Relatório de 2026-05-13
O fundo **AFHI11** aprovou a realização de sua oitava emissão de cotas, com o objetivo de captar inicialmente até R$ 80.074.111,04 por meio de uma oferta pública de distribuição primária sob o rito de registro automático. A emissão é destinada exclusivamente a investidores profissionais e terá o preço unitário por cota fixado em R$ 95,48.
Os recursos líquidos captados pelo **AFHI11** serão direcionados para a aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) conforme o pipeline indicativo de investimentos do fundo. Adicionalmente, os custos associados à distribuição da oferta serão integralmente arcados pela gestora, não gerando despesas de estruturação para o fundo ou para os novos subscritores.
Relatório de 2026-04-30
A forte recuperação operacional do **AFHI11** em abril de 2026 reverteu a retração do mês anterior, impulsionando o resultado gerado para R$ 1,10 por cota. Esse desempenho robusto permitiu à gestão elevar o pagamento de dividendos para R$ 1,03 por cota, ao mesmo tempo em que recompôs a reserva acumulada, que subiu de R$ 0,23 para R$ 0,30 por cota. O patrimônio líquido do fundo registrou valorização, com a cota patrimonial subindo de R$ 95,10 para R$ 95,48, impulsionada pela marcação a mercado positiva da carteira de CRIs. O período foi marcado por intensa atividade de portfólio, incluindo o pré-pagamento integral do CRI Socicam, que gerou um prêmio de R$ 0,04 por cota, e o anúncio da 8ª emissão de cotas com preço fixado em R$ 95,48 por cota, visando captar até R$ 80,07 milhões para novas alocações.
Relatório de 2026-03-31
A redução no número de dias úteis impactou diretamente a geração de caixa do **AFHI11** neste mês, fazendo o resultado recuar de R$ 1,01 para R$ 0,93 por cota. Apesar dessa contração operacional, a gestão optou por elevar o pagamento de dividendos para R$ 0,98 por cota, utilizando parte do saldo retido e reduzindo a reserva acumulada de R$ 0,28 para R$ 0,23 por cota. No valuation, a cota patrimonial registrou leve desvalorização, passando de R$ 95,25 para R$ 95,10, reflexo da marcação a mercado atrelada ao spread das NTN-Bs. A estratégia de alocação manteve o giro ativo no mercado secundário, com destaque para a venda de ativos como o CRI Galleria Bank V (gerando TIR anualizada de 14,39%) e o CRI XP Log, visando o reforço de liquidez para a estruturação de novas operações primárias. A base de investidores manteve a trajetória de crescimento, alcançando 38.529 cotistas, enquanto a carteira de crédito segue blindada com 100% de adimplência.
Relatório de 2026-02-27
O pré-pagamento do CRI Rochaverá e a recuperação na geração de caixa ditaram o ritmo operacional do **AFHI11** neste mês, revertendo a pressão observada no período anterior. O resultado gerado saltou de R$ 0,91 para R$ 1,01 por cota, impulsionado por um prêmio extraordinário de R$ 0,07 oriundo da amortização total do ativo Rochaverá. Com essa folga financeira, a gestão optou por manter o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,97 por cota, direcionando o excedente para recompor a reserva acumulada, que avançou de R$ 0,24 para R$ 0,28 por cota. O valuation patrimonial manteve a trajetória de alta, passando de R$ 95,08 para R$ 95,25, reflexo direto da marcação a mercado via fechamento de spread das NTN-Bs. No front de alocação, a estratégia de giro no mercado secundário continuou ativa com a aquisição de aproximadamente R$ 20 milhões distribuídos entre os CRIs MRV (CDI + 3,00%), MAC (IPCA + 12,00%) e Bem Brasil (IPCA + 9,20%), otimizando o carrego da carteira. Um ponto de atenção mapeado no portfólio é a exposição de 1,02% ao Grupo Pão de Açúcar (GPA), que entrou em recuperação extrajudicial; contudo, a equipe técnica ressalta que as garantias estão atreladas a lojas locadas para o Assaí, mitigando o risco de crédito imediato. A carteira permanece com 100% de adimplência e a base de investidores expandiu para 38.231 cotistas.
Relatório de 2026-01-30
A defasagem do IPCA e o menor número de dias úteis pressionaram a geração de caixa do **AFHI11**, resultando em um recuo nos rendimentos mensais. O resultado gerado caiu de R$ 0,97 para R$ 0,91 por cota, forçando a gestão a reduzir o pagamento de dividendos de R$ 1,01 para R$ 0,97 por cota. Consequentemente, a reserva acumulada sofreu nova retração, passando de R$ 0,31 para R$ 0,24 por cota. Em contrapartida, o valuation patrimonial manteve a trajetória ascendente, saltando de R$ 94,56 para R$ 95,08, impulsionado pela marcação a mercado via spread das NTN-Bs. No front de alocação, a equipe de gestão focou na compra de ativos no mercado secundário, adquirindo mais de R$ 22 milhões em CRIs high grade (XP Log, Direcional e Rede D'or) com taxas médias atrativas, buscando otimizar o carrego da carteira. O portfólio segue blindado com 100% de adimplência e a base de investidores cresceu para 37.891 cotistas. O pré-pagamento do CRI Tenda Pós-Chaves adicionou R$ 1,7 milhão ao caixa, enquanto a gestão estrutura novas operações atreladas ao CDI+ para capturar o patamar elevado da Selic.
Relatório de 2025-12-31
A forte onda de pré-pagamentos no encerramento do ano reconfigurou a liquidez do **AFHI11**, elevando o caixa para R$ 15,4 milhões e pressionando o resultado gerado no mês, que recuou de R$ 1,03 para R$ 0,97 por cota. Para sustentar os rendimentos mensais no patamar de R$ 1,01 por cota, a gestão consumiu parte da reserva acumulada, que desceu de R$ 0,36 para R$ 0,31 por cota. O valuation patrimonial manteve a leve trajetória de alta, passando de R$ 94,54 para R$ 94,56, impulsionado pela marcação a mercado atrelada ao spread das NTN-Bs. No front operacional, a carteira segue blindada com 100% de adimplência. A estratégia de alocação para 2026 já sinaliza uma rotação tática: a venda de ativos no mercado secundário (CRI Shopping Metrô Itaquera) com ganho de capital e a aquisição do CRI GARE Atacadão (IPCA + 9,37%) refletem o foco em capturar prêmios superiores à média do portfólio. Adicionalmente, o fundo busca aumentar a exposição a ativos indexados ao CDI+ com duration reduzida para surfar o atual patamar da Selic. A base de investidores retomou o crescimento, alcançando 37.615 cotistas.
Relatório de 2025-11-28
A recuperação dos indexadores e o ganho de capital com giro de carteira impulsionaram a geração de caixa do **AFHI11** em novembro de 2025, revertendo a queda observada no mês anterior. O resultado gerado saltou expressivamente de R$ 0,85 para R$ 1,03 por cota, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,01 por cota e a recomposição da reserva acumulada, que avançou de R$ 0,34 para R$ 0,36 por cota. O valuation patrimonial manteve a trajetória ascendente, passando de R$ 94,23 para R$ 94,54, reflexo direto da marcação a mercado positiva atrelada ao fechamento de spread das NTN-Bs. No front de captação, a 7ª Emissão de Cotas foi encerrada com um montante de R$ 21,9 milhões, volume substancialmente abaixo da meta inicial de R$ 80 milhões, elevando o patrimônio líquido pós-oferta para R$ 450,3 milhões. A gestão demonstrou agilidade na alocação, destinando 66% dos recursos captados para novas operações no mercado primário e secundário, com destaque para o ganho de R$ 0,02 por cota oriundo da venda de ativos (CRI FGR II). A base de cotistas apresentou leve retração, totalizando 37.566 investidores, enquanto a carteira de crédito segue blindada contra riscos de default no curto prazo, mantendo 100% de adimplência em suas obrigações.
Relatório de 2025-11-10
O fundo **AFHI11** aprovou a realização de sua 7ª emissão de cotas, visando a captação de recursos por meio de oferta pública de distribuição primária sob o regime de melhores esforços, com foco exclusivo em investidores profissionais. A emissão prevê a distribuição inicial de até 850.070 novas cotas ao preço unitário de R$ 94,11, totalizando um montante inicial de até R$ 80.000.087,70.
Os recursos captados pela emissão do **AFHI11** serão alocados em ativos conforme a política de investimentos do fundo, especificamente voltados ao pipeline indicativo detalhado de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). O direito de preferência dos atuais cotistas ocorrerá com base na posição de fechamento do dia 13/11/2025, com o período de exercício iniciando-se em 17/11/2025.
Relatório de 2025-10-31
A materialização da deflação de agosto pressionou diretamente as receitas do **AFHI11** em outubro de 2025, forçando o consumo da reserva acumulada para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,01 por cota. O resultado gerado no mês despencou de R$ 1,10 para R$ 0,85 por cota, refletindo a defasagem de dois meses dos indexadores atrelados ao IPCA. Consequentemente, o saldo retido recuou de R$ 0,50 para R$ 0,34 por cota. Em contrapartida, o valuation patrimonial registrou leve avanço, subindo de R$ 94,11 para R$ 94,23, impulsionado pela marcação a mercado e o fechamento de spread das NTN-Bs. A gestão manteve a estratégia de carrego tático, elevando a exposição ao CDI para 30,03% (incremento de 1,9% no mês) por meio de novas alocações no mercado secundário, como os CRIs Almeida Júnior, Muffato e RNI. Paralelamente, o fundo anunciou sua 7ª Emissão de Cotas, buscando captar R$ 80 milhões, em um cenário onde a base de cotistas encolheu para 37.582 investidores e a liquidez média diária retraiu para R$ 0,78 milhão. A carteira de crédito segue com 100% de adimplência, mitigando riscos de default no curto prazo.
Relatório de 2025-09-30
A intensa movimentação tática nos mercados primário e secundário marcou a evolução do **AFHI11** em setembro de 2025, consolidando uma mudança de rota na alocação de indexadores. A exposição ao CDI saltou de 22,06% no mês anterior para 28,13%, impulsionada por aquisições estratégicas como os CRIs Cahima Direcional, Ed. Rochaverá e Tibério, visando capturar o carrego do atual patamar da Selic. Em contrapartida, o valuation patrimonial sofreu leve retração, com a cota recuando de R$ 94,13 para R$ 94,11 devido à marcação a mercado atrelada ao spread das NTN-Bs. Apesar da desvalorização pontual, a venda de ativos como os CRIs FGR II e GGR Covepi II destravou ganhos de capital relevantes, elevando o resultado gerado para R$ 1,10 por cota. Esse desempenho permitiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,01 por cota e o robustecimento da reserva acumulada, que passou de R$ 0,41 para R$ 0,50 por cota. A base de investidores manteve a tendência de encolhimento, registrando 37.813 cotistas, enquanto a liquidez média diária se fixou em R$ 0,82 milhão. A saúde de crédito permanece inalterada, com 100% de adimplência, mitigando riscos intrínsecos de calote no curto prazo, embora a gestão alerte para o impacto iminente da deflação do IPCA de agosto nos rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2025-08-31
A reversão na marcação a mercado impulsionou o valuation patrimonial do **AFHI11** em agosto de 2025, recuperando parte das perdas registradas no mês anterior. O valor da cota patrimonial subiu de R$ 93,85 para R$ 94,13, alavancado pelo fechamento de spreads sobre as NTN-Bs na precificação da carteira de crédito. Apesar da deflação de -0,11% apurada no IPCA, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 1,01 por cota, suportado por um resultado gerado equivalente no mês e pela manutenção estratégica de uma reserva acumulada de R$ 0,41 por cota. A dinâmica de alocação sofreu alterações táticas relevantes: a posição de caixa saltou para 6,76% do patrimônio líquido, reflexo direto de amortizações extraordinárias via mecanismos de cash sweep em empreendimentos com velocidade de vendas acima do projetado. No mercado secundário, a gestão executou a venda de ativos parcial do CRI Brookfield (IPCA + 8,55%) para o destravamento de ganho de capital, e alocou novos recursos nos CRIs 3Z Realty, MRV e GPA. A exposição ao CDI recuou levemente para 22,06%, enquanto a base de cotistas manteve a tendência de contração, recuando para 38.309 investidores. A saúde de crédito da carteira permanece sólida, com 100% de adimplência e sem novos eventos de renegociação reportados.
Relatório de 2025-07-31
A marcação a mercado negativa e a projeção de deflação pressionaram o valuation patrimonial e os rendimentos do **AFHI11** em julho de 2025. O valor patrimonial recuou de R$ 94,76 para R$ 93,85 por cota, reflexo da abertura de spreads sobre as NTN-Bs na precificação da carteira. O pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 1,01 por cota (ante R$ 1,09 no mês anterior), alinhado a um resultado gerado menor de R$ 0,98. A reserva acumulada caiu levemente para R$ 0,41 por cota, sendo estrategicamente retida para mitigar o impacto negativo esperado na receita de correção monetária devido à deflação projetada pelo IPCA-15. Na alocação, a exposição ao CDI recuou de 24,22% para 22,48%, com a aquisição de R$ 2,6 milhões do CRI RNI (CDI + 1,74%) e a venda de ativos parcial do CRI Brookfield (IPCA + 8,60%). O fundo enfrentou um evento operacional crítico com a securitizadora Virgo, que alocou indevidamente recursos de patrimônio separado (CRIs Copagril, Direcional e Oba Hortifruti) no fundo Allocation FIRF. A gestão atuou para o resgate imediato e suspendeu novas estruturações com a parceira. A base de cotistas continuou em queda, atingindo 38.876, enquanto a adimplência da carteira permanece sólida em 100%.
Relatório de 2025-06-30
A rotação estratégica da carteira rumo a ativos atrelados ao CDI marcou o mês de junho, impulsionando o pagamento de dividendos do **AFHI11** para R$ 1,09 por cota, frente aos R$ 1,01 distribuídos no período anterior. Para mitigar a volatilidade esperada pela desaceleração do IPCA, a gestão elevou a exposição ao CDI de 20,14% para 24,22%, viabilizada pela venda de ativos, especificamente R$ 7,9 milhões do CRI GRU Elements, e aquisições primárias e secundárias focadas em carrego, como os CRIs Muffato e Tibério. O valuation patrimonial registrou leve avanço para R$ 94,76, enquanto a cotação no mercado secundário subiu para R$ 92,71. O resultado gerado no mês recuou ligeiramente para R$ 1,07 por cota, consumindo um centavo da reserva acumulada, que agora se encontra em R$ 0,44, garantindo previsibilidade para os próximos rendimentos mensais. Destaca-se também a mudança contábil do administrador BTG Pactual, que voltou a incorporar rendimentos apurados e não distribuídos ao patrimônio líquido nos fechamentos de semestre, e a redução na base de cotistas para 39.578, atribuída à descontinuação de carteiras automatizadas por instituições financeiras. A carteira de crédito segue com 100% de adimplência.
Relatório de 2025-05-31
O repasse do IPCA apurado em março (0,56%) e a liberação do saldo acumulado de fevereiro garantiram um patamar elevado de receitas de correção monetária, permitindo ao **AFHI11** elevar o pagamento de dividendos para R$ 1,01 por cota em maio de 2025. Embora o resultado gerado no mês tenha recuado de R$ 1,20 para R$ 1,11 por cota na comparação mensal, a robusta geração de caixa em regime de competência possibilitou o incremento da reserva acumulada, que saltou de R$ 0,36 para R$ 0,45 por cota, conferindo previsibilidade para os próximos rendimentos mensais. O valuation patrimonial manteve a trajetória de alta, com a cota patrimonial avançando de R$ 94,40 para R$ 94,72, impulsionada pela marcação a mercado da carteira de CRIs frente às taxas das NTN-Bs. Em contrapartida, no mercado secundário, a cotação recuou de R$ 93,44 para R$ 92,00, ampliando o deságio do fundo. A gestão realizou alocações táticas de compra de ativos no mercado secundário, adquirindo R$ 405 mil do CRI Bem Brasil (IPCA + 9,25%) e R$ 159 mil do CRI Vitacon IV (CDI + 5,00%), com o objetivo de capturar carrego e otimizar a taxa média de aquisição. O patrimônio líquido registrou leve alta para R$ 431,49 milhões, e a base de cotistas estabilizou em 40.755 investidores, com a carteira mantendo 100% de adimplência.
Relatório de 2025-04-30
A forte variação do IPCA de fevereiro (1,31%) reverteu a pressão do mês anterior e impulsionou o resultado gerado do **AFHI11** para R$ 1,20 por cota em abril de 2025. Esse carrego inflacionário permitiu não apenas a elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,00 por cota, mas também a recomposição expressiva da reserva acumulada, que saltou de R$ 0,16 para R$ 0,36 por cota. O valuation patrimonial acompanhou o movimento positivo, com a cota patrimonial subindo de R$ 93,20 para R$ 94,40, refletindo a marcação a mercado da carteira, enquanto o patrimônio líquido avançou para R$ 430,04 milhões. No mercado secundário, a cotação reagiu de R$ 92,74 para R$ 93,44. A gestão realizou um giro tático relevante: executou a venda de ativos com a alienação parcial do CRI HSI Bemol (R$ 4,44 milhões a IPCA + 8,26%) para alocar R$ 13 milhões no mercado primário no CRI GGR Covepi II (IPCA + 9,00%), elevando a exposição total em CRIs para 96,82% e a indexação ao IPCA para 77,08%. Houve uma queda atípica de 3,90% na base de cotistas (para 40.748), justificada pela saída em bloco de uma carteira específica, sem gerar volatilidade na cotação.
Relatório de 2025-03-31
A alocação tática no mercado secundário e o gerenciamento de reservas ditaram o ritmo do **AFHI11** em março de 2025, impulsionando o pagamento de dividendos para R$ 0,99 por cota. Comparado ao mês anterior, o fundo apresentou leve retração na cota patrimonial, que passou de R$ 93,21 para R$ 93,20, e no patrimônio líquido, agora em R$ 424,59 milhões. O valuation de mercado sofreu um ajuste mais expressivo, recuando de R$ 94,23 para R$ 92,74. A gestão manteve o foco na diversificação, adquirindo R$ 4,62 milhões na compra de novos ativos (CRI Assaí HGRU, CRI 3Z Realty e CRI Shopping Itaquera). A exposição a CRIs subiu para 96,41%, com o indexador IPCA representando 75,71% do portfólio. Apesar do resultado gerado no mês ter sido de R$ 0,90 por cota, diretamente impactado pelo IPCA fraco de janeiro (0,16%), a distribuição de rendimentos mensais foi mantida em patamar elevado utilizando parte da reserva acumulada, que recuou de R$ 0,25 para R$ 0,16 por cota. O saldo de correção monetária fechou em R$ 0,25 por cota, garantindo previsibilidade para os próximos pagamentos.