Relatório de 2026-04-30
A recuperação expressiva na geração de caixa operacional e a valorização patrimonial de 1,27% ditaram o ritmo do **RBHY11** em abril de 2026, permitindo ao fundo recompor suas reservas mesmo com uma distribuição ligeiramente menor. O resultado gerado saltou de R$ 1,00 para R$ 1,13 por cota, superando o pagamento de dividendos do mês, que foi fixado em R$ 1,05 por cota (frente aos R$ 1,10 do período anterior). Essa folga financeira permitiu elevar a reserva de lucros de R$ 0,18 para R$ 0,26 por cota, fortalecendo o colchão para distribuições futuras. O valor do patrimônio líquido subiu para R$ 92,79 por cota, impulsionado pela reprecificação de ativos. No portfólio, a alocação em CRIs recuou levemente para 93%, enquanto o caixa líquido retornou ao campo positivo em 0,7%. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o carrego médio da carteira manteve-se robusto em CDI + 6%, oferecendo um rendimento mensal resiliente frente aos riscos de crédito mapeados na carteira.
Relatório de 2026-03-31
A elevação na distribuição de rendimentos para R$ 1,10 por cota e a forte redução da posição de caixa marcaram a dinâmica do **RBHY11** em março de 2026. O pagamento de dividendos subiu em relação aos R$ 1,08 do mês anterior, mesmo com a queda no resultado mensal gerado, que recuou de R$ 1,09 para R$ 1,00 por cota. Para sustentar esse patamar de rendimentos mensais, o fundo consumiu parte de sua reserva de lucros, que caiu de R$ 0,28 para R$ 0,18 por cota. O valor do patrimônio sofreu uma retração de 1,37%, caindo de R$ 92,90 para R$ 91,63, motivada por uma reprecificação de ativos no mercado secundário e ajustes de spread em relação às taxas soberanas. Na alocação do portfólio, a exposição a CRIs saltou significativamente para 94,4% (ante 83,5% no baseline), enquanto o caixa líquido despencou para -0,6%, indicando uma alocação total dos recursos que antes conferiam maior liquidez imediata. No monitoramento de riscos de crédito, a gestão manteve o acompanhamento das negociações de recuperação do ativo New Village e reportou estar em fase avançada de tratativas para viabilizar o crédito sênior da operação Ekko.
Relatório de 2026-02-27
O aumento na distribuição de rendimentos para R$ 1,08 por cota e a estabilização das reservas de lucros marcaram a dinâmica do **RBHY11** em fevereiro de 2026. O resultado por cota saltou de R$ 0,93 em janeiro para R$ 1,09, permitindo a elevação no pagamento de dividendos sem a necessidade de consumir a reserva acumulada, que permaneceu intacta em R$ 0,28 por cota. O valor do patrimônio registrou leve alta de 0,16%, passando de R$ 92,75 para R$ 92,90, reflexo direto da reprecificação de ativos no mercado secundário e da análise de spread frente às taxas soberanas. Na alocação do portfólio, a exposição em CRIs recuou para 83,5% (ante 87,8% no mês anterior), enquanto o caixa líquido subiu para 11,2%, conferindo maior liquidez imediata. No monitoramento de crédito, a gestão reportou avanços práticos na execução de garantias do ativo New Village, com a penhora de duas propriedades, e negociações avançadas para viabilizar o crédito sênior da operação Ekko, evidenciando uma postura ativa na mitigação de riscos intrínsecos da carteira High Yield.
Relatório de 2026-01-31
A reprecificação positiva de ativos e a consequente valorização patrimonial de 1,09% ditaram o tom do **RBHY11** em janeiro de 2026, contrastando com uma forte desaceleração na geração de caixa mensal. A cota patrimonial avançou de R$ 91,75 para R$ 92,75, impulsionada por marcações a mercado no secundário e ajustes de spread. Em contrapartida, o resultado por cota sofreu um revés significativo, recuando de R$ 1,26 em dezembro para R$ 0,93. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,05 por cota e cumprir o guidance estipulado, a gestão precisou consumir parte da robusta reserva de lucros construída no semestre anterior, que caiu de R$ 0,39 para R$ 0,28 por cota. Na composição do portfólio, a alocação em CRIs reduziu de 91,3% para 87,8%, elevando a liquidez em caixa para 6,9%. No front de monitoramento de crédito, o fundo precisou isolar ruídos externos envolvendo a companhia Porto 5, confirmando a adimplência e a robustez das garantias da operação, enquanto os ativos Ekko e New Village seguem em compasso de estruturação e recuperação operacional, exigindo acompanhamento contínuo dos riscos intrínsecos da carteira High Yield.
Relatório de 2025-12-31
O salto expressivo na geração de caixa marcou o fechamento do semestre para o **RBHY11**, com o resultado mensal atingindo R$ 1,26 por cota em dezembro de 2025. Esse desempenho permitiu que o fundo mantivesse o pagamento de dividendos estável em R$ 1,05 por cota, enquanto a reserva de lucros disparou de R$ 0,18 para R$ 0,39 por cota, conferindo robustez para a sustentabilidade dos rendimentos mensais no próximo semestre. A alocação em CRIs sofreu leve ajuste, passando de 91,6% para 91,3% do patrimônio líquido, em um mês marcado pela aquisição de dois novos ativos: o CRI Progetti Terrace (R$ 3,0 milhões a CDI + 6,00%) e o CRI Spot Diadema (R$ 5,5 milhões a IPCA + 12,00%). No aspecto de valuation, a cota patrimonial encerrou o período cotada a R$ 91,75. Na frente de monitoramento de crédito, as renegociações do CRI New Village apresentaram evolução prática, com recebimentos 50% superiores ao histórico recente, enquanto o ativo Ekko segue no aguardo de captação para as obras da dívida sênior. O guidance para o primeiro semestre de 2026 foi estabelecido entre R$ 1,00 e R$ 1,20 por cota.
Relatório de 2025-11-30
A recuperação na geração de caixa ditou a dinâmica do **RBHY11** em novembro de 2025, revertendo a tendência de consumo de reservas observada no mês anterior. O resultado gerado saltou para R$ 1,07 por cota, superando o patamar de pagamento de dividendos, que foi mantido estável em R$ 1,05. Consequentemente, a reserva de lucros acumulada avançou de R$ 0,16 para R$ 0,18 por cota, reforçando a sustentabilidade das distribuições futuras dentro do guidance estipulado. No aspecto de valuation, a cota patrimonial registrou uma leve valorização de 0,25%, fechando cotada a R$ 91,54, reflexo direto da reprecificação de ativos no mercado secundário. A alocação estrutural apresentou leve diluição, com a exposição a CRIs recuando de 93,4% para 91,6% do patrimônio líquido. Na frente de monitoramento de recebíveis, o fundo reportou avanços práticos no CRI New Village após um evento de renegociação com moradores, projetando recuperações de médio prazo, enquanto o ativo Ekko permanece em compasso de espera por captação de dívida sênior.
Relatório de 2025-10-31
A alocação de R$ 5,4 milhões em duas novas operações de crédito e o avanço prático nas renegociações de ativos estressados ditaram a dinâmica do **RBHY11** em outubro de 2025. Diferente do mês anterior, o resultado caixa gerado recuou para R$ 0,97 por cota, ficando abaixo do patamar de pagamento de dividendos, que foi mantido em R$ 1,05 por cota. Essa diferença exigiu o consumo da reserva de lucros, que caiu de R$ 0,24 para R$ 0,16 por cota. No aspecto de valuation, a cota patrimonial registrou leve alta, fechando em R$ 91,31, enquanto a exposição a CRIs subiu para 93,4% do patrimônio. Na frente de monitoramento, a gestão reportou a conclusão do estande de vendas do CRI New Village pela Neo Servicer, com evento de renegociação agendado para novembro. Já no CRI Ekko, os prestadores de serviço foram formalmente contratados, mas o projeto ainda depende da captação de dívida sênior junto a novos investidores para viabilizar o término das obras.
Relatório de 2025-09-30
A recomposição da reserva de lucros e o avanço operacional nas negociações de ativos estressados ditaram o ritmo do **RBHY11** em setembro de 2025. O resultado gerado no mês recuou para R$ 1,10 por cota (ante R$ 1,20 no mês anterior), mas manteve-se superior ao patamar de pagamento de dividendos, que seguiu inalterado em R$ 1,05 por cota. Com essa dinâmica de retenção, a reserva acumulada do fundo saltou de R$ 0,19 para R$ 0,24 por cota, conferindo maior previsibilidade para os próximos rendimentos mensais dentro do guidance estipulado (R$ 0,90 a R$ 1,20). No aspecto de valuation, a cota patrimonial registrou uma valorização de 0,19%, alcançando R$ 91,06, impulsionada pela reprecificação de ativos a mercado. A alocação em CRIs ajustou-se para 92,1% do patrimônio líquido. Na frente de monitoramento de crédito, a gestão reportou a assunção efetiva da Neo Servicer na carteira do CRI New Village, com previsão de retomada das renegociações em outubro, enquanto o CRI Ekko aguarda deliberação em assembleia para a contratação de nova construtora.
Relatório de 2025-08-29
A recuperação na geração de caixa e o alívio nas despesas impulsionaram a recomposição da reserva de lucros do **RBHY11** em agosto de 2025. O resultado bruto saltou de R$ 0,95 para R$ 1,20 por cota, favorecido pela ausência de pagamento de taxa de performance no período. Essa dinâmica permitiu a manutenção dos rendimentos mensais em R$ 1,05 por cota e o fortalecimento da reserva acumulada, que avançou de R$ 0,05 para R$ 0,19 por cota. No aspecto do valuation, o valor patrimonial registrou uma estabilização relativa, com leve recuo de 0,07% (cotado a R$ 90,89), estancando a queda abrupta de 1,95% vista no mês anterior. A alocação em CRIs subiu marginalmente para 96,4% do patrimônio líquido. No front de monitoramento de crédito, a gestão intensificou o 'work out' de ativos estressados: o CRI New Village passou por troca de servicer para acelerar a venda de estoques, enquanto o CRI Ekko demandou a convocação de assembleia para contratação de nova construtora e retomada das obras. O guidance de pagamento de dividendos segue inalterado na banda de R$ 0,90 a R$ 1,20 para o semestre.
Relatório de 2025-07-31
A reprecificação de ativos no mercado secundário e a abertura de spreads ditaram o ritmo de desvalorização patrimonial de -1,95% para o **RBHY11** em julho de 2025, derrubando o valuation da cota para R$ 90,96. Em paralelo, a geração de caixa do portfólio recuou de R$ 1,04 para R$ 0,95 por cota, impactada pelo aumento nas despesas recorrentes, que incluíram R$ 163,8 mil em taxa de performance. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,05, a gestão consumiu parte do resultado retido, comprimindo a reserva de lucros para R$ 0,05 por cota. No mercado secundário, a cotação aprofundou o deságio, fechando a R$ 76,00. Do lado da alocação, a exposição a CRIs subiu para 94,7% do PL, impulsionada pela nova aquisição de R$ 2,5 milhões no CRI Invest Gafisa, indexado a CDI + 6,5% a.a. O carrego médio da parcela atrelada à inflação teve leve ajuste para IPCA + 11,1%. Apesar da pressão na marcação a mercado e no fluxo de caixa, o guidance de rendimentos mensais foi mantido na banda de R$ 0,90 a R$ 1,20 para o segundo semestre, enquanto o CRI Ekko permanece como o único ofensor de crédito na carteira.
Relatório de 2025-06-30
A recuperação na geração de caixa marcou o mês de junho para o **RBHY11**, saltando para R$ 1,04 por cota e reduzindo a dependência do saldo retido para sustentar o pagamento de dividendos de R$ 1,05. Diferente do avanço visto no mês anterior, o valuation patrimonial sofreu uma desvalorização de 0,45%, recuando a cota para R$ 92,77, movimento justificado pela marcação a mercado dos CRIs e oscilações nas taxas de juros soberanas. No mercado secundário, a cotação permaneceu estável em R$ 81,45, mantendo o deságio frente ao patrimônio. A alocação em CRIs subiu levemente para 93,0%, enquanto o carrego médio do portfólio atrelado à inflação ajustou-se para IPCA + 11%. A gestão também divulgou o novo guidance para o segundo semestre de 2025, projetando rendimentos mensais entre R$ 0,90 e R$ 1,20. No âmbito dos riscos intrínsecos, a carteira segue adimplente, com exceção do CRI Ekko, que já havia tido seu vencimento antecipado decretado, mantendo-se como o principal ponto de atenção na estrutura de garantias.
Relatório de 2025-05-30
O consumo parcial da reserva acumulada ditou a dinâmica do **RBHY11** em maio de 2025, viabilizando a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,05 por cota. O resultado de caixa gerado no período recuou para R$ 0,93 por cota, o que comprimiu o saldo retido de R$ 0,26 para R$ 0,14. Sob a ótica de valuation patrimonial, o veículo registrou nova alta de 0,30%, com a cota alcançando R$ 93,19, reflexo direto da marcação a mercado positiva dos CRIs atrelada à diminuição das taxas de juros soberanas. A cota a mercado, contudo, sofreu leve retração para R$ 81,40, mantendo o deságio frente ao patrimônio. A carteira apresentou ajustes marginais: a alocação em CRIs passou para 92%, o duration caiu para 2,5 anos e o perfil de risco High Yield recuou para 66,4%. O carrego médio subiu levemente para IPCA + 11,1%, sustentando um dividend yield anualizado de 16,63%. No front de riscos intrínsecos, o CRI Ekko teve seu vencimento antecipado formalizado, acionando o seguro garantia que cobre 80% do saldo devedor, com a expectativa de retomada das obras postergada para o terceiro trimestre de 2025.
Relatório de 2025-04-30
A recomposição expressiva da reserva de lucros e a valorização patrimonial ditaram o ritmo do **RBHY11** em abril de 2025. O fundo gerou um resultado caixa de R$ 1,24 por cota, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,05 e elevando o saldo retido de R$ 0,08 para R$ 0,26 por cota. O valor patrimonial registrou alta de 0,58%, alcançando R$ 92,91, impulsionado pela marcação a mercado positiva dos CRIs frente à diminuição das taxas de juros soberanas. Em contrapartida, a cota a mercado recuou para R$ 81,70, ampliando o desconto do veículo e refletindo a percepção de risco contínua. A alocação do patrimônio segue estável com 95% em CRIs, duration levemente reduzida para 2,6 anos e exposição majoritária ao perfil High Yield (67,8%). O carrego da carteira mantém taxas robustas de IPCA + 11,0% e CDI + 6,2%, sustentando um dividend yield anualizado de 16,56%. O caso do CRI Ekko segue em tratativas com a seguradora AXA para a eventual venda de ativos e execução de garantias, sem impactos imediatos nos rendimentos mensais projetados no guidance.