Relatório de 2026-04-30
A aceleração na recomposição das reservas de lucros e a liquidação integral da exposição nos CRIs Pernambuco ditaram a dinâmica do **RBRY11** em abril de 2026. O resultado distribuível expandiu para R$ 1,14 por cota, mas a gestão optou por uma postura conservadora ao realizar o pagamento de dividendos de R$ 1,00 por cota, direcionando o excedente de R$ 0,14 para inflar a reserva acumulada, que saltou de R$ 0,06 para R$ 0,20 por cota. Esse carrego robusto e o desconto patrimonial (P/VP de 0,92x) atraem investidores que avaliam se o ativo vale a pena no atual ciclo de afrouxamento monetário. No âmbito da alavancagem, o saldo de operações compromissadas recuou para R$ 38 milhões (3,0% do patrimônio líquido), reduzindo as despesas financeiras. A liquidez média diária no mercado secundário reagiu positivamente, subindo para R$ 6,1 milhões, enquanto o LTV médio ponderado permaneceu ancorado em 61%.
Relatório de 2026-03-31
A recomposição da reserva de lucros e a continuidade do processo de desavancagem ditaram o ritmo do **RBRY11** em março de 2026. O fundo apresentou um resultado distribuível de R$ 1,12 por cota, impulsionado pelo prêmio de resgate antecipado do CRI Vila Leopoldina (R$ 0,03/cota). Diferente do mês anterior, onde a reserva foi zerada para mitigar despesas extraordinárias, a gestão optou por reter parte do lucro, resultando no pagamento de dividendos de R$ 1,06 por cota e recriando um colchão financeiro de R$ 0,06/cota. A estratégia de reciclagem do portfólio seguiu ativa, com alocações de R$ 16,1 milhões em 14 CRIs e reduções focadas na família de CRIs Pernambuco e MRV. Esse movimento de venda de ativos permitiu reduzir as operações compromissadas pela metade, caindo de 9,0% para 4,2% do patrimônio líquido (saldo de R$ 53 milhões). A liquidez no mercado secundário recuou de R$ 6,7 milhões para R$ 4,6 milhões diários, enquanto o LTV médio ponderado permaneceu estável em 61%. A indexação sofreu ajuste marginal, com o CDI passando a representar 87% da carteira, contra 13% atrelados ao IPCA, mantendo a atenção aos riscos intrínsecos dos ativos em 'Watchlist'.
Relatório de 2026-02-27
O reconhecimento de uma despesa extraordinária de R$ 0,52 por cota, referente à taxa de performance da gestão anterior, marcou o primeiro mês do **RBRY11** sob a tutela do Patria Investimentos. Para mitigar o impacto no pagamento de dividendos, o fundo consumiu integralmente sua reserva de lucros, zerando o saldo que era de R$ 0,50 no mês anterior. Esse movimento resultou em uma distribuição de R$ 1,09 por cota, consolidando uma queda frente aos R$ 1,15 de janeiro. A carteira passou por uma reciclagem ativa visando a desavancagem, com a venda de ativos como a liquidação total do CRI Union (que havia recebido aportes recentes) e reduções no CRI Baroneza. O portfólio expandiu para 57 ativos, diluindo a indexação ao CDI de 99% para 88%, com o IPCA ganhando espaço (12%). O LTV médio ponderado sofreu leve alta para 61%, enquanto a liquidez no mercado secundário reagiu positivamente, saltando para R$ 6,7 milhões diários. A atenção do valuation e carrego volta-se para a extensa lista de ativos classificados em 'Watchlist', que concentram riscos intrínsecos de liquidez, estouro de orçamento e reestruturações societárias.
Relatório de 2026-02-03
Conclusão da aquisição da RBR Gestão de Recursos pelo Patria Investimentos altera a denominação e canais de atendimento do fundo **RBRY11** a partir de fevereiro de 2026.
O administrador do fundo **RBRY11** comunicou ao mercado a conclusão da transação de transferência de controle da RBR Gestão de Recursos Ltda. para o Patria Investimentos Ltda., resultando na mudança de nome da gestora para Patria Gestão de Recursos Ltda. Como consequência direta, o fundo **RBRY11** passará a se chamar 'Patria Crédito Imobiliário Estruturado' e seu nome de pregão será alterado para 'FII RBRY PAX' a partir de 09 de fevereiro de 2026, mantendo o mesmo ticker de negociação **RBRY11**.
Relatório de 2026-01-30
A transição oficial da gestão para o Patria Investimentos e o ajuste no patamar de distribuição marcam o encerramento de um ciclo para o **RBRY11** em janeiro de 2026. O pagamento de dividendos recuou de R$ 1,25 para R$ 1,15 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 14,83% sobre a cota a mercado. Em contrapartida, a reserva de lucros acumulada apresentou forte recomposição, saltando de R$ 0,12 para R$ 0,50 por cota, fortalecendo o balanço patrimonial para sustentar os rendimentos mensais futuros. No portfólio, o fundo realizou um novo aporte de R$ 8 milhões no CRI Union III, operação indexada a CDI + 2,0% a.a. com LTV conservador de 24,9%. O volume diário médio de negociação no mercado secundário sofreu leve retração, passando de R$ 5,9 milhões para R$ 5,0 milhões. O LTV médio da carteira teve um leve incremento para 60%, enquanto o número de operações permaneceu estável em 40 ativos. A indexação segue fortemente concentrada no CDI (99%), garantindo o carrego da carteira em um cenário de juros restritivos.
Relatório de 2025-12-31
A alocação expressiva de R$ 204 milhões no mercado primário reconfigurou a carteira do **RBRY11** em dezembro de 2025. O fundo direcionou R$ 126 milhões para o CRI XPLG e R$ 78 milhões para o CRI Exto II, reduzindo o número total de operações de 42 para 40 e comprimindo o LTV médio de 59% para 58%. Para otimizar a rentabilidade desses novos ativos, a gestão introduziu operações compromissadas, que agora representam 8,76% do patrimônio líquido, elevando as taxas efetivas de carrego da carteira. O pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 1,25 por cota, gerando um dividend yield anualizado de 16,46% sobre a cota a mercado. A liquidez no mercado secundário apresentou forte avanço, saltando para um volume diário médio de R$ 5,9 milhões. Contudo, a manutenção do patamar de rendimentos mensais exigiu novo consumo de resultados acumulados, com a reserva recuando de R$ 0,13 para R$ 0,12 por cota, exigindo monitoramento sobre a capacidade de distribuição futura sem comprometer o principal.
Relatório de 2025-12-11
Pátria Investimentos anuncia a aquisição da RBR Gestão de Recursos. O administrador do fundo imobiliário **RBRY11** comunicou ao mercado que, em 10 de dezembro de 2025, a Pátria Investimentos Ltda. celebrou o contrato para a aquisição da totalidade das quotas da RBR Gestão de Recursos Ltda., atual gestora do fundo.
A conclusão da transação está sujeita ao cumprimento de condições suspensivas habituais para este tipo de operação societária. Após o fechamento definitivo, a gestão do **RBRY11** será integrada à equipe de Real Estate do Pátria, liderada por Rodrigo Abbud, sem alteração imediata anunciada na política de investimentos ou no pagamento de dividendos do fundo.
Relatório de 2025-11-28
A compressão da reserva acumulada para R$ 0,13 por cota e o aumento da liquidez no mercado secundário ditaram o ritmo do **RBRY11** em novembro de 2025. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,25 por cota, embora o dividend yield anualizado sobre a cota a mercado tenha recuado de 16,89% para 16,61%. A gestão realizou movimentações táticas na carteira, alocando R$ 11 milhões em duas operações já existentes no portfólio (CRI Setin Joaquim Subordinada e CRI Makasi II) e executando a venda de ativos no montante de R$ 10,4 milhões. O carrego da carteira segue concentrado no CDI (98%), com o LTV médio apresentando leve melhora ao passar de 60% para 59%. O volume diário médio de negociação saltou para R$ 4,8 milhões, reforçando a atratividade e liquidez do ativo. O monitoramento de risco de crédito aponta que as 42 operações permanecem 100% adimplentes, sustentando a estabilidade dos rendimentos mensais, mesmo diante do consumo de reservas para manter o patamar de distribuição.
Relatório de 2025-10-31
A manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,25 por cota e a leve compressão da reserva de lucros para R$ 0,24 por cota ditaram o ritmo do **RBRY11** em outubro de 2025. O dividend yield anualizado sobre a cota a mercado apresentou um ligeiro avanço, passando de 16,75% no mês anterior para 16,89%. A carteira de crédito manteve sua estrutura com 42 operações, todas adimplentes, enquanto o LTV (loan-to-value) médio recuou marginalmente de 61% para 60%. A indexação do carrego segue fortemente concentrada no CDI (98%), com 95% das operações ancoradas pela própria gestora. No monitoramento de risco de crédito e valuation das garantias, o destaque do mês foi a revisão do CRI HM Maxi Campinas, que representa 3,3% do patrimônio líquido do fundo (R$ 40,7 milhões de exposição); a operação manteve o rating 'A' em função do baixo descumprimento de pagamentos na carteira (4%) e fundamentos saudáveis. O volume diário médio negociado no mercado secundário ficou em R$ 3,8 milhões, atestando a liquidez do ativo.
Relatório de 2025-09-30
A recomposição da reserva de lucros para R$ 0,27 por cota e a alocação primária de R$ 14 milhões no CRI Embraed – Alaia ditaram o ritmo do **RBRY11** em setembro de 2025. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,25 por cota, embora o dividend yield anualizado a mercado tenha recuado levemente para 16,75% (ante 17,26% no mês anterior). A gestão seguiu com a reciclagem do portfólio ao concluir a venda de ativos referente à posição total no CRI ZiliCred Sênior, movimentando R$ 6,7 milhões no mercado secundário. O carrego da carteira permanece fortemente indexado ao CDI (98%), com LTV médio estabilizado em 61% e 95% de ancoragem proprietária. No monitoramento de riscos intrínsecos, 100% das obrigações seguem adimplentes, e a revisão de rating do CRI Lux Vila Nova Conceição (2,4% do patrimônio) confirmou a manutenção da nota 'A-', refletindo a resiliência das garantias e o nível confortável de alavancagem da operação.
Relatório de 2025-08-31
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,25 por cota reconfigurou o carrego do **RBRY11** em agosto de 2025, impulsionando o dividend yield anualizado a mercado para 17,26%. O movimento reflete a continuidade do giro de portfólio focado no CDI, indexador que agora representa 98% da carteira. A gestão executou a venda de ativos parcial no montante de R$ 14 milhões do CRI Creditas II Sênior (IPCA + 9,52% a.a.) e alocou R$ 38 milhões no mercado primário através do CRI FGR III (CDI + 3,30% a.a.). Com essa nova aquisição, o número de operações subiu para 42. Do lado do valuation e garantias, o LTV médio do fundo apresentou um leve avanço para 61% (ante 59% no mês anterior), enquanto a ancoragem proprietária atingiu 95%. No espectro de riscos intrínsecos, a reserva de lucros sofreu uma forte contração, recuando de R$ 0,36 para R$ 0,12 por cota, o que reduz a margem de manobra para a estabilização de rendimentos mensais futuros. A qualidade de crédito permanece estável, com 100% das obrigações em dia e a manutenção do rating 'A' para o CRI Conx, que representa 2,3% do patrimônio líquido.
Relatório de 2025-07-31
A intensificação do giro de portfólio para ativos atrelados ao CDI marcou a dinâmica do **RBRY11** em julho de 2025, culminando em uma exposição de 97% neste indexador (ante 87% no mês anterior). O fundo executou a venda de ativos indexados à inflação no montante de R$ 58 milhões, liquidando nove operações, e alocou R$ 28,1 milhões no CRI Union III. Adicionalmente, o pré-pagamento do CRI Patriani (R$ 12,5 milhões) reduziu o número total de operações na carteira de 49 para 41. No carrego e valuation, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,15 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 15,85% a mercado. A reserva de lucros apresentou um salto expressivo, passando de R$ 0,13 para R$ 0,36 por cota, conferindo maior previsibilidade aos rendimentos mensais futuros. O LTV médio recuou levemente para 59%, enquanto a ancoragem proprietária permaneceu em 94%. Do lado dos riscos intrínsecos, a gestão precisou atuar no rebaixamento de rating do CRI RKM (de A+ para A-) devido a pressões de liquidez do devedor, além de monitorar a exposição de 3% à securitizadora Virgo, que segue adimplente.
Relatório de 2025-06-30
O giro de portfólio focado no aumento da exposição ao CDI e o incremento no pagamento de dividendos ditaram a dinâmica do **RBRY11** em junho de 2025. A gestão realizou um desinvestimento de R$ 46 milhões na venda de ativos indexados à inflação, realocando R$ 49,1 milhões em dois novos papéis atrelados ao CDI (CRI Vila Leopoldina e CRI Makasi II). Esse movimento elevou a parcela da carteira no indexador para 87% (ante 82% no mês anterior) e reduziu o número total de operações de 51 para 49. Como reflexo na distribuição de rendimentos mensais, o fundo pagou R$ 1,15 por cota, superando os R$ 1,10 de maio, o que impulsionou o dividend yield anualizado a mercado para 15,82%. A reserva acumulada sofreu leve retração, passando de R$ 0,16 para R$ 0,13 por cota. O LTV médio do portfólio oscilou de 59% para 60%, enquanto a ancoragem proprietária recuou de 99% para 94%, mantendo o foco em garantias robustas e alienação fiduciária na originação de crédito privado para sustentar o valuation do fundo.
Relatório de 2025-05-31
A recomposição da reserva de lucros e o investimento primário de R$ 24,8 milhões no CRI Global Realty Itacema ditaram a dinâmica do **RBRY11** em maio de 2025. Após a forte queda no mês anterior, o montante retido saltou de R$ 0,03 para R$ 0,16 por cota, conferindo maior previsibilidade para o pagamento de dividendos futuros, que se mantiveram estáveis em R$ 1,10 por cota. O carrego da carteira sustentou o dividend yield anualizado na marcação a mercado em 15,09%, apoiado por uma leve alta na exposição ao CDI, que passou de 81% para 82%. No campo estrutural, a gestão concluiu a migração do CRI Cond. Residencial SP AA para o FII Casas AAA SP, transferindo os R$ 4,8 milhões finais pós lock-up e alterando a governança da operação para um fundo exclusivo. O monitoramento de crédito revisou e manteve o rating A+ do CRI Yuny Jardim Paulista Série I (6,6% do PL), atestando a saúde das garantias de alienação fiduciária. O portfólio segue com 51 operações, LTV médio de 59% e 99% de ancoragem proprietária, refletindo um valuation focado em originação restrita e controle de garantias.
Relatório de 2025-04-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,10 por cota e a alocação de R$ 80,3 milhões em três novas operações ditaram a dinâmica do **RBRY11** em abril de 2025. O fundo expandiu seu portfólio de 49 para 51 ativos, compensando o pré-pagamento integral do CRI Setin Perdizes, que representava 0,2% do patrimônio líquido. A exposição ao CDI sofreu um leve ajuste para 81%, enquanto o LTV médio da carteira avançou de 58% para 59%. O dividend yield anualizado na marcação a mercado saltou de 14,14% para 15,09%, refletindo o carrego das novas aquisições (CRIs RKM, Alphaville Carteira e Vista Galassi). Contudo, a distribuição mais robusta consumiu expressivamente a reserva de lucros, que despencou de R$ 0,27 para R$ 0,03 por cota, reduzindo a margem de previsibilidade para os próximos rendimentos mensais. No monitoramento de crédito, a gestão revisou e manteve o rating A+ do CRI Tarjab Altino CDI, suportado por um LTV estável de 58% e taxa de vendas de 40%, reforçando a qualidade da originação e estruturação proprietária que agora ancora 99% das operações.
Relatório de 2025-03-31
O investimento de R$ 64 milhões em três novas operações impulsionou a exposição ao CDI para 82% da carteira do **RBRY11** no fechamento de março. A gestão alocou recursos nos CRIs Tarjab Carinás, Baroneza e Jardim Europa, e Pernambuco Aurora, elevando o portfólio de 47 para 49 ativos e compensando o pré-pagamento do CRI Yuny Jardim Paulista Série II (R$ 1,93 milhão). O patrimônio líquido subiu levemente para R$ 1,23 bilhão, mantendo o LTV médio estabilizado em 58% e 98% das operações ancoradas pela própria gestora. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,05 por cota, porém o dividend yield anualizado na marcação a mercado recuou de 15,11% para 14,14%. A reserva de lucros, que confere previsibilidade aos rendimentos mensais, sofreu uma redução expressiva no período, passando de R$ 0,45 para R$ 0,27 por cota. No monitoramento de crédito, o CRI Paes & Gregori Itaim teve seu rating mantido, sustentado por LTV de 61% e avanço físico de obras na casa dos 90%.