Relatório de 2026-03-31
A venda estratégica das posições nos CRIs Pinheiros, Moov e Uniq reconfigurou a carteira de crédito do **HGIC11** neste mês, alongando levemente a duration para 2,00 anos e comprimindo a taxa média de carrego para IPCA + 11,91% ao ano. Em contraste com o forte ganho de capital do mês anterior, a geração de caixa recuou para R$ 1,38 por cota, impactada pela ausência de novas vendas de imóveis e pela queda nas receitas financeiras e de outros FIIs, que somaram apenas R$ 0,11 por cota. Apesar da desaceleração no resultado, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,70 por cota, utilizando parte do lucro retido anteriormente para compor a reserva financeira. No mercado secundário, a cotação aprofundou sua desvalorização, recuando para R$ 64,05, o que ampliou o desconto de valuation e levou o múltiplo P/VPA a 0,58, refletindo também a leve retração do patrimônio líquido para R$ 51,13 milhões.
Relatório de 2026-02-27
A retomada nos recebimentos de vendas imobiliárias e o giro na carteira de crédito impulsionaram o resultado de caixa do **HGIC11**, permitindo a elevação do pagamento de dividendos para R$ 0,70 por cota. Em contraste com a frustração de liquidez do mês anterior, o fundo gerou expressivos R$ 1,53 por cota em resultado caixa. Esse salto foi tracionado pela venda de ativos (uma unidade imobiliária) e pelo recebimento de parcelas de financiamentos que estavam defasadas, injetando R$ 0,60 por cota, somados a R$ 0,74 provenientes de rendimentos mensais de outros FIIs e receitas financeiras. A gestão optou por reter mais da metade do lucro gerado no mês para recompor a reserva financeira. Na alocação de crédito, a alienação da posição no CRI Carteira de Recebíveis encurtou a duration do portfólio para 1,96 ano e elevou a taxa média de carrego para IPCA + 12,32% ao ano. Em termos de valuation, apesar do patrimônio líquido subir levemente para R$ 51,69 milhões, a cotação no mercado secundário recuou para R$ 66,50, aprofundando o desconto do múltiplo P/VPA para 0,60.
Relatório de 2026-01-30
A interrupção nos repasses bancários e registros cartorários frustrou as projeções de caixa do **HGIC11** em janeiro de 2026, forçando uma redução no patamar de distribuição de dividendos. Diferente do mês anterior, quando o fundo utilizou reservas para manter o pagamento em R$ 0,80, o esgotamento do saldo retido e a queda no resultado de caixa para R$ 0,54 por cota resultaram em um novo patamar de rendimentos mensais fixado em R$ 0,59 por cota. A frustração de liquidez originou-se na ponta imobiliária: a morosidade externa travou o recebimento de quatro financiamentos e as receitas de locação das seis unidades recém-adquiridas via permuta. Sem novas vendas de imóveis ou recebimento de parcelas diretas, o carrego do fundo dependeu das receitas financeiras e dividendos de outros FIIs, que subiram levemente para R$ 0,40 por cota. Na alocação de crédito, a gestão rotacionou o portfólio vendendo posições do CRI Uniq e aportando no CRI Yes II, o que encurtou a duration para 2,08 anos e elevou a taxa média para IPCA + 12,11% ao ano. Em termos de valuation, o patrimônio líquido recuou para R$ 50,7 milhões, mas a cotação no mercado secundário apresentou leve recuperação para R$ 68,40, ajustando o múltiplo P/VPA para 0,62.
Relatório de 2026-01-15
**HGIC11** comunica inadimplemento de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) equivalente a aproximadamente 1,69% de seu patrimônio líquido. A administração e a gestão do fundo informaram que não foi recebida a quitação integral dos CRIs sob o instrumento financeiro 20K0713315, cujo vencimento ocorreu em 24 de novembro de 2025. A gestão conduz negociações com o devedor para estabelecer um novo fluxo de amortização e monitorar a geração de caixa, buscando mitigar potenciais impactos no fluxo financeiro do fundo.
Relatório de 2025-12-31
A permuta de R$ 3,6 milhões em cotas de CRI por seis apartamentos no Bella Residence marcou a virada estratégica do **HGIC11** em dezembro de 2025. O movimento de conversão de ativos financeiros para reais buscou mitigar riscos de crédito, enquanto o resultado de caixa apresentou recuperação frente ao mês anterior, saltando para R$ 0,76 por cota. Apesar da melhora impulsionada pelo aumento nas receitas financeiras e dividendos de outros FIIs (R$ 0,37/cota), o carrego ainda exigiu o consumo do saldo retido para sustentar o pagamento de dividendos de R$ 0,80 por cota. Consequentemente, a reserva de lucros sofreu nova desidratação, atingindo o patamar crítico de R$ 0,04 por cota, o que mantém o alerta sobre a sustentabilidade dos rendimentos mensais no curto prazo. Na ponta imobiliária direta, a ausência de novas vendas de unidades físicas limitou a entrada de capital, com os recebimentos de parcelas gerando apenas R$ 0,04/cota. No mercado secundário, a cotação do **HGIC11** recuou para R$ 64,87, aprofundando o desconto patrimonial com um múltiplo P/VPA de 0,59, a despeito do leve avanço do patrimônio líquido para R$ 51,28 milhões. A gestão também calibrou a carteira de crédito, elevando a duration para 2,16 anos e a taxa média para IPCA + 11,96% ao ano.
Relatório de 2025-11-28
A contínua queima de reservas para sustentar o patamar de rendimentos mensais marcou a dinâmica do **HGIC11** em novembro de 2025. O resultado de caixa do fundo recuou para R$ 0,64 por cota, exigindo o uso do saldo acumulado para manter o pagamento de dividendos em R$ 0,80 por cota (dividend yield de 1,21%). Com esse movimento, a reserva de lucros sofreu uma forte desidratação, caindo de R$ 0,22 para apenas R$ 0,07 por cota, o que acende um alerta sobre a sustentabilidade das distribuições futuras. Na ponta positiva, a venda de ativos imobiliários diretos apresentou leve melhora: a alienação de duas unidades do Bella Residence (Torre Bella Vista) injetou R$ 0,05/cota no caixa. A contribuição dos CRIs também foi destaque, gerando R$ 0,64 por cota, enquanto receitas financeiras e dividendos de outros FIIs somaram R$ 0,26/cota. Em termos de valuation, a cota de mercado do **HGIC11** apresentou uma leve recuperação para R$ 66,31, elevando o múltiplo P/VPA para 0,60, frente ao deságio mais profundo do mês anterior, enquanto o patrimônio líquido encerrou o período em R$ 51,02 milhões.
Relatório de 2025-10-31
A readequação da carteira de crédito e a forte redução nas receitas do Bella Residence ditaram o ritmo do **HGIC11** em outubro de 2025. O resultado de caixa recuou de R$ 1,03 para R$ 0,68 por cota, impactado pela queda na contribuição dos CRIs (de R$ 0,50 para R$ 0,33/cota) e pelo menor volume de recebimentos imobiliários, que geraram apenas R$ 0,03/cota ante os R$ 0,26 do mês anterior. Para sustentar o pagamento de dividendos mensais em R$ 0,80 por cota (dividend yield de 1,26%), a gestão consumiu parte do resultado acumulado, reduzindo a reserva de R$ 0,34 para R$ 0,22 por cota. No portfólio, a compra do CRI Uniq e a venda parcial do CRI Yes II elevaram a duration média para 2,26 anos, com taxa de IPCA + 11,59% ao ano. Em termos de valuation, o patrimônio líquido ajustou-se para R$ 51,07 milhões (R$ 110,39 por cota patrimonial), enquanto a cota de mercado aprofundou o deságio, negociada a R$ 63,46 (P/VPA de 0,57), refletindo a percepção de risco dos investidores sobre a liquidez e a sustentabilidade das distribuições futuras.
Relatório de 2025-09-30
O salto no resultado de caixa impulsionado pelo recebimento de parcelas imobiliárias redefiniu a dinâmica financeira do **HGIC11** em setembro de 2025. O fundo apurou um resultado acumulado de R$ 1,03 por cota, superando expressivamente os R$ 0,73 do mês anterior. Esse avanço foi viabilizado pelo lucro de R$ 0,26 por cota oriundo de recebimentos do Bella Residence, compensando a leve retração na contribuição dos CRIs, que passou para R$ 0,50 por cota. Com isso, a gestão manteve o pagamento de dividendos mensais em R$ 0,80 por cota e conseguiu recompor sua reserva, que saltou de R$ 0,13 para R$ 0,34 por cota. Na alocação, a venda parcial do CRI Moov reduziu a duration da carteira para 2,03 anos, mantendo a taxa média em IPCA + 11,69% ao ano. Para quem avalia se o ativo vale a pena com base em múltiplos de valuation, o patrimônio líquido subiu para R$ 51,39 milhões (R$ 111,07 por cota patrimonial), mas a cota de mercado aprofundou seu deságio ao fechar em R$ 65,36, refletindo a percepção de risco e liquidez no mercado secundário.
Relatório de 2025-08-29
A retração no resultado de caixa marcou a dinâmica do **HGIC11** em agosto de 2025, recuando de R$ 0,98 para R$ 0,73 por cota. Esse movimento reflete a queda nas receitas de CRIs, que passaram a contribuir com R$ 0,51 por cota (ante R$ 0,66 no mês anterior), e o menor volume de lucro imobiliário, que somou R$ 0,06 por cota mesmo com a venda de uma unidade do Bella Residence. Para manter o pagamento de dividendos mensais estável em R$ 0,80 por cota, a gestão utilizou o saldo remanescente de meses anteriores, retendo uma reserva menor de R$ 0,13 por cota para o próximo ciclo. Na carteira de crédito, os ajustes estratégicos envolveram a redução de posições nos CRIs Moov, Blue V, Uniq e Vitória Tower, o que encurtou a duration média do portfólio para 2,07 anos e ajustou levemente a taxa média de carrego para IPCA + 11,69% ao ano. Para os investidores que monitoram os múltiplos de valuation e avaliam se o ativo vale a pena, o patrimônio líquido apresentou leve oscilação negativa para R$ 51,12 milhões (cota patrimonial de R$ 110,50), enquanto a cota de mercado aprofundou o deságio, fechando cotada a R$ 67,88, evidenciando os riscos de liquidez e precificação no mercado secundário.
Relatório de 2025-07-31
A forte elevação no resultado de caixa marcou a dinâmica operacional do **HGIC11** em julho de 2025, saltando de R$ 0,81 no mês anterior para R$ 0,98 por cota. Esse avanço foi impulsionado pelo aumento nas receitas de CRIs, que passaram a contribuir com R$ 0,66 por cota, e pelos rendimentos de outros FIIs e receitas financeiras, que somaram R$ 0,37 por cota. No braço imobiliário, a ausência de novas alienações físicas foi compensada pelo recebimento de parcelas e financiamentos de vendas anteriores das torres Bella Aurora e Bella Vista, gerando um lucro caixa de R$ 0,34 por cota. Com essa geração robusta, a gestão manteve o pagamento de dividendos mensais em R$ 0,80 por cota e ampliou significativamente a retenção para R$ 0,18 por cota, visando constituir reserva para despesas extraordinárias. Na alocação de crédito, o portfólio passou por uma rotação estratégica: ao contrário de junho, houve compra do CRI Moov e venda de posições nos CRIs Quaresmeira, Franzolin, Uniq e Vitória Tower. Esse movimento encurtou a duration média para 2,36 anos e elevou a taxa média de carrego para IPCA + 11,70% ao ano. Para os investidores que avaliam os múltiplos de valuation e pesquisam se o ativo vale a pena, os indicadores apontam uma leve retração no patrimônio líquido para R$ 51,14 milhões (cota patrimonial de R$ 110,53), enquanto a cota de mercado sofreu nova queda para R$ 68,68, aprofundando o deságio no mercado secundário. A transição da administração para a Vórtx DTVM foi formalmente concluída no período.
Relatório de 2025-06-30
A venda de duas novas unidades do imóvel Bella Vista e a redução estratégica em posições de crédito privado reconfiguraram o fluxo de caixa do **HGIC11** em junho de 2025. Diferente do mês anterior, onde não houve alienações físicas, o fundo apurou um lucro caixa imobiliário de R$ 0,32 por cota, impulsionado pelas novas vendas e recebimentos de parcelas da torre Bella Aurora. Em contrapartida, as receitas financeiras e de dividendos de outros FIIs recuaram para R$ 0,19 por cota, e a contribuição dos CRIs caiu para R$ 0,48 por cota. O resultado caixa totalizou R$ 0,81 por cota, inferior aos R$ 1,00 apurados em maio. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,80 por cota, reduzindo a retenção para R$ 0,01 por cota visando despesas extraordinárias. Na carteira de crédito, o movimento foi inverso ao de maio: houve redução nas posições dos CRIs Moov, Vitória Tower, Uniq e Yes, alongando a duration média para 2,48 anos e ajustando a taxa média para IPCA + 11,62% ao ano. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os indicadores de valuation mostram que o patrimônio líquido subiu para R$ 51,32 milhões (cota patrimonial de R$ 110,91), enquanto a cota de mercado recuou para R$ 70,99, aprofundando o deságio no mercado secundário. Adicionalmente, o fundo formalizou a troca de administrador para a Vórtx DTVM.
Relatório de 2025-06-30
O fundo de investimento imobiliário **HGIC11** informou a migração do serviço de escrituração de suas cotas, que passará a ser prestado pela Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda em substituição à BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM, com efeitos a partir do fechamento de 30 de junho de 2025.
A transação possui caráter estritamente administrativo e operacional, não gerando modificações nos direitos patrimoniais dos cotistas. O processo de distribuição e pagamento de dividendos e rendimentos aos detentores de cotas do **HGIC11** segue inalterado, sendo efetuado nas mesmas contas correntes indicadas anteriormente.
Relatório de 2025-06-25
O fundo de investimento imobiliário **HGIC11** publicou fato relevante comunicando a aprovação da alteração de sua instituição administradora, decisão tomada em Assembleia Geral de Cotistas realizada por meio de Consulta Formal iniciada em 12 de maio de 2025.
A administração do **HGIC11** será transferida da BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM para a Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. A respectiva transição operacional terá vigência a partir da abertura dos mercados do dia 01/07/2025.
Relatório de 2025-05-31
O recebimento da parcela final de uma venda na torre Bella Aurora e o aumento não recorrente de despesas com IPTU e honorários advocatícios reconfiguraram o fluxo de caixa do **HGIC11** em maio de 2025. Diferente do mês anterior, o fundo não registrou a alienação de novas unidades físicas, mas o montante recebido gerou um lucro caixa de R$ 0,11 por cota. Esse evento, somado às receitas financeiras e de dividendos de outros FIIs (R$ 0,33/cota) e à contribuição dos CRIs (R$ 0,62/cota), permitiu que o resultado caixa totalizasse R$ 1,00 por cota, levemente acima dos R$ 0,99 apurados em abril. A gestão optou por manter o pagamento de dividendos em R$ 0,80 por cota, direcionando R$ 0,20 por cota para a constituição de reserva, visando cobrir despesas extraordinárias futuras. No portfólio de crédito privado, a estratégia tática envolveu o aumento de posições nos CRIs Moov, Vitória Tower e Uniq. Essa movimentação encurtou a duration média da carteira de 2,31 para 2,21 anos, enquanto a taxa média de remuneração avançou de IPCA + 11,65% para IPCA + 11,83% ao ano. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, os indicadores de valuation mostram que o patrimônio líquido subiu marginalmente para R$ 51,01 milhões (cota patrimonial de R$ 110,24), mas a cota de mercado aprofundou sua queda para R$ 71,94, evidenciando um deságio persistente no mercado secundário.
Relatório de 2025-04-30
A alienação de duas novas unidades do imóvel Bella Residence e a reestruturação tática da carteira de crédito ditaram o ritmo do **HGIC11** em abril de 2025. Diferente do mês anterior, que não registrou vendas físicas, o fundo apurou um lucro caixa de R$ 0,08 por cota com as recentes negociações, ajudando a compor o resultado caixa total de R$ 0,99 por cota. Apesar da leve retração frente ao R$ 1,05 apurado em março, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,80 por cota, direcionando o excedente para encorpar a reserva de contingência, que agora atinge R$ 0,44 por cota, visando mitigar despesas de manutenção do estoque. No front de crédito, a alocação no novo CRI Carteira de Recebíveis e o reforço no CRI Moov, combinados à redução no CRI Vitória Tower, alongaram a duration média para 2,31 anos, mas comprimiram a taxa média para IPCA + 11,65% ao ano (ante 12,28% no mês anterior). Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o valuation apresenta sinais mistos: o patrimônio líquido subiu para R$ 50,99 milhões (cota patrimonial a R$ 110,20), porém a cota de mercado recuou para R$ 73,53, ampliando o deságio no mercado secundário.
Relatório de 2025-04-16
**HGIC11** anuncia venda de unidade imobiliária com ganho de capital estimado por cota. O fundo **HGIC11** celebrou compromisso de venda e compra para a alienação de uma unidade autônoma no Edifício Bella Aurora (Residencial Bella Residence), localizado em Goiás, pelo valor total de R$ 519.752,83.
A operação de venda de ativos imobiliários gerará um impacto financeiro positivo estimado para o **HGIC11** de R$ 0,15747 por cota. Os recebimentos ocorrerão de forma parcelada entre abril e julho de 2025, sendo a parcela final corrigida pelo índice inflacionário IPCA.
Relatório de 2025-03-31
O salto na distribuição de rendimentos mensais para R$ 0,80 por cota marca a recuperação do **HGIC11** em março de 2025, impulsionado por um forte resultado caixa de R$ 1,05 por cota. Diferente do mês anterior, onde despesas extraordinárias pressionaram os proventos, o fundo conseguiu reter R$ 0,25 por cota para compor uma reserva de contingência. A gestão realizou novos aportes táticos, revertendo a redução anterior e elevando as posições nos CRIs Uniq e Moov. Essa movimentação esticou a duration média da carteira para 1,95 ano e ajustou a taxa média para IPCA + 12,28% ao ano. No portfólio físico, não houve venda de ativos; o foco permanece no recebimento financeiro das duas unidades do Bella Residence alienadas em fevereiro via financiamento bancário. O valuation do fundo apresentou melhora: o patrimônio líquido avançou para R$ 50,8 milhões, com a cota patrimonial atingindo R$ 109,91, enquanto a cota de mercado saltou de R$ 67,79 para R$ 75,50, reduzindo o deságio. Para investidores que monitoram se o ativo vale a pena, a dinâmica atual reflete um carrego de crédito mais longo e rentável, aliado a uma gestão de liquidez mais conservadora frente aos custos contínuos de manutenção do estoque imobiliário.