Relatório de 2026-05-31
A retração nos rendimentos mensais e a forte perda de liquidez secundária marcaram o desempenho do **RECD11** em maio de 2026. O pagamento de dividendos recuou para R$ 0,0815 por cota, gerando um dividend yield mensal de 1,156% (equivalente a 139% do CDI líquido), interrompendo a trajetória de alta vista no mês anterior. Paralelamente, a liquidez média diária na B3 sofreu um recuo severo, despencando de R$ 9.741 para apenas R$ 992, o que acentua o risco de saída para o investidor interessado em avaliar se o ativo vale a pena sob a ótica de liquidez. O valor patrimonial da cota também registrou ajuste negativo, caindo de R$ 6,86 para R$ 6,83, enquanto o patrimônio líquido encerrou em R$ 37.253.635. Na alocação de ativos, a exposição direta a CRIs manteve-se estável em 88%, mas a carteira indexada ao IPCA puro reduziu de 77% para 72%, com a introdução de 5% em IPCA sem variação negativa, alterando marginalmente o perfil de proteção inflacionária do portfólio.
Relatório de 2026-04-30
A expressiva recuperação na liquidez diária e o novo incremento nos rendimentos mensais ditaram o ritmo do **RECD11** em abril de 2026. O volume médio negociado na B3 saltou de críticos R$ 754 no mês anterior para R$ 9.741, aliviando parcialmente o gargalo de saída para os investidores, embora o patamar absoluto permaneça restrito. No carrego, o pagamento de dividendos avançou para R$ 0,0938 por cota, elevando o dividend yield mensal a 1,330%, o que representa um prêmio robusto de 157% sobre o CDI líquido. No mercado secundário, a cotação reagiu positivamente, fechando a R$ 7,05, enquanto o valor patrimonial sofreu um ajuste marginal de queda, passando para R$ 6,86. A alocação do portfólio manteve sua essência, com leve redução na exposição direta a Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) para 88%, compensada pelo aumento em cotas de fundos de investimento com liquidez diária (8%). A carteira segue majoritariamente atrelada ao IPCA (77% no total), demandando atenção à dinâmica inflacionária para a manutenção do atual patamar de distribuição.
Relatório de 2026-03-31
O forte salto nos rendimentos mensais marcou a dinâmica do **RECD11** em março de 2026, impulsionado por um ajuste na distribuição que elevou o dividendo por cota para R$ 0,0923. Esse movimento traduziu-se em um dividend yield mensal de 1,322%, o equivalente a 141% do CDI líquido, superando expressivamente a marca de 111% registrada no mês anterior. Apesar da melhora na rentabilidade relativa de carrego, o valuation do fundo sofreu nova compressão: a cota patrimonial recuou levemente para R$ 6,87, enquanto o mercado secundário precificou a cota a R$ 6,98, aprofundando a queda em relação aos R$ 7,16 de fevereiro. Na estruturação do portfólio, observou-se uma redução na exposição direta a Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), que passou de 93% para 89%, acompanhada por um aumento na alocação em cotas de fundos de liquidez diária, agora em 7%. O principal ponto de alerta para os investidores reside na liquidez diária média na B3, que sofreu nova e severa contração, caindo para apenas R$ 754, restringindo de forma crítica a porta de saída para desinvestimentos.
Relatório de 2026-02-27
A estabilização da carteira após a forte devolução de capital do mês anterior ditou o ritmo do **RECD11** em fevereiro de 2026. Sem novas amortizações no período, a cota patrimonial apresentou leve recuperação sequencial, passando de R$ 6,88 para R$ 6,91. No entanto, o mercado secundário reagiu com um ajuste negativo no valuation, precificando a cota a mercado em R$ 7,16 (ante R$ 8,01 em janeiro). O pagamento de dividendos também sofreu retração, distribuindo R$ 0,0616 por cota, o que traduz um dividend yield mensal de 0,860%. Apesar da queda nominal nos rendimentos mensais, a rentabilidade relativa apresentou ganho de eficiência, alcançando 111% do CDI líquido (frente aos 105% do mês anterior). A alocação estrutural manteve-se inalterada, com 93% de exposição em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e 3% em fundos de liquidez diária. O principal ponto de atenção recai sobre a liquidez diária média, que sofreu uma contração severa, caindo de R$ 2.785 para apenas R$ 1.296, limitando a porta de saída para investidores que buscam desinvestimentos rápidos.
Relatório de 2026-01-31
A forte amortização de capital marcou a dinâmica do **RECD11** em janeiro de 2026, reconfigurando seu patrimônio e indicadores de rentabilidade. O fundo realizou uma devolução de capital expressiva no montante de R$ 7.144.445, o que impactou diretamente o valuation: a cota patrimonial recuou de R$ 8,17 para R$ 6,88, enquanto o valor a mercado ajustou de R$ 8,35 para R$ 8,01. No carrego, o pagamento de dividendos apresentou leve retração, passando de R$ 0,0795 para R$ 0,0756 por cota, refletindo um dividend yield mensal de 0,944% (105% do CDI líquido, ante 117% no mês anterior). A alocação estrutural sofreu uma mudança significativa com o consumo do caixa para a amortização, elevando a exposição em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) de 80% para 93%, enquanto a parcela em cotas de fundos de liquidez diária despencou de 17% para 3%. No mercado secundário, a liquidez diária média apresentou uma melhora, saltando de R$ 313 para R$ 2.785, embora ainda exija atenção para movimentações de desinvestimento de maior volume.
Relatório de 2025-12-31
A elevação nos rendimentos mensais impulsionou o fechamento de ano do **RECD11**, com o pagamento de dividendos subindo para R$ 0,0795 por cota em dezembro de 2025, frente aos R$ 0,0733 do mês anterior. Esse movimento refletiu em um dividend yield mensal de 0,952%, equivalente a 117% do CDI líquido, superando a marca de 107% registrada em novembro. No valuation, contudo, o fundo registrou leve retração: a cota patrimonial recuou de R$ 8,23 para R$ 8,17, e o valor a mercado acompanhou a queda, passando de R$ 8,41 para R$ 8,35. A alocação estrutural manteve a resiliência com 80% do patrimônio investido em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), enquanto a parcela em cotas de fundos de investimentos com liquidez diária subiu marginalmente para 17%. Um evento de liquidez relevante foi anunciado para janeiro de 2026, com a previsão de uma nova amortização de R$ 1,31 por cota. No mercado secundário, a liquidez voltou a pressionar a tese de investimento, com o volume médio diário de negociação caindo de R$ 426 para R$ 313, exigindo atenção redobrada para movimentações de maior porte e evidenciando um risco de desinvestimento latente.
Relatório de 2025-11-28
A compressão nos rendimentos mensais marcou a transição do **RECD11** para novembro de 2025, com o pagamento de dividendos recuando de R$ 0,0863 para R$ 0,0733 por cota. Apesar da queda no dividend yield mensal, que passou de 1,041% para 0,872%, a rentabilidade ajustada subiu levemente para 107% do CDI líquido. No valuation, o fundo apresentou valorização em ambas as frentes: o valor patrimonial avançou de R$ 8,18 para R$ 8,23, enquanto a cotação a mercado subiu de R$ 8,29 para R$ 8,41. A alocação estrutural sofreu um ajuste marginal, com a exposição em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) passando de 81% para 80%, complementada por 16% em cotas de fundos de investimentos com liquidez diária. O ponto de maior alívio no período foi a recuperação parcial da liquidez no mercado secundário, onde a média diária de negociação saltou de críticos R$ 156 para R$ 426, mitigando parcialmente o risco de desinvestimento, embora o volume permaneça em patamares restritos para grandes movimentações.
Relatório de 2025-10-31
A recuperação no pagamento de dividendos marcou a performance do **RECD11** em outubro de 2025, impulsionada pela dinâmica de repasse da carteira majoritariamente atrelada à inflação. Os rendimentos mensais subiram para R$ 0,0863 por cota, revertendo a compressão observada no mês anterior e elevando o dividend yield para 1,041% ao mês. Consequentemente, a rentabilidade ajustada saltou de 93% para 105% do CDI líquido. No valuation, o valor patrimonial apresentou leve avanço, passando de R$ 8,15 para R$ 8,18, enquanto a cotação a mercado recuou de R$ 8,42 para R$ 8,29. A alocação estrutural permaneceu estável, com 81% do patrimônio investido em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e a exposição por indexador inalterada em 74% no IPCA e 26% no CDI. O principal ponto de atenção recai sobre a liquidez no mercado secundário, que sofreu uma deterioração severa: a média diária de negociação despencou de R$ 935 para alarmantes R$ 156, evidenciando um risco de liquidez crítico para investidores que buscam desinvestimento no curto prazo.
Relatório de 2025-09-30
A deflação apurada no mês anterior pressionou diretamente o pagamento de dividendos do **RECD11** em setembro de 2025, evidenciando a sensibilidade da carteira à variação do IPCA. Os rendimentos mensais recuaram para R$ 0,0739 por cota, frente aos R$ 0,0868 distribuídos em agosto, o que comprimiu o dividend yield para 0,878% ao mês. Essa retração é explicada pelo carrego majoritário do portfólio em inflação, que subiu levemente para 74% de exposição e capturou o índice negativo de -0,11% referente a agosto. Consequentemente, a rentabilidade ajustada despencou de 114% para 93% do CDI líquido. A alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) sofreu um ajuste marginal, passando de 82% para 81% do patrimônio líquido. No valuation, os indicadores permaneceram inalterados: o valor patrimonial cravou R$ 8,15 e a cotação a mercado manteve-se em R$ 8,42. A liquidez no mercado secundário continuou severamente restrita, estacionada em uma média diária de negociação de R$ 935, exigindo atenção quanto ao risco de liquidez para novas posições.
Relatório de 2025-08-29
A liquidação antecipada do CRI VIC III e a consequente redução na alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários ditaram o ritmo do **RECD11** em agosto de 2025. A exposição da carteira a CRIs recuou de 92% para 82% do patrimônio líquido, impactando diretamente o pagamento de dividendos, que caiu para R$ 0,0868 por cota (frente aos R$ 0,1107 do mês anterior). O dividend yield acompanhou o movimento, retraindo para 1,031% ao mês, enquanto o carrego da carteira ajustou-se para 114% do CDI líquido. No valuation, o valor patrimonial apresentou leve recuperação, subindo de R$ 8,10 para R$ 8,15, mas a cotação a mercado cedeu para R$ 8,42. A liquidez no mercado secundário manteve a tendência de baixa, com o volume médio diário negociado encolhendo para R$ 935. Em paralelo, a estrutura de indexadores sofreu alteração, com o IPCA ganhando peso e passando a representar 73% do portfólio, contra 27% atrelados ao CDI, reconfigurando o perfil de riscos e rentabilidade de curto prazo.
Relatório de 2025-07-31
A expansão da alocação em CRIs e o salto no carrego dos dividendos marcam a dinâmica de julho para o **RECD11**. O fundo elevou sua exposição em Certificados de Recebíveis Imobiliários de 78% para 92% do patrimônio, mantendo as mesmas 14 operações na carteira. Esse movimento refletiu diretamente no pagamento de dividendos, que subiu para R$ 0,1107 por cota, impulsionando o dividend yield mensal para 1,310% (frente aos 1,012% do mês anterior). O carrego da carteira também apresentou melhora, passando a equivaler a 133% do CDI líquido. No valuation, contudo, observou-se uma forte reprecificação: o valor patrimonial recuou de R$ 9,84 para R$ 8,10 por cota, e a cotação de mercado na B3 acompanhou a queda, fechando a R$ 8,45. A liquidez no mercado secundário voltou a retrair, com o volume médio diário caindo de R$ 1.851 para R$ 1.071. A estrutura de indexadores permaneceu estabilizada em 66% atrelada ao IPCA e 34% ao CDI.
Relatório de 2025-06-30
A nova rodada de amortização e a reprecificação da carteira de indexadores ditam o ritmo do mês para o **RECD11**. O pagamento de dividendos recuou para R$ 0,1000 por cota, comprimindo o dividend yield para 1,012% (frente aos 1,101% do mês anterior) e reduzindo o carrego para 119% do CDI líquido. Em contrapartida, o valuation de mercado na B3 manteve a trajetória de alta, com a cota fechando a R$ 9,88, superando o valor patrimonial que ajustou levemente para R$ 9,84. A estrutura de alocação sofreu um rebalanceamento tático: a exposição ao CDI saltou de 26% para 34%, enquanto o IPCA recuou para 66%. O portfólio segue com 78% dos recursos investidos em 14 operações de CRI. Um evento de liquidez relevante é o pagamento de amortização de R$ 1,65 por cota programado para meados de julho. A liquidez no mercado secundário, embora ainda restrita, apresentou melhora expressiva, saltando de R$ 106 para R$ 1.851 de média diária.
Relatório de 2025-05-30
A retração no pagamento de dividendos e a recuperação parcial no valuation de mercado marcam o mês de maio de 2025 para o **RECD11**. O rendimento mensal recuou de R$ 0,1357 para R$ 0,1078 por cota, comprimindo o dividend yield para 1,101% (frente aos 1,444% do mês anterior) e reduzindo o carrego para 125% do CDI líquido. No mercado secundário, a dinâmica de precificação na B3 apresentou alta, com a cota passando de R$ 9,40 para R$ 9,79, o que estreitou o deságio em relação ao valor patrimonial, que se manteve praticamente estável em R$ 9,89 por cota (R$ 53,9 milhões totais). A estrutura do portfólio permaneceu inalterada com 79% dos recursos alocados em 14 operações de CRI, mantendo a exposição inflacionária em 74% atrelada ao IPCA e 26% ao CDI. O perfil de risco corporativo oscilou levemente para 64%, com forte concentração no segmento de incorporação (47%), enquanto a liquidez segue como um ponto crítico, registrando um volume médio diário de apenas R$ 106.
Relatório de 2025-04-30
A expressiva elevação nos rendimentos mensais e a inversão no valuation de mercado definem o mês de abril de 2025 para o **RECD11**. O pagamento de dividendos saltou de R$ 0,1139 para R$ 0,1357 por cota, impulsionando o dividend yield para 1,444% no mês, o que equivale a um carrego de 176% do CDI líquido. Em contrapartida, a dinâmica de precificação na B3 sofreu retração: o valor de mercado recuou para R$ 9,40 por cota, fazendo com que o fundo passasse a ser negociado com deságio em relação ao seu valor patrimonial, que apresentou leve alta para R$ 53,9 milhões (R$ 9,88 por cota). A alocação estrutural manteve-se em 14 operações de crédito, mas a exposição inflacionária foi ampliada, com os ativos atrelados ao IPCA passando a representar 74% da carteira (ante 67% no mês anterior), enquanto a parcela em CDI recuou para 26%. O perfil de risco segue concentrado no segmento corporativo (63%) e no setor de incorporação (47%), exigindo acompanhamento das garantias imobiliárias frente à baixíssima liquidez das cotas no mercado secundário.