Relatório de 2026-06-01
O fundo **RECM11** divulgou fato relevante comunicando a aprovação dos termos e condições para a realização da sua segunda emissão de cotas, visando uma captação de até R$ 200.000.007,36. A emissão disponibilizará até 22.075.056 novas cotas ao preço unitário de R$ 9,06 (já inclusa a taxa de distribuição primária de R$ 0,29 por cota), cujos recursos líquidos serão destinados para a aquisição de novos ativos-alvo previstos no regulamento.
A operação garante o direito de preferência para os cotistas detentores de cotas de classe única posicionados na data-base de 05 de junho de 2026, sob um fator de proporção de 2,62782112100. A oferta prevê a possibilidade de distribuição parcial, estipulando um montante mínimo de captação de R$ 10.000.002,18 para que a emissão não seja cancelada.
Relatório de 2026-05-31
A acentuada queda na liquidez diária média para R$ 38 mil e o aumento do desconto de mercado (P/VP de 0,80) marcam o desempenho do **RECM11** em maio de 2026. Apesar da desvalorização da cota de mercado para R$ 7,31, o resultado de caixa expandiu para R$ 0,099 por cota, impulsionado pela retomada dos ganhos de capital (R$ 134,4 mil) com a venda de ativos como os CRIs MRV e Vicorp, além do desinvestimento total no FII EMET11. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota, elevando o dividend yield mensal para 1,37% devido ao menor preço da cota. O patrimônio líquido encerrou estável em R$ 77 milhões, enquanto a carteira de CRIs aumentou sua concentração no segmento de incorporação para 80%, elevando o perfil de risco de crédito do portfólio. Para investidores avaliando se o fundo vale a pena, o carrego atual oferece um rendimento mensal atrativo frente ao valor patrimonial de R$ 9,18.
Relatório de 2026-04-30
A forte retração na liquidez diária e a desvalorização patrimonial redefiniram o cenário do **RECM11** em abril de 2026. O volume médio de negociação despencou de R$ 526,5 mil para R$ 178,6 mil, revertendo o salto visto no mês anterior. O valor da cota patrimonial sofreu um revés, caindo de R$ 9,70 para R$ 9,17, o que comprimiu o patrimônio líquido para R$ 77 milhões. No aspecto operacional, o resultado de caixa recuou para R$ 0,0951 por cota, fortemente impactado pela quase paralisação nos ganhos de capital com venda de ativos, que somaram apenas R$ 15,1 mil (frente aos R$ 119,4 mil de março). Apesar da compressão nos lucros, a gestão sustentou o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota. Devido à queda na cotação de mercado (de R$ 8,04 para R$ 7,63), o dividend yield mensal subiu para 1,31%. Na movimentação de portfólio, o fundo alocou recursos no FII ZAGH11 e nos CRIs MRV e Ativos Residenciais, enquanto reduziu posições em TRXY11 e SNFZ11. A exposição ao risco de incorporação na carteira de crédito subiu para 74%. Para investidores que monitoram se o ativo vale a pena, o carrego atual mantém um P/VP de 0,83, evidenciando o desconto de mercado frente aos fundamentos da carteira.
Relatório de 2026-03-31
O salto exponencial na liquidez média diária e a intensa rotação da carteira de FIIs marcaram a dinâmica do **RECM11** em março de 2026. O volume de negociação disparou para R$ 526,5 mil diários, contrastando fortemente com os R$ 36,7 mil do mês anterior. No âmbito patrimonial, a cota avançou de R$ 9,40 para R$ 9,70, elevando o patrimônio líquido para R$ 81,4 milhões. Operacionalmente, o resultado de caixa recuou de R$ 0,118 para R$ 0,1045 por cota, impactado pela redução no ganho de capital com venda de ativos, que caiu de R$ 343,4 mil para R$ 119,4 mil. Apesar disso, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota, gerando um dividend yield mensal de 1,24%. Na frente de alocação, o fundo realizou a venda total das posições em VGIR11 e TRUE11, reduziu FLCR11 e SNFZ11, e alocou recursos no OCRE11. A exposição ao segmento de incorporação na carteira de crédito teve leve recuo para 70%, mantendo-se como o principal vetor de risco intrínseco. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o carrego atual apresenta um P/VP descontado de 0,83, refletindo a assimetria entre o valor de mercado e os fundamentos da carteira.
Relatório de 2026-02-27
A expressiva recuperação no resultado de caixa e o salto na liquidez ditaram o ritmo do **RECM11** em fevereiro de 2026. O resultado líquido em regime de caixa avançou de R$ 0,042 para R$ 0,118 por cota, impulsionado pelo aumento no ganho de capital com venda de ativos, que subiu para R$ 343,4 mil. Apesar da melhora operacional, a gestão optou por manter o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,17%. Na frente de alocação, o fundo aprofundou sua exposição em FIIs, que saltou de 63,1% para 77,6%, reflexo da alocação no fundo TRXY11 e da zeragem da posição no VRTM11. Em contrapartida, a fatia de CRIs recuou para 21,3% após a alienação total do CRI MRV. O valor patrimonial apresentou leve recuperação, passando de R$ 9,27 para R$ 9,40 por cota. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, um dado positivo foi o destravamento da liquidez média diária, que saltou de R$ 12.747 para R$ 36.795. O risco intrínseco atrelado à concentração do portfólio de crédito no segmento de incorporação teve leve queda, passando de 76% para 71%, mas segue como o principal vetor de atenção da carteira.
Relatório de 2026-01-31
A contração no ganho de capital e a consequente queda no resultado de caixa ditaram o ritmo do **RECM11** em janeiro de 2026, resultando na redução dos rendimentos mensais. O resultado líquido em regime de caixa recuou expressivamente de R$ 0,127 para R$ 0,042 por cota, impactado pela diminuição no ganho de capital com venda de ativos, que passou de R$ 432,8 mil para R$ 265,9 mil. Esse cenário forçou a gestão a ajustar o pagamento de dividendos para R$ 0,10 por cota, refletindo um dividend yield mensal de 1,16%. Na frente de alocação, a carteira inverteu a tendência do mês anterior: a exposição em FIIs caiu de 68,1% para 63,1% após a zeragem das posições em CYCR11 e RECT11, enquanto a fatia de CRIs subiu de 23,2% para 26,3%. Os recursos das vendas foram direcionados para os fundos RMBS11 e VGIR11. O valor patrimonial também sofreu um revés, recuando de R$ 9,80 para R$ 9,27 por cota. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, um ponto de atenção é a contratação da XP Investimentos como formador de mercado, visando destravar a liquidez média diária que fechou o mês em R$ 12.747. A concentração do portfólio de crédito no segmento de incorporação teve leve alta, atingindo 76%, consolidando-se como o principal risco intrínseco da carteira.
Relatório de 2025-12-31
A expressiva recuperação no ganho de capital com a venda de ativos impulsionou o resultado de caixa do **RECM11** no fechamento de 2025, saltando de R$ 6,8 mil no mês anterior para R$ 432,8 mil em dezembro. Esse movimento elevou o resultado líquido em regime de caixa para R$ 0,127 por cota, garantindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,11 por cota (dividend yield mensal de 1,28%). A gestão manteve forte ritmo de reciclagem, reduzindo a exposição em CRIs de 36,8% para 23,2% após a venda dos papéis Cotiza, VIC 5 e Buriti. Em contrapartida, a alocação em FIIs subiu de 60,5% para 68,1% com novos aportes em DAMA11, RMBS11, SNFZ11 e VRTM11, além da zeragem em MCRE11 e PSEC11. No mercado secundário, a liquidez média diária apresentou leve melhora, atingindo R$ 11.398, e o valor patrimonial avançou para R$ 9,80 por cota. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, é crucial observar que a concentração do portfólio de crédito no segmento de incorporação aumentou de 61% para 75%, consolidando-se como o principal fator de risco intrínseco da carteira a ser monitorado.
Relatório de 2025-11-28
A forte redução nos ganhos de capital e a continuidade da reciclagem da carteira de fundos imobiliários ditaram o ritmo do **RECM11** em novembro de 2025. O resultado líquido em regime de caixa recuou para R$ 0,096 por cota (ante R$ 0,129 no mês anterior), impactado pela queda expressiva no ganho de capital realizado com a venda de ativos, que despencou de R$ 321 mil para apenas R$ 6,8 mil. Consequentemente, o pagamento de dividendos foi ajustado para baixo, passando de R$ 0,12 para R$ 0,11 por cota, enquanto o lucro acumulado retido caiu para R$ 0,045 por cota. Na gestão ativa, a equipe zerou posições em JSAF11, KNCR11 e KNSC11, alocando recursos nos FIIs MCRE11, RMBS11 e VGIR11. A exposição por classes de ativos sofreu ajustes marginais, com os CRIs subindo levemente para 36,8% e os FIIs recuando para 60,5%. No mercado secundário, a cotação apresentou recuperação, subindo para R$ 8,61, o que elevou o P/VP para 0,89, a despeito da leve retração do valor patrimonial para R$ 9,68. A liquidez média diária, contudo, aprofundou sua restrição, caindo para R$ 9.242. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, a concentração de 61% do portfólio de crédito no segmento de incorporação permanece como um fator de risco intrínseco a ser monitorado de perto.
Relatório de 2025-10-31
A intensa rotação do portfólio marcou o mês de outubro de 2025 para o **RECM11**, com o gestor aprofundando a reciclagem tática iniciada no mês anterior. A exposição em CRIs recuou de 44% para 36,5%, enquanto a parcela de FIIs saltou para 61,4%. Essa movimentação incluiu a venda total de posições em fundos como KNIP11 e VGHF11, além da venda de ativos de crédito, especificamente os CRIs T Cash, T Cash 2 e Vitacon, abrindo espaço para a aquisição do CRI Matarazzo IV e de nove novos FIIs. O ganho de capital gerado foi de R$ 321.887 (R$ 0,04 por cota), suportando um resultado líquido de R$ 0,129 por cota. Com isso, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,12 por cota, elevando o lucro acumulado para R$ 0,058 por cota. No mercado secundário, a cotação sofreu retração, caindo de R$ 8,67 para R$ 8,40, o que pressionou o P/VP para 0,86, mesmo com o leve aumento do valor patrimonial para R$ 9,73. A liquidez média diária permaneceu restrita, oscilando levemente para baixo (R$ 13.379). Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a concentração no segmento de incorporação dentro da carteira de CRIs subiu para 61%, exigindo atenção aos riscos intrínsecos atrelados a esse setor.
Relatório de 2025-09-30
A expressiva geração de ganho de capital com a venda de ativos reverteu o déficit de caixa observado no mês anterior, marcando o desempenho do **RECM11** em setembro de 2025. O gestor executou uma forte reciclagem tática na carteira de FIIs, zerando posições em RECR11 e OUJP11 e reduzindo a exposição em outros cinco ativos, o que destravou R$ 370.643 em lucros (equivalente a R$ 0,44 por cota). Esse movimento impulsionou o resultado líquido para R$ 0,137 por cota, garantindo folga para a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,12 por cota (dividend yield mensal de 1,38%) e gerando um lucro acumulado de R$ 0,049 por cota. No mercado secundário, a liquidez média diária apresentou um respiro, subindo de R$ 5.741 para R$ 13.750, embora ainda permaneça em patamares restritos. O valor patrimonial teve leve alta para R$ 9,66 por cota, enquanto a cotação a mercado recuou marginalmente para R$ 8,67, mantendo o P/VP em 0,90. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a sustentabilidade dos rendimentos mensais agora conta com um colchão de reservas, mas a alta concentração geográfica (78% em SP) e setorial (56% em incorporação) na carteira de CRIs, que representa 44% do portfólio, exige monitoramento contínuo.
Relatório de 2025-08-29
A drástica retração na liquidez diária e o déficit na cobertura de dividendos pelo resultado caixa marcaram o mês de agosto de 2025 para o **RECM11**. O volume médio de negociação despencou de R$ 49.236 para apenas R$ 5.741, sinalizando um forte enxugamento no mercado secundário. Na gestão do portfólio, a equipe liquidou o CRI VIC 3 por R$ 1,9 milhão, o que contribuiu para a redução da fatia de CRIs de 48% para 44,6%. Paralelamente, a reciclagem tática prosseguiu com a venda de ativos com lucro, especificamente cotas de OUJP11 e VGHF11, e novas alocações em fundos como HFOF11 e KFOF11. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,12 por cota (dividend yield mensal de 1,38%), porém o resultado líquido gerado no mês recuou para R$ 0,1089 por cota, exigindo o uso de reservas acumuladas para honrar a distribuição. O patrimônio líquido seguiu em leve desvalorização, atingindo R$ 9,65 por cota, enquanto o P/VP subiu para 0,90 devido à valorização da cota a mercado para R$ 8,70. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena devem monitorar a sustentabilidade dos rendimentos mensais frente à queda na geração de caixa e a baixíssima liquidez atual.
Relatório de 2025-07-31
O salto expressivo na liquidez diária e a continuidade da reciclagem tática do portfólio marcaram o mês de julho de 2025 para o **RECM11**. O volume médio diário negociado saltou de R$ 4.459 no mês anterior para R$ 49.236, indicando maior tração no mercado secundário. A gestão manteve a estratégia de giro, realizando a venda de ativos com lucro nas posições de RVBI11, OUJP11 e VGHF11, e realocando os recursos em KNIP11, VRTM11 e JSAF11. Estruturalmente, a alocação permaneceu estável com 48% em CRIs e 46% em FIIs. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,12 por cota, o que representa um dividend yield mensal de 1,41%. O resultado caixa gerado no mês subiu para R$ 0,1233 por cota, cobrindo integralmente os rendimentos mensais distribuídos, revertendo o déficit de cobertura do mês anterior. O patrimônio líquido apresentou leve retração, passando de R$ 81,66 milhões para R$ 81,11 milhões, com a cota patrimonial caindo de R$ 9,72 para R$ 9,66, enquanto o P/VP ajustou-se para 0,88. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena devem ponderar a melhora na geração de caixa frente à leve desvalorização patrimonial contínua.
Relatório de 2025-06-30
A continuidade da reciclagem na carteira de fundos imobiliários ditou o ritmo do **RECM11** em junho de 2025, com o gestor realizando lucros nas posições de RVBI11 e VGHF11 para reforçar a alocação em MCRE11 e VRTM11. Essa movimentação tática visa aumentar o carrego positivo do portfólio, que manteve sua exposição estrutural de 46% em FIIs e 48% em CRIs. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,12 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,42%, impulsionado pela leve retração na cotação de mercado. O patrimônio líquido recuou de R$ 82,39 milhões no mês anterior para R$ 81,66 milhões (R$ 9,72/cota), ajustando o indicador P/VP de 0,88 para 0,87. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena devem observar a distribuição superior ao resultado caixa gerado no mês (R$ 0,1113/cota) e a liquidez no mercado secundário, que registrou um volume médio diário restrito de apenas R$ 4.459.
Relatório de 2025-05-30
A rotação estratégica da carteira de crédito e de fundos imobiliários marcou a dinâmica do **RECM11** em maio de 2025, impulsionando a taxa média do portfólio atrelado ao CDI. O gestor realizou a venda de ativos, liquidando a totalidade da posição no CRI São Benedito, e alocou os recursos no CRI Ativos Residenciais Diversificados (CDI + 8% a.a.), o que elevou o carrego médio da parcela CDI de 4,1% para 5,1% na comparação mensal. Na carteira de FIIs, que agora representa 46% dos ativos (ante 47% no mês anterior), houve o desinvestimento integral em TGAR11 e BLMG11, além de redução em RVBI11, direcionando o capital para MCRE11 e VRTM11. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,12 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,38%. O patrimônio líquido permaneceu estável em R$ 82,39 milhões (R$ 9,81/cota), enquanto a cotação de mercado apresentou leve recuperação, ajustando o indicador P/VP de 0,86 para 0,88. Investidores que buscam entender se o ativo vale a pena notam a manutenção de uma gestão ativa focada em reciclagem de portfólio para sustentar os rendimentos mensais em meio a um mercado secundário de baixa liquidez.
Relatório de 2025-04-30
A liquidação total do CRI Matarazzo Suítes 2 e a venda integral da posição no fundo KFOF11 impulsionaram a geração de caixa do **RECM11** em abril de 2025, permitindo um aumento no pagamento de dividendos para R$ 0,12 por cota. O rendimento mensal atingiu um dividend yield de 1,43%, superando a marca de 1,19% do mês anterior. O patrimônio líquido do fundo apresentou leve expansão, alcançando R$ 82,4 milhões (R$ 9,81/cota), enquanto a cotação de mercado sofreu retração, comprimindo o indicador P/VP para 0,86. A gestão de alocação manteve o carrego da carteira de crédito estável em IPCA + 9,3% e CDI + 4,1%, mas alterou o peso dos ativos, elevando a exposição em FIIs para 47% (ante 43% em março) por meio de novas aquisições nos fundos EMET11, OUJP11, MCRE11 e VGHF11. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena observam uma estratégia ativa de venda de ativos que busca sustentar os rendimentos mensais em um cenário de desconto patrimonial acentuado.