Relatório de 2026-02-27
O salto expressivo no pagamento de dividendos para R$ 0,55 por cota marca o mês de fevereiro do **MAXR11**, contrastando com a retração observada nas linhas operacionais do fundo. A receita de propriedades recuou de R$ 369,5 mil para R$ 365,9 mil, e o resultado líquido acompanhou a queda, fechando em R$ 350 mil ante os R$ 377,7 mil do mês anterior. No mercado secundário, a cotação do ativo sofreu leve desvalorização, encerrando a R$ 63,49, movimento alinhado à nova remarcação negativa do valuation patrimonial, que cedeu para R$ 92,93 por cota. A estrutura do portfólio segue engessada, mantendo a vacância física em 26% e a área em comodato em 38%, o que limita a geração de caixa recorrente. Além disso, o carrego dos imóveis continua severamente impactado pela falta de manutenção da locatária Lojas Americanas, com laudos apontando infiltrações crônicas, fiação exposta e rachaduras estruturais que exigem intervenções corretivas imediatas para evitar a depreciação acelerada do patrimônio.
Relatório de 2026-01-30
O avanço no resultado líquido para R$ 377,7 mil impulsionou o pagamento de dividendos do **MAXR11** neste início de ano, atingindo R$ 0,24 por cota. Comparado ao fechamento anterior, o fundo apresentou uma melhora na linha de receitas de propriedades, que saltou para R$ 369,5 mil, combinada a uma leve redução nas despesas operacionais. No mercado secundário, a cotação registrou um ganho marginal, encerrando a R$ 64,00, enquanto o valuation patrimonial sofreu nova desvalorização, caindo de R$ 102,15 para R$ 93,21 por cota. A estrutura de ocupação permanece inalterada e desafiadora: a vacância física estacionou em 26%, e a expressiva fatia de 38% da área locável segue em regime de comodato, restringindo o potencial de geração de caixa. Paralelamente, o carrego do portfólio continua pressionado pelo risco físico atrelado à Lojas Americanas, com laudos técnicos reiterando a necessidade de manutenções corretivas urgentes devido a infiltrações, corrosão e rachaduras nas alvenarias das lojas.
Relatório de 2025-12-31
A recuperação no pagamento de dividendos para R$ 0,22 por cota marca o encerramento do ano, revertendo parcialmente a queda observada no mês anterior, mesmo diante de uma retração no resultado líquido contábil. O **MAXR11** registrou um recuo no seu resultado líquido, que passou de R$ 325,1 mil em novembro para R$ 310,0 mil em dezembro. No mercado secundário, a cotação apresentou leve alta para R$ 63,49, enquanto o valuation patrimonial sofreu um ajuste marginal negativo, fixando-se em R$ 102,15 por cota. A vacância física permanece estagnada em 26%, com expressivos 38% da área locável em regime de comodato, limitando a geração de receita. O portfólio continua severamente impactado pela falta de conservação das lojas locadas para a Americanas, exigindo manutenções corretivas urgentes devido a infiltrações, corrosão avançada e danos estruturais mapeados nos laudos técnicos, o que mantém o carrego do fundo sob forte pressão de risco físico e de crédito.
Relatório de 2025-11-28
A redução drástica no pagamento de dividendos para R$ 0,19 por cota marca o mês de novembro, refletindo ajustes no fluxo de caixa operacional apesar do aumento no resultado líquido contábil. O **MAXR11** apresentou um avanço no resultado líquido, saltando de R$ 265,5 mil em outubro para R$ 325,1 mil em novembro, impulsionado por ajustes contábeis positivos. Contudo, os rendimentos mensais distribuídos sofreram um corte significativo, caindo do patamar recorrente de R$ 0,32. No mercado secundário, a cotação recuou para R$ 63,38, enquanto o valuation patrimonial manteve-se estável em R$ 102,22. A vacância física permanece engessada em 26%, e a gestão formalizou o distrato com o Consultor imobiliário após aprovação em Assembleia Geral Extraordinária (AGE). O portfólio segue pressionado pela necessidade de manutenções corretivas severas nas lojas locadas para a Americanas, com laudos reiterando problemas crônicos de infiltração, rachaduras e corrosão avançada.
Relatório de 2025-10-31
A recuperação do resultado líquido para R$ 265,5 mil em outubro aliviou a pressão operacional do **MAXR11**, embora o pagamento de dividendos recorrentes tenha sido mantido no patamar de R$ 0,32 por cota. O fundo segue executando a distribuição extraordinária de R$ 14,66 por cota, reflexo da venda de ativos e amortização parcial aprovadas em consulta formal. No mercado secundário, a cotação apresentou leve avanço para R$ 64,78, enquanto o valuation patrimonial permaneceu estável em R$ 102,21. A vacância física continua estagnada em 26%, perpetuando o custo de carrego anual de R$ 860 mil atrelado ao imóvel de João Pessoa. O principal ponto de atenção recai sobre a deterioração física do portfólio locado para a Americanas, com laudos apontando infiltrações severas, corrosão de tubulações e rachaduras estruturais em diversas praças, exigindo intervenções de manutenção corretiva para preservar a atratividade e o valor dos ativos.
Relatório de 2025-09-30
A forte contração no resultado líquido mensal, que despencou para R$ 85.383 em setembro, pressionou o pagamento de dividendos recorrentes do **MAXR11**, recuando para R$ 0,32 por cota. Em contrapartida, o fundo iniciou a distribuição extraordinária de R$ 14,66 por cota, fruto da aprovação de venda de ativos e amortização parcial, com pagamentos programados ao longo do segundo semestre. A vacância física permanece engessada em 26%, mantendo o custo de carrego do imóvel de João Pessoa em R$ 860 mil anuais. No âmbito da gestão, o contrato com o Consultor foi formalmente distratado, centralizando as ações de prospecção e cobrança na Administradora. O valuation patrimonial sofreu leve desvalorização para R$ 102,20, enquanto a cotação no mercado secundário avançou para R$ 64,69. O risco intrínseco de deterioração física dos imóveis locados para a Lojas Americanas segue crítico, exigindo atenção contínua para mitigar a desvalorização do portfólio.
Relatório de 2025-08-31
A aprovação de propostas de compra e venda de ativos destrava uma distribuição extraordinária de R$ 14,66 por cota, reconfigurando as perspectivas de curto prazo do **MAXR11** em meio à persistente deterioração física de seu portfólio. O pagamento de dividendos recorrentes recuou para R$ 0,45 em agosto, refletindo a queda no resultado líquido mensal, que encolheu de R$ 418 mil no mês anterior para R$ 270.715. A vacância física permanece estagnada na faixa de 26%, mantendo a pressão do custo de carrego do imóvel de João Pessoa, estimado em R$ 860 mil anuais. Paralelamente, o valuation patrimonial sofreu leve ajuste negativo para R$ 102,54, enquanto a cotação no mercado secundário apresentou ligeira recuperação para R$ 63,77. O risco intrínseco segue fortemente atrelado à negligência de manutenção pela Lojas Americanas, com laudos recentes apontando novas infiltrações severas no forro em Belém e fiação exposta em Brasília, somando-se aos problemas estruturais já mapeados em Vitória e Maceió. Esse cenário reforça a iminência de despesas de capital (Capex) para a preservação dos imóveis, exigindo monitoramento contínuo da gestão sobre a integridade dos ativos locados.
Relatório de 2025-08-11
O fundo **MAXR11** formalizou o 6º Aditamento aos Contratos de Locação de três imóveis comerciais locados para a Americanas S.A., localizados em Vitória (ES), Belém (PA) e Maceió (AL). A medida, motivada por dificuldades financeiras da locatária, concede descontos temporários nos aluguéis pelo prazo de 12 meses, de julho de 2025 a junho de 2026, com o objetivo de evitar a rescisão contratual e mitigar o risco de vacância física do portfólio.
Essa concessão acarretará uma redução temporária na receita de locação do **MAXR11**, gerando um impacto negativo estimado de aproximadamente R$ 0,12 por cota ao mês durante a vigência dos descontos. O efeito prático impacta diretamente a geração de caixa para o pagamento de dividendos mensais aos cotistas durante o período acordado, embora as demais condições dos contratos, com vencimento em janeiro de 2029, permaneçam ratificadas.
Relatório de 2025-07-31
O salto no pagamento de dividendos para R$ 0,5155 por cota anunciado para agosto contrasta frontalmente com a escalada da degradação física no portfólio do **MAXR11**. Enquanto o resultado financeiro apresentou um alívio pontual frente ao mês anterior, impulsionado pelo resultado líquido de R$ 418.826 em julho, a realidade operacional exige atenção. A vacância física permanece engessada na marca de 26%, perpetuando o custo de carrego do ativo em João Pessoa, que drena aproximadamente R$ 860 mil anuais do patrimônio do fundo. O grande ponto de inflexão deste mês reside na piora dos laudos técnicos de manutenção: a negligência da principal locatária resultou em riscos intrínsecos severos, como a corrosão avançada do sistema de incêndio em Maceió e rachaduras estruturais na alvenaria em Vitória. A gestão, agora atuando de forma internalizada após o distrato do consultor imobiliário, foca na busca ativa por novos inquilinos e no monitoramento das parcelas da Recuperação Judicial da Americanas. No mercado secundário, a cotação de fechamento a R$ 63,34 reflete um forte deságio frente ao valuation patrimonial de R$ 102,83, indicando que o mercado segue precificando os desafios de liquidez e a iminência de despesas de capital (Capex) para a reabilitação dos imóveis.
Relatório de 2025-06-30
A formalização do distrato com o consultor imobiliário e a escalada da degradação física dos ativos locados às Lojas Americanas redefinem o foco operacional do **MAXR11** neste mês. Diferente do período anterior, que concentrava atenções no litígio de Taguatinga, o relatório atual destaca a internalização da busca por novos locatários pela Administradora para combater a vacância física que atinge 26%. O patrimônio do fundo enfrenta pressões duplas: de um lado, o custo de carrego da loja vazia em João Pessoa, que gera despesas anuais estimadas em R$ 860 mil; de outro, a necessidade urgente de reparos estruturais em praças como Maceió e Vitória devido à negligência da principal inquilina. No âmbito financeiro, o pagamento de dividendos foi fixado em R$ 0,32 por cota, refletindo um cenário de estabilização após os impactos da multa rescisória do primeiro trimestre. A gestão também monitora o recebimento dos rendimentos mensais atrelados às 48 parcelas do acordo de Recuperação Judicial da Americanas, enquanto avalia eventuais propostas para venda de ativos que possam otimizar a alocação de capital e mitigar os riscos de desvalorização imobiliária.
Relatório de 2025-06-27
O fundo de investimento imobiliário **MAXR11** anunciou o recebimento de R$ 1.200.000,00 (um milhão e duzentos mil reais) a título de sinal em decorrência do cumprimento de condições precedentes de uma operação de venda de ativos. Esse montante poderá ser distribuído futuramente aos cotistas do **MAXR11** como receita proveniente da venda de ativos, conforme critérios contábeis e regulamentação vigentes.
As parcelas remanescentes da transação serão retidas pela carteira do **MAXR11** até a quitação integral do preço por parte dos compradores, programada para junho de 2027. Em caso de eventual rescisão contratual motivada por inadimplência dos adquirentes, apenas o valor do sinal será retido de forma definitiva pelo **MAXR11**, sendo obrigatória a devolução de outras parcelas eventualmente pagas.
Relatório de 2025-06-05
A persistência da inadimplência no imóvel de Taguatinga (DF) centraliza os esforços jurídicos do **MAXR11**, que busca recuperar um passivo de R$ 8,97 milhões oriundo da locação para o Curso Exatas. Diferente do mês anterior, onde o foco recaiu sobre a vacância e o pagamento de dividendos, a atualização de junho de 2025 destaca exclusivamente o andamento do Incidente de Desconsideração da Personalidade Jurídica. O fundo tenta redirecionar a execução para a empresa Landim Serviços Administrativos, sob alegação de sucessão irregular e esvaziamento patrimonial. Contudo, os riscos de atraso na monetização desse crédito aumentaram, evidenciados pelo retorno negativo dos avisos de recebimento (ARs) na tentativa de citação da nova ré em maio de 2025. Esse imbróglio processual mantém a pressão sobre o patrimônio do fundo, limitando a previsibilidade de distribuições extraordinárias ou a eventual venda de ativos atrelados a essa pendência, exigindo cautela quanto aos rendimentos mensais futuros até a efetiva constrição de bens dos executados.
Relatório de 2025-05-30
A expansão no resultado líquido impulsionou o pagamento de dividendos do **MAXR11** para R$ 0,34 por cota em maio de 2025, marcando uma recuperação frente ao mês anterior. O portfólio registrou um lucro de R$ 349 mil, suportado pelo aumento nas receitas de propriedades para investimento, que atingiram R$ 472 mil, absorvendo a alta nas despesas operacionais. No mercado secundário, a cotação de fechamento avançou para R$ 66,64, reduzindo marginalmente o deságio frente ao valor patrimonial, que sofreu leve ajuste para R$ 104,32. A estrutura de locação permaneceu estagnada, mantendo 26% de vacância física e 36% da área em regime de comodato. No âmbito da gestão, a rescisão formal do contrato com o consultor imobiliário, aprovada em Assembleia Geral Extraordinária (AGE), centralizou os esforços de prospecção de novos locatários. Paralelamente, os riscos atrelados à conservação física dos ativos seguem críticos; laudos recentes reforçam a negligência da principal inquilina, forçando a administração a planejar intervenções diretas para evitar a desvalorização e viabilizar futuras estratégias de locação ou venda de ativos.
Relatório de 2025-05-16
O fundo **MAXR11** celebra compromisso para a venda de ativo imobiliário em Maceió por R$ 8 milhões. A administradora comunicou a assinatura do Compromisso de Venda e Compra de Imóvel para a alienação do domínio útil do imóvel localizado em Maceió - AL. A transação está condicionada à superação de condições precedentes e estima um resultado positivo para o fundo de aproximadamente R$ 1,90 por cota, influenciando o caixa disponível para futuro pagamento de dividendos decorrentes dessa venda de ativos.
Relatório de 2025-05-08
O fundo **MAXR11** recebeu uma proposta não vinculante no valor de R$ 12.500.000,00 para a venda de um de seus ativos localizado em João Pessoa, Paraíba. A transação envolve a alienação do imóvel situado no Parque Sólon de Lucena, nº 563, Centro, local de funcionamento de uma antiga unidade do Carrefour, com área total de 13.474,60 m².
A proposta apresentada pela empresa Alto Branco Participações S/S Ltda estabelece o pagamento de um sinal de R$ 3.500.000,00 na assinatura do compromisso de compra e venda, com o saldo remanescente de R$ 9.000.000,00 dividido em 18 parcelas mensais e consecutivas de R$ 500.000,00. A administradora do **MAXR11** informou que manterá o mercado atualizado sobre o andamento das tratativas.
Relatório de 2025-04-30
O aumento expressivo nas despesas operacionais e a contínua deterioração física dos ativos locados à Americanas marcam o carrego do **MAXR11** neste mês. O lucro líquido mensal recuou de R$ 396 mil para R$ 328 mil, fortemente impactado pelo salto nas despesas da operação, que atingiram R$ 212 mil. Apesar da compressão no resultado, o pagamento de dividendos apresentou leve alta, passando para R$ 0,32 por cota. No mercado secundário, a cotação de fechamento reagiu positivamente, alcançando R$ 65,84, embora ainda negocie com forte deságio em relação ao valor patrimonial de R$ 104,47. A taxa de ocupação permanece estagnada em 74,19%, mantendo o desafio de rentabilizar os 36% de área em comodato e 26% de vacância. Diante dos laudos de vistoria que atestam a falta de manutenção pela principal inquilina, a gestão estuda assumir diretamente as benfeitorias para proteger o valuation do portfólio imobiliário e mitigar riscos estruturais.