Relatório de 2026-04-30
O colapso de 66,67% no valor da cota de mercado do **RBLG11**, que encerrou o mês cotada a R$ 19,00, contrasta fortemente com a estabilidade de seu valor patrimonial de R$ 66,02 e marca o período de abril de 2026. Apesar da forte desvalorização no mercado secundário, o fundo imobiliário manteve a distribuição de dividendos em R$ 0,44 por cota (frente aos R$ 0,42 distribuídos no mês anterior), o que elevou o dividend yield anualizado sobre a cota de mercado para expressivos 27,79%. No âmbito do portfólio, houve uma expressiva reorganização de ativos: a exposição imobiliária direta (representada pelo ativo Sotreq) saltou para 81,8% dos ativos totais, enquanto a alocação em aplicações financeiras recuou drasticamente para 8,1%, revertendo a dominância de caixa observada anteriormente. Paralelamente, o processo de desinvestimento do ativo Sotreq permanece em estágio avançado, aguardando a conclusão da due diligence pelo comprador.
Relatório de 2026-03-31
O avanço nas negociações para o desinvestimento do ativo Sotreq, agora pendente apenas da finalização de due diligence, marca o principal desdobramento operacional do **RBLG11** neste mês. Após a ausência de pagamentos no mês anterior, o fundo retomou a distribuição de rendimentos mensais, apurando um resultado de R$ 0,44 por cota e distribuindo R$ 0,42, o que reflete um Dividend Yield anualizado de 8,84% sobre a cota de mercado. A alocação do patrimônio líquido manteve sua forte concentração no carrego de aplicações financeiras, que subiram levemente para 56,9%, enquanto a exposição imobiliária direta restringe-se a 42,1%. No mercado secundário, a liquidez sofreu uma contração drástica, com o volume financeiro negociado despencando para apenas R$ 0,1 mil, evidenciando um giro nulo. Paralelamente, o valuation patrimonial apresentou leve recuperação, passando de R$ 65,59 para R$ 66,02, contrastando com a cotação de mercado que recuou 1,79%, encerrando o período a R$ 57,00.
Relatório de 2026-03-09
O fundo **RBLG11** divulgou fato relevante comunicando a realização de uma amortização parcial extraordinária de capital no valor total bruto de R$ 22.899.918,23. O montante equivale a aproximadamente R$ 35,77 por cota, com pagamento de amortização e repasse de caixa previsto para o dia 24 de abril de 2026.
Para que o processo de amortização e eventual pagamento de proventos ocorra com o tratamento fiscal correto, os cotistas do **RBLG11** precisam declarar o custo médio unitário de aquisição das cotas. O envio de tais informações fiscais deve ser feito exclusivamente pela plataforma do Portal do Investidor da administradora no período de 19 de março de 2026 a 10 de abril de 2026.
Relatório de 2026-02-27
A aprovação de uma amortização parcial de capital no montante de R$ 22,9 milhões redefiniu a alocação do **RBLG11** neste mês, com previsão de pagamento de R$ 35,77 por cota em abril de 2026. Em contraste com o mês anterior, o fundo não realizou pagamento de dividendos em fevereiro, reflexo direto da ausência de apuração de resultados no regime de caixa. O carrego da carteira agora evidencia uma concentração ainda maior em aplicações financeiras, que saltaram de 46,7% para 56,6% do patrimônio líquido, enquanto a exposição imobiliária se restringe ao ativo Sotreq (42,3%). No mercado secundário, a liquidez permanece como um gargalo severo, registrando um volume financeiro de apenas R$ 3,3 mil, acompanhado de uma desvalorização de 3,27% na cotação, que encerrou a R$ 58,04. O valuation patrimonial também sofreu leve ajuste negativo, passando de R$ 65,79 para R$ 65,59 por cota, exigindo atenção dos investidores quanto à dinâmica de desinvestimento e geração de valor futuro.
Relatório de 2026-01-30
A liquidação total da posição no BTLG11 transformou a dinâmica de carrego do **RBLG11** neste início de ano, elevando o caixa para 46,7% do patrimônio e pavimentando o caminho para uma futura amortização de cotas. A venda de ativos foi concluída com um deságio de 1,36% sobre o custo histórico. Paralelamente, as tratativas para o desinvestimento do ativo Sotreq avançaram, dependendo agora de trâmites cartoriais e diligências de seguro, o que pode zerar a exposição imobiliária do fundo em breve. No âmbito dos rendimentos mensais, a geração de caixa saltou de R$ 0,15 para R$ 0,41 por cota, permitindo um expressivo aumento no pagamento de dividendos, que alcançou R$ 0,40 por cota. Apesar das movimentações estratégicas e da manutenção do valuation com o valor patrimonial em R$ 65,79, a liquidez no mercado secundário continua sendo um dos principais riscos para o investidor, registrando um volume financeiro de apenas R$ 2,7 mil no mês, com a cotação estagnada em R$ 60,00.
Relatório de 2025-12-31
A retomada no pagamento de dividendos marca a virada do **RBLG11** neste encerramento de ano, com a distribuição de R$ 0,13 por cota após o período de retenção. No mercado secundário, a cotação reagiu com uma expressiva valorização de 12,68%, fechando a R$ 60,00, embora a liquidez permaneça em patamares irrisórios (R$ 0,9 mil no mês). Operacionalmente, a geração de caixa sofreu uma retração acentuada, caindo de R$ 0,32 para R$ 0,15 por cota (R$ 96 mil no total), refletindo maiores despesas operacionais e menor receita financeira. O carrego da carteira apresentou leve rebalanceamento, com a exposição ao BTLG11 recuando para 48,3% do patrimônio, enquanto o ativo Sotreq manteve sua representatividade em 42,8%, operando sem inadimplência. O valor patrimonial registrou leve alta, atingindo R$ 65,79, o que permite aos investidores avaliarem a relação risco-retorno diante da baixa liquidez e da concentração do portfólio.
Relatório de 2025-11-28
A forte contração na liquidez do mercado secundário e o recuo na cotação ditam o tom do **RBLG11** neste mês, com o volume financeiro despencando para apenas R$ 0,8 mil e a cota de mercado sofrendo uma desvalorização de 3,16%, fechando a R$ 53,25. Em contrapartida ao desempenho no pregão, a geração de caixa operacional do fundo apresentou recuperação, subindo de R$ 179,1 mil (R$ 0,28 por cota) no mês anterior para R$ 207,8 mil (R$ 0,32 por cota) na atual competência. No âmbito do valuation patrimonial, a cota permaneceu estável em R$ 65,42. A gestão reitera a retenção integral dos resultados, mantendo o pagamento de dividendos e rendimentos mensais suspenso até janeiro de 2026, consequência direta do deságio de 3,6% na venda de ativos (fundo PQAG11). O carrego da carteira segue inalterado, ancorado nas cotas do BTLG11 (54,5%) e no imóvel Sotreq (43,1%), que continua com aluguel em dia e sem riscos de inadimplência reportados.
Relatório de 2025-10-31
A reativação da liquidez no mercado secundário marca a principal inflexão do **RBLG11** neste mês, com a cota de mercado saltando 22,58% para R$ 54,99, rompendo a inércia anterior ao registrar R$ 11,9 mil em volume financeiro. No âmbito contábil e de valuation, o patrimônio do fundo apresentou leve recuperação, com a cota patrimonial subindo de R$ 65,14 para R$ 65,42. Apesar dessa melhora no valor dos ativos, a geração de caixa operacional recuou de R$ 206,5 mil (R$ 0,32 por cota) para R$ 179,1 mil (R$ 0,28 por cota) na passagem mensal. A gestão mantém a retenção integral dos resultados, confirmando que o pagamento de dividendos e rendimentos mensais seguirá suspenso até janeiro de 2026, reflexo direto do deságio na venda de ativos (fundo PQAG11). O carrego estrutural da carteira sofreu apenas ajustes marginais, mantendo-se concentrado nas cotas do BTLG11 (54,5%) e no imóvel Sotreq (43,1%), que segue sem riscos de inadimplência reportados.
Relatório de 2025-09-30
A confirmação da suspensão no pagamento de dividendos até o final de 2025 dita o tom operacional do **RBLG11** neste mês. O impacto contábil da venda de ativos (fundo PQAG11) com deságio de 3,6% forçou a retenção integral do resultado, que demonstrou recuperação ao fechar positivo em R$ 206,5 mil (R$ 0,32 por cota), revertendo o déficit severo de R$ 591,5 mil visto em agosto. No valuation, a cota patrimonial sofreu leve desvalorização MoM, passando de R$ 65,52 para R$ 65,14. O mercado secundário, por sua vez, reflete um cenário de iliquidez absoluta: o volume financeiro negociado foi nulo, mantendo a cota travada em R$ 44,86. O carrego do portfólio segue ancorado nas cotas do BTLG11 (54,8%) e no ativo Sotreq (43,3%), que sustenta a geração de receita direta do veículo sem apresentar inadimplência.
Relatório de 2025-08-31
A interrupção no pagamento de dividendos marcou o mês de agosto para o **RBLG11**, refletindo a ausência de apuração de resultados no regime de caixa, que fechou fortemente negativo em R$ 591,5 mil. Diferente do mês anterior, onde houve distribuição de R$ 0,61 por cota, o impacto da venda de ativos (alienação integral do PQAG11) concretizou a previsão de retenção, afetando os rendimentos mensais até dezembro de 2025. No valuation, a cota patrimonial manteve-se estável em R$ 65,31, enquanto o mercado secundário registrou uma distorção técnica: a cota valorizou 18,05%, fechando a R$ 44,86, mas com um volume financeiro negociado nulo (giro de 0,00%), evidenciando a total iliquidez do ativo no período. O carrego do portfólio segue concentrado nas cotas do BTLG11 (54,8%) e no ativo Sotreq (43,0%), que permanece operacional e adimplente, sem novas atualizações sobre a due diligence citada no relatório anterior.
Relatório de 2025-07-31
A retomada do pagamento de dividendos e a reestruturação agressiva do portfólio ditaram o ritmo operacional do **RBLG11** em julho de 2025. Diferente do mês anterior, marcado pela retenção para cobrir alavancagem, o fundo apurou um resultado de caixa de R$ 333,1 mil e distribuiu R$ 0,61 por cota. A gestão executou a venda de ativos via alienação total das cotas do PQAG11 com deságio de 3,6% sobre o custo histórico, realocando o capital para o BTLG11. No valuation, a cota patrimonial sofreu leve ajuste para R$ 65,31, mas o mercado secundário puniu o ativo: a cota despencou 15,56%, fechando a R$ 38,00. A liquidez colapsou, com o volume médio diário recuando de R$ 6,5 mil para irrisórios R$ 363. Como risco intrínseco de curto prazo, a gestão alertou que os rendimentos mensais sofrerão impactos negativos entre setembro e dezembro. Em paralelo, o recebimento de uma proposta vinculante para o ativo Sotreq (Parauapebas/PA) coloca o fundo em compasso de espera durante a due diligence de 60 dias, podendo alterar significativamente a tese de carrego.
Relatório de 2025-07-29
O **RBLG11** recebeu proposta vinculante para alienação de imóvel comercial de sua propriedade localizado em Parauapebas, no Pará.
A administradora do **RBLG11** informou que o ativo possui 15.865 m² de área construída. A efetivação da venda de ativos está condicionada à aprovação de termos comerciais, vistoria técnica e a um período de até 60 dias para a realização de Due Diligence por parte do proponente.
Relatório de 2025-06-30
A suspensão do pagamento de dividendos marcou o mês operacional do **RBLG11**, impulsionada pela urgência em honrar um passivo de R$ 3,7 milhões referente a obrigações de aquisição. Diferente do mês anterior, onde a geração de caixa imobiliária sustentou a distribuição, o resultado despencou para R$ 12,6 mil. Para cobrir a alavancagem, a gestão executou a venda de ativos via alienação parcial de cotas do PQAG11 com deságio, gerando prejuízo contábil. O valuation do fundo sofreu duplo impacto: a cota patrimonial recuou para R$ 66,18, refletindo também o novo laudo do imóvel Sotreq, que marcou uma desvalorização de 9,8% no ativo. No mercado secundário, a cota fechou a R$ 45,00, mantendo o forte descolamento patrimonial. Apesar da crise de liquidez, a tese de carrego segue ancorada na resiliência física, com a vacância dos contratos atípicos rigorosamente zerada e uma leve recuperação no volume médio diário de negociação, que subiu para R$ 6,5 mil.
Relatório de 2025-05-31
A asfixia na liquidez do mercado secundário atingiu níveis críticos para o **RBLG11** em maio de 2025, com o volume médio diário de negociação despencando de R$ 396 para alarmantes R$ 65. Apesar da severa deterioração na negociabilidade das cotas, que sofreram nova desvalorização de 1,98% e fecharam a R$ 45,09, o fundo manteve a estabilidade operacional. A geração de caixa imobiliária apresentou leve alta, totalizando R$ 254,6 mil, o que permitiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,45 por cota. Contudo, a distribuição de rendimentos mensais continuou a exigir o consumo de reservas retidas, representando 113,1% do resultado gerado no mês. O descolamento entre o valuation de mercado e os fundamentos físicos persiste: a cota patrimonial registrou leve recuperação para R$ 67,23, elevando o patrimônio líquido para R$ 43 milhões. A tese de carrego segue ancorada na resiliência dos contratos atípicos, com a vacância física e financeira dos ativos PQAG11 e Sotreq permanecendo rigorosamente zerada.
Relatório de 2025-04-30
A queda abrupta na liquidez no mercado secundário e o consumo de reservas para sustentar o pagamento de dividendos marcam a transição do **RBLG11** em abril de 2025. Enquanto no mês anterior o fundo havia retido capital, a geração de caixa recuou para R$ 252,9 mil, forçando a distribuição de 113,9% do resultado para manter os rendimentos mensais em R$ 0,45 por cota. Esse movimento elevou o Dividend Yield anualizado para 11,74%, impulsionado por uma nova desvalorização de 6,12% no preço da cota, que encerrou cotada a R$ 46,00. O deságio em relação ao valor patrimonial, agora ajustado para R$ 66,89, aprofundou-se, refletindo um patrimônio líquido em contração para R$ 42,8 milhões. Apesar da deterioração nos indicadores de negociação, com o volume médio diário despencando para irrisórios R$ 396, a estabilidade operacional permanece ancorada na vacância zerada dos ativos PQAG11 e Sotreq, mitigando riscos de vacância e garantindo a previsibilidade das receitas imobiliárias via contratos atípicos.