Relatório de 2026-03-31
A forte correção de -8,96% no mercado secundário e a redução no pagamento de dividendos redefiniram a dinâmica do **HUCG11** em março de 2026. A cota de mercado recuou de R$ 99,00 para R$ 90,13, acompanhada por uma queda na distribuição de rendimentos mensais, que passou de R$ 0,79 para R$ 0,73 por cota (dividend yield de 0,81%). No carrego da carteira, o valuation patrimonial manteve resiliência com um leve ajuste positivo para R$ 128,17, sustentando o patrimônio líquido na casa dos R$ 143,8 milhões. Do ponto de vista operacional, os riscos intrínsecos permanecem inalterados e exigem atenção: a locatária continua inadimplente quanto à entrega da fiança bancária de 18 meses, e as pendências estruturais na fachada do hospital seguem sem solução definitiva pela construtora, mantendo o fundo em tratativas contínuas para mitigar a exposição jurídica e física do ativo.
Relatório de 2026-02-28
A continuidade do movimento de alta no mercado secundário marcou o desempenho do **HUCG11** em fevereiro de 2026, com a cota de fechamento atingindo R$ 99,00, um avanço de 4,21% no mês. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,79 por cota, o que, frente à valorização do ativo na B3, comprimiu levemente o dividend yield para 0,80%. No carrego do portfólio, o valuation patrimonial registrou um ajuste marginal positivo, passando de R$ 128,09 para R$ 128,12, sustentando o patrimônio líquido na faixa de R$ 143,7 milhões. Apesar da resiliência nos rendimentos mensais, os riscos intrínsecos da operação permanecem inalterados: a locatária Unimed Campina Grande segue sem apresentar a fiança bancária exigida em contrato, e as pendências estruturais na fachada do hospital continuam sem resolução definitiva por parte da construtora, exigindo monitoramento contínuo da gestão quanto à segurança jurídica e física do ativo.
Relatório de 2026-01-31
A expressiva recuperação no mercado secundário e o aumento no pagamento de dividendos ditaram o ritmo do **HUCG11** no primeiro mês de 2026. A cota de mercado, que amargava forte deságio no fechamento do ano anterior, saltou de R$ 87,99 para R$ 95,00, registrando uma variação positiva de 7,97% no período. Paralelamente, os rendimentos mensais distribuídos aos cotistas avançaram de R$ 0,74 para R$ 0,79 por cota, refletindo um dividend yield de 0,83%. No carrego do portfólio, o valuation patrimonial manteve a estabilidade após a forte reavaliação do mês anterior, fixando a cota patrimonial em R$ 128,09 e o patrimônio líquido na casa dos R$ 143,7 milhões. Apesar da melhora nos indicadores financeiros e de rentabilidade, os gargalos operacionais intrínsecos persistem inalterados: a locatária Unimed Campina Grande segue inadimplente quanto à entrega da fiança bancária de 18 meses, e as pendências técnicas na fachada do hospital continuam aguardando regularização por parte da construtora, mantendo o alerta sobre a segurança jurídica e física do ativo.
Relatório de 2025-12-31
A expressiva reavaliação patrimonial impulsionada pelo novo laudo da Cushman & Wakefield redefiniu o valuation do **HUCG11** no fechamento de 2025. A mudança na metodologia para Fluxo de Caixa Descontado gerou uma valorização de 25% nos ativos imobiliários, elevando a cota patrimonial de R$ 103,75 para R$ 128,03 (salto de 23,40% no mês) e o patrimônio líquido para a casa dos R$ 143,6 milhões. Paralelamente, o pagamento de dividendos apresentou evolução, passando de R$ 0,70 para R$ 0,74 por cota, o que reflete um dividend yield mensal de 0,84%. No mercado secundário, contudo, a cotação permaneceu estagnada em R$ 87,99, ampliando o deságio do fundo frente ao seu valor contábil. Apesar da melhora nos rendimentos mensais e no carrego do portfólio, os gargalos operacionais intrínsecos seguem inalterados: a locatária Unimed Campina Grande continua sem apresentar a fiança bancária de 18 meses exigida contratualmente, e a construtora ainda não solucionou as pendências técnicas na fachada do hospital, mantendo o alerta sobre a segurança jurídica e física do empreendimento.
Relatório de 2025-11-30
A recuperação no valor de mercado das cotas e a estabilidade no pagamento de dividendos definiram a dinâmica do **HUCG11** em novembro de 2025, embora gargalos operacionais sigam no radar. O ativo apresentou uma valorização de 3,53% no mercado secundário, com a cota de fechamento subindo de R$ 85,00 para R$ 88,00, reduzindo parcialmente o deságio frente à cota patrimonial, que teve leve avanço para R$ 103,75. O rendimento mensal distribuído aos cotistas permaneceu estável em R$ 0,70 por cota, gerando um dividend yield de 0,80% no período. O patrimônio líquido do fundo manteve-se na faixa de R$ 116,4 milhões, sustentado pela receita integral de aluguel de R$ 1,02 milhão. Contudo, o carrego do fundo continua exposto a riscos intrínsecos inalterados em relação ao mês anterior: a locatária Unimed Campina Grande ainda não apresentou a fiança bancária exigida no contrato atípico, e a construtora não solucionou as pendências técnicas para a emissão do termo de entrega definitiva da obra, mantendo um cenário de atenção para a governança e segurança jurídica do ativo.
Relatório de 2025-10-31
A ampliação do deságio no mercado secundário e a redução no pagamento de dividendos marcaram o mês de outubro para o **HUCG11**. A cota de mercado aprofundou a queda, recuando 5,61% para R$ 85,00, enquanto a cota patrimonial apresentou leve avanço para R$ 103,70, evidenciando uma distorção crescente no valuation do ativo. O rendimento mensal distribuído aos cotistas sofreu um decréscimo em relação ao mês anterior, passando de R$ 0,75 para R$ 0,70 por cota, o que resultou em um dividend yield de 0,82% no período. Apesar da estabilidade no patrimônio líquido, que segue na casa dos R$ 116,3 milhões, e da manutenção da receita integral de aluguel de R$ 1,02 milhão atrelada ao contrato atípico, o carrego do fundo continua pressionado por riscos intrínsecos não solucionados. A gestão reporta que a locatária permanece com pendência na apresentação da fiança bancária de 18 meses, e a construtora ainda não resolveu as pendências técnicas necessárias para a emissão do termo de entrega definitiva da obra.
Relatório de 2025-09-30
A forte correção no mercado secundário marcou o mês do **HUCG11**, com a cota recuando 13,83% para R$ 90,05, revertendo o prêmio anterior e passando a negociar com deságio frente ao valuation da cota patrimonial, que teve leve alta para R$ 103,65. Apesar da volatilidade na B3, a operação imobiliária demonstrou avanço na geração de caixa, refletindo no pagamento de dividendos que subiu para R$ 0,75 por cota, entregando um dividend yield de 0,83% no período. O carrego do fundo segue ancorado no faturamento integral da receita de aluguel de R$ 1,02 milhão, atrelado ao contrato atípico de 20 anos indexado ao IPCA. O patrimônio líquido manteve-se estável na faixa de R$ 116,3 milhões. No âmbito dos riscos intrínsecos, a gestão continua monitorando a ausência do termo de entrega definitiva da obra devido a pendências da construtora, somando-se agora um novo alerta contratual: a pendência na apresentação da fiança bancária por parte da locatária.
Relatório de 2025-08-31
O salto no pagamento de dividendos para R$ 0,70 por cota consolida a maturação financeira do **HUCG11** neste mês, impulsionado pelo faturamento integral da receita de aluguel que atingiu R$ 1,02 milhão. No mercado secundário, a cotação reagiu positivamente, saltando de R$ 102,03 para R$ 104,50, o que recoloca o ativo negociando com prêmio sobre o valuation da cota patrimonial, que apresentou leve avanço para R$ 103,60. O carrego do fundo permanece ancorado no contrato atípico de 20 anos indexado ao IPCA, refletindo um patrimônio líquido estável na casa dos R$ 116,24 milhões. Contudo, a gestão de riscos ainda monitora a ausência do termo de entrega definitiva da obra, travado por pendências técnicas junto à construtora, mesmo com o hospital já em plena operação desde junho.
Relatório de 2025-07-31
O início da distribuição de rendimentos mensais marca a transição financeira do **HUCG11**, refletindo o recebimento do primeiro aluguel após o início das operações do hospital. O fundo registrou o pagamento de dividendos no valor de R$ 0,53 por cota, suportado por uma receita de aluguel de R$ 902,3 mil no mês. O valuation da cota patrimonial apresentou valorização, passando de R$ 102,56 para R$ 103,55, impulsionando o patrimônio líquido para R$ 116,19 milhões. Em contrapartida, no mercado secundário, a cotação recuou para R$ 102,03, eliminando o prêmio negociado no mês anterior. O carrego do ativo segue atrelado ao contrato atípico de 20 anos indexado ao IPCA, enquanto o principal risco intrínseco permanece na resolução das pendências técnicas pela construtora para a emissão do termo de entrega definitiva da obra.
Relatório de 2025-06-30
O início das operações do hospital em junho de 2025 marca a principal evolução operacional do **HUCG11**, consolidando a transição do ativo para a fase de maturação, mesmo com a pendência do termo de entrega definitiva da obra. No mercado secundário, a cotação estendeu os ganhos do mês anterior e atingiu R$ 109,50, ampliando o prêmio em relação ao valuation da cota patrimonial, que sofreu leve recuo para R$ 102,56. O patrimônio líquido encerrou o período em R$ 115,08 milhões. Conforme comunicado aos cotistas, o carrego segue sem o pagamento de dividendos neste fechamento, mantendo a expectativa de fluxo de caixa para o primeiro vencimento de aluguel em julho, que já prevê o desconto contratual de R$ 124,7 mil. Os riscos de curto prazo permanecem atrelados à resolução das pendências técnicas pela construtora para a formalização final do empreendimento, fator intrínseco que demanda monitoramento contínuo da gestão.
Relatório de 2025-05-30
A definição do valor atualizado do aluguel e o salto na cotação de mercado marcaram o mês do **HUCG11**, que segue sem pagamento de dividendos no curto prazo. O valor da locação foi fixado em R$ 1,02 milhão mensais, superando a estimativa anterior, com o primeiro vencimento confirmado para julho de 2025. Este primeiro pagamento sofrerá um desconto pontual de R$ 124,7 mil referente a investimentos realizados pela própria locatária no imóvel. No mercado secundário, a cota de fechamento saltou de R$ 94,61 para R$ 106,49, passando a negociar com prêmio sobre o valor da cota patrimonial, que recuou marginalmente para R$ 102,65, resultando em um patrimônio líquido de R$ 115,17 milhões. A entrega definitiva da obra permanece condicionada à resolução de pendências técnicas pela construtora, e a Unimed aguarda a chegada dos últimos equipamentos até o início de junho para a plena operação do hospital, mantendo o carrego do fundo sem rendimentos mensais neste período de transição.
Relatório de 2025-05-22
O fundo **HUCG11** e a Unimed Campina Grande firmaram um acordo postergando o início da locação do Hospital Unimed Campina Grande para o mês de junho de 2025, estabelecendo o primeiro pagamento de aluguel para julho de 2025. A decisão foi tomada após a locatária comunicar que não recebeu todos os equipamentos necessários para o início das atividades operacionais, com previsão de conclusão das entregas para o dia 02 de junho de 2025.
Adicionalmente, o fundo **HUCG11** reportou que ainda há pendências de responsabilidade da Construtora para a entrega definitiva e conclusão física da obra do imóvel hospitalar.
Relatório de 2025-04-30
O adiamento do início da locação para junho de 2025 frustrou a expectativa imediata de geração de caixa do **HUCG11**, postergando o pagamento de dividendos. Apesar da entrega das chaves e ocupação física do imóvel em 28 de abril, a locatária reportou a falta de equipamentos mínimos para o início das operações, forçando uma renegociação do contrato atípico (Built to Suit). Com isso, o primeiro aluguel de R$ 844 mil, corrigido pelo IPCA, tem vencimento previsto apenas para julho de 2025. No mercado secundário, a cotação sofreu uma forte correção MoM, recuando de R$ 102,69 para R$ 94,61, enquanto o valor da cota patrimonial apresentou leve ajuste negativo para R$ 102,76, consolidando um patrimônio líquido de R$ 115,29 milhões. O avanço físico da obra atingiu 99,7%, um incremento marginal frente ao mês anterior, mas a gestão alerta para riscos de execução remanescentes, exigindo da construtora a resolução de diversas pendências técnicas para a formalização do termo de entrega definitiva, mantendo o carrego do fundo sem rendimentos mensais no curto prazo.
Relatório de 2025-04-29
O fundo **HUCG11** comunica a entrega das chaves e o início da ocupação antecipada do Hospital Unimed Campina Grande pela locatária. A administradora do **HUCG11** confirmou que a Unimed Campina Grande imitiu-se na posse do imóvel em 28 de abril de 2025, viabilizando o início dos preparativos preliminares para a futura implantação da operação hospitalar.
Relatório de 2025-04-16
A administradora do **HUCG11** divulgou um fato relevante informando que o habite-se do hospital foi expedido pela Prefeitura Municipal de Campina Grande em 21 de março de 2025, e que o avanço físico das obras atingiu 99,6% em 31 de março de 2025. A expectativa de conclusão definitiva das obras é até o final de abril de 2025.
Com a conclusão das obras, a Unimed Campina Grande manifestou interesse em ocupar o imóvel do **HUCG11** a partir de 1º de maio de 2025 (ou 28 de abril de 2025, se viável). O contrato de locação entrará em vigor nesta data de ocupação, estabelecendo que os pagamentos de aluguel ocorram sempre no dia 15 do mês subsequente ao vencido.
Relatório de 2025-03-31
A definição da data de ocupação do Hospital Unimed Campina Grande altera a dinâmica operacional do **HUCG11**, marcando a transição iminente para a fase de geração de caixa. Com o avanço físico da obra atingindo 99,66% no fechamento de março de 2025 (um leve incremento frente aos 99,21% do mês anterior) e a expedição do Habite-se em 21 de março, a locatária formalizou a intenção de iniciar as operações em 1º de maio de 2025. Esse marco aciona o início da vigência do contrato atípico (Built to Suit), destravando a expectativa de pagamento de dividendos futuros, com o primeiro aluguel de R$ 844 mil (corrigido pelo IPCA) previsto para o mês subsequente. No mercado secundário, a cota de mercado recuou para R$ 102,69, enquanto o valor da cota patrimonial permaneceu estável em R$ 102,83, mantendo o patrimônio líquido na casa dos R$ 115,37 milhões. A gestão segue focada na mitigação de riscos atrelados ao cronograma, exigindo da construtora a resolução das pendências mapeadas na segunda vistoria para a assinatura do termo de entrega definitiva.