Relatório de 2026-04-30
A recuperação da inflação de fevereiro (+0,70%) impulsionou a correção monetária dos ativos e elevou o resultado gerado por cota do **RCRI11** de R$ 1,09 para R$ 1,22 em abril de 2026. Esse fôlego operacional permitiu um aumento no pagamento de dividendos para R$ 1,15 por cota, ao mesmo tempo em que a reserva acumulada subiu para R$ 0,82. No valuation, a cota patrimonial interrompeu a trajetória de queda e valorizou para R$ 102,91. A gestão aproveitou o mercado secundário para aumentar a exposição em CRIs corporativos da Trisul, elevando a fatia de CRIs diretos para 35% do patrimônio líquido, enquanto a alocação em fundos imobiliários manteve-se em 63%, com o deságio médio da carteira de FIIs recuando ligeiramente para 13%.
Relatório de 2026-03-31
A emissão do Habite-se no CRI Pinheiro de Sá e a forte pressão vendedora no fundo IRIM11 ditaram a dinâmica do **RCRI11** neste mês. O resultado gerado por cota recuou de R$ 1,35 para R$ 1,09, refletindo o carrego de uma inflação mais baixa em janeiro (+0,33%) que impactou a atualização monetária dos papéis com defasagem de dois meses. Apesar da queda na geração de caixa, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,10 por cota, consumindo marginalmente a reserva acumulada, que passou de R$ 0,76 para R$ 0,75. No valuation, a cota patrimonial sofreu nova retração, caindo de R$ 103,24 para R$ 102,09. A alocação permaneceu estável com 63% em fundos imobiliários e 34% em CRIs diretos, mas o deságio médio da carteira de FIIs frente ao valor patrimonial alargou de 12% para 14%, fortemente influenciado pelo desconto de 23% no IRIM11 após sua fusão e exclusão de índices internacionais.
Relatório de 2026-02-27
O ganho de capital com o desinvestimento no RBRY11 e a nova alocação no CRI MRV Flex XIII reconfiguraram a carteira do **RCRI11** neste mês. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 1,10 por cota (yield de 1,1%), porém o resultado gerado saltou para R$ 1,35, impulsionando a reserva acumulada para R$ 0,76 por cota. Na contramão, a cota patrimonial registrou leve retração, passando de R$ 103,89 para R$ 103,24. A exposição em FIIs recuou de 66,8% para 63% do patrimônio líquido, enquanto a alocação direta em CRIs avançou de 32,1% para 34%. O valuation da parcela de fundos imobiliários apresentou uma piora marginal, com o deságio médio frente ao valor patrimonial alargando de 11% para 12%. Adicionalmente, a reversão da taxa de estruturação do CRI THL Imperial Vista Verde 3, projetada no mês anterior, foi efetivada, agregando R$ 0,02 por cota ao resultado e reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais.
Relatório de 2026-01-30
A realização de ganhos de capital na carteira de fundos imobiliários ditou o ritmo de resultados operacionais neste mês, compensando a normalização dos rendimentos mensais após o fechamento semestral. O pagamento de dividendos do **RCRI11** recuou de R$ 1,20 para R$ 1,10 por cota, ajustando o dividend yield para 1,1%. Em contrapartida, o carrego da carteira manteve a trajetória de valorização, com a cota patrimonial avançando de R$ 101,85 para R$ 103,89. A exposição em FIIs subiu de 64,8% para 66,8% do patrimônio líquido, refletindo tanto a apreciação dos ativos quanto o início de posição no HSAF11. O valuation dessa parcela de fundos agora apresenta um deságio médio de 11%, um estreitamento frente aos 15% registrados no mês anterior. Na alocação direta em crédito, que representa 32,1% do PL, o destaque foi o desembolso na terceira série do CRI THL (IPCA + 12,68%), cuja reversão da taxa de estruturação agregará R$ 0,02 por cota ao resultado futuro, reforçando a previsibilidade do fluxo de caixa e a robustez do patrimônio.
Relatório de 2025-12-31
A obrigatoriedade legal de repasse semestral impulsionou o pagamento de dividendos do **RCRI11** para R$ 1,20 por cota em dezembro, elevando o dividend yield para 1,2% frente ao patamar de 1,1% do mês anterior. O carrego da carteira refletiu uma expressiva valorização patrimonial, com a cota saltando de R$ 97,94 para R$ 101,85, tracionada pela forte alta dos fundos imobiliários de recebíveis que compõem 64,8% do portfólio. Na alocação direta, a gestão intensificou a originação de papéis pós-fixados de curta duration, adicionando o CRI Real Supermercados (CDI + 5,0%) e ampliando a exposição no CRI Trisul para 1,8% do patrimônio líquido. Adicionalmente, a renegociação de uma nova série do CRI Fibra permitiu a majoração da taxa para CDI + 3,0% ao ano, mantendo a razão de garantia inicial. O valuation atual reflete um desconto médio de 15% na parcela investida em FIIs, enquanto a adimplência integral das operações sustenta a previsibilidade dos rendimentos mensais.
Relatório de 2025-11-30
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 1,10 por cota marcou a evolução do **RCRI11** em novembro, superando o patamar de R$ 1,05 do mês anterior e mantendo o dividend yield em 1,1%. A gestão aprofundou a reciclagem do portfólio ao elevar a parcela pós-fixada em CRIs diretos de 9,2% para 10,0% do patrimônio líquido, capturando uma taxa média de CDI + 2,4% (frente aos 2,3% anteriores). No segmento de fundos imobiliários, que agora representa 64% da carteira (ante 65%), o deságio médio dos ativos frente ao valor patrimonial ampliou-se de 15% para 18%, reforçando a tese de ganho de capital futuro. Movimentações táticas incluíram a aquisição do CRI Bild no mercado secundário e o incremento no CRI Trisul, refletindo uma busca por operações CDI+ de prazo mais curto diante da persistência dos juros elevados. O valor da cota patrimonial encerrou o período em R$ 97,66.
Relatório de 2025-10-31
A rotação da carteira marcou a estratégia do **RCRI11** em outubro, com a redução da exposição indireta em fundos imobiliários de 70% para 65% do patrimônio líquido, abrindo espaço para a aquisição de dois novos CRIs diretos que elevaram essa classe a 32% do portfólio. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 1,05 por cota, sustentando um dividend yield de 1,1% ao mês. Observou-se uma leve compressão na taxa média da parcela indexada à inflação, que passou de IPCA + 11,8% no mês anterior para IPCA + 11,7% ao ano, enquanto a remuneração atrelada ao CDI permaneceu inalterada em CDI + 2,3%. O desconto médio dos FIIs investidos frente ao valor patrimonial recuou ligeiramente de 16% para 15%. A gestão destacou a alocação tática no fundo JSCR11, buscando rentabilidade com perfil de médio/baixo risco, evidenciando um movimento de reciclagem de ativos para otimizar o carrego e buscar ganho de capital no mercado secundário.
Relatório de 2025-09-30
A redução na distribuição de rendimentos mensais para R$ 1,05 por cota marcou o mês de setembro do **RCRI11**, refletindo um ajuste frente ao R$ 1,10 pago no mês anterior, embora o dividend yield tenha se mantido no patamar de 1,1%. O portfólio apresentou leves acomodações em suas taxas médias, com o carrego da parcela indexada à inflação recuando de IPCA + 12,0% para IPCA + 11,8% ao ano, enquanto a exposição ao CDI permaneceu estável em CDI + 2,3%. A estratégia de alocação indireta, que agora representa 70% do patrimônio líquido (ante 71% em agosto), aprofundou o desconto médio sobre o valor patrimonial para 16%, reforçando a tese de assimetria de valuation buscada pela gestão. O caixa do fundo apresentou um leve incremento, passando de 1% para 3%. A gestão destacou a posição no IRDM11, que negocia com 25% de deságio no mercado secundário e possui potencial de incremento nos dividendos caso a fusão com o IRIM11 seja aprovada, evidenciando a busca por ganho de capital e destravamento de valor no médio prazo.
Relatório de 2025-08-31
A alocação integral dos recursos da primeira oferta marcou o mês de agosto, reduzindo o caixa do **RCRI11** de 10% para apenas 1% e elevando a exposição direta em CRIs para 27% do patrimônio líquido. O carrego médio da carteira de crédito indexada à inflação apresentou evolução, passando de IPCA + 11,3% para IPCA + 12,0% ao ano, enquanto a parcela em CDI se manteve estável em CDI + 2,3%. No segmento de fundos imobiliários, que agora representa 71% do portfólio, o deságio médio frente ao valor patrimonial aprofundou ligeiramente para 15%, reforçando a tese de assimetria de valuation buscada pela gestão. Com a maturação inicial do portfólio, o fundo anunciou o seu primeiro pagamento de dividendos no valor de R$ 1,10 por cota, o que se traduz em um rendimento mensal de 1,1% sobre a cota patrimonial. A gestão segue monitorando riscos intrínsecos e sistêmicos, como o caso recente envolvendo a securitizadora Virgo, mas reporta que a exposição direta possui mitigantes robustos e a indireta é inferior a 1%.
Relatório de 2025-07-31
A estreia do **RCRI11** no mercado marca a alocação inicial de R$ 42,2 milhões focada em recebíveis imobiliários, com 70% do patrimônio já posicionado em cotas de outros FIIs de papel que apresentam deságio médio de 14% frente ao valor patrimonial. A tese principal da gestão busca capturar assimetrias de valuation no segmento de crédito, combinando a compra de fundos descontados com a originação e aquisição de CRIs diretos. No fechamento de julho de 2025, a parcela de 20% investida em CRIs apresentou um carrego médio contratado de IPCA + 11,3% a.a. e CDI + 2,3% a.a. O fundo mantém 10% em caixa para absorver novas oportunidades e honrar compromissos futuros. Devido à regulamentação da CVM para fundos com menos de seis meses, o detalhamento sobre o pagamento de dividendos e rendimentos mensais ainda não foi divulgado, mas a estrutura de alocação visa um carrego de longo prazo focado em renda e ganho de capital.
Principais Inquilinos do Fundo Imobiliário RCRI11
Portfólio de ativos e lista de locatários estratégicos.
Saúde Financeira e Alavancagem
Patrimônio onerado: Baixo/Nulo
Reserva de caixa: 0%
Concentração e Riscos de Portfólio
Índice HHI de concentração: Calculado por IA
Distribuição de indexadores: IPCA, CDI e IGPM.