Relatório de 2026-04-30
A redução expressiva na distribuição de dividendos para R$ 2,05 por cota em abril de 2026 reflete a acomodação dos rendimentos mensais do **NSLU11** após o pico de distribuições extraordinárias decorrentes do acordo judicial. O resultado líquido do período recuou para R$ 1,81 milhão, impactado diretamente pelo aumento expressivo das despesas operacionais, que saltaram de R$ 179,8 mil para R$ 728,9 mil. No mercado secundário, a cotação de fechamento manteve a trajetória de queda, recuando para R$ 188,51, acompanhada por uma redução no volume financeiro negociado para R$ 2,42 milhões. Apesar da volatilidade recente nas distribuições e no valor de mercado, o patrimônio líquido do fundo permanece sólido em R$ 222,86 milhões, com taxa de ocupação estável em 100% e contrato atípico de longo prazo garantindo previsibilidade até 2055, fatores cruciais para investidores avaliarem se o ativo vale a pena no longo prazo.
Relatório de 2026-03-31
O expressivo salto no pagamento de dividendos regular para R$ 3,74 por cota marcou o desempenho do **NSLU11** em março de 2026, representando uma forte alta frente aos R$ 1,71 distribuídos no mês anterior. Esse incremento nos rendimentos mensais reflete a distribuição parcial dos recursos recebidos do acordo judicial com a Rede D'Or. O resultado líquido do período recuou de R$ 5,39 milhões para R$ 2,65 milhões, uma vez que as receitas de propriedades para investimento se normalizaram em R$ 2,44 milhões (após o pico de R$ 12,22 milhões em fevereiro decorrente do depósito judicial). Paralelamente, as despesas operacionais despencaram de R$ 6,76 milhões para R$ 179,8 mil, com a ausência de novos pagamentos de honorários advocatícios de êxito. No mercado secundário, a cotação de fechamento sofreu uma desvalorização, caindo de R$ 208,20 para R$ 193,18, embora o volume financeiro negociado tenha se recuperado para R$ 3,48 milhões. A taxa de ocupação do patrimônio imobiliário permanece em 100%, com o contrato de locação estendido até 2055, oferecendo previsibilidade de longo prazo para investidores que analisam se o ativo vale a pena.
Relatório de 2026-02-27
O levantamento de um depósito judicial no valor de R$ 31,37 milhões redefiniu o fluxo de caixa do **NSLU11** neste mês, viabilizando a quitação de honorários advocatícios e destravando uma amortização extraordinária de R$ 21,58 milhões (R$ 16,69 por cota) aos investidores. No comparativo mensal, o resultado líquido saltou de R$ 2,22 milhões para R$ 5,39 milhões, impulsionado pelo reconhecimento de R$ 12,22 milhões na linha de propriedades para investimento, mesmo com as despesas operacionais disparando para R$ 6,76 milhões devido aos acertos legais. O pagamento de dividendos regulares sofreu um leve ajuste, passando de R$ 1,73 para R$ 1,71 por cota. No mercado secundário, a liquidez manteve a trajetória de queda, com o volume financeiro recuando de R$ 2,66 milhões para R$ 2,20 milhões, enquanto a cotação de fechamento marcou R$ 208,20. Para quem avalia se o ativo vale a pena no longo prazo, a previsibilidade segue ancorada na ocupação total e no contrato de 30 anos com a Rede D'Or, embora o risco de mono-inquilino e a pendência de um depósito adicional de R$ 2,4 milhões exijam monitoramento contínuo do valuation e da estrutura de capital.
Relatório de 2026-02-27
O levantamento de um depósito judicial milionário e a consequente amortização extraordinária redefiniram a dinâmica financeira do **NSLU11** neste mês. O fundo registrou a entrada líquida de R$ 31,37 milhões referentes ao acordo com a Rede D'Or. Desse montante, R$ 21,58 milhões serão destinados à devolução parcial do patrimônio via amortização de capital (R$ 16,69 por cota), enquanto R$ 9,78 milhões reforçam o caixa para futuros rendimentos mensais. O pagamento de dividendos regular apresentou leve recuo, passando de R$ 1,73 para R$ 1,71 por cota. O resultado líquido saltou expressivamente de R$ 2,22 milhões para R$ 5,39 milhões, impulsionado pelas receitas de propriedades para investimento que atingiram R$ 12,22 milhões. Em contrapartida, as despesas operacionais dispararam para R$ 6,76 milhões, reflexo direto da quitação de honorários advocatícios atrelados ao encerramento das disputas judiciais. No mercado secundário, a liquidez manteve a tendência de queda, com o volume financeiro retraindo para R$ 2,20 milhões, embora a cotação tenha oscilado positivamente para R$ 208,20. A estrutura imobiliária segue com 100% de ocupação, garantindo previsibilidade para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena no longo prazo, mitigando parcialmente os riscos de mono-inquilino.
Relatório de 2026-02-23
O fundo **NSLU11** realizará uma amortização parcial extraordinária de capital em favor de seus cotistas no valor total de R$ 21.585.409,82, decorrente do recebimento judicial de recursos relacionados a uma oferta de 2022. No dia 11 de fevereiro de 2026, o fundo recebeu o montante de R$ 31.373.117,12, restando uma parcela de aproximadamente R$ 2.400.000,00 com levantamento pendente. O saldo restante recebido será integralmente destinado à distribuição de rendimentos.
Para a operacionalização tributária do evento, os investidores do **NSLU11** devem informar seu custo médio de aquisição à administradora entre os dias 05/03/2026 e 20/03/2026. O pagamento aos cotistas referente ao valor parcial da liquidação está programado para ocorrer em 31/03/2026, tendo como base de corte a data de 02/03/2026.
Relatório de 2026-02-11
O fundo **NSLU11** anunciou o recebimento de fração do valor pendente referente ao sinal estipulado no Termo de Transação, totalizando o montante líquido de R$ 31.373.117,12. O montante de aproximadamente R$ 2.400.000,00 permanece pendente de levantamento.
Os recursos recebidos pelo **NSLU11** poderão ser utilizados para futuro pagamento de dividendos aos cotistas, observando a regulamentação vigente e a apuração de resultados da Classe.
Relatório de 2026-01-30
A normalização no pagamento de dividendos marca o início de 2026 para o **NSLU11**, após a distribuição atípica registrada no fechamento do ano anterior. O rendimento mensal recuou de R$ 10,16 para R$ 1,73 por cota, refletindo a estabilização do fluxo de caixa após o encontro de contas e as reversões contábeis de dezembro. O resultado líquido acompanhou essa acomodação, caindo de R$ 4,71 milhões para R$ 2,22 milhões, enquanto as despesas operacionais apresentaram um salto para R$ 295 mil. No valuation de mercado secundário, a liquidez continuou em trajetória descendente: o volume financeiro encolheu de R$ 3,43 milhões para R$ 2,66 milhões e a cotação de fechamento recuou para R$ 208,06. Apesar da retração nos indicadores de negociação, a estrutura imobiliária permanece sólida, sustentada por 100% de ocupação e pelo novo contrato de locação de 30 anos com a Rede D'Or. Esse cenário garante previsibilidade nas receitas futuras para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena no longo prazo, embora o risco de mono-inquilino exija acompanhamento constante.
Relatório de 2025-12-31
O salto atípico no pagamento de dividendos e a reversão contábil do déficit anterior ditam o ritmo do **NSLU11** no fechamento de 2025. Após o encontro de contas que deprimiu o fluxo de caixa em novembro, o aluguel cobrado da Rede D'Or retornou ao patamar integral de R$ 1,83 milhão, impulsionando o resultado líquido para R$ 4,71 milhões. Esse carrego destravou uma distribuição expressiva de R$ 10,16 por cota, atraindo a atenção de investidores que avaliam se o ativo vale a pena no longo prazo, independentemente de eventuais estratégias de venda de ativos. No valuation de mercado secundário, contudo, o cenário esfriou: o volume financeiro despencou de R$ 11,7 milhões para R$ 3,43 milhões, e a cotação recuou para R$ 216,00. A estrutura imobiliária segue blindada por 100% de ocupação, garantindo previsibilidade nos rendimentos mensais, embora o risco de mono-inquilino exija monitoramento contínuo.
Relatório de 2025-12-02
O fundo imobiliário **NSLU11** anunciou a assinatura de um novo contrato de locação com a Rede D’Or São Luiz S.A., fixando o aluguel mensal em R$ 1.836.133,33 após a conclusão de três laudos de avaliação. Ocorrerá um encontro de contas na competência de novembro de 2025 que reduzirá temporariamente o aluguel a ser recebido para R$ 1.632.307,18, seguido pelo retorno ao patamar integral a partir de dezembro de 2025, influenciando o pagamento de dividendos de acordo com o resultado da classe do **NSLU11**.
Relatório de 2025-11-28
A reversão contábil e o ajuste de fluxo de caixa protagonizam o carrego do **NSLU11** neste ciclo de novembro de 2025. Após o salto atípico do mês anterior, o resultado líquido recuou drasticamente de um lucro de R$ 13,1 milhões para um déficit de R$ 740 mil, pressionado por despesas operacionais na casa de R$ 3,1 milhões. Adicionalmente, a dinâmica de receitas foi impactada por um encontro de contas contratual, que reduziu temporariamente o aluguel de novembro para R$ 1,63 milhão. No valuation de mercado secundário, entretanto, o cenário foi de forte tração: o volume de negociação disparou para R$ 11,7 milhões, revertendo o arrefecimento anterior, enquanto a cotação de fechamento avançou para R$ 220,40. Para o usuário que pesquisa se o ativo vale a pena, a estrutura imobiliária segue blindada por 100% de ocupação e um contrato de 30 anos com a Rede D'Or, garantindo previsibilidade no pagamento de dividendos e rendimentos mensais no longo prazo, a despeito da volatilidade contábil de curto prazo e do risco intrínseco de mono-inquilino.
Relatório de 2025-10-31
A distribuição extraordinária de rendimentos mensais redefiniu o carrego do **NSLU11** neste mês de referência, materializando os efeitos financeiros do recente acordo com a Rede D'Or. O pagamento de dividendos registrou um salto atípico, passando de R$ 1,62 na linha de base para R$ 10,16 por cota, ancorado por um resultado líquido que disparou para R$ 13,1 milhões. No valuation de mercado secundário, a cotação de fechamento manteve a curva ascendente e atingiu R$ 215,00. Em contrapartida, a liquidez arrefeceu, com o volume de negociação recuando para R$ 3,8 milhões frente aos R$ 7,6 milhões do ciclo anterior. A estrutura imobiliária permanece blindada por uma ocupação de 100% no Hospital Jabaquara e um contrato atípico com vencimento apenas em 2055, o que confere alta previsibilidade de fluxo de caixa, embora mantenha o risco intrínseco de dependência de um único locatário.
Relatório de 2025-10-21
**NSLU11** anuncia acordo judicial com recebimento de sinal e parcelamento de saldo devedor. O fundo imobiliário **NSLU11** comunicou que a locatária Rede D’Or São Luiz S.A. realizou o pagamento de R$ 12.681.540,37 como parte do sinal estabelecido para encerrar disputas judiciais. O montante inicial representa um impacto por cota de R$ 9,81 para fins de distribuição de dividendos do **NSLU11**.
Adicionalmente, o **NSLU11** informa que R$ 34.051.719,62 pendentes do sinal serão pagos via levantamento de depósitos judiciais. O saldo remanescente de R$ 109.044.273,32 será quitado ao **NSLU11** em 180 parcelas mensais de R$ 605.801,52 ao longo de 15 anos, com correção anual pelo IPCA.
Relatório de 2025-10-16
O fundo imobiliário **NSLU11** anunciou a celebração formal de dois instrumentos com a locatária Rede D’Or São Luiz S.A.: um acordo para encerramento de demandas judiciais e um novo contrato de locação de longo prazo. O acordo judicial extingue os litígios vigentes mediante o pagamento ao fundo do valor total de R$ 155.777.533,31, estruturado com um sinal de 30% (R$ 46.733.259,99) e o saldo remanescente quitado em 180 parcelas mensais ao longo de 15 anos, corrigidas anualmente pelo IPCA.
Adicionalmente, o novo contrato de locação do **NSLU11** terá vigência de 30 anos, com o novo valor locatício definido pela média de três laudos de avaliação independentes. O acordo estabelece a renúncia mútua ao direito de revisão do aluguel nos primeiros 9 anos de vigência e a exclusão da cláusula de aluguel vinculada ao faturamento da locatária, gerando impacto na previsibilidade do fluxo de caixa operacional do fundo.
Relatório de 2025-09-30
A formalização do aguardado acordo judicial com a Rede D'Or transformou a dinâmica de carrego e valuation do **NSLU11** em setembro de 2025. Com a assinatura do novo contrato de locação atípica, o principal risco intrínseco do portfólio foi mitigado, encerrando definitivamente as disputas sobre aluguel percentual. No mercado secundário, essa estabilidade jurídica refletiu-se em uma forte valorização da cotação de fechamento, que saltou de R$ 177,10 no mês anterior para R$ 205,00, acompanhada por um expressivo aumento no volume de negociação, que ultrapassou a marca de R$ 7,6 milhões. O pagamento de dividendos mensais apresentou leve alta, passando para R$ 1,62 por cota, enquanto o lucro ajustado permaneceu estável em R$ 1,72. O valor do patrimônio líquido registrou um avanço marginal, atingindo R$ 210,40 por cota, mantendo a operação física do Hospital Jabaquara com 100% de ocupação e garantindo previsibilidade de receitas para as próximas décadas.
Relatório de 2025-09-08
A administradora do **NSLU11** iniciou negociações com a locatária Rede D’Or São Luiz S.A. para estabelecer um acordo judicial visando o encerramento das discussões jurídicas em andamento. A proposta de acordo para o **NSLU11** prevê o pagamento mínimo de R$ 150.000.000,00 referente à diferença de aluguel sobre o faturamento, estruturado em um sinal de no mínimo 28% e saldo parcelado em até 216 meses corrigidos pelo IPCA.
O termo também está condicionado à celebração de um novo contrato de locação para o imóvel do **NSLU11** com prazo mínimo de 28 anos. Este novo contrato extinguirá a cláusula de aluguel variável por faturamento e adotará um aluguel fixado pela média de três avaliações independentes, sem possibilidade de revisão pelos primeiros 7 a 10 anos de vigência.
Relatório de 2025-08-31
A retração no pagamento de dividendos e o avanço nas tratativas de acordo judicial ditaram o ritmo do **NSLU11** em agosto de 2025. O rendimento mensal distribuído aos cotistas recuou para R$ 1,61 por cota, interrompendo a expansão vista no mês anterior, apesar do lucro ajustado ter registrado leve alta marginal, passando de R$ 1,71 para R$ 1,72. No mercado secundário, a cotação de fechamento apresentou valorização, atingindo R$ 177,10, enquanto o valor patrimonial subiu discretamente para R$ 210,29. A operação física do Hospital Jabaquara segue inalterada com 100% de ocupação. Para os investidores que avaliam se o carrego vale a pena no longo prazo, o principal catalisador de valuation continua sendo a formalização do acordo com a Rede D'Or, que já possui autorização via Consulta Formal e encontra-se em fase de discussão das minutas, visando mitigar os riscos atrelados ao vencimento do contrato único em abril de 2026.
Relatório de 2025-07-31
A suspensão temporária da Ação de Execução de 2024 para avaliação de uma proposta de acordo com a Rede D'Or marcou o mês de julho de 2025 para o **NSLU11**, refletindo diretamente nas perspectivas de carrego e valuation do fundo. O pagamento de dividendos apresentou nova expansão MoM, atingindo R$ 1,66 por cota, impulsionado por um lucro ajustado que subiu de R$ 1,63 para R$ 1,71 no período. No mercado secundário, a cotação de fechamento avançou para R$ 170,00, enquanto o valor patrimonial registrou leve alta, fixando-se em R$ 210,23. A operação física permanece estável, com o Hospital Jabaquara mantendo 100% de ocupação da área locável. Contudo, os riscos atrelados à concentração no ativo único e o vencimento do contrato de locação em abril de 2026 continuam como pontos focais de atenção para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no longo prazo, dada a dependência da formalização do acordo judicial para mitigar incertezas futuras.
Relatório de 2025-06-30
A rejeição dos embargos à execução movidos pela Rede D'Or e o consequente avanço na cobrança judicial de R$ 167 milhões impulsionaram os indicadores do **NSLU11** em junho de 2025. O valor de mercado da cota saltou de R$ 157,50 para R$ 167,00, refletindo uma reprecificação positiva no mercado secundário. O patrimônio do fundo também registrou leve alta, com o valor patrimonial fixando-se em R$ 210,10. No carrego da operação, o pagamento de dividendos apresentou incremento, passando de R$ 1,53 no mês anterior para R$ 1,58 por cota, suportado por um lucro ajustado de R$ 1,63 no período. A vacância física permanece zerada, com o Hospital Jabaquara ocupando 100% da área locável. Contudo, os riscos intrínsecos e o valuation continuam fortemente atrelados aos desdobramentos do intenso litígio judicial contra a locatária única e à proximidade do vencimento do contrato de locação, agendado para abril de 2026.
Relatório de 2025-05-31
A leve recuperação na cotação de fechamento no mercado secundário e a estabilidade no pagamento de dividendos ditam o ritmo do **NSLU11** em maio de 2025. Após a queda no mês anterior, o valor de mercado da cota avançou para R$ 157,50, reduzindo marginalmente o deságio em relação ao valor patrimonial, que também registrou um sutil acréscimo, alcançando R$ 209,95. No âmbito operacional, os rendimentos mensais distribuídos mantiveram-se no patamar de R$ 1,53 por cota (conforme histórico gráfico de maio), refletindo os ajustes e o carrego da operação. A vacância permanece zerada com a ocupação integral pelo Hospital Rede D'Or Jabaquara. Contudo, o valuation do ativo segue fortemente ancorado no risco jurídico e contratual: o fundo mantém uma intensa batalha judicial contra a locatária, incluindo uma ação de execução que cobra mais de R$ 167 milhões em diferenças de aluguel, enquanto o mercado monitora de perto o vencimento do contrato atípico, que se aproxima em abril de 2026.
Relatório de 2025-04-30
A redução no pagamento de dividendos para R$ 1,53 por cota e a desvalorização no mercado secundário marcam o mês de abril de 2025 para o **NSLU11**. O fundo, que vinha distribuindo R$ 1,56 nos meses anteriores, apresentou uma leve queda em seus rendimentos mensais, enquanto a cotação de fechamento recuou de R$ 160,00 (baseline) para R$ 155,95, ampliando o deságio frente ao valor patrimonial, que teve um ligeiro acréscimo para R$ 209,77. Operacionalmente, a carteira mantém 100% de ocupação no Hospital Rede D'Or Jabaquara, com o mês de abril concentrando a totalidade do reajuste contratual atrelado ao IGP-M. No âmbito jurídico, o fundo segue com intensa atividade contenciosa contra a locatária, aguardando julgamentos no STJ e TJSP, além de manter o monitoramento do vencimento do contrato atípico previsto para abril de 2026, fator central na precificação e valuation do ativo pelos investidores.