Relatório de 2026-06-02
O administrador do fundo **LMAI11** comunicou a ocorrência de uma redução patrimonial decorrente da desvalorização de cotas de um fundo investido em sua carteira. Em razão de procedimentos de reavaliação de carteira efetuados no Trade Invest Care II Fundo de Investimento Imobiliário, as cotas deste ativo detidas pelo **LMAI11** foram reprecificadas, resultando em impacto negativo no valor patrimonial da cota do fundo.
A desvalorização do ativo investido gerou uma redução de aproximadamente R$ 36,4 milhões no patrimônio líquido do **LMAI11**. Esse reprocessamento impactou negativamente o valor da cota do **LMAI11** em -10,8%, de forma proporcional à participação do referido ativo na carteira do fundo.
Relatório de 2026-03-31
A nova locação no Domo Corporate e a ocupação integral do ativo em Jarinu marcaram a reversão da tendência de vacância operacional neste mês. O **LMAI11** apresentou evolução em sua dinâmica comercial com a assinatura de dois novos contratos. No edifício corporativo, a entrada da seguradora Lemmo elevou a taxa de ocupação para 88,4%, superando a retração vista no mês anterior. Em Jarinu/SP, a locação total para a Unistamp garantiu uma receita imobiliária mensal de R$ 160 mil, com vigência até 2030. Apesar das melhorias nos fundamentos, o carrego da carteira manteve o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,27 por cota (yield de 0,72% a.m.), enquanto o valuation no mercado secundário teve leve recuperação de 0,27%, fechando a R$ 37,50. Do lado dos riscos intrínsecos, o galpão logístico de Campinas permanece 100% vago, e o Shopping Várzea Paulista segue operando no limite do breakeven (45% de ocupação) durante seu processo de modernização. A estrutura de capital apresentou leve recuo na alavancagem, com o saldo devedor de CRIs caindo para R$ 206,5 milhões (26,2% dos ativos imobiliários), mantendo o custo oneroso de IPCA + 8,5% ao ano.
Relatório de 2026-02-27
A efetiva desocupação dos conjuntos 103 e 104 pela FKS Logistics consolidou a retração na taxa de ocupação do Domo Corporate para 87,3% em fevereiro, exigindo o acionamento de seguros contra vacância pela gestão do **LMAI11**. No carrego da carteira, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,27 por cota, o que traduz um dividend yield de 0,72% no mês, impulsionado matematicamente pela continuidade da desvalorização no mercado secundário, onde a cota recuou 3,11% e fechou cotada a R$ 37,40. Do lado operacional, a regularização dos pagamentos da Pirelli trouxe alívio à receita imobiliária, mas o valuation do fundo segue pressionado por desafios intrínsecos de alocação: o galpão logístico em Campinas permanece 100% vago, e o Shopping Várzea Paulista opera no limite do breakeven (45% de ocupação) em meio a um processo de reforma. A estrutura de capital também exige monitoramento contínuo, com o saldo devedor de CRIs subindo levemente para R$ 207,09 milhões, representando 26,3% dos ativos imobiliários a um custo oneroso de IPCA + 8,5% ao ano.
Relatório de 2026-02-10
O fundo de investimento imobiliário **LMAI11** comunicou ao mercado o adiamento temporário do pagamento de dividendos referentes ao período de janeiro de 2026. A distribuição, originalmente prevista para 10 de fevereiro de 2026, foi reprogramada para o dia útil seguinte, 11 de fevereiro de 2026, devido a um atraso sistêmico operacional.
Segundo o comunicado da administradora, o evento ocorreu por conta de pendências na parametrização de acessos junto ao antigo custodiante, Banco Daycoval S.A., em função da recente transição de administração do fundo. A inconsistência sistêmica foi solucionada, normalizando o fluxo regular de distribuição de rendimentos aos cotistas do **LMAI11**.
Relatório de 2026-01-30
A consolidação de cinco novos contratos de locação no Domo Corporate alterou a dinâmica de vacância do **LMAI11**, elevando a ocupação do ativo principal para 89,4%, ante os 84% registrados no trimestre anterior. Apesar do avanço comercial, o pagamento de dividendos sofreu uma forte redução, passando para R$ 0,27 por cota, movimento justificado pela gestão como reflexo da incorporação de novos ativos à carteira. No mercado secundário, a cotação do fundo aprofundou a desvalorização, recuando 12,79% em janeiro e fechando a R$ 38,60, o que pressiona o valuation e eleva o dividend yield para 0,7% ao mês. Do lado dos riscos de carrego, os novos contratos possuem carências de até doze meses, postergando o impacto financeiro positivo, enquanto a devolução já formalizada pela FKS Logistics em fevereiro de 2026 ajustará a ocupação do Domo para 87,31%. A estrutura de capital e o patrimônio apresentam um saldo devedor de CRIs de R$ 205,7 milhões, representando 26,1% dos ativos imobiliários, exigindo monitoramento contínuo das despesas financeiras atreladas ao IPCA + 8,5% ao ano.
Relatório de 2026-01-15
O fundo **LMAI11** comunicou a substituição de sua administradora fiduciária e prestou esclarecimentos sobre a liquidação extrajudicial da antiga administradora, Reag Trust DTVM. Conforme deliberação em Assembleia Geral de Cotistas realizada em 29 de dezembro de 2025, a Planner Corretora de Valores S.A. assumiu formalmente a administração do fundo a partir de 30 de dezembro de 2025, enquanto a Arandu Gestão de Fundos Imobiliários Ltda. (antiga Reag Gestão) foi mantida na função de gestora.
Adicionalmente, o administrador e o gestor esclareceram que a decretação da liquidação extrajudicial da Reag Trust DTVM pelo Banco Central do Brasil não afetará as operações ou o funcionamento do **LMAI11**. O gestor também deixou de integrar o grupo econômico do Grupo REAG em decorrência de alienação de controle societário prévia ocorrida em 2025.
Relatório de 2026-01-08
Alteração de ticker de negociação e nome de pregão do fundo **LMAI11**. O fundo **LMAI11**, administrado pela Planner Corretora de Valores S.A. e gerido pela Reag Gestão de Fundos Imobiliários Ltda., comunicou a alteração de seu ticker de negociação na B3 de RMAI11 para **LMAI11**, além da mudança do nome de pregão para LABINAFII. A modificação foi deliberada em Assembleia Geral de Cotistas realizada em 29 de dezembro de 2025, atendendo a uma solicitação da própria B3. As alterações operacionais serão efetivadas em 15 de janeiro de 2026, iniciando as negociações com o novo ticker **LMAI11** no dia 16 de janeiro de 2026.
Relatório de 2026-01-08
O fundo **LMAI11** comunicou a alocação integral dos recursos captados em sua 3ª emissão de cotas. Os montantes foram destinados à aquisição de participações em diversos fundos de investimento imobiliário e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com todas as operações devidamente concluídas e liquidadas.
Com a conclusão destas aquisições, o gestor do **LMAI11** informou que a estimativa detalhada para o pagamento de dividendos referente aos primeiros seis meses de 2026 será apresentada no próximo relatório gerencial do fundo.
Relatório de 2025-12-29
**LMAI11** conclui aquisição de cotas dos fundos Pedra Alta FII e Francorchamps FII e encerra 3ª emissão.
O fundo de investimento imobiliário **LMAI11** comunicou ao mercado a conclusão e a liquidação da aquisição de 100% das cotas do Pedra Alta FII e do Francorchamps FII. Os recursos financeiros para os pagamentos foram captados por meio de oferta pública de distribuição primária de cotas da 3ª emissão do **LMAI11**, a qual foi devidamente encerrada e liquidada.
A emissão do **LMAI11** perfez o montante total de R$ 319.618.815,54, considerando a Taxa de Distribuição Primária. Os recursos líquidos foram integralmente destinados ao pagamento do preço de aquisição das cotas dos referidos fundos, cujas transações haviam sido aprovadas em assembleia geral de cotistas realizada em 29 de maio de 2025.
Relatório de 2025-11-28
A rescisão antecipada da FKS Logistics no Domo Corporate e a forte desvalorização no mercado secundário ditaram o ritmo do **LMAI11** em novembro de 2025. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,45 por cota, mas a cotação despencou 15,56% no mês, fechando a R$ 47,50 e elevando o dividend yield para 0,95%. A taxa de ocupação do ativo principal permaneceu estagnada em 84%, porém a dinâmica futura foi alterada: a locatária FKS Logistics, que já apresentava atrasos, formalizou a devolução dos conjuntos 103 e 104 para fevereiro de 2026. Para mitigar esse carrego negativo e o risco de vacância, a gestão celebrou dois novos contratos de locação abrangendo três conjuntos, com vigência a partir de dezembro. No balanço patrimonial, o saldo devedor dos CRIs recuou levemente para R$ 207,8 milhões, representando 38,8% dos ativos imobiliários, mantendo a alavancagem e as despesas financeiras como pontos de atenção contínuos na estrutura de capital do fundo.
Relatório de 2025-10-31
A quitação integral da dívida rescisória pela ex-locatária Cardoso e Pinheiro marcou o principal avanço operacional do **LMAI11** em outubro de 2025, injetando R$ 161,6 mil no caixa e encerrando o imbróglio jurídico que pressionava o fundo. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,45 por cota, mas o valuation no mercado secundário sofreu nova retração de 4,81%, fechando a R$ 56,25 e elevando o dividend yield mensal para 0,8%. O patrimônio líquido permaneceu estável na casa dos R$ 337,3 milhões. Do lado dos riscos, a alavancagem recuou marginalmente para 39,0% dos ativos imobiliários, exigindo atenção ao carrego do saldo devedor de R$ 208,5 milhões atrelado aos CRIs das recentes aquisições. A taxa de ocupação do Domo Corporate segue estagnada em 84%, enquanto o fundo absorve custos extraordinários de emissão que elevaram as despesas administrativas no período, impactando a geração de caixa recorrente sem sinalizar venda de ativos no curto prazo.
Relatório de 2025-09-30
A incorporação de dois novos imóveis alavancados (ArcelorMittal e Assaí) marcou a principal virada operacional do **LMAI11** em setembro de 2025, elevando o patrimônio líquido para R$ 337,2 milhões. No entanto, a emissão de novas cotas atrelada a essa estruturação de dívida via CRIs gerou um efeito diluitivo imediato, comprimindo o pagamento de dividendos de R$ 0,54 para R$ 0,45 por cota. No mercado secundário, o valuation de tela sofreu uma forte correção de 19,05%, encerrando o mês a R$ 59,09, o que ajustou o dividend yield para 0,76%. Do lado imobiliário, a vacância do Domo Corporate permaneceu inalterada (84% de ocupação), enquanto a gestão lida com a inadimplência persistente da Cardoso e Pinheiro na esfera judicial e aguarda o fim da carência da New Contclaro Prime, com fluxo de caixa previsto para novembro. A alavancagem do fundo atingiu 39,1% dos ativos imobiliários, exigindo monitoramento da previsibilidade de receitas frente ao carrego da dívida. A estratégia atual foca na maturação desses contratos atípicos de longo prazo, sem sinalizar venda de ativos no horizonte próximo.
Relatório de 2025-08-29
A regularização dos pagamentos pela locatária FKS e a proximidade do fim das carências de Belti e Flux It trouxeram alívio operacional para o **LMAI11** em agosto de 2025, estabilizando a vacância do Domo Corporate na casa dos 84%. Apesar dessas sinalizações positivas na gestão dos rendimentos mensais, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,54 por cota. O dividend yield, contudo, avançou para 0,74%, impulsionado por uma forte correção negativa de 10,65% no valor da cota a mercado, que encerrou o mês cotada a R$ 73,00. No carrego do portfólio, o patrimônio líquido permaneceu estável em R$ 260,8 milhões, evidenciando um descolamento frente ao valuation de tela. Do lado dos riscos intrínsecos, as despesas administrativas continuaram pressionadas pelos custos da recente emissão de cotas, e a inadimplência da Cardoso e Pinheiro segue sem resolução na esfera judicial, exigindo monitoramento contínuo da previsibilidade de caixa.
Relatório de 2025-07-31
A formalização de um novo contrato de locação no Domo Corporate reconfigurou a dinâmica do **LMAI11** em julho de 2025, com a entrada da New Contclaro Prime no conjunto 102 por um prazo de 60 meses. Apesar dessa movimentação comercial positiva, que garantiu a manutenção da ocupação em 84,1%, o pagamento de dividendos recuou de R$ 0,58 para R$ 0,54 por cota (dividend yield de 0,661%), pressionado por despesas extraordinárias atreladas à recente emissão de cotas e problemas operacionais no Atlântica Mall. O valuation do portfólio e o carrego refletem um patrimônio líquido estável na casa de R$ 260,4 milhões. Adicionalmente, a gestão predial do Domo passou para a Binswanger Brazil, visando otimizar a administração dos rendimentos mensais e mitigar riscos de inadimplência, como o persistente calote da rescisão da Cardoso e Pinheiro, que agora evoluiu para a esfera de cobrança jurídica.
Relatório de 2025-06-30
A aprovação da 3ª Emissão de Cotas no montante de R$ 500 milhões e a regularização de pendências financeiras ditaram a evolução do **LMAI11** em junho de 2025. O pagamento de dividendos registrou alta, passando de R$ 0,54 para R$ 0,58 por cota, o que reflete um dividend yield de 0,69% e reforça o carrego e valuation do portfólio. No âmbito operacional, a locatária FKS quitou a multa rescisória pendente do conjunto 102, enquanto a Pirelli antecipou os rendimentos mensais de aluguel referentes a julho. A taxa de ocupação do Domo Corporate estabilizou em 84,1% com a formalização das locações para a Belti e Flux-It, ambas com três meses de carência. O erro do escriturador reportado no mês anterior foi integralmente solucionado. Entre os riscos monitorados, o ex-locatário Cardoso e Pinheiro segue inadimplente na multa rescisória, embora o espaço já tenha sido redirecionado. O patrimônio líquido encerrou o período em R$ 260,5 milhões, mantendo a estabilidade patrimonial do veículo.
Relatório de 2025-06-26
**LMAI11** aprova a realização de sua 3ª emissão de cotas com captação inicial de até R$ 500 milhões para aquisição de novos ativos imobiliários.
O fundo **LMAI11**, administrado pela REAG Trust, comunicou a aprovação da sua 3ª emissão de cotas destinada a investidores profissionais. O preço de subscrição por cota foi definido em R$ 112,69, composto por R$ 107,06 de preço de emissão e R$ 5,63 de taxa de distribuição. Os recursos líquidos captados serão integralmente destinados ao pagamento da aquisição de 100% das cotas do Pedra Alta FII e do Francorchamps FII.
Relatório de 2025-05-30
A nova locação no Domo Corporate e a entrega do conjunto 102 ditaram a dinâmica operacional do **LMAI11** em maio de 2025, elevando a taxa de ocupação física do principal ativo para 84,1%. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,54 por cota, o que representa um dividend yield de 0,674% no mês, sustentando o carrego e valuation do portfólio. A gestão reportou a assinatura de um novo contrato com a Flux-It para o conjunto 161, com carência de três meses, enquanto a FKS Logistics concluiu os reparos do conjunto 102, que agora está disponível para novas locações. Do lado dos riscos intrínsecos, a FKS ainda possui pendências referentes à multa rescisória e aluguéis em aberto dos conjuntos 103 e 104, exigindo monitoramento de curto prazo. O patrimônio líquido apresentou leve alta, fechando em R$ 260,4 milhões. Adicionalmente, um erro operacional do escriturador gerou pagamentos incorretos de rendimentos mensais, falha que está sendo corrigida via estornos e complementações sem ônus ao fundo. Por fim, a incidência de come-cotas reduziu as receitas financeiras do período.
Relatório de 2025-05-15
A administradora e a gestora do fundo **LMAI11** identificaram uma inconsistência na distribuição de rendimentos realizada em maio de 2025, referente à competência de abril de 2025. O erro decorreu de uma falha operacional que impossibilitou que os valores distribuídos refletissem, de forma proporcional, a base de cotistas vigente na data-base de cálculo.
Como medida de correção, a administração do **LMAI11** adotará o pagamento complementar aos cotistas que receberam valor inferior ao devido e o desconto dos valores pagos a maior nas próximas distribuições mensais do fundo.
Relatório de 2025-04-30
A rápida locação do conjunto 41 para a Belti Comércio de Produtos Médicos ditou a resiliência do **LMAI11** em abril de 2025, neutralizando a devolução antecipada pela Teddy Soluções Financeiras. O fundo registrou um aumento no pagamento de dividendos, distribuindo R$ 0,54 por cota (DY de 0,782%), superando os R$ 0,50 do mês anterior. O patrimônio líquido apresentou leve retração, ajustando-se para R$ 260,2 milhões. A gestão conseguiu manter a taxa de ocupação do Domo Corporate estabilizada em 83%, evidenciando um carrego eficiente da carteira, que segue concentrada em lajes corporativas (71%). Contudo, o valuation e a geração de rendimentos mensais exigem atenção contínua aos riscos intrínsecos, especialmente com a pendência da formalização da devolução do conjunto 102 pela FKS Logistics, que ainda realiza reparos no local, além do impacto de curto prazo gerado pela carência concedida no novo contrato assinado.