Relatório de 2026-04-30
A forte recuperação na distribuição de dividendos marcou o desempenho do **VGIP11** em abril de 2026, saltando para R$ 1,08 por cota, um avanço expressivo frente aos R$ 0,73 do mês anterior. Esse incremento foi impulsionado pelo aumento do IPCA, que também gerou uma variação positiva de R$ 0,05 na cota patrimonial, encerrando o período avaliada em R$ 90,50. No mercado secundário, a cotação seguiu a tendência de alta e fechou a R$ 82,33, reduzindo o deságio histórico. A gestão elevou a alocação em CRIs para 96,8% do patrimônio líquido após investir R$ 13,7 milhões em ativos da carteira, enquanto as amortizações somaram R$ 5,7 milhões. A carteira mantém-se 100% adimplente, mitigando riscos de crédito de curto prazo, com o yield médio avançando para 10,53% ao ano, consolidando uma sólida reserva de IPCA acumulado de R$ 0,55 por cota para futuros rendimentos mensais.
Relatório de 2026-03-31
A abertura das taxas de juros das NTN-Bs ditou a dinâmica de valuation do **VGIP11** em março de 2026, provocando uma retração de R$ 0,31 na cota patrimonial, que encerrou o período a R$ 90,45. No aspecto de geração de caixa, o pagamento de dividendos sofreu um leve recuo para R$ 0,73 por cota, frente aos R$ 0,74 do mês anterior. Em contrapartida, os ganhos de IPCA acumulados deram um salto expressivo, passando de R$ 0,10 para R$ 0,33 por cota, o que reforça a reserva para rendimentos mensais futuros. A alocação em CRIs continuou sua trajetória de leve queda, atingindo 95,8% do patrimônio líquido, reflexo do recebimento de R$ 6,5 milhões em amortizações (com destaque para Mabu 204S e CashMe 31E Sênior) contrapondo-se a apenas R$ 2,1 milhões em novas aquisições. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, os dados de carrego mostram uma carteira 100% adimplente e um yield médio que avançou para 10,45%, enquanto a cota de mercado aprofundou seu deságio ao fechar negociada a R$ 80,25.
Relatório de 2026-02-27
A recuperação no pagamento de dividendos e o recebimento de amortizações ditaram o ritmo do **VGIP11** em fevereiro de 2026. Os rendimentos mensais registraram um salto para R$ 0,74 por cota, revertendo a contração do mês anterior, impulsionados pelo aumento nos ganhos de IPCA acumulados, que passaram de R$ 0,08 para R$ 0,10 por cota. A alocação em CRIs recuou levemente de 97,0% para 96,12% do patrimônio líquido, reflexo direto do recebimento de R$ 9,4 milhões em amortizações ordinárias e extraordinárias, com destaque para as operações CashMe e Mabu 204S. No aspecto de valuation, a cota patrimonial manteve a trajetória de alta com um avanço de R$ 0,48, encerrando o período a R$ 90,76. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, os dados de carrego apontam uma cota de mercado negociada com deságio a R$ 81,89, enquanto a carteira sustenta 100% de adimplência e um yield médio de 10,19%, demonstrando resiliência na geração de caixa apesar da leve compressão frente aos 10,21% do mês anterior.
Relatório de 2026-01-30
A intensa rotação de carteira, marcada por R$ 92,5 milhões em venda de ativos e R$ 82,1 milhões em aquisições, reconfigurou a alocação do **VGIP11** no início de 2026. O nível de investimento em CRIs recuou de 99,1% para 97,0% do patrimônio líquido, refletindo o aumento da posição de caixa após as movimentações. O pagamento de dividendos mensais sofreu nova contração, passando de R$ 0,71 para R$ 0,64 por cota, impactado pela redução nos ganhos de IPCA acumulados, que agora somam apenas R$ 0,08 por cota. Em contrapartida, a cota patrimonial registrou um avanço expressivo de R$ 0,67, encerrando a R$ 90,29, impulsionada pelo fechamento das taxas das NTN-Bs. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os dados de valuation mostram a cota de mercado a R$ 82,09, com a carteira mantendo 100% de adimplência e um yield médio de 10,21%, evidenciando um carrego saudável apesar da compressão nos rendimentos de curto prazo.
Relatório de 2025-12-31
A redução no pagamento de dividendos e o aumento da alocação em CRIs marcaram a dinâmica do **VGIP11** no fechamento de 2025. O fundo distribuiu R$ 0,71 por cota em dezembro, um recuo frente aos R$ 0,92 do mês anterior, reflexo direto da queda nos ganhos de IPCA acumulados, que passaram de R$ 0,18 para R$ 0,10 por cota. No aspecto de valuation e carrego, a cota patrimonial registrou leve avanço de R$ 0,05, encerrando a R$ 89,62, impulsionada pelo fechamento das taxas das NTN-Bs. O nível de investimento subiu de 98,5% para 99,1% do patrimônio líquido, suportado pela aquisição de R$ 20,2 milhões em quatro operações, com destaque para o CRI JL (IPCA + 11,00%). Simultaneamente, a gestão realizou a venda parcial do CRI General Shopping (R$ 8,8 milhões) e reportou o recebimento de R$ 6,4 milhões em amortizações. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os dados descritivos apontam uma carteira 100% adimplente, com yield médio de 10,48% e cota de mercado negociada a R$ 80,23, fornecendo um panorama claro dos rendimentos mensais e do risco de crédito atual.
Relatório de 2025-11-28
A forte elevação no pagamento de dividendos e a reestruturação de ativos inadimplentes redefiniram o carrego do **VGIP11** em novembro de 2025. O fundo distribuiu R$ 0,92 por cota, um salto expressivo em relação aos R$ 0,65 do mês anterior, impulsionado pelo ganho de IPCA acumulado que subiu para R$ 0,18 por cota. No aspecto de valuation e riscos intrínsecos, a cota patrimonial avançou R$ 1,36, fechando em R$ 89,57, beneficiada pelo fechamento das taxas das NTN-Bs, pelo vencimento do CRI TMX e pela retomada da marcação a mercado do CRI Manhattan 196S. Este último, que representava o principal foco de atenção da carteira, voltou a pagar juros após repactuação da dívida, alongamento de prazo para 2029 e incorporação dos atrasos ao saldo devedor. Com essas movimentações e a aquisição de R$ 16,3 milhões em seis novas operações de CRI, o nível de alocação ajustou-se para 98,5% do patrimônio líquido, enquanto a cota de mercado encerrou o período cotada a R$ 78,57, fornecendo novos dados descritivos para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no atual cenário de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-10-31
A retomada das alocações com a compra do CRI EAB e o aumento das amortizações marcaram a dinâmica do **VGIP11** em outubro de 2025, contrastando com a inércia do mês anterior. A cota patrimonial registrou alta de R$ 0,25, fechando em R$ 88,21, impulsionada pelo fechamento das taxas das NTN-Bs e pelo vencimento do CRI Socicam Chapecó, que reverteu o efeito negativo de marcação a mercado. O pagamento de dividendos, no entanto, recuou de R$ 0,74 para R$ 0,65 por cota. A reserva de ganhos de IPCA acumulados também sofreu uma queda expressiva, passando de R$ 0,32 para R$ 0,14 por cota, o que reduz a margem para suavização de rendimentos mensais futuros. O nível de alocação subiu para 100,6% do patrimônio líquido, com o yield médio da carteira ajustando levemente para 10,68%. Para investidores avaliando o valuation e pesquisando se o carrego vale a pena, o fundo encerrou o mês com a cota de mercado a R$ 75,70, mantendo o monitoramento sobre os riscos intrínsecos da carteira, especialmente o CRI Manhattan 196S, que segue inadimplente.
Relatório de 2025-09-30
A abertura das taxas de juros das NTN-Bs e a ausência de novas alocações ditaram o ritmo do **VGIP11** em setembro de 2025. A cota patrimonial sofreu uma retração de R$ 0,21, encerrando o período a R$ 87,96, revertendo parte do ganho observado no mês anterior e pressionando o valuation do fundo. O pagamento de dividendos também recuou de R$ 0,82 para R$ 0,74 por cota, refletindo um mês sem movimentações de compra e venda na carteira e um volume drasticamente menor de amortizações recebidas (R$ 5,6 milhões ante os R$ 66,3 milhões de agosto). Por outro lado, a reserva de ganhos de IPCA acumulados apresentou forte recuperação, saltando de R$ 0,17 para R$ 0,32 por cota, o que pode suavizar os rendimentos mensais futuros. Para os investidores que pesquisam se o carrego de longo prazo vale a pena, o yield médio da carteira subiu levemente para 10,72%, mantendo o nível de alocação do patrimônio líquido em 99,9%. No campo do crédito, a inadimplência do CRI Manhattan 196S segue no radar como um risco intrínseco, embora a gestão destaque o robusto pacote de garantias atrelado à operação.
Relatório de 2025-08-31
O fechamento das taxas das NTN-Bs e a retomada no volume de aquisições reverteram a pressão no valuation do **VGIP11** em agosto de 2025. A cota patrimonial registrou variação positiva de R$ 0,67, encerrando o mês a R$ 88,17. O pagamento de dividendos apresentou recuperação, subindo de R$ 0,76 para R$ 0,82 por cota, impulsionado pela alocação de R$ 79,6 milhões em novas operações, com destaque para o CRI São Gonçalo 179E e o aporte adicional no CRI JSTX. O nível de alocação do patrimônio líquido avançou para 100,4%, superando os 99,0% do mês anterior, mesmo após o recebimento de R$ 66,3 milhões em amortizações ordinárias e extraordinárias. A reserva de ganhos de IPCA acumulados, por sua vez, recuou de R$ 0,29 para R$ 0,17 por cota. Para os investidores que avaliam se o carrego de longo prazo vale a pena, o yield médio da carteira ajustou para 10,61%, refletindo a marcação a mercado e o carrego de IPCA com defasagem de dois meses.
Relatório de 2025-07-31
A abertura das taxas das NTN-Bs e a dinâmica de inflação pressionaram o valuation e a distribuição de rendimentos do **VGIP11** em julho de 2025. O pagamento de dividendos recuou expressivamente de R$ 1,25 para R$ 0,76 por cota, refletindo o carrego de IPCA com defasagem de dois meses. Em contrapartida, a reserva de ganhos de IPCA acumulados voltou a subir, passando de R$ 0,26 para R$ 0,29 por cota, o que pode suavizar distribuições futuras. No valuation, a cota patrimonial sofreu uma variação negativa de R$ 0,85, encerrando o mês a R$ 87,50, impactada diretamente pela abertura da curva de juros reais. O nível de alocação do patrimônio líquido ajustou de 100,5% para 99,0%, com o recebimento de R$ 18,0 milhões em amortizações (destaque para os CRIs Francisco Leitão e Dot) contra apenas R$ 2,0 milhões em novas aquisições (CRI Scala Datacenter 2S). Para o investidor que pesquisa se o carrego de longo prazo vale a pena, o yield médio da carteira subiu para 11,09%. O risco de crédito segue isolado no CRI Manhattan 196S, que permanece inadimplente, embora a gestão reforce que as garantias superam 200%.
Relatório de 2025-06-30
A normalização do giro da carteira refletiu no ajuste do pagamento de dividendos do **VGIP11** em junho de 2025, que recuou para R$ 1,25 por cota, após o pico atípico de R$ 1,98 registrado no mês anterior. A gestão continuou a realizar o destravamento de inflação, reduzindo a reserva de ganhos de IPCA acumulados de R$ 0,40 para R$ 0,26 por cota. No valuation, a cota patrimonial registrou leve alta de R$ 0,15, encerrando o período a R$ 88,35, impulsionada pelo fechamento das taxas das NTN-Bs. O nível de alocação recuou de 103,0% para 100,5% do patrimônio líquido, reflexo do forte volume de amortizações recebidas (R$ 32,8 milhões, com destaque para liquidações da Helbor e Gafisa), que superou a única aquisição do mês (R$ 3,3 milhões no CRI JSTX). As operações compromissadas reversas subiram marginalmente para R$ 37,3 milhões. Para o investidor que pesquisa se o carrego de longo prazo vale a pena, o yield médio da carteira ajustou para 10,68%. O risco intrínseco segue concentrado no CRI Manhattan 196S, que permanece inadimplente, exigindo renegociação de fluxo de caixa, embora a garantia continue acima de 200%.
Relatório de 2025-05-31
O giro estratégico da carteira de CRIs destravou um salto expressivo no pagamento de dividendos do **VGIP11** em maio de 2025, elevando a distribuição para R$ 1,98 por cota, frente aos R$ 1,13 do mês anterior. A gestão optou por realizar ganhos de IPCA acumulados, o que reduziu a reserva de inflação retida de R$ 1,43 para R$ 0,40 por cota. Como reflexo direto dessa destinação de reservas aos cotistas e do fechamento das taxas das NTN-Bs, o valuation da cota patrimonial sofreu uma retração de R$ 0,95, encerrando o período cotada a R$ 88,20. No campo das movimentações, o portfólio registrou a venda total do CRI Lote V por R$ 10,6 milhões e o recebimento de R$ 10,0 milhões em amortizações, mantendo o nível de alocação em 103,0% do patrimônio líquido, suportado por R$ 36,8 milhões em operações compromissadas reversas. Para o investidor que pesquisa se o carrego de longo prazo vale a pena, o yield médio da carteira ajustou levemente para IPCA + 10,79%. Em relação aos riscos intrínsecos, o CRI Manhattan 196S permanece inadimplente, exigindo monitoramento contínuo da garantia que segue acima de 230%.
Relatório de 2025-04-30
A forte elevação no pagamento de dividendos e o uso de operações compromissadas para alavancagem ditaram o ritmo de abril de 2025 para o **VGIP11**. Os rendimentos mensais saltaram de R$ 0,72 para R$ 1,13 por cota, impulsionados pela variação do IPCA de fevereiro (1,31%), enquanto a inflação retida no portfólio cresceu expressivamente, passando de R$ 0,98 para R$ 1,43 por cota. O nível de alocação rompeu a barreira do patrimônio líquido, atingindo 103,4% mediante o uso de R$ 36,4 milhões em compromissadas reversas atreladas ao CDI + 0,80%. Na frente de movimentações, a gestão alocou R$ 54,4 milhões, com destaque para a entrada do CRI Realiza (IPCA + 10,5%) e aportes adicionais nos CRIs Mabu 204S e VFDL. Em contrapartida, o fundo recebeu R$ 12,5 milhões em amortizações, marcando a saída definitiva do CRI Square Bertioga. O valuation da cota patrimonial registrou alta, alcançando R$ 89,15, favorecido pelo fechamento das taxas das NTN-Bs. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena no carrego de longo prazo, a carteira apresenta um yield médio de IPCA + 10,84%. No campo dos riscos intrínsecos, a inadimplência do CRI Manhattan 196S (2,2% do PL) persiste sem pagamento de juros, exigindo monitoramento contínuo da garantia, que segue acima de 230%.
Relatório de 2025-03-31
A forte movimentação na carteira de crédito e a variação positiva no valuation da cota ditaram o ritmo de março de 2025 para o **VGIP11**, contrastando com a redução no pagamento de dividendos. O nível de alocação do patrimônio líquido subiu para 99,4%, agora concentrado em 50 operações. A gestão realizou aquisições que somaram R$ 48,2 milhões, com destaque para a entrada do novo CRI Blue 23E (IPCA + 10,0% ao ano) e aportes adicionais no CRI VFDL. Em contrapartida, houve a venda de ativos com a alienação total do CRI RV Ipiranga 2 e o recebimento de R$ 37,9 milhões em amortizações, impulsionado pela quitação integral do CRI Carinás II. Os rendimentos mensais recuaram para R$ 0,72 por cota, refletindo a defasagem do IPCA de janeiro (0,16%), mas o fundo ampliou sua reserva e agora acumula R$ 0,98 por cota em ganhos de inflação retidos. O valor patrimonial reagiu positivamente, subindo para R$ 88,03, favorecido pela capitalização do IPCA de fevereiro e pela saída do CRI Carinás II, que sofria marcação a mercado negativa. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena no longo prazo, o carrego atual apresenta um yield médio da carteira de IPCA + 10,95%. No campo dos riscos, a inadimplência do CRI Manhattan 196S persiste, exigindo acompanhamento contínuo da robustez das garantias.