Relatório de 2026-06-01
Proposta de aquisição total de ativos do **RBHG11** pelo JPPA é atualizada para considerar a marcação a mercado como critério de preço de aquisição.
O gestor do **RBHG11** divulgou o recebimento de uma atualização na proposta de aquisição total de ativos por parte do JPP Capital Recebíveis Imobiliários FII (JPPA). A nova redação estabelece que os ativos serão adquiridos pelo valor de marcação a mercado no momento da transação e ajusta a data-base de apuração. Caso a transação de venda de ativos e a subsequente liquidação sejam aprovadas em assembleias de cotistas de ambos os fundos, o pagamento do preço de aquisição ao **RBHG11** ocorrerá por meio da entrega proporcional de novas cotas do JPPA aos cotistas.
Relatório de 2026-04-30
A recomposição expressiva da reserva de lucros para R$ 0,31 por cota, após a redução na distribuição mensal de dividendos para R$ 0,80, marcou a transição do **RBHG11** em abril de 2026. O fundo apresentou uma valorização patrimonial de 0,5% MoM, elevando a cota patrimonial para R$ 87,09 e o patrimônio líquido para R$ 188,80 milhões. Embora o rendimento distribuído tenha recuado em relação aos R$ 0,85 do mês anterior, a estratégia gerou um resultado por cota de R$ 1,02, permitindo reter caixa e fortalecer o colchão de liquidez para distribuições futuras. No portfólio, a alocação em CRIs recuou ligeiramente para 94,9%, enquanto o LTV médio subiu para 48%. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o carrego da carteira segue indexado majoritariamente ao IPCA+ (80,9% do PL). No âmbito operacional, as reestruturações de ativos problemáticos ganharam novos capítulos, com destaque para a aplicação de waiver fee na operação BRK e os entraves burocráticos de habite-se na operação Porto 5.
Relatório de 2026-03-31
A aquisição do CRI MAGO por R$ 7,5 milhões e a elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,85 por cota ditaram o ritmo do **RBHG11** em março de 2026. O rendimento mensal consumiu novamente a reserva de lucros, que sofreu uma queda expressiva de R$ 0,28 para R$ 0,09 por cota. O valuation do fundo permaneceu estável, com o patrimônio líquido em R$ 187,84 milhões e a cota patrimonial a R$ 86,64. A alocação em CRIs subiu de 94,6% para 95,9% do portfólio, enquanto o LTV médio avançou para 47,76%. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o carrego médio da carteira manteve-se no patamar de IPCA + 9%. No campo das reestruturações e garantias, a operação PESA segue sem comprador definido após o revés anterior, e as negociações do crédito New Village continuam em evolução para a recuperação dos valores.
Relatório de 2026-02-28
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 0,83 por cota marca a dinâmica do **RBHG11** neste mês, movimento que consumiu parte da reserva de lucros, recuando de R$ 0,31 para R$ 0,28 por cota. O valuation do fundo permaneceu praticamente estável, com o patrimônio líquido atingindo R$ 187,85 milhões e a cota patrimonial a R$ 86,65. A alocação em CRIs saltou para 94,6% do portfólio, que agora conta com 34 ativos, enquanto o LTV médio subiu para 46,9%. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o carrego médio da carteira manteve-se em IPCA + 9%. No campo das garantias e reestruturações, a operação New Village avançou com a penhora de duas propriedades, contrastando com o revés na operação PESA, cuja venda fracassou por falta de funding do comprador, exigindo a retomada das buscas no mercado.
Relatório de 2026-01-31
A reprecificação positiva dos ativos de crédito impulsionou levemente o valuation do **RBHG11** neste mês, elevando o patrimônio líquido para R$ 187,84 milhões e a cota patrimonial para R$ 86,64. Em paralelo à redução do portfólio para 33 ativos, a exposição à classe de CRIs avançou de 88,6% para 91,2%. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,80 por cota, perfeitamente alinhado ao guidance estipulado para o primeiro semestre de 2026 (banda de R$ 0,70 a R$ 0,90). A geração de resultado no período foi de R$ 0,84 por cota, o que permitiu um novo acréscimo na reserva de lucros, que saltou de R$ 0,27 para R$ 0,31 por cota. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, a gestão destacou a blindagem da operação Porto 5 frente a notícias recentes do mercado, mantendo o carrego médio da carteira em IPCA + 9% e o LTV médio em um patamar saudável de 45,4%.
Relatório de 2025-12-31
A intensa alocação de R$ 45,6 milhões em cinco novos CRIs marcou a virada de portfólio do **RBHG11** neste mês, elevando a exposição à classe de crédito para 88,6% e o carrego médio para IPCA + 9%. Em contraste com a redução do número total de ativos para 34, o valuation do fundo apresentou leve retração: o patrimônio líquido recuou para R$ 187,56 milhões, com a cota patrimonial fechando a R$ 86,51. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,80 por cota, rigorosamente alinhado ao guidance, enquanto a geração de resultado saltou para R$ 0,88 por cota, permitindo o robusto avanço da reserva de lucros para R$ 0,27. Para os investidores que monitoram se o ativo vale a pena, a gestão reportou avanços práticos nas reestruturações intrínsecas: os recebimentos do CRI New Village subiram 50% após renegociação, e a liquidação do imóvel do CRI Pesa foi aprovada para o primeiro trimestre de 2026. A parcela atrelada ao IPCA também cresceu significativamente no período, passando de 70,4% para 81,6%.
Relatório de 2025-11-30
A venda de três ativos relevantes (CRI Cyrela, Assaí e GPA Caucaia), que representavam 9,3% do patrimônio, ditou o ritmo de reciclagem do **RBHG11** neste mês, reduzindo a exposição a CRIs para 81,3% e o número total de ativos para 35. Em contraste com a contração do mês anterior, o valuation do fundo apresentou recuperação: o patrimônio líquido subiu para R$ 188,43 milhões, impulsionado pela valorização de 0,67% na cota patrimonial, que encerrou a R$ 86,91 devido à reprecificação a mercado. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, alinhado ao guidance, enquanto o resultado gerado recuou levemente para R$ 0,81. Ainda assim, a reserva de lucros avançou para R$ 0,19 por cota. Na alocação por indexadores, a parcela atrelada ao IPCA saltou de 63,5% para 70,4%, refletindo a nova composição da carteira. Para investidores que avaliam se o fundo vale a pena, a gestão segue ativa na reestruturação de garantias, com destaque para a convocação de assembleia no CRI Pesa visando a liquidação do imóvel e o avanço nas renegociações do CRI New Village, buscando proteger os rendimentos mensais no médio prazo.
Relatório de 2025-10-31
A venda estratégica do CRI Latam marcou a tática de reciclagem de portfólio neste mês, visando substituir papéis de baixo carrego por ativos com taxas mais competitivas. O patrimônio líquido do **RBHG11** recuou para R$ 187,18 milhões, reflexo direto da desvalorização de 0,63% na cota patrimonial, que encerrou precificada a R$ 86,34 devido à reprecificação e marcação a mercado dos ativos pelo administrador. Apesar dessa contração no valuation, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, sustentado por um salto no resultado gerado, que passou de R$ 0,73 para R$ 0,89 por cota. Esse desempenho operacional robusto permitiu dobrar a reserva de lucros, agora em R$ 0,18 por cota, reforçando a viabilidade do guidance projetado entre R$ 0,70 e R$ 0,90 para o semestre. Na alocação, a exposição a CRIs caiu para 89,1% e a indexação ao IPCA reduziu para 63,5%, com o fundo passando a deter 39 ativos. O prêmio entregue nos últimos 12 meses ajustou-se para CDI + 3,2%. No acompanhamento de garantias, a gestão avança na reestruturação do CRI Pesa, estudando a venda de ativos para mitigar riscos, enquanto no CRI New Village as obras do estande foram concluídas para acelerar as vendas. Para investidores que pesquisam se o fundo vale a pena, a dinâmica atual evidencia um esforço ativo de desinvestimento para otimizar a relação risco-retorno e proteger a distribuição de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-10-02
O fundo **RBHG11** recebeu uma proposta do JPPA para a aquisição total de seus ativos pelo valor em que estiverem contabilizados no patrimônio no momento da transação. Caso a proposta seja implementada e aprovada, o pagamento dessa venda de ativos será realizado por meio da compensação de créditos na integralização de novas cotas a serem emitidas pelo JPPA, tornando o **RBHG11** titular de cotas do JPPA.
A efetivação da potencial transação está sujeita à aprovação dos cotistas em assembleia e ao cumprimento das condições precedentes estabelecidas na proposta. O administrador do **RBHG11** informou que realizará oportunamente uma consulta formal para deliberação dos cotistas.
Relatório de 2025-09-30
A aquisição do CRI Progetti Terrace e o avanço na reestruturação de ativos inadimplentes ditaram o ritmo do portfólio neste mês. O patrimônio líquido do **RBHG11** registrou leve alta, alcançando R$ 188,36 milhões, impulsionado por uma valorização de 0,05% na cota patrimonial, que fechou precificada a R$ 86,88. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,80 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 14,49% sobre a cota a mercado. Na composição da carteira, a exposição a CRIs recuou para 91,1% (ante 92,0% no mês anterior), enquanto a indexação ao IPCA caiu de 68,0% para 66,7%. O resultado gerado no mês sofreu uma retração, passando de R$ 0,91 para R$ 0,73 por cota, embora a reserva de lucros acumulada de R$ 0,09 ofereça suporte ao guidance projetado entre R$ 0,70 e R$ 0,90. O carrego da carteira passou a entregar um prêmio de CDI + 3,4% nos últimos 12 meses, uma leve compressão frente ao ciclo anterior. No aspecto operacional, o fundo expandiu sua diversificação para 40 ativos com a compra de R$ 2,0 milhões no CRI Progetti Terrace (CDI + 6,0% a.a.). Para investidores que avaliam se o fundo vale a pena, o acompanhamento de garantias segue ativo, com destaque para a redução de quórum aprovada no CRI Pesa, visando destravar a reestruturação da dívida, e a assunção das vendas pela Neo Servicer no CRI New Village.
Relatório de 2025-09-23
O fundo **RBHG11** informou que, até o dia 23 de setembro de 2025, seu administrador não recebeu nenhuma proposta formal referente à potencial operação de unificação de ativos e base de cotistas pelo fundo JPPA. A manifestação do **RBHG11** ocorre em resposta ao Fato Relevante publicado pelo JPPA em 22 de setembro de 2025, no qual este último divulgou estar avaliando uma possível transação de integração entre as carteiras.
A administração e a gestão do **RBHG11** esclareceram que, caso uma proposta formal seja submetida, realizarão a devida análise conjunta e publicarão um novo comunicado detalhando as condições da proposta, sem qualquer alteração operacional imediata no portfólio neste momento.
Relatório de 2025-08-30
A reprecificação positiva dos ativos de crédito reverteu a tendência de queda patrimonial observada no ciclo anterior, impulsionando o valor da cota do **RBHG11** em agosto de 2025. O patrimônio líquido avançou para R$ 188,27 milhões, refletindo uma valorização de 0,56% na cota patrimonial (fechando em R$ 86,84), movimento justificado pela marcação a mercado e análise de spread frente às taxas soberanas conduzida pelo administrador. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,80 por cota, o que traduz um dividend yield anualizado de 14,46% sobre a cota a mercado. Na alocação do portfólio, a exposição a CRIs recuou levemente para 92,0% (ante 92,5%), enquanto a indexação ao IPCA se manteve no patamar de 68,0%. O saldo de resultado bruto apresentou forte recuperação, saltando de R$ 0,64 para R$ 0,91 por cota, conferindo maior margem de segurança para os rendimentos mensais futuros. No âmbito operacional, a gestão reforçou a atuação da Neo Servicer no CRI New Village, visando acelerar a venda de ativos em estoque e amortizar a dívida de forma mais célere. Para os investidores que analisam se o fundo vale a pena, o carrego atual entrega um prêmio de CDI + 3,6% nos últimos 12 meses, sustentado por uma carteira pulverizada em 35 papéis e um guidance reafirmado entre R$ 0,70 e R$ 0,90 para o semestre.
Relatório de 2025-07-31
A reprecificação de ativos de crédito e a movimentação tática na originação ditaram o ritmo do **RBHG11** neste ciclo. O patrimônio líquido recuou para R$ 187,22 milhões, impactado diretamente por uma desvalorização de -1,49% na cota patrimonial, reflexo da marcação a mercado e análise de spread sobre as taxas soberanas conduzida pelo administrador. Apesar da contração no valuation contábil, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,80 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 14,23% na cota a mercado. O carrego do portfólio sofreu ajustes: a exposição a CRIs avançou para 92,5% (ante 90,6% no mês anterior), impulsionada pela nova aquisição de R$ 1,99 milhão no CRI Fibra (CDI + 2,5% a.a.), enquanto a parcela atrelada ao IPCA subiu para 68%. O saldo de resultado bruto, que havia saltado no mês anterior, retraiu para R$ 0,64 por cota. No front operacional, a substituição do service no CRI New Village pela Trinus visa acelerar a venda de ativos em estoque. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, o ponto de atenção segue no CRI Pesa, cuja formalização da assembleia para carência de juros e principal até dezembro de 2025 ainda aguardava conclusão até o final de julho, mantendo um risco intrínseco no fluxo de recebimentos a curto prazo.
Relatório de 2025-06-30
A formalização da reestruturação do CRI Pesa e o salto no saldo de resultado acumulado marcam a transição semestral do portfólio. O **RBHG11** encerrou junho de 2025 com um carrego fortalecido, evidenciado pelo aumento do saldo de resultado bruto para R$ 0,76 por cota (frente aos R$ 0,54 do mês anterior). O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, o que elevou o dividend yield anualizado a mercado para 14,53%, refletindo a dinâmica de precificação no secundário. O patrimônio líquido sofreu leve retração para R$ 190,05 milhões, acompanhado de uma desvalorização pontual de -0,05% na cota patrimonial. Na alocação, a exposição a CRIs recuou de 96% para 90,6%, enquanto a parcela atrelada ao IPCA ajustou-se para 62%. O foco de risco permanece no CRI Pesa, cuja carência até dezembro de 2025 aguarda formalização em assembleia prevista para o final de julho, um dado essencial para o investidor que avalia o valuation e pondera se o ativo vale a pena no atual patamar de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-05-30
A aprovação da venda do imóvel em garantia do CRI Pesa AIZ e o pedido de carência até dezembro de 2025 redefinem a dinâmica de risco no portfólio do **RBHG11** neste mês. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,80 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 14,17% sobre a cota de mercado. O valuation da carteira apresentou uma desaceleração no ritmo de alta comparado ao mês anterior, com o patrimônio líquido crescendo 0,26% para R$ 190,1 milhões, ainda beneficiado pela marcação a mercado dos ativos de renda fixa. A exposição a CRIs foi ampliada de 90% para 96%, mantendo o IPCA+ como indexador majoritário (70% da parcela de crédito). O saldo de resultado bruto avançou para R$ 0,54 por cota, reforçando o carrego para os próximos meses e fornecendo dados concretos para o cotista que analisa se o ativo vale a pena.
Relatório de 2025-04-30
A forte geração de caixa de R$ 1,47 por cota impulsionou a recomposição da reserva de lucros do **RBHG11**, que reverteu o saldo negativo do mês anterior para um patamar positivo de R$ 0,50 por cota. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, alinhado ao guidance e representando um dividend yield anualizado de 14,84% sobre a cota de mercado. O valuation da carteira apresentou evolução, com o patrimônio líquido registrando alta de 1,31% no comparativo mensal, atingindo R$ 189,7 milhões. Esse movimento foi justificado pela marcação a mercado positiva dos ativos de renda fixa, beneficiada pela dinâmica de queda das taxas de juros projetadas para 2025. A alocação permanece concentrada em CRIs (90%), sem alterações significativas nos indexadores principais (68% em IPCA+ e 32% em CDI+). No front de monitoramento, a gestão segue em negociações ativas para a reestruturação do CRI Ekko, buscando mitigar riscos e preservar o carrego, fornecendo dados transparentes para que o investidor avalie se o ativo vale a pena com base na resiliência dos rendimentos mensais.