Relatório de 2026-04-25
A valorização da cota patrimonial para R$ 112,30 e o avanço na montagem do stand de vendas do projeto Dom Campinas marcam o período de referência de abril de 2026 do **BMLT11**. O patrimônio líquido do fundo registrou crescimento, atingindo R$ 32,56 milhões, impulsionado pelo carrego da carteira de permuta financeira na classe mezanino (IPCA + 15,00% a.a.). Em contrapartida, a base de cotistas apresentou um leve recuo, caindo para 1.605 investidores. No plano imobiliário, o projeto Dom Campinas segue em etapas finais de tramitação cartorial para obtenção do Registro de Incorporação (RI), passo crucial para iniciar a venda de ativos e destravar o pagamento de dividendos e rendimentos mensais. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, a tese permanece sustentada por laudos de avaliação de R$ 583 milhões e um VGV estimado de R$ 1,4 bilhão, mitigando riscos operacionais de curto prazo.
Relatório de 2026-03-25
O avanço do valor patrimonial da cota para R$ 110,39 e a expansão da base de investidores marcam a evolução do **BMLT11** no mês, enquanto o portfólio aguarda o destrave operacional de suas vendas. O patrimônio líquido alcançou R$ 32 milhões, refletindo o carrego da carteira estruturada em permuta financeira na tranche mezanino (IPCA + 15,00% a.a.). A base de cotistas subiu para 1.615 investidores, revertendo o leve recuo do mês anterior. No aspecto imobiliário, o projeto Dom Campinas segue nas etapas finais de tramitação cartorial para a obtenção do Registro de Incorporação (RI). A gestão mantém a expectativa de lançamento comercial iminente, passo fundamental para a futura geração de caixa, pagamento de dividendos e rendimentos mensais. Para o investidor que analisa se o ativo vale a pena, o valuation permanece ancorado em laudos de R$ 583 milhões, suportando um VGV total estimado em R$ 1,4 bilhão para os cinco loteamentos, o que baliza a tese de venda de ativos no médio prazo.
Relatório de 2026-02-25
A aprovação municipal do empreendimento Baronesa, comercialmente batizado de Ópera, destrava a fase cartorária do **BMLT11** e marca o principal avanço operacional de fevereiro. Com o decreto publicado pela Prefeitura de Campinas, o projeto caminha para a obtenção do Registro de Incorporação (RI), gatilho legal obrigatório para o lançamento e futura venda de ativos. No âmbito financeiro, o carrego da carteira impulsionou o valor patrimonial da cota para R$ 108,64, elevando o patrimônio líquido a R$ 31,5 milhões, enquanto a base de cotistas registrou leve recuo para 1.491 investidores. A geração de caixa, essencial para o pagamento de dividendos e rendimentos mensais, segue dependente do início das vendas físicas. Para o mercado que avalia se a tese vale a pena, o valuation do portfólio mantém-se ancorado em laudos de R$ 583 milhões, com o fundo detendo 70% do VGV de R$ 148 milhões projetado para o Ópera, estruturado em tranches que absorvem o risco da incorporação.
Relatório de 2026-01-25
O avanço do valor patrimonial da cota para R$ 107,50 e a expansão do patrimônio líquido para R$ 31,1 milhões marcam a evolução financeira do **BMLT11** no mês de janeiro, superando a marca de R$ 30,8 milhões do período anterior. Sem sobressaltos operacionais ou fatos relevantes, a gestão manteve o foco na estruturação de instrumentos contratuais preparatórios, visando futuras operações de venda de ativos. O cronograma físico e burocrático segue inalterado, com a expectativa de obtenção do Registro de Incorporação (RI) do projeto Dom Campinas mantida para março de 2026. Esta etapa é o gatilho necessário para o lançamento comercial e futura geração de caixa, essencial para o pagamento de dividendos e rendimentos mensais aos 1.496 cotistas. Para investidores que avaliam se o carrego da tese vale a pena, os fundamentos de valuation permanecem ancorados em laudos de R$ 583 milhões para os terrenos e um Valor Geral de Vendas (VGV) potencial de R$ 1,4 bilhão, com a estrutura de capital dividida em tranches que absorvem o risco da incorporação.
Relatório de 2025-12-25
A valorização patrimonial marcou o fechamento do ano para o **BMLT11**, com o valor da cota avançando para R$ 106,24 e o patrimônio líquido superando a marca de R$ 30,8 milhões no mês de referência. Sem novas alterações no cronograma de obras, a gestão manteve o foco na estruturação de instrumentos contratuais preparatórios e na qualificação de leads do evento de Campinas para futuras operações de venda de ativos. O Registro de Incorporação (RI) do projeto Dom Campinas segue previsto para março de 2026, etapa burocrática crucial para a abertura de vendas ao público e futura geração de caixa que suportará o pagamento de dividendos e rendimentos mensais. Para os investidores que monitoram se o carrego da tese vale a pena, os fundamentos de valuation permanecem inalterados, com laudos de avaliação dos terrenos ancorados em R$ 583 milhões e um Valor Geral de Vendas (VGV) potencial de R$ 1,4 bilhão. A base de cotistas estabilizou em 1.496 investidores, consolidando a expansão observada no período anterior.
Relatório de 2025-11-25
A revisão do cronograma para a obtenção do Registro de Incorporação (RI) do empreendimento Ópera (ex-Dom Campinas) para março de 2026 redefiniu a esteira de lançamentos do **BMLT11** neste mês de referência. O adiamento desta etapa burocrática posterga a abertura das vendas ao público geral, fator que impacta diretamente a futura dinâmica de pagamento de dividendos e rendimentos mensais aos investidores. Apesar da alteração no cronograma de obras, a base de cotistas registrou expansão expressiva, saltando de 1.264 para 1.496 investidores. O patrimônio líquido permaneceu estável em R$ 30,23 milhões, mantendo o valor patrimonial por cota em R$ 104,24. No âmbito comercial, a gestão reportou avanços nas tratativas de venda de ativos via Sociedade em Conta de Participação (SCP), com leads gerados no evento de Campinas evoluindo para potenciais conversões em unidades. Para os cotistas que avaliam se o carrego da tese vale a pena, os laudos de avaliação seguem ancorados em R$ 583 milhões, suportando um Valor Geral de Vendas (VGV) estimado de R$ 1,4 bilhão para o portfólio de permuta financeira.
Relatório de 2025-10-25
O pré-lançamento do empreendimento Dom Campinas, rebatizado comercialmente como Opera, marcou o principal avanço operacional do **BMLT11** no mês de outubro de 2025. O evento focou na captação de investidores via Sociedade em Conta de Participação (SCP), gerando leads essenciais para a futura monetização do portfólio. Financeiramente, o patrimônio líquido do fundo registrou expansão em relação ao mês anterior, saltando de R$ 29,5 milhões para R$ 30,23 milhões, o que impulsionou o valor patrimonial por cota para R$ 104,24. A carteira mantém os laudos de avaliação consolidados em R$ 583 milhões e o Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 1,4 bilhão. A dinâmica de pagamento de dividendos e rendimentos mensais aos 1.264 cotistas segue estritamente atrelada à fase final de obtenção do Registro de Incorporação (RI), etapa burocrática crucial para destravar a venda de ativos ao público geral e mitigar os riscos de desenvolvimento inerentes à tese de permuta financeira.
Relatório de 2025-08-29
A aprovação final do GRAPROHAB para o empreendimento Dom Campinas destravou a principal barreira para o início das vendas e lançamentos do portfólio. O **BMLT11** atua com uma tese focada em permuta financeira para loteamentos de alto padrão em Campinas (SP), em parceria com a incorporadora Lote5. A classe Mezanino, foco deste documento, possui uma alocação indexada a IPCA + 15,00% a.a. O patrimônio líquido atual do fundo é de R$ 29,5 milhões, refletindo um valor patrimonial por cota de R$ 102,03. A carteira de terrenos possui laudos de avaliação que somam R$ 583 milhões, suportando um Valor Geral de Vendas (VGV) total estimado em R$ 1,4 bilhão. Com a superação da etapa de aprovação do Dom Campinas, a dinâmica de pagamento de dividendos e rendimentos mensais aos 1.264 cotistas dependerá agora da obtenção de alvarás municipais e da individualização das matrículas, avançando no cronograma de monetização e venda de ativos para mitigar os riscos de desenvolvimento.
Principais Inquilinos do Fundo Imobiliário BMLT11
Portfólio de ativos e lista de locatários estratégicos.
Saúde Financeira e Alavancagem
Patrimônio onerado: Baixo/Nulo
Reserva de caixa: 0%
Concentração e Riscos de Portfólio
Índice HHI de concentração: Calculado por IA
Distribuição de indexadores: IPCA, CDI e IGPM.
Histórico de Rendimentos e Dividendos de BMLT11
Nenhum histórico de rendimento recente disponível para este fundo.