Relatório de 2026-04-30
A recuperação da cota patrimonial e a estabilização do portfólio pós-venda do ativo Salto marcam o balanço de abril do **HGBL11**. O valor patrimonial avançou de R$ 9,03 para R$ 9,36 no comparativo MoM, enquanto a cota de mercado apresentou leve alta, cotada a R$ 9,30. Com a estrutura de capital readequada, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,072 por cota, confirmando o carrego das operações e o guidance da gestão para os próximos semestres. O resultado operacional do mês fechou em R$ 0,060 por cota, exigindo o uso de reservas acumuladas para honrar a distribuição mensal, visto que o lucro imobiliário recuou expressivamente em relação a março. A carteira de investimentos consolida-se com 92,2% alocados no FII estratégico PQAG11 (detentor do Parque Anhanguera) e 7,8% em ativos de renda fixa, garantindo a previsibilidade dos rendimentos mensais atrelados às parcelas indexadas ao IPCA oriundas da recente alienação.
Relatório de 2026-03-31
A lavratura da escritura de venda do Condomínio Logístico e Industrial Salto reconfigurou o balanço do **HGBL11** neste mês, destravando a parcela à vista de R$ 12,6 milhões e injetando pouco mais de R$ 1 milhão de lucro imobiliário no resultado de caixa. Em contraponto à concretização da alienação, o portfólio registrou uma contração no valuation MoM: a cota patrimonial recuou de R$ 9,48 para R$ 9,03, e a cota de mercado cedeu de R$ 9,35 para R$ 9,28. O pagamento de dividendos permaneceu inalterado em R$ 0,072 por cota, alinhado ao carrego das operações e à nova estrutura de capital. Com a saída definitiva do CLIS, elimina-se o risco intrínseco de vacância dos módulos 13 a 16, transferindo a dependência de rentabilidade para o recebimento das 24 parcelas indexadas ao IPCA e para a estabilidade do ativo remanescente Parque Anhanguera (NASP Natura), garantindo a previsibilidade na distribuição de rendimentos mensais projetada para os próximos semestres.
Relatório de 2026-03-11
O fundo **HGBL11** comunicou a lavratura de Escritura Pública para a venda de ativos imobiliários correspondente à totalidade do Condomínio Logístico e Industrial Salto, localizado em Salto/SP, pelo valor total de R$ 62.500.000,00. O fluxo de pagamento prevê uma parcela inicial à vista de R$ 12.604.000,00, momento no qual o comprador passa a ter direito aos aluguéis e receitas do ativo, enquanto o saldo restante de R$ 49.896.000,00 será parcelado em 24 meses corrigidos pelo IPCA.
A transação gerou uma taxa interna de retorno (TIR) nominal estimada de 13,2% ao ano e um múltiplo sobre o capital investido de 1,26x. O administrador ressaltou que, apesar da alienação, não há expectativa de alteração na distribuição de rendimentos e no pagamento de dividendos recorrentes aos cotistas do **HGBL11** decorrente desta operação.
Relatório de 2026-02-27
A concretização da venda do Condomínio Logístico Industrial Salto (CLIS) e a recuperação no valuation das cotas ditaram o ritmo do **HGBL11** em fevereiro de 2026. Superando a expectativa do mês anterior, a escritura definitiva de alienação foi lavrada em 11 de março, destravando o recebimento da parcela à vista de R$ 12,6 milhões e consolidando uma TIR nominal de 13,2% ao ano na operação. No mercado secundário, o fundo registrou um movimento positivo: a cota de mercado avançou para R$ 9,35, enquanto o valor patrimonial subiu para R$ 9,48, refletindo um ganho de capital na marcação a mercado dos ativos. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,072 por cota, alinhado ao carrego recente. Operacionalmente, a vacância física segue zerada, mas a equipe de gestão mantém o alerta para a comercialização dos módulos 13 a 16 do CLIS, que continuam operando sob contrato de prazo indeterminado, exigindo esforços ativos para mitigar o risco intrínseco de desocupação no curto prazo.
Relatório de 2026-01-31
A formalização da venda do Condomínio Logístico Industrial Salto (CLIS) e o recuo no pagamento de dividendos marcaram a transição do **HGBL11** para o início de 2026. O rendimento mensal distribuído aos cotistas retornou ao patamar de R$ 0,072 por cota, revertendo o pico de R$ 0,084 registrado no mês anterior. No mercado secundário, o valuation do portfólio sofreu ajustes negativos: a cota de mercado recuou de R$ 9,44 para R$ 9,20, enquanto o valor patrimonial caiu de R$ 9,47 para R$ 9,36. Operacionalmente, a vacância física permanece zerada, mas o risco intrínseco de desocupação aumentou no CLIS. O contrato de locação dos módulos 13 a 16, que representa 19,30% da ABL, passou a vigorar por prazo indeterminado, forçando a gestão a iniciar ativamente a comercialização do espaço. Paralelamente, a alienação do CLIS avançou com a assinatura do instrumento particular de venda por R$ 62,5 milhões, estruturando o recebimento em uma entrada de R$ 12,6 milhões e 24 parcelas indexadas ao IPCA, com a escritura definitiva prevista para o final de fevereiro.
Relatório de 2026-01-09
**HGBL11** anuncia compromisso para a venda da totalidade do Condomínio Logístico e Industrial Salto pelo valor de R$ 62.500.000,00.
O fundo imobiliário **HGBL11** formalizou instrumento particular para a venda do imóvel de sua propriedade, que representa 22,5% de sua carteira imobiliária total de dezembro de 2025. O pagamento será realizado de forma parcelada, iniciando com R$ 12.604.000,00 na lavratura da Escritura Definitiva (prevista até 28 de fevereiro de 2026) e o saldo remanescente em 24 parcelas mensais de R$ 2.079.000,00, corrigidas pelo IPCA.
Relatório de 2025-12-31
A venda integral do Condomínio Logístico Industrial Salto (CLIS) por R$ 62,5 milhões e o aumento na distribuição de rendimentos redefiniram o carrego do **HGBL11** no fechamento de 2025. Diferente do mês anterior, em que o foco estava na comercialização dos módulos 13 a 16 do CLIS, a gestão surpreendeu ao anunciar a venda de ativos em janeiro de 2026, com um prêmio de 11,6% sobre o laudo de avaliação. O pagamento de dividendos saltou de R$ 0,072 para R$ 0,084 por cota, refletindo a dinâmica de caixa no mês. No front operacional, a vacância física permaneceu zerada (0%), e o contrato da atual locatária do CLIS passou a vigorar por prazo indeterminado a partir de janeiro de 2026, mitigando o risco imediato de vacância enquanto a venda é formalizada. No mercado secundário, o valuation do portfólio manteve a trajetória de alta: a cota de mercado avançou para R$ 9,44, enquanto o valor patrimonial subiu para R$ 9,47, impulsionado por uma reavaliação positiva de 1,20% no imóvel de Salto.
Relatório de 2025-12-02
A administradora do **HGBL11** comunicou a realização da avaliação anual a valor de mercado do imóvel pertencente ao portfólio do fundo, conduzida pela consultoria especializada Capright Brasil LTDA. O laudo técnico apontou que o valor justo do ativo imobiliário é 1,20% superior ao seu valor contábil registrado anteriormente.
Como consequência direta dessa atualização contábil de ativos, o valor patrimonial da cota do **HGBL11** apresentou uma variação positiva imediata de aproximadamente 0,27% na data de divulgação do documento.
Relatório de 2025-11-30
A comercialização ativa dos módulos 13 a 16 do Condomínio Logístico Industrial Salto (CLIS) para o mercado marca a principal mudança operacional do **HGBL11** em novembro de 2025. Diferente do cenário do mês anterior, que focava apenas na intenção de renovação da atual locatária, a gestão iniciou a oferta do espaço de 6.060 m² (19,30% da ABL) a terceiros, atuando para mitigar o risco atrelado ao vencimento iminente do contrato em 31 de dezembro de 2025. No carrego imobiliário, a vacância física permanece zerada, garantindo a estabilidade dos rendimentos mensais, que foram mantidos no patamar de R$ 0,072 por cota. Esse pagamento de dividendos segue ancorado pela resiliência do Parque Anhanguera (PQAG11), ativo que representa 77% da carteira e possui contrato atípico com a Natura até 2034. No mercado secundário, o valuation do portfólio apresentou nova valorização, com a cota de mercado subindo de R$ 9,09 para R$ 9,25, reduzindo ainda mais o deságio frente ao valor patrimonial de R$ 9,30.
Relatório de 2025-10-31
Avanços nas negociações para a renovação de longo prazo no Condomínio Logístico Industrial Salto (CLIS) marcaram a dinâmica operacional do **HGBL11** em outubro de 2025. Diferente do cenário de alerta do mês anterior, a atual locatária dos módulos 13 a 16 formalizou a intenção de estender o vínculo, mitigando parcialmente o risco de vacância projetado para o final do ano. No carrego imobiliário, a ocupação física permaneceu estabilizada em 100%, garantindo a previsibilidade do fluxo de caixa. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,072 por cota, suportado majoritariamente pelas receitas dos contratos atípicos do Parque Anhanguera (PQAG11). No mercado secundário, o valuation do portfólio refletiu uma melhora na percepção dos investidores, com o valor da cota subindo de R$ 8,80 para R$ 9,09, reduzindo o deságio em relação ao valor patrimonial de R$ 9,30. A estrutura de rendimentos mensais segue resiliente, embora a efetivação da assinatura no CLIS continue sendo o principal gatilho intrínseco de curto prazo a ser monitorado.
Relatório de 2025-09-30
A formalização da prorrogação de curto prazo no Condomínio Logístico Industrial Salto (CLIS) e a quitação integral do ativo ditaram o ritmo do **HGBL11** neste mês de setembro. Diferente do cenário de indefinição do mês anterior, a gestão conseguiu estender o contrato dos módulos 13 a 16 (19,30% da ABL do CLIS) até 31 de dezembro de 2025. Contudo, o prazo exíguo acendeu um alerta, levando o fundo a iniciar a comercialização do espaço no mercado para mitigar riscos de vacância futura. No carrego imobiliário, o portfólio manteve a ocupação física em 100% e o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,072 por cota. Outro avanço operacional relevante foi a lavratura da escritura pública do CLIS após o pagamento da quarta e última parcela da aquisição. No mercado secundário, o valor da cota apresentou recuperação, subindo de R$ 8,46 para R$ 8,80, refletindo uma leve melhora no valuation percebido pelos investidores, enquanto a estrutura de rendimentos mensais segue fortemente ancorada nos contratos atípicos do Parque Anhanguera (PQAG11).
Relatório de 2025-08-29
A compressão no valor de mercado da cota, que recuou de R$ 8,63 para R$ 8,46, contrasta com a estabilidade operacional do **HGBL11** neste mês de agosto de 2025. O fundo manteve o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,072 por cota e preservou a vacância física zerada, demonstrando resiliência na geração de caixa. No carrego imobiliário, a gestão segue com o desafio de formalizar a renovação dos módulos 13 ao 16 do Condomínio Logístico Industrial Salto (CLIS), que representam 19,30% da área locável do ativo e continuam operando sob prazo indeterminado. A estrutura do patrimônio permanece fortemente ancorada no FII Parque Anhanguera (PQAG11), mantendo a alta exposição a contratos atípicos da Natura, o que confere previsibilidade de rendimentos mensais, mas exige atenção aos desdobramentos das tratativas no CLIS para evitar impactos futuros na distribuição e no valuation do portfólio.
Relatório de 2025-07-30
A readequação no pagamento de dividendos para R$ 0,072 por cota e as tratativas contratuais no Condomínio Logístico Industrial Salto (CLIS) ditam a dinâmica operacional do **HGBL11** neste mês de referência. Em contraponto ao período anterior, o valor patrimonial (VP) registrou um leve recuo, passando de R$ 9,57 para R$ 9,41, enquanto a cotação a mercado apresentou uma sutil recuperação para R$ 8,63. Do ponto de vista do carrego imobiliário, a gestão efetivou o início do contrato definitivo de 42 meses para os módulos 4 e 5 do CLIS, garantindo previsibilidade de fluxo de caixa. Contudo, o portfólio enfrenta um novo ponto de atenção: o vencimento do contrato dos módulos 13 ao 16, que representam 19,30% da área locável do CLIS. Atualmente, a ocupação segue sob prazo indeterminado enquanto a gestão conduz negociações avançadas para a postergação do vínculo. A vacância física permanece zerada, e a alocação estrutural do fundo segue inalterada, com 78% do patrimônio concentrado no FII Parque Anhanguera (PQAG11) e 22% no CLIS, mantendo a forte dependência de contratos atípicos atrelados à Natura.
Relatório de 2025-06-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,084 por cota e a valorização patrimonial marcam a dinâmica operacional do fechamento do semestre para o **HGBL11**. Em comparação ao mês anterior, o valor patrimonial (VP) do fundo avançou de R$ 9,15 para R$ 9,57, refletindo a resiliência dos ativos logísticos, enquanto a cota de mercado sofreu leve retração, passando de R$ 8,70 para R$ 8,58. No âmbito imobiliário, a gestão consolidou a conversão do contrato provisório dos módulos 4 e 5 do Condomínio Logístico Industrial Salto (CLIS) em um acordo definitivo de 42 meses, com início em julho de 2025, assegurando a manutenção da vacância física zerada. A carteira de investimentos sofreu um ajuste marginal de proporção, estabilizando-se em 78% alocados no FII Parque Anhanguera (PQAG11) e 22% no CLIS. O carrego da carteira segue ancorado em contratos atípicos e na forte presença da Natura como locatária âncora, o que garante previsibilidade na distribuição de rendimentos mensais, mas mantém o alerta para a concentração de risco no portfólio.
Relatório de 2025-05-30
A assinatura do contrato definitivo de locação no Condomínio Logístico Industrial Salto (CLIS) e o cancelamento da 5ª emissão de cotas ditaram a dinâmica operacional do mês. O **HGBL11** garantiu a conversão do contrato provisório dos módulos 4 e 5 do CLIS em um acordo definitivo de 42 meses, com início programado para julho de 2025, assegurando a manutenção da vacância física zerada. No aspecto de valuation, o valor patrimonial apresentou recuperação, subindo de R$ 9,06 para R$ 9,15, enquanto a cota de mercado permaneceu estável em R$ 8,70. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,072 por cota, refletindo a estabilidade dos rendimentos mensais gerados pela carteira, que segue concentrada em 77% no FII Parque Anhanguera (PQAG11) e 23% no CLIS. Como ponto de atenção intrínseco, a gestão comunicou o cancelamento da oferta pública primária da 5ª emissão de cotas devido ao não atingimento do montante mínimo, o que paralisa temporariamente a expansão do patrimônio do fundo e a diluição de riscos do portfólio.
Relatório de 2025-04-30
A repactuação do aluguel dos módulos 1 a 3 do CLIS e a nova postergação da locação provisória dos módulos 4 e 5 ditaram a dinâmica operacional do mês. O **HGBL11** manteve sua vacância zerada em abril de 2025, impulsionado pela extensão do contrato provisório no Condomínio Logístico Industrial Salto até junho de 2025. Paralelamente, a gestão concluiu a revisão do valor de locação dos módulos 1 a 3 do mesmo ativo, com vigência a partir de maio, visando adequação ao preço de mercado. No aspecto de valuation, a cota de mercado apresentou leve recuperação, passando de R$ 8,56 para R$ 8,70, enquanto o valor patrimonial recuou de R$ 9,26 para R$ 9,06. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,072 por cota, refletindo a consistência dos rendimentos mensais gerados pela carteira, que segue concentrada em 77% no FII Parque Anhanguera (PQAG11) e 23% no CLIS. A gestão também destacou o pagamento da terceira parcela da aquisição do CLIS no final de março, mantendo a estrutura de capital alinhada ao cronograma estipulado.
Relatório de 2025-03-31
A prorrogação da locação provisória no Condomínio Logístico Industrial Salto (CLIS) garantiu a manutenção da vacância zerada e estabilizou a geração de caixa neste mês. O **HGBL11** reportou a extensão do contrato dos módulos 4 e 5, que venceria em abril, para o final de junho de 2025, mitigando temporariamente o risco de desocupação física. Em termos de alocação de patrimônio, a carteira apresentou um leve ajuste em relação ao mês anterior, passando a concentrar 77% no FII Parque Anhanguera (PQAG11) e 23% no CLIS, com os contratos atípicos representando agora 74% da receita. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,072 por cota, refletindo a estabilidade dos rendimentos mensais. No aspecto de valuation, a cota de mercado recuou para R$ 8,56 (ante R$ 8,80 em fevereiro), enquanto o valor patrimonial ajustou-se para R$ 9,26, mantendo o fundo negociado com desconto frente aos seus fundamentos.