Relatório de 2026-04-30
A elevação dos dividendos mensais para R$ 0,100 por cota e o aumento da alocação tática em ativos-alvo para 106,52% do patrimônio líquido consolidam a estratégia de carrego do **JSCR11** em abril de 2026. O resultado por cota expandiu para R$ 0,123, impulsionado pela maior exposição a ativos indexados ao IPCA+, o que permitiu ao fundo reter caixa e elevar o saldo acumulado para R$ 0,065 por cota. No valuation, a cota patrimonial registrou valorização para R$ 9,52, enquanto a cota de mercado teve leve recuo para R$ 8,34, elevando o dividend yield anualizado para 14,39%. No entanto, surgiram novos riscos operacionais relevantes, com a incorporadora do CRI Alfa Realty sinalizando insuficiência de recursos para o pagamento de juros após a entrega do empreendimento na Vila Madalena, o que pode exigir repactuação de taxas ou venda integral do papel.
Relatório de 2026-03-31
A alavancagem estratégica marcou a virada de portfólio do **JSCR11** em março de 2026, impulsionando a alocação para quase 100% em ativos-alvo. Com a aquisição de R$ 38 milhões nos CRIs Atacadão e Einstein, financiados parcialmente por R$ 18 milhões em compromissadas reversas, a gestão assumiu novos riscos de estrutura de capital para otimizar o carrego. No comparativo mensal, o valor de mercado da cota recuou de R$ 8,61 para R$ 8,37, enquanto o patrimônio por cota teve leve ajuste negativo para R$ 9,48. Em contrapartida, o resultado financeiro saltou expressivamente de R$ 0,0895 para R$ 0,118 por cota. Essa forte geração de caixa permitiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,095 e a recomposição do saldo acumulado, que subiu de R$ 0,028 para R$ 0,051 por cota. O dividend yield anualizado avançou para 13,62%, refletindo a queda na cotação e a nova dinâmica de rentabilidade. A equipe de gestão sinaliza otimismo com a inflação mais alta, projetando resultados recorrentes maiores e estudando uma possível revisão de alta no guidance de rendimentos mensais para o semestre, ao mesmo tempo em que amplia a exposição a papéis IPCA+ e prefixados.
Relatório de 2026-02-27
O pré-pagamento do CRI Rochaverá, que representava 2,14% do patrimônio, marcou a movimentação do **JSCR11** em fevereiro de 2026, gerando um prêmio de 2% sobre o saldo e elevando a posição de caixa para 3,7%. No comparativo mensal, o valuation da cota a mercado avançou de R$ 8,56 para R$ 8,61, enquanto o valor patrimonial subiu de R$ 9,48 para R$ 9,50. O resultado financeiro apurado recuou de R$ 0,0947 para R$ 0,0895 por cota, exigindo o consumo de reservas para manter o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,095. Consequentemente, o saldo acumulado caiu de R$ 0,034 para R$ 0,028 por cota. O dividend yield anualizado ajustou-se levemente para 13,24%. A gestão reportou ritmo de vendas abaixo do esperado no CRI Alfa Realty, o que acende um alerta para o fluxo de repasses, e estuda ampliar a exposição a títulos IPCA+ e prefixados para travar as taxas atuais, além de reavaliar posições em FIIs devido à valorização no mercado secundário.
Relatório de 2026-01-30
A aquisição de R$ 17,5 milhões do CRI Atacadão marcou a alocação de recursos do **JSCR11** em janeiro de 2026, elevando o portfólio para praticamente 100% de exposição em ativos-alvo e reduzindo a parcela tática de liquidez. No comparativo mensal, o valuation da cota a mercado avançou de R$ 8,29 para R$ 8,56, enquanto o valor patrimonial registrou leve alta, passando de R$ 9,46 para R$ 9,48. O resultado financeiro gerado apresentou melhora, subindo de R$ 0,089 para R$ 0,0947 por cota, o que permitiu a manutenção do pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,095 com menor pressão sobre as reservas. Consequentemente, o saldo acumulado teve um leve incremento, passando de R$ 0,033 para R$ 0,034 por cota. O dividend yield anualizado ajustou-se para 13,32% (frente aos 13,75% anteriores) devido à valorização da cota no mercado secundário. A gestão agora monitora o pré-pagamento do CRI Rochaverá e planeja reavaliar posições em FIIs, buscando mitigar riscos de carrego inferior às novas originações e otimizar a rentabilidade do patrimônio.
Relatório de 2025-12-31
A venda de R$ 9 milhões do CRI Havan Boa e a manutenção do guidance de dividendos marcaram a movimentação do **JSCR11** no fechamento de 2025. No comparativo mensal, o valuation da cota a mercado avançou de R$ 8,02 para R$ 8,29, acompanhado por um leve incremento no valor patrimonial, que passou de R$ 9,43 para R$ 9,46. O resultado financeiro gerado permaneceu estável na casa de R$ 0,089 por cota, o que demandou um novo consumo da reserva de lucros para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,095. Consequentemente, o saldo acumulado recuou de R$ 0,037 para R$ 0,033 por cota, e o dividend yield anualizado ajustou-se para 13,75% (frente aos 14,21% anteriores). A gestão mantém a estratégia de substituir posições táticas para ampliar a exposição em CRIs atrelados ao IPCA no mercado secundário, visando apropriar taxas reais elevadas e mitigar riscos de pré-pagamento, reafirmando a projeção de rendimentos mensais para o primeiro semestre de 2026.
Relatório de 2025-11-28
A aquisição de 2,9 milhões em cotas do FII KNIP11 com deságio implícito de IPCA+9,3% líquido marcou a principal movimentação tática do **JSCR11** em novembro de 2025. No comparativo mensal, o valor de mercado da cota apresentou leve recuo de R$ 8,04 para R$ 8,02, enquanto o valor patrimonial avançou de R$ 9,38 para R$ 9,43. O resultado financeiro gerado no mês sofreu uma retração, fechando em R$ 0,0894 por cota (frente aos R$ 0,0947 anteriores), o que exigiu novo consumo do saldo acumulado para sustentar o pagamento de dividendos no patamar guiado de R$ 0,095. Com isso, a reserva de lucros caiu de R$ 0,0427 para R$ 0,037 por cota. O dividend yield anualizado ajustou-se para 14,21%. A estratégia da gestão para os próximos meses foca na venda de ativos táticos para ampliar a exposição em CRIs atrelados ao IPCA no mercado secundário, visando travar taxas reais elevadas e mitigar riscos de pré-pagamento, mantendo a projeção de rendimentos mensais estável para o semestre.
Relatório de 2025-10-31
A liquidação total da posição no fundo VGIR11 e a alocação de R$ 10 milhões no CRI MPD reconfiguraram o portfólio do **JSCR11** em outubro de 2025. No valuation, o valor de mercado da cota recuou de R$ 8,18 para R$ 8,04, enquanto o patrimônio do fundo registrou leve avanço na cota patrimonial, passando de R$ 9,34 para R$ 9,38. O resultado financeiro gerado no mês subiu para R$ 0,0947 por cota (frente aos R$ 0,093 anteriores), mas ainda operou abaixo do pagamento de dividendos, que foi mantido no patamar de R$ 0,095. Essa dinâmica exigiu um leve consumo do saldo de reservas, que caiu de R$ 0,0452 para R$ 0,0427 por cota. O dividend yield anualizado subiu para 14,18%, impulsionado diretamente pela queda no preço da cota no mercado secundário. Na frente de movimentação e venda de ativos, além da compra do CRI MPD (CDI + 2%), a gestão mitigou riscos de alocação de caixa com a aquisição de R$ 5,8 milhões em LCI da Caixa e realizou a alienação de R$ 3 milhões do CRI Rochaverá. A estratégia para os próximos meses foca em aproveitar descontos em carteiras de FIIs atreladas ao IPCA, buscando otimizar os rendimentos mensais com retornos líquidos projetados na casa de IPCA+ 9%.
Relatório de 2025-09-30
A retomada das alocações com a aquisição de R$ 10 milhões no CRI FGR e o início da liquidação da posição no fundo VGIR11 ditaram a dinâmica do **JSCR11** em setembro de 2025. Diferente do mês anterior, onde não houve compras, a gestão ativou o caixa para financiar um condomínio em Goiânia, buscando prêmios atrelados ao IPCA+. No valuation, a cota no mercado secundário apresentou leve recuperação, subindo de R$ 8,06 para R$ 8,18, enquanto a cota patrimonial oscilou positivamente para R$ 9,34. O resultado financeiro gerado no mês recuou de R$ 0,096 para R$ 0,093 por cota, o que exigiu o consumo de parte do saldo de reservas acumuladas, que passou de R$ 0,0473 para R$ 0,0452 por cota. Apesar da leve compressão no carrego da operação, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,095 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 13,94%. Para os próximos meses, a tática de venda de ativos focará em zerar totalmente a exposição ao VGIR11, mitigando o risco intrínseco atrelado a incorporadores menores, com o objetivo de otimizar os rendimentos mensais através de novas operações de crédito estruturado.
Relatório de 2025-09-25
O fundo de investimento imobiliário **JSCR11** anunciou a rescisão do contrato de prestação de serviços de formador de mercado firmado com a XP Investimentos, cujas atividades se encerram em 25 de setembro de 2025. Em substituição imediata, foi formalizada a contratação de novo prestador para garantir a continuidade operacional.
A transição do serviço do **JSCR11** para o Safra Próprio Formador de Mercado Fundo de Investimento Financeiro começará em 26 de setembro de 2025, conforme aprovação prévia em assembleia de cotistas. As despesas decorrentes desta contratação serão custeadas diretamente pelo patrimônio do fundo, respeitando as diretrizes regulatórias vigentes.
Relatório de 2025-08-29
A blindagem da carteira contra o evento operacional da securitizadora Virgo e a mudança tática na alocação ditaram o ritmo do **JSCR11** em agosto de 2025. Diferente do mês anterior, que foi marcado por venda de ativos e reciclagem, a gestão não realizou novas aquisições, focando em mitigar riscos intrínsecos. O resultado financeiro recuou de R$ 0,105 para R$ 0,096 por cota, mas o carrego da operação permitiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,095, elevando o saldo de reservas acumuladas de R$ 0,0461 para R$ 0,0473 por cota. No valuation do fundo, a cota no mercado secundário aprofundou a queda, passando de R$ 8,34 para R$ 8,06, enquanto a cota patrimonial teve leve alta para R$ 9,33, ampliando o deságio. Para os próximos meses, a estratégia foca em reduzir a exposição a FIIs de desenvolvimento, cujas margens estão pressionadas, e aumentar o peso em papéis IPCA+ para otimizar os rendimentos mensais e proteger o patrimônio.
Relatório de 2025-07-31
A movimentação tática da carteira marcou o mês de julho de 2025 para o **JSCR11**, com a venda de ativos totalizando R$ 12,0 milhões no CRI Rochaverá e a alocação de R$ 7,0 milhões no CRI Tibério (CDI + 2,7%). Essa reciclagem de portfólio impulsionou o resultado mensal, que avançou de R$ 0,103 para R$ 0,105 por cota, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,095. Consequentemente, o saldo de reservas acumuladas cresceu de R$ 0,034 para R$ 0,0461 por cota, reforçando a capacidade de distribuição futura. No mercado secundário, a cota a mercado recuou de R$ 8,39 para R$ 8,34, enquanto a cota patrimonial caiu de R$ 9,40 para R$ 9,32, mantendo o deságio do fundo. O dividend yield mensal atingiu 1,14%, e a gestão sinaliza foco no rebalanceamento via mercado secundário de FIIs para os próximos meses, visando otimizar o carrego e mitigar riscos de desvalorização do patrimônio.
Relatório de 2025-06-30
A alocação de R$ 19,8 milhões no CRI Rojemac (CDI + 2,0%) marcou a retomada de aquisições do **JSCR11** em junho de 2025, visando otimizar o spread da carteira e reduzir a exposição tática. O resultado mensal gerado recuou de R$ 0,114 para R$ 0,103 por cota, mas o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,095, permitindo que o saldo de reservas acumuladas avançasse de R$ 0,0261 para R$ 0,034 por cota. No mercado secundário, a cota a mercado sofreu uma desvalorização, passando de R$ 8,52 para R$ 8,39, ampliando o deságio frente ao valor patrimonial, que teve leve alta para R$ 9,40. O dividend yield mensal subiu marginalmente para 1,13%. A gestão cumpriu o guidance do primeiro semestre e projeta a manutenção do patamar de rendimentos mensais para a segunda metade do ano, sinalizando também um rebalanceamento tático via mercado secundário de fundos imobiliários para capturar novas oportunidades de valuation.
Relatório de 2025-05-31
A consolidação do saldo positivo de reservas e a valorização da cota a mercado dão o tom do **JSCR11** em maio de 2025. O fundo registrou um resultado mensal de R$ 0,114 por cota, inferior aos R$ 0,128 do mês anterior, mas suficiente para elevar o estoque acumulado para R$ 0,0261 por cota, reforçando a capacidade de pagamento de dividendos futuros. No mercado secundário, o valor de negociação avançou de R$ 8,29 para R$ 8,52, comprimindo levemente o dividend yield mensal para 1,12%, enquanto o valor patrimonial permaneceu estável em R$ 9,38. A gestão optou por não realizar novas alocações no período, mantendo 97,53% do patrimônio investido em ativos-alvo. A estratégia atual foca no carrego de CRIs CDI+ com maior liquidez, aguardando a maturação de operações estruturadas com spreads mais atrativos para otimizar o valuation da carteira e sustentar os rendimentos mensais dentro do guidance estipulado.
Relatório de 2025-04-30
A liquidação antecipada do prejuízo contábil acumulado e o salto no resultado gerado para R$ 0,128 por cota redefiniram a dinâmica do **JSCR11** em abril de 2025. O fundo superou a marca do mês anterior em R$ 0,025 por cota, impulsionado pelo repasse da inflação de fevereiro nos recebíveis atrelados ao IPCA. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,095 por cota, gerando um dividend yield mensal de 1,15%, enquanto a gestão sinaliza conforto para operar na banda superior de rendimentos mensais nos próximos meses. No mercado secundário, o valuation atual aponta para um recuo da cota a mercado para R$ 8,29, ampliando o deságio frente ao valor patrimonial, que subiu de R$ 9,33 para R$ 9,38. A alocação em ativos-alvo apresentou leve retração, passando de 98,06% para 97,55% do patrimônio líquido, com a exposição por indexadores permanecendo estável em 65% no IPCA e 35% no CDI. A equipe de gestão avalia novas originações com foco em papéis IPCA+ para travar rentabilidade em um cenário de juros reais elevados.
Relatório de 2025-03-31
A forte valorização de 11,05% no mercado secundário e o salto no resultado gerado para R$ 0,103 por cota redefiniram a dinâmica do **JSCR11** em março de 2025. O fundo ampliou sua alocação em ativos-alvo para 98,06% do patrimônio líquido, superando os 96,92% registrados no mês anterior. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,095 por cota, gerando um dividend yield mensal de 1,14%. Com a melhora operacional, o prejuízo contábil acumulado a compensar recuou de R$ 0,035 para R$ 0,027 por cota. A carteira de FIIs de CRI apresentou recuperação expressiva de 7,68% MoM, refletindo a reprecificação de fundos de papel que estavam depreciados. A exposição por indexadores permaneceu estável, com 65% atrelada ao IPCA e 35% ao CDI. O valuation atual aponta para um fechamento de cota a mercado em R$ 8,34, reduzindo o deságio frente ao valor patrimonial de R$ 9,33, enquanto a gestão sinaliza conforto para operar na banda superior de rendimentos mensais nos próximos meses, impulsionada pelo repasse da inflação de fevereiro nos recebíveis.