Relatório de 2026-05-20
O fundo **HGPO11** divulgou as regras e o cronograma estimado para a sua dissolução e liquidação integral, que resultará na suspensão das negociações de suas cotas e no posterior pagamento de amortização. De acordo com o comunicado, a liquidação do portfólio exige que os investidores forneçam suas informações de custo de aquisição para fins de retenção tributária antes da devolução do capital.
Relatório de 2026-04-30
A liquidação integral da parcela remanescente referente à venda de ativos (edifícios Metropolitan e Platinum) marcou a transição definitiva do **HGPO11** neste mês, injetando R$ 278,2 milhões no caixa e pavimentando o caminho para o encerramento do veículo. Com o recebimento, o patrimônio líquido avançou para R$ 272,9 milhões (ante R$ 270,3 milhões em março), elevando a cota patrimonial para R$ 155,67. O valor de mercado acompanhou o movimento, subindo para R$ 155,00 e zerando o deságio, com o indicador P/VP atingindo 1,00x. A gestão convocou Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para deliberar sobre a liquidação do fundo, com estimativa de pagamento de dividendos e amortização no valor aproximado de R$ 155,67 por cota, condicionado à aprovação dos investidores. A liquidez no mercado secundário permaneceu restrita, com ADTV estagnado em R$ 0,1 milhão, refletindo a fase final de desinvestimento e a ausência de rendimentos mensais recorrentes durante o período de carrego.
Relatório de 2026-04-30
O fundo **HGPO11** recebeu o montante integral de R$ 278.229.703,50 relativo à parcela remanescente da venda de seus ativos imobiliários. Esse recebimento refere-se à segunda parcela da alienação dos edifícios Metropolitan e Platinum, consolidando a liquidação de ativos do fundo.
A transação gerou um lucro em regime de caixa de R$ 194.898.514,93 para o **HGPO11**, o que representa aproximadamente R$ 111,18 por cota. Como consequência direta do recebimento, o fundo efetuará o pagamento de R$ 7.444.831,76 referente à Taxa de Administração remanescente até o quinto dia útil do mês subsequente.
Relatório de 2026-03-31
A atualização monetária do saldo de recebíveis atrelado à venda de ativos impulsionou o patrimônio líquido do **HGPO11** para R$ 270,3 milhões no fechamento de março de 2026, representando um avanço frente aos R$ 267,4 milhões registrados no mês anterior. Consequentemente, a cota patrimonial evoluiu de R$ 152,54 para R$ 154,21. O carrego da operação de alienação dos edifícios Metropolitan e Platinum reflete agora um montante a receber de R$ 275,6 milhões, com liquidação prevista para abril de 2026. A gestão reitera que não haverá pagamento de dividendos ou rendimentos mensais até o recebimento desta parcela final, que deve gerar uma distribuição extraordinária estimada em R$ 155,72 por cota. No mercado secundário, a cota encerrou o mês a R$ 152,92, o que, segundo a nova tabela de sensibilidade, projeta um retorno anualizado de 10,6% a.a. para os investidores que mantiverem posição. A base de cotistas manteve a trajetória de retração, caindo para 8,4 mil investidores, reflexo direto da ausência de fluxo de caixa corrente e da baixa liquidez, evidenciada pelo volume médio diário (ADTV) estagnado em R$ 0,1 milhão. O resultado distribuível do mês apresentou leve melhora, atingindo R$ 11,9 mil, suportado por receitas mobiliárias da posição de caixa em renda fixa de R$ 2,9 milhões.
Relatório de 2026-02-28
A contínua atualização monetária das parcelas a receber elevou o patrimônio líquido do **HGPO11** para R$ 267,4 milhões em fevereiro de 2026, marcando um avanço frente aos R$ 265,0 milhões do mês anterior e puxando a cota patrimonial para R$ 152,54. O saldo de recebíveis atrelado à venda de ativos (edifícios Metropolitan e Platinum) subiu para R$ 272,7 milhões, reforçando o carrego positivo da operação. A posição de caixa em renda fixa manteve-se estável em R$ 2,9 milhões, mitigando riscos de liquidez de curto prazo. No mercado secundário, a negociação continuou em trajetória de queda, com o volume médio diário (ADTV) recuando para R$ 0,1 milhão, acompanhado por uma redução na base de cotistas para 8,7 mil. A projeção para o pagamento de dividendos extraordinários permanece ancorada em R$ 155,72 por cota, com liquidação prevista para abril de 2026, mantendo a suspensão dos rendimentos mensais. Para os investidores que avaliam se o carrego vale a pena, a nova tabela de sensibilidade indica um retorno anualizado de 20,3% a.a., considerando o fechamento da cota de mercado a R$ 151,00. Operacionalmente, o resultado distribuível do mês foi marginalmente positivo em R$ 2,9 mil, sem novas despesas de locação registradas no período.
Relatório de 2026-01-30
A contínua atualização monetária das parcelas a receber impulsionou o patrimônio líquido do **HGPO11** para R$ 265,0 milhões no fechamento de janeiro de 2026, elevando a cota patrimonial para R$ 151,19. O saldo de recebíveis atrelado à venda de ativos (edifícios Metropolitan e Platinum) avançou para R$ 270,3 milhões, refletindo o carrego positivo da operação. Em contrapartida, a posição de caixa alocada em renda fixa apresentou leve recuo para R$ 2,9 milhões. No mercado secundário, a liquidez retraiu frente ao mês anterior, com o volume médio diário (ADTV) caindo para R$ 0,2 milhão. A projeção de pagamento de dividendos extraordinários sofreu um ajuste marginal para R$ 155,72 por cota, com liquidação mantida para abril de 2026. Para os investidores que pesquisam se o carrego vale a pena, a nova tabela de sensibilidade aponta um retorno anualizado de 25,2% a.a. considerando o preço de tela atualizado de R$ 147,20. Operacionalmente, a receita de locação aprofundou seu saldo negativo para R$ 252,8 mil no mês, impacto direto das obrigações assumidas de Renda Mínima Garantida (RMG) e despesas de vacância até a conclusão definitiva da transação.
Relatório de 2025-12-31
A contínua atualização monetária das parcelas a receber elevou o patrimônio líquido do **HGPO11** para R$ 262,3 milhões no fechamento de dezembro de 2025, resultando em uma cota patrimonial de R$ 149,63. O saldo de recebíveis atrelado à venda de ativos (edifícios Metropolitan e Platinum) avançou para R$ 267,6 milhões, enquanto a posição de caixa alocada em renda fixa recuou levemente para R$ 3,1 milhões. No mercado secundário, a liquidez apresentou recuperação frente ao mês anterior, com o volume médio diário (ADTV) subindo para R$ 0,3 milhão. A projeção de pagamento de dividendos extraordinários segue inalterada em R$ 155,71 por cota, com liquidação prevista para abril de 2026. Para os cotistas que pesquisam se o carrego vale a pena, a tabela de sensibilidade atualizada indica um retorno anualizado de 21,3% a.a. considerando o novo preço de tela de R$ 146,00. Operacionalmente, a receita de locação manteve-se negativa em R$ 126,4 mil, reflexo direto das obrigações assumidas de Renda Mínima Garantida (RMG) até a conclusão definitiva da transação.
Relatório de 2025-11-28
A contínua reprecificação do saldo a receber pela venda de ativos impulsionou o patrimônio líquido do **HGPO11** para R$ 259,5 milhões em novembro de 2025, elevando a cota patrimonial para R$ 148,02. O carrego da operação reflete um montante de recebíveis que avançou para R$ 264,7 milhões. Apesar da valorização patrimonial, a liquidez no mercado secundário sofreu uma contração severa, com o volume médio diário (ADTV) despencando para apenas R$ 0,1 milhão no mês. A expectativa de pagamento de dividendos permanece ancorada em aproximadamente R$ 155,71 por cota, condicionada à quitação da segunda parcela da venda dos edifícios Metropolitan e Platinum, prevista para abril de 2026. Para investidores que pesquisam se o fundo vale a pena, a tabela de sensibilidade atualizada projeta um retorno anualizado de 23,3% a.a. considerando o preço de tela de R$ 142,71. Operacionalmente, a receita de locação segue negativa em R$ 126,4 mil devido às obrigações de Renda Mínima Garantida (RMG), consumindo marginalmente o caixa, que recuou para R$ 3,2 milhões.
Relatório de 2025-10-31
A reprecificação do saldo a receber pela venda dos edifícios Metropolitan e Platinum elevou o patrimônio líquido do **HGPO11** para R$ 257,0 milhões em outubro de 2025, marcando um avanço na cota patrimonial para R$ 146,63. O carrego da operação reflete um saldo de recebíveis que saltou para R$ 262,3 milhões, ajustando a expectativa de pagamento de dividendos para aproximadamente R$ 155,70 por cota após a quitação da segunda parcela, agendada para abril de 2026. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena no mercado secundário, a tabela de sensibilidade atualizada indica um retorno anualizado de 21,6% a.a. considerando o preço de tela de R$ 141,21. A liquidez diária apresentou um salto expressivo, com o ADTV atingindo R$ 1,2 milhão, mitigando riscos de saída, embora a distribuição de rendimentos mensais permaneça suspensa. No âmbito operacional, a linha de receita de locação continua pressionada e negativa (R$ -126,4 mil) em virtude das obrigações de Renda Mínima Garantida (RMG) atreladas à venda de ativos, consumindo parte do caixa que atualmente registra R$ 3,3 milhões.
Relatório de 2025-09-30
A contínua reprecificação do saldo a receber pela venda de ativos impulsionou o patrimônio líquido do **HGPO11** para R$ 254,1 milhões em setembro de 2025, elevando a cota patrimonial a R$ 144,97 (frente aos R$ 143,40 do mês anterior). O carrego da operação reflete um saldo de recebíveis que avançou para R$ 259,4 milhões, mantendo a expectativa de pagamento de dividendos na ordem de R$ 155,68 por cota após a quitação da segunda parcela, prevista para abril de 2026. Para investidores que pesquisam se o fundo vale a pena no mercado secundário, a tabela de sensibilidade atualizada aponta um retorno anualizado de 21,2% a.a. considerando o preço de tela de R$ 139,14. A liquidez apresentou leve melhora, com o ADTV subindo para R$ 0,2 milhão, embora o pagamento de rendimentos mensais permaneça suspenso, o que exige alinhamento de prazo. Operacionalmente, a linha de receita de locação segue pressionada e negativa (R$ -126 mil) devido às obrigações de Renda Mínima Garantida (RMG) assumidas na venda do edifício Platinum, configurando um dos principais riscos de curto prazo na demonstração de resultados.
Relatório de 2025-08-29
A recomposição do Ajuste a Valor Presente (AVP) continuou a tracionar os números do **HGPO11** neste mês, elevando o patrimônio líquido para R$ 251,4 milhões (cota patrimonial de R$ 143,40) e o saldo de parcelas a receber pela venda de ativos para R$ 256,7 milhões. Para os investidores que pesquisam se o fundo vale a pena no carrego até a liquidação, a tabela de sensibilidade atualizada projeta um retorno anualizado de 21,5% a.a. considerando o preço de tela de R$ 136,73, com expectativa de pagamento de dividendos no valor de R$ 155,67/cota no recebimento da última parcela. O pagamento de rendimentos mensais segue suspenso até abril de 2026, exigindo paciência dos cotistas. No mercado secundário, a liquidez sofreu uma contração severa, com o ADTV despencando de R$ 2,3 milhões para R$ 0,1 milhão, o que eleva substancialmente o risco para saída de posições. Operacionalmente, o fundo segue absorvendo os impactos da Renda Mínima Garantida (RMG) atrelada à venda do edifício Platinum, mantendo a linha de receita de locação pressionada.
Relatório de 2025-07-31
A transição na liderança da equipe de gestão imobiliária marcou o mês do **HGPO11**, com Rodrigo Abbud assumindo como head de tijolo após a saída de Augusto Martins e Bruno Margato da operação diária. Financeiramente, a recomposição do Ajuste a Valor Presente (AVP) impulsionou o patrimônio líquido para R$ 248,7 milhões (cota patrimonial de R$ 141,84), elevando o saldo de parcelas a receber pela venda de ativos para R$ 254,0 milhões. Para os cotistas que pesquisam se o fundo vale a pena, a tabela de sensibilidade atualizada projeta um retorno anualizado de 19,6% a.a. considerando o preço de tela de R$ 136,13, com expectativa de distribuição de R$ 155,66/cota no recebimento da última parcela. O pagamento de dividendos mensais segue suspenso até abril de 2026, o que afeta investidores de renda. Operacionalmente, a receita de locação aprofundou seu saldo negativo para R$ 252,8 mil, pressionada pelo acordo de Renda Mínima Garantida (RMG) do edifício Platinum e despesas proporcionais. No mercado secundário, a liquidez disparou, com o ADTV saltando de R$ 0,2 milhão para R$ 2,3 milhões, mitigando parcialmente os riscos de saída da posição, embora a base de cotistas tenha recuado marginalmente para 10,1 mil.
Relatório de 2025-06-30
A contínua recomposição do Ajuste a Valor Presente (AVP) elevou o patrimônio líquido do **HGPO11** para R$ 246,0 milhões em junho de 2025, com a cota patrimonial atingindo R$ 140,30. O saldo de parcelas a receber pela venda de ativos avançou para R$ 251,3 milhões, reforçando o carrego estrutural da tese. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, a tabela de sensibilidade atualizada indica um retorno anualizado projetado de 18,6% a.a. considerando o preço de tela de R$ 135,00. O pagamento de dividendos segue suspenso até o recebimento da segunda parcela da venda, previsto para abril de 2026, o que afasta investidores focados em rendimentos mensais imediatos. Operacionalmente, o fundo manteve a receita de locação negativa em R$ 126,4 mil, reflexo direto do acordo de Renda Mínima Garantida (RMG) e despesas proporcionais dos imóveis alienados. Entre os riscos monitorados, a liquidez no mercado secundário permanece restrita, com ADTV de R$ 0,2 milhão, e a base de cotistas recuou levemente para 10,2 mil, exigindo atenção quanto à facilidade de saída da posição.
Relatório de 2025-05-30
A contínua recomposição do Ajuste a Valor Presente (AVP) impulsionou novamente os números do **HGPO11** neste mês, elevando o patrimônio líquido para R$ 243,5 milhões e a cota patrimonial para R$ 138,92 (ante R$ 241,0 milhões e R$ 137,48 no período anterior). O saldo de parcelas a receber pela venda de ativos também registrou avanço, atingindo R$ 248,9 milhões. Para o investidor que monitora o carrego e avalia se o ativo vale a pena, a tabela de sensibilidade atualizada projeta um retorno anualizado de 18,7% a.a. considerando o preço de tela de R$ 133,05, uma melhora frente aos 17,2% a.a. reportados na baseline. Apesar da valorização contábil e do carrego atrativo no valuation, o pagamento de dividendos permanece suspenso até abril de 2026. Adicionalmente, o fundo reportou receita de locação negativa de R$ 126,4 mil no mês, reflexo direto do acordo de Renda Mínima Garantida (RMG) e despesas proporcionais dos imóveis alienados. A base de cotistas estabilizou em 10,3 mil, mantendo o alerta para a baixa liquidez no mercado secundário (ADTV de R$ 0,2 milhão) durante este hiato de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-04-30
A recomposição contábil do Ajuste a Valor Presente (AVP) elevou a cota patrimonial do **HGPO11** de R$ 136,12 para R$ 137,48 neste mês, tracionando o patrimônio líquido para R$ 241,0 milhões (ante R$ 238,6 milhões no período anterior). O saldo de parcelas a receber pela venda de ativos também avançou, passando de R$ 244 milhões para R$ 246,4 milhões. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, o maior impacto está na atualização da tabela de sensibilidade: a projeção de retorno anualizado saltou expressivamente para 17,2% a.a. considerando o preço de tela de R$ 132,79, uma mudança drástica em relação aos 2,6% a.a. reportados na baseline anterior. Apesar da melhora no valuation e no carrego dos recebíveis, o pagamento de dividendos segue suspenso até abril de 2026. A base de cotistas manteve a tendência de queda, recuando para 10,3 mil, o que reforça o risco de iliquidez no mercado secundário durante este hiato de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-03-31
A adoção do Ajuste a Valor Presente (AVP) sobre as parcelas a receber redefiniu o patamar contábil do **HGPO11** neste mês, reduzindo a cota patrimonial de R$ 155,62 para R$ 136,12. Essa mudança técnica visa maior transparência, refletindo o carrego do valor no tempo até o recebimento da segunda parcela da venda de ativos, prevista para abril de 2026. O patrimônio líquido do fundo recuou para R$ 238,6 milhões, concentrado majoritariamente em R$ 244 milhões de recebíveis. A gestão reforça que a alteração não gera prejuízo financeiro real, e o valor contábil será corrigido gradualmente (aumentando) até atingir o valor nominal no vencimento. O pagamento de dividendos segue suspenso, substituído pela expectativa de amortização futura. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, a tabela de sensibilidade aponta um retorno anualizado de 2,6% a.a. considerando o preço de tela de R$ 132,35, exigindo atenção aos riscos de iliquidez e à ausência de rendimentos mensais no curto prazo.