciou a aprovação da sua 3ª Emissão de cotas, que consistirá na distribuição pública primária de, inicialmente, 77.000 novas cotas destinadas exclusivamente a investidores profissionais sob o rito da Resolução CVM 160. O preço de cada nova cota foi fixado em R$ 36,23, acrescido de um custo de distribuição de R$ 0,18, totalizando um preço de subscrição de R$ 36,41 por cota.
O montante total inicial da oferta do **PRSV11** será de até R$ 2.803.570,00, considerando o preço com custos, podendo haver distribuição parcial caso seja atingido o montante mínimo de R$ 36.410,00. Os recursos captados serão integralizados de forma diferida por meio de chamadas de capital sob demanda, à medida que a administradora identifique novas necessidades operacionais do fundo.
Relatório de 2025-08-29
A aprovação da 3ª emissão de cotas e o aprofundamento do deságio no mercado secundário marcam a dinâmica do **PRSV11** neste mês de referência. O valuation patrimonial cedeu novamente, passando de R$ 140,39 para R$ 138,32, enquanto a cota de mercado sofreu forte contração ao recuar de R$ 38,00 para R$ 32,00. O carrego do portfólio continua severamente impactado pela vacância física de 100% no Edifício Torre Boa Vista, o que resultou em uma piora no déficit do resultado operacional, que passou de R$ 227.333 negativos para R$ 237.836 negativos. Consequentemente, o pagamento de dividendos e rendimentos mensais segue suspenso. No âmbito estratégico, a gestão avalia a venda de ativos ou a mudança de uso do imóvel, enquanto a 2ª emissão de cotas avançou para 92% de integralização. Para mitigar o consumo de caixa e os riscos de liquidez, os cotistas aprovaram uma nova captação a mercado baseada no preço de tela, evidenciando o esforço para manter a solvência das despesas imobiliárias.
Relatório de 2025-07-31
A expressiva desvalorização no mercado secundário e a reestruturação da estratégia comercial ditam o ritmo do **PRSV11** neste mês de referência. A cota de mercado sofreu nova contração, recuando de R$ 45,48 para R$ 38,00, ampliando o deságio frente ao valuation patrimonial, que também cedeu de R$ 142,54 para R$ 140,39. O carrego do portfólio segue fortemente pressionado pela vacância física de 100% no Edifício Torre Boa Vista. Como reflexo direto, o pagamento de dividendos permanece suspenso, uma vez que o resultado operacional registrou déficit de R$ 227.333, consumido majoritariamente por despesas imobiliárias de R$ 191.817. No âmbito da gestão de locações, a administração encerrou o contrato com a consultoria especializada após dois anos, visando rever abordagens para o ativo. Para atenuar o consumo de caixa e os riscos de liquidez, a prorrogação do desconto na taxa de administração foi formalizada até o fim do ano, enquanto a 2ª emissão de cotas segue com 85% de integralização.
Relatório de 2025-07-08
A administradora do **PRSV11** comunicou a prorrogação, por mais seis meses, do período de redução de 40% sobre o valor da taxa global mínima da Classe Única do fundo. Com esta medida, o patamar mínimo mensal da taxa de administração do **PRSV11** permanece fixado em R$ 12.916,80 até o dia 31 de dezembro de 2025.
Este montante mínimo está sujeito a reajuste anual com base na variação do índice IGP-M acumulado desde o início das operações do fundo, o que posiciona o valor atual corrigido em R$ 37.927,82 mensais. A manutenção do desconto atua diretamente na contenção de despesas de prestação de serviços cobradas ao patrimônio do fundo durante o intervalo determinado.
Relatório de 2025-06-30
A contínua desvalorização patrimonial e a ausência de negociações ativas marcam o carrego do **PRSV11** neste fechamento de semestre. O valor da cota de mercado recuou para R$ 45,48, acompanhando a queda da cota patrimonial, que passou de R$ 146,71 na medição anterior para R$ 142,54. O déficit operacional apresentou leve contração, registrando R$ 229.908 negativos frente aos R$ 239.297 do mês base, ainda fortemente pressionado pelas despesas imobiliárias de R$ 191.817 que continuam consumindo o caixa. O pagamento de dividendos permanece suspenso devido à necessidade legal de amortização do prejuízo contábil gerado pela venda de ativos (Ed. Torre Vargas). Para mitigar os riscos de liquidez e sustentar a manutenção do Edifício Torre Boa Vista — que segue com 100% de vacância física —, o fundo avançou na integralização da 2ª Emissão de Cotas, atingindo 85% do capital comprometido. A gestão confirmou de forma explícita que não há negociações ativas de locação no momento, o que perpetua o cenário de alerta para os cotistas, mitigado apenas marginalmente pela prorrogação do desconto na taxa de administração.
Relatório de 2025-05-30
A valorização da cota de mercado para R$ 47,99 contrasta com a persistência da vacância integral e a contínua queima de caixa no **PRSV11**. Neste mês de referência (05/2025), o fundo apresentou uma leve redução no déficit operacional, registrando um resultado negativo de R$ 239.297, frente aos R$ 254.295 do período anterior. O pagamento de dividendos segue suspenso, uma vez que o carrego do prejuízo contábil gerado pela venda de ativos (Ed. Torre Vargas) ainda exige amortização total. No âmbito patrimonial, o valor da cota recuou de R$ 149,47 para R$ 146,71, evidenciando o desgaste contínuo das despesas imobiliárias (R$ 191.817) sobre o patrimônio líquido. Apesar da taxa de vacância no Rio de Janeiro ter atingido 27% — o menor nível desde o início da pandemia —, o Edifício Torre Boa Vista permanece 100% vago e sem negociações ativas de locação. Para sustentar a manutenção do ativo e as despesas correntes, o fundo depende das chamadas de capital da 2ª Emissão de Cotas, que atingiram 70% do montante comprometido até o fechamento deste mês.
Relatório de 2025-04-30
A execução da 6ª chamada de capital marcou a dinâmica financeira do **PRSV11** em abril de 2025, visando sustentar as despesas operacionais diante da persistente vacância física de 100% no Edifício Torre Boa Vista. O fundo segue sem realizar o pagamento de dividendos, reflexo direto do prejuízo em regime de caixa gerado pela venda de ativos anterior (Ed. Torre Vargas), que ainda demanda amortização total para liberar novas distribuições. No âmbito operacional, o resultado do mês foi deficitário em R$ 254.295, pressionado por despesas imobiliárias e operacionais que somaram R$ 255.003. Apesar da consultoria ativa da CBRE e de uma leve melhora no mercado de lajes corporativas do Rio de Janeiro — que registrou a sexta queda trimestral consecutiva na taxa de vacância geral —, o ativo do fundo permanece sem negociações ativas para locação ou venda. O valuation atual reflete esse carrego desafiador, com a cota de mercado negociada a R$ 44,99, um deságio expressivo frente ao valor patrimonial de R$ 149,47.
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