Relatório de 2026-04-30
A devolução de um conjunto no Edifício Alameda Santos pela empresa Caju e a rápida reposição de inquilinos no Morumbi Office Tower ditaram o ritmo operacional do mês, elevando a vacância física do **KORE11** para 2,82% (ante 1,86% no mês anterior). O movimento também pressionou a vacância financeira, que subiu para 2,95%. Em contrapartida, a vacância financeira ajustada por carências apresentou melhora, recuando para 3,84%. Para os investidores que analisam o valuation e se o ativo vale a pena, a cota a mercado sofreu nova desvalorização, passando de R$ 74,60 para R$ 73,08, o que amplia o desconto em relação ao patrimônio do fundo, cuja cota patrimonial teve leve alta para R$ 106,15. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,60 por cota, suportado por um resultado gerado de R$ 0,64 no mês. Um ponto positivo na dinâmica de rendimentos mensais foi a interrupção do consumo da Renda Mínima Garantida (RMG), com o saldo permanecendo intacto em R$ 7,1 milhões. O carrego dos contratos registrou um leve aumento na exposição ao IPCA, que agora representa 57,84% das receitas.
Relatório de 2026-03-31
A nova locação para a empresa Terra Brasil no Edifício Corporate Plaza reverteu a tendência de desocupação do mês anterior, reduzindo a vacância física do **KORE11** para 1,86%. O movimento impactou positivamente a vacância financeira, que caiu para 2,08%, e a ajustada por carências, que recuou expressivamente para 4,32%. No mercado secundário, a cota a mercado sofreu desvalorização, passando de R$ 78,05 para R$ 74,60, ampliando o desconto frente ao patrimônio do fundo, cuja cota patrimonial teve leve alta para R$ 106,13. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,60 por cota. Um ponto de atenção para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena é a retomada do consumo da Renda Mínima Garantida (RMG), com a utilização de R$ 800 mil no mês, reduzindo o saldo para R$ 7,1 milhões. O carrego dos contratos segue com leve aumento na exposição ao IPCA, que agora representa 56,64% das receitas.
Relatório de 2026-02-27
A desocupação de um conjunto no Edifício Corporate Plaza pela empresa Eldorado marcou a dinâmica operacional do **KORE11** em fevereiro de 2026, elevando a vacância física para 2,41% e a financeira para 2,48%. Apesar do revés na ocupação, a vacância financeira ajustada pelas carências apresentou leve recuo para 7,34%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,60 por cota, alinhado ao guidance da gestão. Um dado de alívio para os investidores que monitoram se o ativo vale a pena foi a interrupção no consumo da Renda Mínima Garantida (RMG), que zerou no mês, preservando o saldo de R$ 7,9 milhões. O valuation do portfólio segue com forte desconto no mercado secundário, com a cota negociada a R$ 78,05 frente ao valor patrimonial de R$ 106,07, que sofreu leve retração em relação ao mês anterior. A gestão também focou na modernização dos ativos, com retrofits e melhorias em todos os quatro edifícios do fundo, visando maior competitividade. O carrego dos contratos segue majoritariamente atrelado ao IPCA, que subiu levemente sua representatividade para 56,15%.
Relatório de 2026-01-30
A concretização do novo patamar de rendimentos mensais marca o início de 2026 para o **KORE11**, com a distribuição ajustada para R$ 0,60 por cota, conforme o guidance previamente sinalizado pela gestão. Sem novas movimentações locatícias no período, a operação manteve a vacância física estabilizada em 1,86%, enquanto a vacância financeira recuou levemente para 2,08% e a ajustada caiu de 7,64% para 7,41%. O carrego dos contratos segue ancorado majoritariamente no IPCA (55,64%), e o valuation do portfólio reflete um desconto de aproximadamente 30% no mercado secundário frente ao valor patrimonial, que registrou leve alta, passando de R$ 105,94 para R$ 106,10. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, o consumo da Renda Mínima Garantida (RMG) continua sendo um dos principais riscos monitorados: em janeiro, foram consumidos R$ 1,9 milhão, reduzindo o saldo final da reserva para R$ 7,9 milhões. A absorção das carências nos próximos meses projeta incrementos graduais na receita, mitigando parcialmente a pressão sobre o fluxo de caixa a curto prazo.
Relatório de 2025-12-31
A quitação integral da última parcela de aquisição do portfólio, no valor de R$ 281,3 milhões, e a forte movimentação locatícia redefiniram a dinâmica do **KORE11** no fechamento de 2025. Sem a necessidade de venda de ativos ou novas captações, o fundo utilizou recursos em caixa para zerar essa obrigação. No aspecto operacional, a vacância física recuou de 2,37% para 1,86%, e a financeira caiu para 2,09%. Contudo, as carências concedidas nas novas locações elevaram a vacância financeira ajustada de 6,32% para 7,64%. O consumo da Renda Mínima Garantida (RMG) acelerou de R$ 4,0 milhões para R$ 6,0 milhões, derrubando o saldo da reserva para R$ 9,8 milhões. Para os investidores que monitoram o valuation e avaliam se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,25 por cota neste mês, mas a gestão confirmou o guidance de riscos: os rendimentos mensais sofrerão um ajuste e passarão para R$ 0,60 por cota a partir de fevereiro de 2026. O patrimônio do fundo registrou leve contração, com a cota patrimonial passando de R$ 105,97 para R$ 105,94, enquanto o carrego atrelado ao IPCA subiu marginalmente para 55,64%.
Relatório de 2025-11-28
A estabilidade na carteira de inquilinos marcou o mês de novembro para o **KORE11**, mantendo a vacância física inalterada em 2,37%, enquanto a vacância financeira apresentou um recuo marginal para 2,67%. O destaque operacional recai sobre o consumo da Renda Mínima Garantida (RMG), que acelerou para R$ 4,0 milhões no período, reduzindo o saldo final da reserva para R$ 15,8 milhões. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,25 por cota. Para os investidores que analisam os riscos, o valuation e ponderam se o ativo vale a pena no longo prazo, a gestão reforçou o guidance de que, após dezembro de 2025 — data limite para a quitação da última parcela de aquisição do portfólio sem a necessidade de venda de ativos —, os rendimentos mensais devem sofrer um ajuste e se estabilizar no patamar de R$ 0,60 a R$ 0,63 por cota. O patrimônio do fundo registrou leve alta, com a cota patrimonial passando de R$ 105,90 para R$ 105,97, e o carrego atrelado ao IPCA sofreu ajuste mínimo, situando-se em 55,58%.
Relatório de 2025-10-31
A locação de 935 m² para a FIAP no Centro Empresarial Botafogo impulsionou uma nova rodada de queda nas vacâncias do **KORE11** neste mês. A vacância física recuou de 3,96% para 2,37%, enquanto a vacância financeira caiu de 4,81% para 2,68% na comparação MoM. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,25 por cota, exigindo um consumo de R$ 2,8 milhões da Renda Mínima Garantida (RMG) — um alívio frente aos R$ 3,25 milhões do mês anterior —, deixando o saldo final da reserva em R$ 19,8 milhões. O valor do patrimônio permaneceu estável em R$ 105,90 por cota. Para investidores avaliando o valuation e se o ativo vale a pena no longo prazo, a gestão reiterou que, após dezembro de 2025 (data do pagamento da última parcela de aquisição do portfólio com recursos em caixa), os rendimentos mensais devem sofrer um ajuste e se estabilizar na faixa de R$ 0,60 a R$ 0,63 por cota. A exposição da receita ao IPCA teve leve alta, passando para 55,60%, compondo o carrego atual da carteira.
Relatório de 2025-09-30
A locação de um andar inteiro no edifício Morumbi Office Tower para a Argo Transmissão de Energia zerou a vacância do ativo e reconfigurou os indicadores do **KORE11** neste mês. A vacância física do portfólio recuou expressivamente de 6,23% para 3,96%, enquanto a vacância financeira caiu de 6,35% para 4,81%. Apesar da melhora operacional, as carências atreladas aos novos contratos mantêm a vacância financeira ajustada em 8,93% (ante 9,54% no mês anterior). O pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 1,25 por cota, exigindo um consumo de R$ 3,25 milhões da Renda Mínima Garantida (RMG) — um aumento frente aos R$ 3 milhões de agosto —, resultando em um saldo final de R$ 22,6 milhões. O valor do patrimônio registrou leve alta de 0,01%, fechando em R$ 105,90 por cota. Para investidores avaliando se o fundo vale a pena no longo prazo, a gestão reforçou o guidance de valuation: após a quitação da última parcela de aquisição dos imóveis em dezembro de 2025, os rendimentos mensais devem se estabilizar no patamar de R$ 0,60 a R$ 0,63 por cota. A exposição da receita ao IPCA teve leve acréscimo, passando para 54,73%, compondo o carrego atual da carteira frente ao cenário econômico.
Relatório de 2025-08-29
Três novas locações no Morumbi Office Tower e Corporate Plaza ditaram o ritmo operacional do **KORE11** em agosto de 2025, reduzindo a vacância física para 6,23%. A absorção de 1.324 m² por empresas como Unicoba Energia, MID Infraestrutura e Microware Engenharia comprimiu a vacância financeira para 6,35%. No entanto, as carências concedidas nestes novos acordos elevaram a vacância financeira ajustada para 9,54%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,25 por cota, o que exigiu um consumo de R$ 3 milhões da Renda Mínima Garantida (RMG), superior aos R$ 2,45 milhões do mês anterior, deixando o saldo final em R$ 25,85 milhões. O valor do patrimônio apresentou leve alta de 0,02%, fechando em R$ 105,89 por cota. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no longo prazo, a gestão reiterou o guidance de valuation: após dezembro de 2025, com a quitação da última parcela de aquisição dos imóveis com recursos em caixa e o fim da RMG, os rendimentos mensais devem se estabilizar entre R$ 0,60 e R$ 0,63 por cota. A exposição da receita ao indexador IPCA subiu para 54,17%, compondo o carrego do fundo frente ao cenário macroeconômico.
Relatório de 2025-07-31
Duas novas locações em São Paulo e no Rio de Janeiro impulsionaram a redução generalizada das taxas de vacância do **KORE11** em julho de 2025. A vacância física recuou de 9,35% para 7,93% após a entrada da Level Up! Interactive no Morumbi Office Tower e da Miura Investimentos no Centro Empresarial Botafogo. Consequentemente, a vacância financeira caiu para 7,41% (ante 8,48% no mês anterior), e a ajustada pelas carências recuou para 8,97%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,25 por cota, exigindo um consumo menor da Renda Mínima Garantida (RMG), que utilizou R$ 2,45 milhões no mês, deixando o saldo final em R$ 28,85 milhões. O valor do patrimônio apresentou leve retração de 0,06%, fechando em R$ 105,87 por cota. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena no longo prazo, a gestão reforçou o guidance de valuation: após dezembro de 2025, com a quitação da última parcela de aquisição dos imóveis e o fim da RMG, os rendimentos mensais devem sofrer redução e se estabilizar entre R$ 0,60 e R$ 0,63 por cota. A exposição da receita ao indexador IPCA subiu levemente para 53,02%, compondo o carrego do fundo frente aos riscos inflacionários.
Relatório de 2025-06-30
A locação de um andar no Corporate Plaza e a reavaliação anual do portfólio ditaram o ritmo operacional do **KORE11** em junho de 2025, resultando em movimentos mistos nos indicadores de vacância. A vacância física recuou para 9,35% (ante 9,64% no mês anterior), impulsionada pela nova locação para a Liga Benefícios, o que ajudou a mitigar a devolução parcial de 468 m² pela Equinix no Centro Empresarial Botafogo. Em contrapartida, a vacância financeira subiu para 8,48%, e a ajustada pelas carências avançou para 9,04%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,25 por cota, exigindo um consumo maior da Renda Mínima Garantida (RMG), que totalizou R$ 5 milhões no mês, deixando o saldo final em R$ 31,3 milhões. A gestão também forneceu um guidance importante de valuation para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no longo prazo: após o fim da RMG e o pagamento da última parcela de aquisição dos imóveis em dezembro de 2025, os rendimentos mensais devem sofrer uma redução e se estabilizar entre R$ 0,60 e R$ 0,63 por cota. O valor patrimonial permaneceu estável após a reavaliação anual, fechando em R$ 105,93 por cota, enquanto a exposição ao indexador IPCA subiu levemente para 52,40%.
Relatório de 2025-05-30
A devolução parcial de área no Edifício Morumbi Office Tower pela FICO reverteu a tendência de queda da vacância física do **KORE11**, que subiu para 9,64% em maio. A vacância financeira também acompanhou o movimento, avançando de 6,93% para 7,51%. Em contrapartida, a vacância financeira ajustada pelas carências apresentou melhora expressiva, recuando de 10,19% para 7,51%, refletindo a absorção de carências de locações recentes. No mercado secundário, as cotas acumulam valorização de 19% nos últimos três meses, estreitando o deságio em relação ao valor patrimonial para cerca de 15%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,25 por cota, suportado por um consumo de R$ 4 milhões da Renda Mínima Garantida (RMG), cujo saldo final encerrou maio em R$ 36,3 milhões. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena devem monitorar o cronograma de vencimentos, que agora aponta 9% dos contratos expirando em 2025, e a leve alteração no perfil de indexadores, com o IPCA recuando para 51,12%.
Relatório de 2025-04-30
A locação de meio andar no Edifício Morumbi Office Tower para a Goshen Land e a saída da Tagus no Centro Empresarial Botafogo reconfiguraram os indicadores operacionais do **KORE11** neste mês. A vacância física recuou de 9,93% para 9,07%, enquanto a vacância financeira ajustada pelas carências apresentou uma melhora expressiva, caindo de 16,70% para 10,19%. No mercado secundário, as cotas acumularam valorização de 11% nos últimos dois meses, estreitando o deságio patrimonial para aproximadamente 19%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,25 por cota, suportado por um consumo de R$ 3,7 milhões da Renda Mínima Garantida (RMG), cujo saldo final encerrou abril em R$ 40,3 milhões. Investidores que avaliam o valuation e o carrego para decidir se o ativo vale a pena devem observar a leve alteração no cronograma de vencimentos, que agora aponta 12% dos contratos expirando em 2025, além de 13% de ações revisionais no mesmo período, fatores de risco intrínseco que exigem atenção à medida que a reserva da RMG continua sendo amortizada.
Relatório de 2025-03-31
A valorização de 9,89% nas cotas do **KORE11** no mercado secundário durante o mês de março reduziu o deságio do fundo, que passou de aproximadamente 27% para 20% em relação ao seu valor patrimonial. Operacionalmente, a carteira de inquilinos permaneceu inalterada, mantendo a vacância física estagnada em 9,93%. Contudo, observou-se uma leve melhora na vacância financeira, que recuou para 7,29%, e na vacância ajustada pelas carências, agora em 16,70% (ante 17,07% no mês anterior). O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,25 por cota, fortemente suportado pelo consumo de R$ 4,2 milhões da Renda Mínima Garantida (RMG), cujo saldo final encerrou março em R$ 44 milhões. Na composição das receitas, houve um rebalanceamento expressivo dos indexadores: a exposição ao IPCA saltou para 51,13%, reduzindo a dependência do IGP-M para 48,87%. Investidores avaliando os riscos e se o ativo vale a pena devem monitorar o cronograma de vencimentos, que prevê o término de 14% dos contratos ainda em 2025, além de 13% de ações revisionais no mesmo período, fatores que podem impactar a geração de caixa futura à medida que a reserva da RMG é consumida.