Relatório de 2026-04-30
A continuidade da alta inflacionária nos meses anteriores garantiu um novo salto nos rendimentos mensais do **KFEN11** neste mês de abril de 2026, com o pagamento de dividendos atingindo R$ 13,13 por cota, frente aos R$ 12,54 distribuídos no mês anterior. O patrimônio líquido manteve-se praticamente estável, registrando R$ 168,63 milhões. Na composição da carteira, a exposição a Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) avançou de 103,0% para 103,7%, enquanto a posição de caixa foi reduzida de 0,7% para 0,1%. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, os dados de carrego apontam uma taxa média de aquisição estabilizada em IPCA + 8,40% a.a., com a duration recuando levemente para 4,5 anos. A reserva acumulada não distribuída permaneceu inalterada em R$ 0,83 por cota, mantendo o patamar de proteção contra futuras oscilações do indexador e mitigando riscos de curto prazo.
Relatório de 2026-03-31
A forte recuperação da inflação nos meses de janeiro e fevereiro impulsionou drasticamente os rendimentos mensais do **KFEN11** neste mês, com o pagamento de dividendos saltando de R$ 6,59 para R$ 12,54 por cota. O patrimônio líquido do fundo, no entanto, recuou levemente de R$ 170,53 milhões para R$ 168,60 milhões. Na frente de alocação, houve uma redução expressiva na posição de caixa (de 3,7% para 0,7%) em favor de um aumento na exposição a Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), que passou a representar 103,0% do patrimônio. Esse movimento foi marcado pela aquisição de R$ 4 milhões em uma nova operação de CRI atrelada ao BH Shopping (VISC11), com taxa de IPCA + 8,92%. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, os dados de carrego mostram que a taxa média de aquisição subiu marginalmente para IPCA + 8,40% a.a., mantendo a duration em 4,6 anos. A reserva acumulada não distribuída teve leve incremento, passando a R$ 0,83 por cota, reforçando o mecanismo de proteção para futuras distribuições e mitigando riscos de volatilidade do indexador.
Relatório de 2026-02-28
A forte retração do IPCA nos meses de dezembro e janeiro ditou o ritmo de queda nos rendimentos mensais do **KFEN11** neste mês, com o pagamento de dividendos recuando de R$ 8,22 para R$ 6,59 por cota. Apesar da pressão deflacionária no carrego da carteira, o patrimônio líquido do fundo apresentou leve expansão, passando de R$ 169,35 milhões para R$ 170,53 milhões. A estrutura de alocação permaneceu praticamente inalterada, com 99,9% dos recursos investidos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e 3,7% em caixa, mantendo o nível de exposição total em 103,6%. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, é importante notar que a taxa média de aquisição se manteve estável em IPCA + 8,39% a.a., com duration de 4,6 anos, e a reserva acumulada não distribuída foi preservada em R$ 0,82 por cota, funcionando como um amortecedor técnico para futuras distribuições em cenários de volatilidade do indexador.
Relatório de 2026-01-31
A expressiva recomposição da carteira marcou o mês de janeiro para o **KFEN11**, com a alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) saltando de 93,4% para 100,0% do patrimônio líquido, que por sua vez subiu levemente para R$ 169,35 milhões. Consequentemente, a posição de caixa recuou de 10,2% para 3,7%, indicando uma alocação de capital mais eficiente. Investidores que buscam entender se o ativo vale a pena devem notar que o pagamento de dividendos recuou de R$ 9,23 para R$ 8,22 por cota, diretamente pressionado pelo carrego inflacionário defasado. Apesar da queda nos rendimentos mensais, a taxa média de aquisição do portfólio avançou de IPCA + 8,33% para IPCA + 8,39% a.a., com a duration se alongando para 4,6 anos. A reserva acumulada não distribuída apresentou incremento, passando de R$ 0,76 para R$ 0,82 por cota, conferindo uma margem de segurança adicional para distribuições futuras. A alavancagem total manteve-se estável em 103,6%.
Relatório de 2025-12-31
O pré-pagamento do CRI Ed. BFC no valor de R$ 14,1 milhões reconfigurou a carteira do **KFEN11** em dezembro de 2025, elevando a posição de caixa para 10,2% e reduzindo a alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) de 101,5% para 93,4%. O pagamento de dividendos subiu de R$ 8,55 para R$ 9,23 por cota, refletindo o prêmio de R$ 0,2 milhão recebido na liquidação antecipada, cuja TIR alcançou IPCA + 9,0%. O patrimônio líquido apresentou leve retração, passando de R$ 169,00 milhões para R$ 168,77 milhões. Investidores avaliando se o ativo vale a pena devem observar a taxa média de aquisição, que avançou para IPCA + 8,33% a.a., e a duration, que retornou a 4,4 anos. A gestão pontua que o carrego inflacionário defasado (IPCA de outubro a 0,09% e novembro a 0,18%) continua pressionando os rendimentos mensais, embora a reserva acumulada não distribuída tenha subido marginalmente para R$ 0,76 por cota. A alavancagem total permaneceu em 103,6%.
Relatório de 2025-11-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 8,55 por cota alterou a trajetória de queda observada no mês anterior, impulsionando os rendimentos mensais do **KFEN11** em novembro de 2025. O patrimônio líquido acompanhou o movimento de recuperação, avançando de R$ 167,32 milhões para R$ 169,00 milhões. A alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) sofreu um ajuste marginal para 101,5%, enquanto a duration da carteira recuou levemente de 4,4 para 4,3 anos. A taxa média de aquisição permaneceu inalterada em IPCA + 8,26% a.a. Investidores que analisam se o ativo vale a pena devem ponderar a manutenção da alavancagem total em 103,6% e o carrego inflacionário defasado. A gestão destacou que as variações do IPCA de setembro (0,48%) e outubro (0,09%) ainda configuram níveis baixos de forma agregada, o que continua a impactar negativamente a apuração de resultados, mesmo com a reserva acumulada estabilizada em R$ 0,75 por cota.
Relatório de 2025-10-31
A persistência de índices inflacionários baixos, com destaque para a deflação de agosto e o leve avanço em setembro, continuou a pressionar o pagamento de dividendos do **KFEN11** em outubro de 2025. O rendimento mensal recuou de R$ 8,00 para R$ 7,96 por cota. Em contrapartida, o patrimônio líquido apresentou uma leve recuperação, passando de R$ 167,14 milhões para R$ 167,32 milhões. A reserva acumulada não distribuída estabilizou-se em R$ 0,75 por cota, interrompendo a forte queda do mês anterior. A alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) ajustou-se marginalmente para 101,3%, mantendo a taxa média de aquisição em IPCA + 8,26% a.a. e a duration em 4,4 anos. A exposição setorial permaneceu inalterada, liderada por galpões logísticos (55%). Investidores avaliando se o ativo vale a pena devem observar a alavancagem total, que atingiu 103,6%, e o impacto direto do carrego de IPCA nos rendimentos mensais, dado o ambiente de incertezas inflacionárias destacado pela gestão.
Relatório de 2025-09-30
A deflação atípica de agosto (-0,11%) refletiu diretamente nos rendimentos mensais do **KFEN11** em setembro de 2025, resultando em uma nova compressão no pagamento de dividendos, que recuou para R$ 8,00 por cota. O patrimônio líquido do fundo apresentou retração, caindo de R$ 168,31 milhões para R$ 167,14 milhões, acompanhado por uma redução expressiva na reserva acumulada não distribuída, que passou de R$ 0,98 para R$ 0,75 por cota. A alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) registrou leve incremento, atingindo 101,4%, com a exposição ao setor de galpões logísticos subindo de 52% para 55%. A taxa média de aquisição permaneceu estável em IPCA + 8,26% a.a., enquanto a duration da carteira encurtou ligeiramente para 4,4 anos. Investidores que buscam entender se o ativo vale a pena devem monitorar a alavancagem total, que subiu marginalmente para 103,5%, e o consumo contínuo de reservas para manter o patamar de distribuições, embora a gestão reitere a ausência de eventos de crédito negativos no portfólio.
Relatório de 2025-08-31
A deflação projetada e os índices mais baixos do IPCA nos meses anteriores pressionaram os rendimentos mensais do **KFEN11**, que registraram queda para R$ 8,11 por cota em agosto de 2025. O patrimônio líquido do fundo apresentou leve recuperação, subindo de R$ 167,17 milhões para R$ 168,31 milhões, enquanto a alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) ajustou-se marginalmente para 101,2%. A reserva acumulada não distribuída recuou um centavo, fixando-se em R$ 0,98 por cota. Investidores avaliando se o ativo vale a pena devem observar a manutenção da taxa média de aquisição em IPCA + 8,26% a.a. e a redução da duration da carteira para 4,5 anos. A estrutura de alavancagem permaneceu inalterada com alocação total de 103,4%, e a gestão reforça a ausência de eventos de crédito negativos, mantendo a concentração de 52% no setor de galpões logísticos.
Relatório de 2025-07-31
A conclusão do desenvolvimento do CD Logístico BTS Mercado Livre no final de julho marcou o mês para o **KFEN11**, consolidando a tese de alocação estruturada e ativando o contrato atípico de longo prazo. O patrimônio líquido do fundo recuou de R$ 170,55 milhões para R$ 167,17 milhões, enquanto a exposição em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) subiu marginalmente para 101,3% do PL. O pagamento de dividendos apresentou leve incremento, fixando-se em R$ 9,22 por cota, suportado por uma taxa média de aquisição de IPCA + 8,26% a.a. e uma duration reduzida para 4,6 anos. A reserva acumulada não distribuída teve um acréscimo, passando de R$ 0,98 para R$ 0,99 por cota, conferindo maior previsibilidade para os próximos rendimentos mensais. Investidores que buscam entender se o ativo vale a pena devem notar a manutenção da alavancagem, com alocação total de 103,4%, e a ausência de eventos negativos de crédito na carteira, que segue com 52% de concentração no segmento de galpões logísticos.
Relatório de 2025-06-30
A desaceleração do IPCA nos meses de abril e maio refletiu diretamente no patamar de rendimentos mensais, puxando a distribuição do **KFEN11** para R$ 9,21 por cota em junho de 2025. O patrimônio líquido do fundo registrou leve avanço, alcançando R$ 170,55 milhões. A alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) subiu para 101,2% do PL, com a taxa média de aquisição mantida em IPCA + 8,27% a.a., enquanto a duration da carteira recuou marginalmente para 4,7 anos. Para compor o pagamento de dividendos, a gestão consumiu mais uma parcela da reserva acumulada não distribuída, que passou de R$ 1,03 para R$ 0,98 por cota. A exposição setorial apresentou leve ajuste, com o segmento de galpões logísticos caindo de 54% para 52%. Investidores avaliando se o ativo vale a pena devem observar a manutenção da saúde de crédito, sem registro de eventos negativos, e o uso contínuo de alavancagem, evidenciado pela alocação total de 103,3%.
Relatório de 2025-05-30
A normalização do IPCA nos meses de março e abril impactou diretamente o patamar de distribuição do fundo, trazendo o pagamento de dividendos do **KFEN11** para R$ 11,63 por cota em maio de 2025, uma retração frente aos R$ 14,00 registrados no mês anterior. O patrimônio líquido apresentou leve recuo, fechando o período em R$ 170,1 milhões. A alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) subiu marginalmente para 100,8% do PL, mantendo a taxa média de aquisição estável em IPCA + 8,27% a.a. e a duration da carteira em 4,8 anos. Para suavizar a transição dos rendimentos mensais, a reserva acumulada não distribuída foi parcialmente consumida, passando de R$ 1,08 para R$ 1,03 por cota. O fundo manteve o uso de operações compromissadas reversas, agora representando 3,3% do PL, visando otimizar a alocação de recursos. Investidores que buscam entender se o ativo vale a pena devem notar a ausência de eventos de crédito negativos e a manutenção da tese de carrego focada majoritariamente em galpões logísticos (54%).
Relatório de 2025-04-30
O repasse da inflação elevada nos meses anteriores impulsionou o pagamento de dividendos do **KFEN11** para R$ 14,00 por cota em abril de 2025, superando o patamar de R$ 11,67 do mês anterior. O patrimônio líquido do fundo registrou leve expansão, alcançando R$ 170,3 milhões. A alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) subiu para 100,3%, refletindo uma alavancagem pontual. A taxa média de aquisição permaneceu estável em IPCA + 8,27% a.a., enquanto a duration da carteira recuou marginalmente para 4,8 anos. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, os rendimentos mensais foram sustentados por um resultado gerado de R$ 14,96 por cota, permitindo a retenção de uma reserva acumulada não distribuída de R$ 1,08/cota. A gestão precisou estruturar uma operação compromissada para cobrir um descompasso de caixa gerado por ativos em período de carência, mantendo a tese de carrego focada majoritariamente em galpões logísticos (54%).
Relatório de 2025-04-30
A administradora do fundo **KFEN11** comunicou ao mercado o encerramento do Contrato de Prestação de Serviços de formador de mercado que havia sido firmado com a XP Investimentos Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários S.A. O encerramento cumpre as determinações da Resolução CVM 175.
Respeitado o período de aviso prévio previsto, o encerramento do contrato será efetivado em 01 de maio de 2025. Trata-se de uma alteração operacional na prestação de serviços de liquidez do fundo **KFEN11**, sem indicação de impactos diretos na distribuição de dividendos ou no caixa.
Relatório de 2025-03-31
A forte elevação do IPCA nos primeiros meses do ano impulsionou o pagamento de dividendos do **KFEN11**, que distribuiu R$ 11,67 por cota em março de 2025. Com um patrimônio líquido de R$ 167,19 milhões, o veículo foca em operações High Grade indexadas à inflação, apresentando uma alocação de 99,6% em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). A carteira possui uma taxa média de aquisição de IPCA + 8,27% a.a. e duration de 4,9 anos. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os rendimentos mensais refletem a ausência de eventos negativos de crédito e a estrutura de prazo determinado de até 15 anos, que elimina o risco de diluição por novas emissões. O portfólio é majoritariamente exposto ao setor de galpões logísticos (54%), seguido por operações residenciais e de home equity, mantendo uma tese de carrego robusta e protegida por garantias reais.