Relatório de 2026-04-30
A elevação da inadimplência líquida para 10,3% e a consequente redução no pagamento de dividendos ditaram o ritmo do **LASC11** em abril de 2026. Os rendimentos mensais recuaram de R$ 0,75 para R$ 0,65 por cota, comprimindo o yield anualizado para 6,83%. No mercado secundário, a cotação sofreu desvalorização de 3,44%, fechando a R$ 114,17, enquanto o valor patrimonial permaneceu inalterado na marca de R$ 131,95. Apesar da pressão no carrego e da leve queda na taxa de ocupação consolidada (de 97,2% para 96,7%), o portfólio demonstrou resiliência operacional com um salto expressivo nas vendas totais de março, que atingiram R$ 30,8 milhões (+13,44% na comparação anual), mitigando parcialmente os riscos atrelados à flutuação de recebíveis e reforçando a tese de estabilidade dos ativos reais.
Relatório de 2026-03-31
A reversão brusca na inadimplência líquida, que despencou de 26% para 0% no mês, marcou a dinâmica operacional do **LASC11** em março de 2026. Apesar da forte recuperação nos recebíveis, o pagamento de dividendos recuou de R$ 0,85 para R$ 0,75 por cota, comprimindo o yield anualizado para 7,61%. No carrego dos ativos, a taxa de ocupação consolidada apresentou leve retração, passando de 97,3% para 97,2%, acompanhada por uma desaceleração nas vendas totais de fevereiro, que somaram R$ 25,2 milhões (-0,08% na comparação anual). No valuation, o valor do patrimônio permaneceu estável em R$ 131,95, enquanto a cota a mercado registrou valorização expressiva de 5,11%, fechando a R$ 118,24. O cenário exige monitoramento dos riscos atrelados à queda nas vendas do varejo, que podem impactar o custo de ocupação e a geração futura de caixa.
Relatório de 2026-02-27
Um salto expressivo na inadimplência líquida, que atingiu 26% no mês, contrastou com o aumento na distribuição de rendimentos mensais do **LASC11**, que passou de R$ 0,75 para R$ 0,85 por cota. Esse incremento nos dividendos elevou o yield anualizado para 9,07%, refletindo a dinâmica de caixa do portfólio no período. No carrego operacional, a taxa de ocupação consolidada evoluiu de 96,4% para 97,3%, impulsionada pela alta no Parque Shopping Belém, que agora registra 99,5% de área locada. As vendas totais de janeiro somaram R$ 28,1 milhões, marcando um crescimento de 7,54% na comparação anual, evidenciando resiliência no varejo local. No valuation, o valor patrimonial da cota permaneceu praticamente estável em R$ 131,94, enquanto a cota a mercado apresentou leve valorização, fechando a R$ 112,49. O principal risco monitorado recai sobre a sustentabilidade do pagamento de dividendos frente à oscilação abrupta nos recebíveis, exigindo atenção à eficácia das cobranças ativas para a normalização do fluxo de caixa.
Relatório de 2026-01-30
A forte recuperação na distribuição de rendimentos mensais marcou o início do ano para o **LASC11**, com o pagamento de dividendos saltando de R$ 0,51 para R$ 0,75 por cota, o que impulsionou o yield anualizado para 8,05%. Esse movimento foi sustentado por uma reversão drástica na inadimplência líquida, que passou de 10,5% para um patamar negativo de -5,2%, indicando o recebimento de aluguéis atrasados que haviam pressionado o caixa no mês anterior. No carrego operacional, a taxa de ocupação consolidada apresentou leve alta, atingindo 96,4%, com destaque para a resiliência do Parque Shopping Belém (98,2%). As vendas totais de dezembro de 2025 somaram R$ 53,8 milhões, um crescimento de 8,30% na comparação anual, sinalizando retomada do varejo local após os desafios logísticos recentes. No valuation, o valor patrimonial da cota sofreu um ajuste marginal para R$ 131,95, enquanto a cota a mercado manteve a trajetória de valorização, fechando cotada a R$ 111,75. O panorama reflete um esforço ativo na cobrança de recebíveis, estabilizando a geração de caixa do portfólio, embora exija monitoramento sobre a sustentabilidade desse patamar de distribuição sem o efeito de receitas extraordinárias.
Relatório de 2025-12-31
A expressiva retração da inadimplência líquida, que despencou de 24,1% para 10,5% neste mês, contrastou com um novo corte no pagamento de dividendos do **LASC11**, que recuou para R$ 0,51 por cota. Esse movimento comprimiu o yield anualizado para 5,61%, refletindo desafios operacionais pontuais na geração de caixa. O principal ofensor no curto prazo foi o impacto da COP30 no Parque Shopping Belém: restrições de mobilidade e logística na cidade geraram fricção de acesso, afetando o varejo local. Apesar desse cenário de risco intrínseco, os fundamentos de carrego do portfólio mostraram evolução positiva. A taxa de ocupação consolidada subiu para 96,3%, e as vendas totais atingiram R$ 35,7 milhões, um avanço de 7,31% na comparação anual. No valuation, o valor patrimonial da cota avançou para R$ 131,98, enquanto a cota a mercado registrou forte valorização, fechando em R$ 109,00. O momento exige atenção aos desdobramentos do fluxo orgânico pós-evento em Belém para a estabilização das receitas.
Relatório de 2025-11-28
O agravamento agudo da inadimplência líquida, que saltou para 24,1%, ditou um novo corte nos rendimentos mensais do **LASC11** neste ciclo de novembro de 2025. Aprofundando a deterioração vista no mês anterior, o pagamento de dividendos recuou de R$ 0,69 para R$ 0,64 por cota, comprimindo o yield anualizado para 7,66%. Apesar da forte pressão no fluxo de caixa e na distribuição, os indicadores operacionais de carrego mostraram resiliência: a taxa de ocupação consolidada teve leve alta para 96,1%, impulsionada pelos 98,1% do Parque Shopping Belém. O volume de vendas totais também avançou, atingindo R$ 32,3 milhões no mês, um crescimento de 5,81% na comparação anual. No valuation interno, o valor patrimonial da cota estabilizou em R$ 129,40, enquanto a cota a mercado apresentou leve valorização para R$ 100,25. O cenário atual exige monitoramento rigoroso da capacidade de recuperação de recebíveis, visto que a inadimplência se consolidou como o principal risco intrínseco à geração de caixa do portfólio.
Relatório de 2025-10-31
A forte elevação da inadimplência líquida e a consequente redução no pagamento de dividendos ditam o tom do **LASC11** neste ciclo de outubro de 2025. Contrastando com a resiliência do mês anterior, a inadimplência saltou de 3,2% para 7,2%, pressionando o fluxo de caixa e forçando um corte nos rendimentos mensais, que recuaram de R$ 0,75 para R$ 0,69 por cota. O yield anualizado acompanhou a retração, fixando-se em 8,28%. No carrego patrimonial, o valuation interno sofreu um ajuste negativo expressivo, com o valor da cota caindo de R$ 136,18 para R$ 129,39. Em contrapartida, a cota a mercado manteve leve viés de alta, cotada a R$ 100,01. Operacionalmente, a taxa de ocupação consolidada demonstrou estabilidade ao atingir 96%, enquanto o volume de vendas totais somou R$ 29,07 milhões, representando um crescimento anual de 8,65%, embora inferior ao pico absoluto do mês anterior. O cenário exige atenção à capacidade de recuperação de recebíveis para sustentar a distribuição futura e mitigar os riscos intrínsecos da operação.
Relatório de 2025-09-30
Aceleração nas vendas totais e recuperação do valor de mercado ditam o ritmo do **LASC11** neste ciclo, contrastando com a reversão da inadimplência líquida para o campo positivo. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,75 por cota, gerando um yield anualizado de 9,09%. No carrego patrimonial, o valuation interno avançou de R$ 135,05 para R$ 136,18, enquanto a cota a mercado apresentou forte resiliência com alta de 7,02%, cotada a R$ 99,00. Operacionalmente, a taxa de ocupação consolidada subiu marginalmente para 95,9%. O destaque positivo reside no volume de vendas totais, que atingiu R$ 32,3 milhões, marcando um crescimento expressivo de 10,82% na comparação anual e superando a estagnação do mês anterior. Por outro lado, a inadimplência líquida, que operava em patamar negativo de recuperação, saltou para 3,2%, exigindo monitoramento sobre a capacidade de retenção de recebíveis e saúde financeira dos lojistas no curto prazo.
Relatório de 2025-08-31
A redução no pagamento de dividendos para R$ 0,75 por cota e a contração de 5,21% no valor de mercado marcam o carrego patrimonial do **LASC11** neste mês de referência. Em contrapartida ao recuo na distribuição de rendimentos mensais, que reflete uma adequação após os picos recentes, o valuation interno apresentou leve resiliência, com o valor patrimonial subindo marginalmente de R$ 135,03 para R$ 135,05. No âmbito operacional, a taxa de ocupação consolidada avançou para 95,8%, enquanto as vendas totais registraram R$ 29,74 milhões, revertendo a retração anterior para uma alta de 0,44% na comparação anual. O destaque prospectivo recai sobre o Parque Shopping Belém, que iniciou preparativos para a COP 30, evento que deve atuar como catalisador de fluxo e consumo. A inadimplência líquida permaneceu controlada no patamar negativo de -2%, reforçando a eficiência na recuperação de recebíveis e mitigando riscos de curto prazo na receita.
Relatório de 2025-07-31
A aprovação de uma amortização extraordinária de R$ 5,73 por cota reconfigura a dinâmica de distribuição de capital do **LASC11** neste mês, compensando a normalização do pagamento de dividendos, que recuou para R$ 0,92 após o pico atípico gerado por venda de ativos no período anterior. No carrego patrimonial, o valuation do fundo apresentou movimentos mistos: o valor patrimonial da cota sofreu nova contração, caindo de R$ 139,45 para R$ 135,03, enquanto o valor de mercado registrou leve recuperação para R$ 97,59, reduzindo marginalmente o deságio. Operacionalmente, o principal destaque positivo foi a inadimplência líquida, que reverteu o salto alarmante do mês anterior (13,9%) e despencou para um patamar negativo de -2%, evidenciando forte recuperação de recebíveis. Em contrapartida, as vendas totais dos lojistas desaceleraram, somando R$ 30,04 milhões com uma leve retração de 0,29% na comparação anual, exigindo monitoramento sobre o ritmo de consumo nos shoppings. A taxa de ocupação consolidada permaneceu resiliente e praticamente inalterada em 95,7%.
Relatório de 2025-07-24
O fundo **LASC11** anunciou a realização de uma amortização extraordinária de cotas no valor bruto total de R$ 16.850.660,38, correspondente a aproximadamente R$ 5,7309 por cota. O pagamento está programado para ocorrer em 05 de setembro de 2025, com base na composição de cotistas do fechamento do dia 31 de julho de 2025.
Para fins de tratamento fiscal e cálculo dos tributos incidentes sob responsabilidade da administradora, os cotistas do **LASC11** deverão reportar o custo médio unitário de aquisição de suas cotas por meio do Portal do Investidor da BTG Pactual entre os dias 05 e 24 de agosto de 2025.
Relatório de 2025-07-04
O fundo **LASC11** concluiu o recebimento da parcela final referente à venda de ativos de seu portfólio, especificamente da alienação de 25% do Shopping Boulevard Vila Velha, totalizando R$ 30.592.170,94. Esta transação complementa os eventos anteriormente divulgados em fatos relevantes de dezembro de 2023 e maio de 2025.
Com esse último recebimento, o resultado distribuível apurado alcançou R$ 11.093.570,15. Como consequência, a administradora projeta um impacto financeiro estimado para fins de pagamento de dividendos de aproximadamente R$ 3,77 por cota do **LASC11**.
Relatório de 2025-06-30
A venda da participação no shopping Boulevard Vila Velha transformou a dinâmica de distribuição do **LASC11** neste mês, gerando um pagamento de dividendos atípico de R$ 3,78 por cota. Desse montante, R$ 3,00 são extraordinários, fruto de uma alienação de ativos com cap-rate de 5,1% e TIR de 36,64% ao ano, enquanto a parcela recorrente recuou levemente de R$ 0,85 para R$ 0,78. Apesar da injeção robusta no caixa do cotista, o carrego patrimonial e o valuation do fundo sofreram novas contrações: o valor patrimonial da cota ajustou-se para R$ 139,45 e o valor de mercado aprofundou o deságio ao atingir R$ 96,21. Na operação dos shoppings, as vendas totais mantiveram resiliência com alta de 8,73% na comparação anual, somando R$ 32,5 milhões. Contudo, o principal risco intrínseco recai sobre a inadimplência líquida, que reverteu a tendência de queda do mês anterior (9,9%) e saltou para 13,9%, exigindo monitoramento sobre a capacidade de repasse e retenção dos lojistas no curto prazo. A taxa de ocupação consolidada permaneceu estável em 95,8%.
Relatório de 2025-05-30
A expressiva recuperação nas vendas dos lojistas e a queda abrupta da inadimplência redefiniram o patamar de distribuição do **LASC11** neste mês. O pagamento de dividendos saltou de R$ 0,73 para R$ 0,85 por cota, elevando o yield anualizado a 10,20%. Esse avanço operacional é sustentado pelo crescimento de 11,26% nas vendas totais na comparação anual, revertendo o recuo observado no mês anterior e aquecendo a geração de caixa. A inadimplência líquida, que antes pressionava as receitas em 17,4%, recuou significativamente para 9,9%. No carrego patrimonial, contudo, o fundo registrou desvalorização: o valor patrimonial da cota ajustou-se para R$ 141,98, enquanto a cota de mercado caiu para R$ 100,00. Esse aprofundamento do deságio mantém o ativo no radar de investidores que avaliam o valuation e pesquisam se vale a pena a entrada no atual nível de preço. A taxa de ocupação consolidada oscilou levemente para 95,8%, com a gestão focada na requalificação e realocação de lojistas no Partage Campos Shopping, que ainda concentra a maior vacância do portfólio.
Relatório de 2025-05-22
O fundo **LASC11** celebrou aditivos contratuais para ajustar o prazo de pagamento da parcela final referente à venda de ativos, correspondente à alienação de 25% do Shopping Boulevard Vila Velha. O saldo devedor, corrigido pelo CDI, totaliza R$ 30.282.328,00.
A assinatura do aditivo pelo **LASC11** postergou o recebimento deste montante para o dia 30 de junho de 2025, estabelecendo em contrapartida o reforço da garantia de recebíveis da operação.
Relatório de 2025-04-30
O salto expressivo na inadimplência líquida, que atingiu 17,4% no mês, contrasta com a elevação no pagamento de dividendos do **LASC11**, que passou de R$ 0,65 para R$ 0,73 por cota (yield anualizado de 8,49%). A gestão atribui a retração no consumo e a queda nas vendas (recuo de 4,72% em março na comparação anual) aos efeitos persistentes da inflação e à política monetária restritiva, que afetam diretamente a visitação espontânea nos shoppings. No carrego patrimonial, o valor da cota subiu levemente para R$ 142,85, enquanto a cota de mercado avançou para R$ 103,16, mantendo um deságio que atrai investidores que pesquisam se vale a pena a alocação no ativo. A taxa de ocupação média apresentou ligeira melhora em relação ao mês anterior, alcançando 96,0%, sustentada pelas participações no Parque Shopping Belém e Boulevard Shopping Campos. A composição da carteira teve ajustes marginais, com 89,1% em imóveis e 9,6% em valores a receber da venda de ativos (Vila Velha).