Relatório de 2026-02-27
A ausência de ganhos de capital no mês de fevereiro impactou diretamente a geração de caixa do **NAVT11**, que recuou de R$ 1,14 para R$ 0,98 por cota na comparação mensal. Apesar dessa retração nas receitas totais, a gestão manteve o pagamento de dividendos estável em R$ 0,85 por cota, utilizando parte do resultado para reforçar a reserva de lucros em R$ 0,13 por cota (ante R$ 0,29 retidos no mês anterior). No aspecto de valuation, a cota patrimonial apresentou leve desvalorização, passando de R$ 90,17 para R$ 90,13, acompanhando a estabilidade do patrimônio líquido na casa dos R$ 55,1 milhões. A estratégia de alocação segue uma postura defensiva, com a equipe gestora aprofundando a redução na exposição a ações do setor imobiliário e mantendo o carrego focado em FIIs de CRI e FoFs, ativos que ainda negociam com descontos expressivos entre 17% e 25%. A carteira de CRIs permanece concentrada no indexador CDI (71%), refletindo a sensibilidade do portfólio ao atual patamar da política monetária e garantindo um carrego atrativo para os rendimentos mensais.
Relatório de 2026-01-30
A reversão na dinâmica de reservas marcou o início de 2026 para o **NAVT11**, que passou de um consumo de R$ 0,49 por cota em dezembro para uma retenção positiva de R$ 0,29. O resultado caixa saltou expressivamente para R$ 1,14 por cota, impulsionado pela rubrica de ganho de capital que atingiu R$ 161 mil (ante perdas no mês anterior) e pelo aumento nos rendimentos de FIIs investidos. Apesar da forte geração de caixa, a gestão optou por reduzir o pagamento de dividendos de R$ 1,24 para R$ 0,85 por cota, priorizando a recomposição de reservas. No aspecto de valuation, a cota patrimonial manteve a tendência de alta, avançando de R$ 88,90 para R$ 90,17, o que elevou o patrimônio líquido para R$ 55,2 milhões. A estratégia de alocação sofreu ajustes táticos, com a equipe gestora reduzindo a exposição em ações do setor imobiliário para mitigar riscos, enquanto mantém a tese em FoFs e FIIs de crédito descontados. A concentração da carteira de CRIs no indexador CDI oscilou levemente para 71%, mantendo a sensibilidade do portfólio à política monetária.
Relatório de 2025-12-31
A forte recuperação na rubrica de ganho de capital, que reduziu as perdas de R$ 757 mil para apenas R$ 28 mil negativos, permitiu ao **NAVT11** reverter o déficit do mês anterior e registrar um resultado caixa de R$ 0,75 por cota em dezembro de 2025. Com essa melhora operacional, o pagamento de dividendos saltou para R$ 1,24 por cota, diminuindo drasticamente a necessidade de queima de reservas, que caiu de R$ 1,22 para R$ 0,49 por cota. O valuation da carteira manteve a trajetória ascendente: a cota patrimonial avançou de R$ 86,53 para R$ 88,90, elevando o patrimônio líquido para R$ 54,4 milhões e entregando uma rentabilidade patrimonial de 2,0%. A gestão destacou a alocação tática em FIIs de crédito com descontos atrativos e a retomada nas locações de lajes corporativas em São Paulo como motores de valor. Apesar da evolução, os riscos atrelados à concentração de 70% dos CRIs no indexador CDI exigem monitoramento frente à dinâmica de juros, assim como a persistência, ainda que menor, do consumo de reservas para manter o patamar de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-11-28
A forte piora no ganho de capital realizado, que atingiu R$ 757 mil negativos, arrastou o resultado por cota do **NAVT11** para o terreno negativo em novembro de 2025 (-R$ 0,47). Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,75 por cota, a gestão precisou queimar R$ 1,22 por cota da reserva acumulada, uma aceleração drástica frente aos R$ 0,16 consumidos no mês anterior. Em contrapartida, o valuation do fundo apresentou recuperação: a cota patrimonial avançou de R$ 85,96 para R$ 86,53, impulsionando o patrimônio líquido para R$ 52,9 milhões e entregando uma rentabilidade patrimonial de 1,6% (ante -0,2% em outubro). Na alocação tática, a exposição à classe de Equity saltou de 37% para 45%, enquanto o Crédito recuou para 53%. Diante da valorização recente dos ativos, a gestão declarou adotar uma postura mais cautelosa em relação aos níveis de preço.
Relatório de 2025-10-31
A reversão nos ganhos de capital impactou diretamente a geração de caixa do **NAVT11** em outubro de 2025, exigindo o consumo de reservas para manter o patamar de distribuição. O resultado por cota recuou expressivamente de R$ 1,10 em setembro para R$ 0,59, pressionado por perdas de capital que somaram R$ 166 mil negativos no mês. Para sustentar o pagamento de dividendos em R$ 0,75 por cota, a gestão utilizou R$ 0,16/cota da reserva acumulada, que agora repousa em R$ 1,71/cota. No aspecto de valuation, o patrimônio líquido do fundo encolheu para R$ 52,6 milhões, com a cota patrimonial cedendo de R$ 86,90 para R$ 85,96. A alocação tática também refletiu mudanças: o caixa foi reduzido à metade, passando de 6% para 3%, enquanto a exposição à classe de Equity subiu para 37% e Crédito atingiu 60%. A estratégia de carrego segue focada em FIIs de CRI e FoFs, aproveitando descontos de 15% a 20% frente ao valor patrimonial, em um mês onde a rentabilidade patrimonial marcou -0,2%.
Relatório de 2025-09-30
A forte expansão na geração de caixa impulsionou os resultados do **NAVT11** em setembro de 2025, saltando de R$ 0,79 no mês anterior para R$ 1,10 por cota. Esse avanço foi tracionado por ganhos de capital (R$ 0,31/cota), permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,75 por cota e uma expressiva retenção de R$ 0,35 para a reserva de lucros, que agora atinge R$ 1,87 por cota. No aspecto de valuation, o patrimônio líquido avançou para R$ 53,2 milhões, com a cota patrimonial subindo de R$ 85,55 para R$ 86,90. A alocação do portfólio também sofreu ajustes táticos: a parcela de Equity subiu para 36% (ante 33%), enquanto o caixa recuou para 6%. A gestão segue priorizando FoFs e FIIs de CRI negociados com descontos entre 15% e 20% frente ao valor patrimonial, buscando otimizar os rendimentos mensais diante de um carrego que considera atrativo.
Relatório de 2025-08-31
A retomada da exposição em renda variável no segmento de construção alterou a dinâmica do **NAVT11** em agosto de 2025, elevando a parcela de Equity de 29% para 33% e reduzindo o peso de Crédito de 61% para 58%. O caixa também recuou de 10% para 8%. No âmbito dos resultados, a geração de caixa sofreu uma contração MoM, passando de R$ 1,07 para R$ 0,79 por cota. Apesar dessa redução, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,75 por cota, permitindo que o fundo retivesse R$ 0,04 e ampliasse sua reserva de lucros acumulada de R$ 1,45 para R$ 1,52 por cota. O valuation da carteira registrou leve avanço, com o patrimônio líquido subindo para R$ 52,37 milhões e a cota patrimonial fechando cotada a R$ 85,55. A gestão reportou contribuições positivas das posições em FIIs de logística e lajes corporativas, refletindo um carrego mais construtivo para os ativos de risco imobiliário no período.
Relatório de 2025-07-31
A reversão do resultado de caixa negativo para um patamar positivo de R$ 1,07 por cota marca a transição do **NAVT11** em julho de 2025, permitindo a recomposição imediata de sua reserva de lucros. Diferente do mês anterior, onde houve forte consumo de reservas para sustentar os pagamentos, a gestão reteve R$ 0,32 por cota neste ciclo, elevando o saldo acumulado para R$ 1,45 por cota. O pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 0,75 por cota, refletindo uma normalização após os R$ 0,98 distribuídos em junho. Na alocação, o caixa que estava em 19% foi ativamente empregado, recuando para 10%, sendo direcionado para a aquisição de um novo CRI atrelado ao CDI no segmento hoteleiro de alto padrão em São Paulo. Com essa movimentação, a exposição ao segmento de crédito subiu de 52% para 61%, enquanto a parcela de Equity permaneceu estável em 29%. O valuation da carteira apresentou leve oscilação negativa, com o patrimônio líquido ajustado para R$ 52,31 milhões e a cota patrimonial fechando em R$ 85,45. A estratégia atual consolida o carrego de recebíveis imobiliários como motor principal de rendimentos mensais, mitigando a volatilidade dos ativos de tijolo em um cenário macroeconômico ainda pressionado.
Relatório de 2025-06-30
A drástica redução na exposição a ativos de tijolo e ações marcou a virada estratégica do **NAVT11** em junho de 2025, culminando na venda de posições com prejuízo para mitigar riscos de perdas permanentes de capital. Diferente do mês anterior, onde o ganho de capital impulsionou os resultados, o fundo registrou um resultado de caixa negativo de -R$ 0,25 por cota, fortemente impactado por perdas de capital realizadas (-R$ 1,01/cota). Para sustentar e elevar o pagamento de dividendos para R$ 0,98 por cota (frente aos R$ 0,70 de maio), a gestão consumiu R$ 1,24 por cota da reserva acumulada, que agora recuou para R$ 0,88 por cota. O valuation da carteira também refletiu esse movimento, com o patrimônio líquido caindo para R$ 52,35 milhões e a cota patrimonial ajustada para R$ 85,51. A alocação sofreu um rebalanceamento agressivo: a parcela de Equity despencou de 60% para 29%, enquanto o segmento de crédito subiu para 52%, acompanhado de uma elevação expressiva do caixa para 19%, preparando terreno para futuras aquisições de CRIs com carrego mais atrativo.
Relatório de 2025-05-31
A expansão da cota patrimonial para R$ 86,32 e o acúmulo de uma robusta reserva de lucros, que atingiu R$ 2,11 por cota, marcam a evolução do **NAVT11** em maio de 2025. O valuation da carteira manteve a trajetória de alta, impulsionando o patrimônio líquido para R$ 52,85 milhões, com uma rentabilidade patrimonial de 2,5% no mês. A gestão manteve o pagamento de dividendos estável em R$ 0,70 por cota, suportado por um resultado de caixa de R$ 1,13 por cota. A estratégia de rebalanceamento continuou, com a venda de ativos gerando um ganho de capital de R$ 0,26 por cota, consolidando a transição da carteira que agora apresenta 60% de alocação em ações e FIIs de tijolo (Equity), reduzindo a exposição em crédito para 34%. Esses rendimentos mensais consistentes refletem a tática de realizar lucros pontuais enquanto se aguarda a reprecificação dos ativos imobiliários, garantindo um carrego defensivo e previsibilidade nas distribuições futuras.
Relatório de 2025-04-30
A captura de R$ 0,25 por cota em ganho de capital mediante a venda de ativos impulsionou o resultado de caixa do **NAVT11** para R$ 1,14 por cota em abril de 2025, superando os R$ 0,89 registrados no mês anterior. Esse movimento tático de rebalanceamento, que reduziu marginalmente a exposição em FIIs de crédito em favor de ações imobiliárias e caixa, permitiu que o fundo encorpasse sua reserva de lucros, saltando de R$ 1,24 para expressivos R$ 1,68 por cota. O valuation da carteira também refletiu ganhos, com a cota patrimonial avançando de R$ 83,60 para R$ 84,98, levando o patrimônio líquido a romper a marca de R$ 52 milhões. Apesar da rentabilidade patrimonial de 2,7% no mês representar uma desaceleração frente aos 7,1% anteriores, a gestão manteve o pagamento de dividendos estável em R$ 0,70 por cota, ancorando-se em rendimentos mensais robustos provenientes de uma alocação que ainda concentra 66% em crédito estruturado.
Concentração e Riscos de Portfólio
Índice HHI de concentração: Calculado por IA
Distribuição de indexadores: IPCA, CDI e IGPM.