Relatório de 2026-06-30
A remarcação patrimonial negativa decorrente de provisão no FII MAGOPPF e a expansão da carteira de crédito privado com taxas mais atrativas ditaram o ritmo do **ITRI11** em junho de 2026. O patrimônio líquido do fundo recuou para R$ 565,55 milhões, refletindo uma desvalorização patrimonial de 3,44% no mês, com a cota patrimonial fechando a R$ 90,49. Apesar da pressão sobre o valuation, o resultado operacional apresentou melhora, subindo para R$ 0,80 por cota (frente a R$ 0,75 no mês anterior), impulsionado pelo aumento nas receitas de CRI para R$ 0,83 milhão. O pagamento de dividendos foi mantido estável em R$ 0,85 por cota, recorrendo parcialmente à reserva acumulada, que encerrou o semestre em R$ 0,69 por cota. A gestão aproveitou o momento para adquirir um novo CRI da MRV (taxa de CDI + 2,50% ao ano), elevando a exposição direta em crédito imobiliário para cerca de 13% do PL, buscando otimizar o carrego de longo prazo para investidores que avaliam se o ativo vale a pena.