Relatório de 2026-04-30
A compressão continuada do valor patrimonial por cota de **SNCI11**, que recuou de R$ 97,48 para R$ 96,82, ditou o ritmo de abril de 2026, pressionado pela abertura da curva de juros e pela desvalorização de FIIs da carteira. Em contrapartida, o rendimento médio (Yield All-In) dos CRIs saltou de 16,91% para 17,56%, impulsionado por novas aquisições táticas de R$ 14,23 milhões e pela quitação antecipada de R$ 8,70 milhões do CRI Primato. A liquidez média diária (ADTV) manteve sua trajetória descendente, caindo para R$ 411 mil. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 1,00 por cota, gerando um dividend yield anualizado de 13,13% sobre a cota de mercado de R$ 91,40. No campo dos riscos de crédito, a gestão avançou na reestruturação do CRI AIZ com a definição de haircuts de até 48% e recuperou R$ 621 mil do CRI RDR, reduzindo a exposição direta a inadimplências.
Relatório de 2026-03-31
A conclusão da desalavancagem marcou a dinâmica do **SNCI11** em março de 2026, transformando o veículo em credor líquido com caixa equivalente a -1,35% do patrimônio líquido. Diferente da inércia do mês anterior, a gestão imprimiu forte giro no portfólio, executando R$ 22,5 milhões em aquisições (incluindo CRIs LocPay, BIT e Mitre) e R$ 10,7 milhões em venda de ativos, além de registrar a quitação antecipada de R$ 12,7 milhões do CRI AXS, que gerou multa de pré-pagamento favorável ao caixa. O Yield All In médio da carteira avançou de 16,70% para 16,91%, refletindo a reprecificação dos ativos de crédito. No entanto, a abertura da curva de juros impactou negativamente a marcação a mercado (MTM), comprimindo o valor patrimonial por cota de R$ 98,40 para R$ 97,48. A liquidez média diária (ADTV) sofreu nova retração, caindo para R$ 606 mil. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 13,27%, com guidance reafirmado para o próximo trimestre. No monitoramento de riscos intrínsecos, a gestão avançou nas tratativas dos CRIs em situação especial, com destaque para a aprovação de dação em pagamento no CRI RDR e a revisão da estimativa de recuperabilidade para 60% no CRI Vanguarda, evidenciando os desafios na retomada de obras.
Relatório de 2026-02-27
A continuidade da desalavancagem e a gestão ativa de passivos ditaram o ritmo do **SNCI11** em fevereiro de 2026. O caixa recuou para R$ 15,70 milhões (3,80% do patrimônio líquido) após a quitação de mais de R$ 20 milhões em operações compromissadas, reduzindo a alavancagem líquida de 9,59% para 8,09%. As movimentações foram tímidas, com apenas R$ 3,4 milhões em compras (CRIs LocPay Sênior e BIT Série 4) e nenhuma venda de ativos, contrastando com o giro expressivo do mês anterior. O Yield All In médio da carteira avançou para 16,70%, enquanto o valor patrimonial por cota sofreu leve retração para R$ 98,40, mantendo o múltiplo P/VP estável em 0,90. A liquidez média diária (ADTV) recuou para R$ 795 mil. O pagamento de dividendos permaneceu em R$ 1,00 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 13,48%, com guidance reafirmado. No front de monitoramento de riscos, a gestão avançou na repactuação do CRI AIZ, aceitando haircuts nas séries 301 e 302, e manteve foco na recuperação dos CRIs Vanguarda, RDR e Solar Junior.
Relatório de 2026-01-30
A retomada das alocações e o aumento da alavancagem líquida para 9,59% marcaram a dinâmica do **SNCI11** em janeiro de 2026, revertendo a forte descompressão de caixa vista no mês anterior. O caixa do fundo recuou de R$ 69,2 milhões para R$ 33,17 milhões após a gestão realizar pouco mais de R$ 52 milhões em compras de ativos (com destaque para os CRIs AXS III e GF6) e R$ 14,3 milhões em vendas. Esse movimento tático elevou o Yield All In médio da carteira de 15,92% para 16,48%. No valuation, o valor patrimonial por cota sofreu leve ajuste para R$ 98,73, mas o múltiplo P/VP subiu para 0,90. A liquidez média diária (ADTV) atingiu R$ 1,17 milhão, superando o pico anterior e marcando o segundo maior patamar histórico. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 13,48%, com guidance reafirmado entre R$ 1,00 e R$ 1,10 para o primeiro trimestre. No front de riscos intrínsecos, a gestão avançou na recuperação de crédito, com destaque para a marcação a mercado do CRI Vanguarda (estimativa de 83% de recuperabilidade) e a amortização de R$ 0,2 milhão no CRI RDR, enquanto monitora os atrasos de obras no CRI Supreme Garden.
Relatório de 2025-12-31
A repactuação do CRI AIZ, que incluiu a aplicação de haircuts nas séries 301 e 302, aliada a uma forte descompressão da alavancagem, reconfigurou o perfil de risco do **SNCI11** em dezembro de 2025. O fundo registrou um salto expressivo em sua posição de caixa, que passou de R$ 32,3 milhões para R$ 69,2 milhões, impulsionado por R$ 46,9 milhões em quitações antecipadas (CRIs Welt e Gafisa Sorocaba). Com isso, a alavancagem líquida despencou de 12,07% para 4,85%. No valuation, o valor patrimonial por cota avançou para R$ 98,85 (ganho de 1,44% no mês), elevando o múltiplo P/VP para 0,86. A gestão manteve a linearização no pagamento de dividendos, distribuindo R$ 1,00 por cota, o que reflete um dividend yield anualizado de 14,12%. No mercado secundário, a liquidez média diária (ADTV) saltou para R$ 842 mil, o maior patamar do ano. A movimentação tática envolveu R$ 35,6 milhões em compras e R$ 14,3 milhões em venda de ativos, enquanto o Yield All In médio da carteira sofreu nova compressão, recuando de 16,50% para 15,92%. A carteira segue monitorando de perto os atrasos e a recuperação de garantias nos CRIs Vanguarda, RDR e Solar Junior para sustentar os rendimentos mensais.
Relatório de 2025-11-30
A inadimplência recém-constatada no CRI Solar Junior e os avanços na recuperação de crédito do CRI RDR reconfiguraram a dinâmica do **SNCI11** em novembro de 2025. O valor patrimonial por cota avançou para R$ 97,69, impulsionado por um ganho patrimonial ajustado de 0,93%, o que levou o indicador de valuation (P/VP) a uma leve recuperação para 0,84. A gestão manteve a linearização no pagamento de dividendos, distribuindo R$ 1,00 por cota, o que traduz um dividend yield anualizado de 14,69%. A alavancagem líquida do fundo subiu para 12,07%, acompanhada por um aumento na posição de caixa, que encerrou o mês em R$ 32,3 milhões. No mercado secundário, a liquidez média diária (ADTV) recuou para R$ 533 mil. A movimentação tática do portfólio envolveu R$ 5,6 milhões em aquisições (CRIs WIMO IV, LocPay e Bit Barueri) e R$ 1,4 milhão na venda de ativos via cotas do SNME11. O Yield All In médio da carteira sofreu leve compressão, passando para 16,50%.
Relatório de 2025-10-31
A recuperação do spread de crédito impulsionou o Yield All In médio da carteira do **SNCI11** para 16,54% em outubro de 2025, revertendo a compressão observada no mês anterior. O valor patrimonial por cota apresentou leve avanço para R$ 97,30, refletindo o ganho patrimonial ajustado de 0,86%, enquanto o P/VP atingiu 0,83, marcando o menor patamar histórico do valuation do fundo. A gestão manteve a previsibilidade no pagamento de dividendos, distribuindo R$ 1,00 por cota (dividend yield anualizado de 14,86%), suportada por uma alavancagem líquida reduzida para 11,49% e um caixa ampliado para R$ 28,5 milhões. No portfólio, a alocação tática envolveu R$ 6,8 milhões em compras, com destaque para a entrada no CRI Conceito, e a venda de ativos somou R$ 4 milhões no CRI GPA V. O cenário de reestruturação de crédito avançou com marcos importantes: o CRI RDR registrou amortização de R$ 431 mil, o CRI AIZ retornou à adimplência formal após assembleia, e o CRI Vanguarda teve sua estimativa de recuperabilidade definida em 85% do PU Par. A liquidez média diária recuou para R$ 622 mil, mas sustentou o segundo maior volume do ano, indicando resiliência na negociabilidade das cotas.
Relatório de 2025-09-30
A redução da alavancagem líquida para 11,64% do patrimônio líquido e o aumento expressivo da posição de caixa para R$ 28,1 milhões reconfiguraram o perfil de risco do **SNCI11** em setembro de 2025. Em comparação ao mês anterior, a gestão executou R$ 13,5 milhões em venda de ativos e a quitação integral do CRI Carvalho Hosken, movimento que pressionou o Yield All In médio da carteira para baixo, passando de 17,46% para 16,25%. O valor patrimonial por cota sofreu leve retração, encerrando em R$ 97,03, reflexo direto da absorção da marcação a preço de custo do CRI RDR no valuation do fundo. Apesar das movimentações táticas e dos desafios intrínsecos com ativos em situação especial (CRIs AIZ, Vanguarda e RDR), a previsibilidade na distribuição de rendimentos mensais foi mantida, com o pagamento de dividendos de R$ 1,00 por cota, o que traduz um carrego com dividend yield anualizado de 14,45%. A liquidez média diária atingiu o maior patamar do ano (R$ 807 mil), indicando resiliência na negociabilidade das cotas no mercado secundário frente ao cenário de reestruturação de crédito.
Relatório de 2025-08-31
A venda integral da posição no FII RRCI e a inclusão do CRI RDR no rol de ativos em recuperação redefiniram a dinâmica patrimonial e de risco do **SNCI11** em agosto de 2025. O valor patrimonial por cota avançou de R$ 97,31 para R$ 97,98, impulsionado pelo ganho de capital de R$ 0,38/cota na venda de ativos do RRCI. A alavancagem líquida subiu levemente para 14,46% do PL, enquanto a posição de caixa recuou para 2,25% (R$ 9,3 milhões). O Yield All In médio da carteira comprimiu de 18,89% para 17,46%. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 1,00 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 14,29% devido à variação da cota a mercado. No front de crédito, o CRI RDR passou a integrar a lista de tratamento especial junto aos CRIs AIZ e Vanguarda, sendo remarcado a preço de custo, o que reflete uma postura conservadora frente aos desafios de recuperabilidade e impacta o valuation de curto prazo.
Relatório de 2025-07-31
A elevação da posição de caixa para 4,66% do patrimônio líquido e a redução estratégica da alavancagem ditaram o ritmo do **SNCI11** em julho de 2025. A gestão realizou movimentações ativas de reciclagem, adquirindo R$ 4,7 milhões nos CRIs Bit Série 3 e Supreme Garden, além de concretizar a venda de ativos com a alienação de R$ 2 milhões do CRI Comporte com ágio. Com a quitação de aproximadamente R$ 3 milhões em operações compromissadas, a alavancagem líquida recuou de 16,92% para 13,53% do PL. O Yield All In médio da carteira expandiu para 18,89%, enquanto o valuation da cota patrimonial sofreu leve desvalorização, passando de R$ 98,18 para R$ 97,31. O pagamento de dividendos foi mantido linearmente em R$ 1,00 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 13,92%. No monitoramento de crédito e riscos intrínsecos, os CRIs AIZ e Vanguarda seguem em tratamento especial, com o último já apresentando estimativa de recuperabilidade próxima a 85% do PU Par após reestruturações e incorporação de juros.
Relatório de 2025-06-30
A alocação de R$ 8,9 milhões em três novos CRIs e a ausência de vendas no mercado secundário marcaram a dinâmica do **SNCI11** em junho de 2025, reduzindo a posição de caixa para 1,95% do patrimônio líquido (ante 3,79% no mês anterior). O valuation da cota patrimonial manteve a trajetória ascendente, passando de R$ 97,80 para R$ 98,18, reflexo de uma rentabilidade ajustada de 0,95% no período. O pagamento de dividendos permaneceu linear em R$ 1,00 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 13,54%. A alavancagem líquida do portfólio avançou de 15,03% para 16,92% do PL (R$ 69,77 milhões), mantendo o custo atrelado a CDI + 1,00%, enquanto o Yield All In médio dos ativos sofreu nova compressão marginal, recuando de 18,57% para 18,50%. No espectro de crédito, o CRI Vanguarda deixou o status de inadimplência após deliberações em assembleia, embora siga em tratamento especial junto ao CRI AIZ, exigindo acompanhamento contínuo das garantias e reestruturações em curso para assegurar a previsibilidade dos rendimentos mensais.
Relatório de 2025-05-31
A rotação estratégica do portfólio, com R$ 15,1 milhões em aquisições e R$ 11,4 milhões em venda de ativos, ditou o ritmo do **SNCI11** em maio de 2025, elevando o caixa para 3,79% do patrimônio líquido. O valuation da cota patrimonial avançou de R$ 97,47 para R$ 97,80, impulsionado por uma rentabilidade ajustada de 0,93% no mês. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 13,15% e garantindo a linearidade dos rendimentos mensais. Em comparação ao mês anterior, a alavancagem líquida apresentou leve recuo para 15,03% do PL (R$ 61,75 milhões), mantendo o custo de CDI + 1,00%. O Yield All In médio da carteira sofreu uma compressão marginal, passando de 18,65% para 18,57%. No front de crédito, os riscos intrínsecos seguem concentrados nos CRIs Vanguarda e AIZ, que permanecem inadimplentes e em processo de reestruturação via assembleias de titulares, exigindo monitoramento contínuo das garantias.
Relatório de 2025-04-30
A inadimplência formal do CRI Vanguarda e a alocação de R$ 8,17 milhões em novas tranches ditaram a dinâmica do **SNCI11** em abril de 2025. O patrimônio líquido do fundo avançou para R$ 409,39 milhões, refletindo um ganho patrimonial ajustado de 1,38% no mês, o que elevou a cota patrimonial para R$ 97,47, o maior patamar desde outubro de 2024. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 1,00 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 13,35%. No portfólio, o Yield All In médio dos ativos recuou de 19,32% para 18,65% ao ano. A movimentação tática incluiu aquisições nos CRIs Estoque Helbor, WIMO II, WIMO IV e Bit Série 3, reduzindo o caixa para cerca de 2% do PL. A alavancagem líquida encerrou o período em 15,18% do PL (R$ 62,14 milhões), com custo mantido em CDI + 1,00%. O cenário de crédito exigiu atuação ativa, especialmente com o default do CRI Vanguarda e a convocação de assembleias para reestruturação e venda de ativos dados em garantia no CRI Pesa/AIZ, evidenciando o foco na mitigação de riscos intrínsecos.
Relatório de 2025-03-31
A movimentação tática no portfólio e a originação de novas tranches ditaram o ritmo do **SNCI11** em março de 2025. O patrimônio líquido avançou para R$ 405,39 milhões, impulsionado por novas alocações que somaram R$ 9,2 milhões, incluindo aportes nos CRIs Arpoador (sênior e subordinada), MZM V e Estoque Helbor, além da aquisição de cotas do FII ZAVC11. Em contrapartida, a carteira registrou a quitação integral do CRI Vitacon II, liberando capital para reciclagem. O Yield All In médio dos ativos subiu de 18,85% para 19,32% ao ano, refletindo o carrego atualizado da carteira, enquanto o dividend yield anualizado ajustou para 13,16%. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 1,00 por cota, confirmando o guidance de rendimentos mensais para abril. No front de monitoramento, o fundo enfrentou deliberações complexas, como a postergação de vencimento no CRI RDR e a incorporação de multas no CRI Vanguarda, evidenciando uma postura ativa na reestruturação de garantias para mitigar riscos de crédito. A alavancagem via compromissadas atingiu 17,05% do PL, com custo médio de CDI + 1,00%.