Relatório de 2026-04-30
A desvalorização contínua do valuation patrimonial e o avanço das execuções judiciais ditam o ritmo do **PEMA11** neste mês. O patrimônio líquido recuou novamente, passando de R$ 31,73 milhões na medição anterior para R$ 31,02 milhões (R$ 56,20 por cota), refletindo o estresse de crédito intrínseco à carteira de cotas subordinadas. O pagamento de dividendos apresentou recuperação frente ao mês imediatamente anterior, fixando-se em R$ 0,4831 por cota em abril de 2026, mas ainda distante dos picos de distribuição passados. No carrego da carteira, a fatia de ativos em ação contrária subiu para 37,1%, enquanto a parcela em dia teve leve melhora para 20,1%. O saldo contábil de bens retomados caiu para R$ 11,91 milhões, indicando movimentações na venda de ativos imobiliários, essencial para a geração de liquidez, visto que o fundo está em fase de desinvestimento e não realiza novas alocações.
Relatório de 2026-04-20
O administrador do **PEMA11** comunicou ao mercado a realização de uma revisão nos critérios de avaliação de ativos com data-base em 13 de abril de 2026. O procedimento resultou na remarcação a mercado dos certificados de recebíveis imobiliários que integram a carteira do fundo.
A referida remarcação de ativos gerou um impacto negativo de aproximadamente -11,78% no patrimônio líquido do **PEMA11**.
Relatório de 2026-02-28
Um salto expressivo no pagamento de dividendos marca o mês de fevereiro para o **PEMA11**, com a distribuição por cota disparando de R$ 0,3097 para R$ 1,1714. Apesar da forte geração de caixa no curto prazo, a dinâmica de carrego da carteira de cotas subordinadas de CRI continua evidenciando desafios estruturais de crédito. Observa-se uma leve melhora na parcela de recebíveis em dia, que subiu de 19,5% para 19,9%, mas a fatia de ativos em ação contrária avançou para 36,8%. Esse cenário de estresse de crédito mantém a pressão sobre o valuation do ativo, resultando em mais uma desvalorização do patrimônio líquido, que recuou para R$ 31,73 milhões (R$ 57,49 por cota). Adicionalmente, o saldo contábil de bens retomados cresceu para R$ 12,49 milhões, reforçando a dependência da venda de ativos imobiliários para a geração de liquidez, uma vez que o regulamento veda o reinvestimento dos recursos.
Relatório de 2026-01-31
Uma forte contração no pagamento de dividendos marca o início de 2026 para o **PEMA11**, com a distribuição recuando expressivamente de R$ 0,7004 para R$ 0,3097 por cota em janeiro. A dinâmica de carrego da carteira de cotas subordinadas de CRI segue evidenciando desafios na qualidade de crédito, refletida na nova queda da parcela de recebíveis em dia, que passou de 20,0% para 19,5%. Em contrapartida, o volume de ativos com atraso superior a 30 dias apresentou um recuo marginal, passando de 43,5% para 43,4%, enquanto a fatia em ação contrária permaneceu estagnada em 36,5%. Esse cenário de inadimplência crônica mantém a pressão sobre o valuation do ativo, resultando em mais uma desvalorização do patrimônio líquido, que encolheu para R$ 31,86 milhões (R$ 57,72 por cota). O saldo contábil de bens retomados manteve-se inalterado em R$ 12,25 milhões, reforçando a dependência da venda de ativos imobiliários para a geração de caixa e destravamento de valor, dado que o regulamento veda o reinvestimento dos recursos recebidos.
Relatório de 2025-12-31
Um leve respiro no pagamento de dividendos marca o encerramento do ano para o **PEMA11**, com a distribuição subindo de R$ 0,637 para R$ 0,7004 por cota em dezembro de 2025. Apesar dessa melhora pontual nos rendimentos mensais, a dinâmica de carrego da carteira de cotas subordinadas de CRI continua evidenciando deterioração na qualidade de crédito. A parcela de recebíveis em dia sofreu nova contração, passando de 20,4% para 20,0%, enquanto o volume de ativos com atraso superior a 30 dias avançou de 42,1% para 43,5%. O percentual em ação contrária recuou marginalmente para 36,5%. Esse cenário de inadimplência crônica segue pressionando o valuation do fundo, refletido na contínua desvalorização do valor patrimonial, que caiu para R$ 32,20 milhões (R$ 58,345 por cota). O saldo contábil de bens retomados apresentou leve queda para R$ 12,25 milhões, mantendo a dependência da venda de ativos imobiliários para a geração de caixa, uma vez que o regulamento veda o reinvestimento.
Relatório de 2025-11-30
Uma forte retração no pagamento de dividendos marca o mês de novembro para o **PEMA11**, com a distribuição recuando de R$ 1,537 para R$ 0,6374 por cota, devolvendo o pico atípico de rendimentos mensais observado no período anterior. A dinâmica de carrego da carteira de cotas subordinadas de CRI segue pressionada pela deterioração contínua na qualidade de crédito. A parcela de recebíveis em dia encolheu novamente, passando de 21,4% para 20,4%, enquanto os ativos com atraso superior a 30 dias avançaram para 42,1%. O volume em ação contrária também registrou leve alta, alcançando 37,4%. Esse cenário de inadimplência crônica mantém a pressão sobre o valuation do fundo, refletido na continuidade da desvalorização do valor patrimonial, que recuou para R$ 32,52 milhões (R$ 58,92 por cota). O saldo contábil de bens retomados apresentou leve queda para R$ 12,32 milhões, reforçando a dependência da venda de ativos imobiliários para a geração de caixa e destravamento de valor, dado que o regulamento veda o reinvestimento.
Relatório de 2025-10-31
Um salto expressivo no pagamento de dividendos dita o ritmo do **PEMA11** neste mês, com a distribuição atingindo R$ 1,5374 por cota, revertendo a forte retração observada no período anterior (R$ 0,412). Apesar desse pico de rendimentos mensais, a dinâmica estrutural da carteira de cotas subordinadas de CRI continua evidenciando deterioração na qualidade de crédito. A parcela de recebíveis em dia encolheu novamente, passando de 22,0% para 21,4%, enquanto os ativos com atraso superior a 30 dias avançaram para 41,4%. O volume em ação contrária também registrou leve alta, alcançando 37,2%. Esse cenário de inadimplência crônica mantém a pressão sobre o valuation do fundo, refletido na continuidade da desvalorização do valor patrimonial, que recuou para R$ 33,31 milhões (R$ 60,36 por cota). O saldo contábil de bens retomados permaneceu estável em R$ 12,51 milhões, reforçando a dependência da venda de ativos imobiliários para a geração de caixa e destravamento de valor, dado que o regulamento veda o reinvestimento.
Relatório de 2025-10-16
A forte retração no pagamento de dividendos dita o ritmo do **PEMA11** neste mês, com a distribuição recuando para R$ 0,4122 por cota, uma queda expressiva frente aos R$ 0,6867 do período anterior. A dinâmica de carrego da carteira de cotas subordinadas de CRI segue pressionada pela deterioração do crédito: a parcela de recebíveis com atraso superior a 30 dias avançou para 41,1%, enquanto os ativos em dia encolheram para 22,0%. A fatia em ação contrária permaneceu estável em 36,9%. Esse cenário de inadimplência refletiu diretamente no valuation do fundo, cujo valor patrimonial registrou nova desvalorização, caindo para R$ 33,52 milhões (R$ 60,73 por cota). O saldo contábil de bens retomados apresentou leve redução para R$ 12,51 milhões, evidenciando que a venda de ativos imobiliários continua sendo o foco principal para a geração de caixa, alinhado à tese do veículo que veda o reinvestimento.
Relatório de 2025-08-29
Um salto expressivo no pagamento de dividendos marca o mês de agosto de 2025 para o **PEMA11**, com a distribuição atingindo R$ 0,6867 por cota, quase dobrando em relação aos R$ 0,3748 do mês anterior. Apesar desse pico de rendimentos mensais, a dinâmica de carrego da carteira de cotas subordinadas de CRI continua refletindo a deterioração do crédito. O volume de recebíveis com atraso superior a 30 dias subiu para 40,1%, e a fatia em ação contrária avançou para 36,9%, comprimindo a parcela de ativos em dia para apenas 23,0%. Consequentemente, o valuation do patrimônio líquido registrou nova desvalorização, recuando para R$ 33,83 milhões (R$ 61,30 por cota). O estoque de bens retomados apresentou leve queda, situando-se em R$ 12,81 milhões, reforçando que a venda de ativos segue como o principal motor para destravar valor, dado que a tese do veículo veda o reinvestimento e foca exclusivamente na liquidação do portfólio.
Relatório de 2025-07-31
O leve repique no pagamento de dividendos marca o mês de julho de 2025 para o **PEMA11**, com a distribuição subindo de R$ 0,3609 para R$ 0,3748 por cota, a despeito da contínua deterioração na qualidade de crédito da carteira. A dinâmica de carrego dos ativos subordinados segue pressionada. O volume de recebíveis com atraso superior a 30 dias voltou a subir, passando de 39,3% para 40,0%, enquanto a fatia em ação contrária avançou marginalmente para 36,6%. Consequentemente, o patrimônio líquido do fundo registrou nova desvalorização, recuando de R$ 34,31 milhões para R$ 34,06 milhões (R$ 61,709 por cota). O estoque de bens retomados permanece estagnado na casa dos R$ 12,98 milhões, evidenciando que a venda de ativos continua sendo o principal desafio para destravar valor de valuation e sustentar os rendimentos mensais, uma vez que a tese do veículo veda o reinvestimento de recursos e depende exclusivamente da liquidação do portfólio.
Relatório de 2025-06-30
A contínua compressão no pagamento de dividendos dita o ritmo do **PEMA11** em junho de 2025, com a distribuição recuando de R$ 0,5079 para R$ 0,3609 por cota. Este novo patamar reflete a pressão persistente sobre a carteira de cotas subordinadas, evidenciada pela leve desvalorização do patrimônio líquido, que passou de R$ 34,33 milhões para R$ 34,31 milhões (R$ 62,16 por cota). No carrego dos ativos, observa-se uma dinâmica mista: enquanto a parcela de recebíveis com atraso superior a 30 dias apresentou uma melhora marginal, caindo para 39,3%, o volume de operações em ação contrária subiu para 36,5%. O estoque de bens retomados permanece estagnado em R$ 12,98 milhões, reforçando que a venda de ativos continua sendo o principal gatilho para destravar valor de valuation e sustentar os rendimentos mensais no curto prazo, dado que o fundo não realiza reinvestimentos.
Relatório de 2025-05-30
A forte retração no pagamento de dividendos marca o mês de maio de 2025 do **PEMA11**, com a distribuição recuando de R$ 1,6520 para R$ 0,5079 por cota. Esse movimento reflete a volatilidade intrínseca da carteira de cotas subordinadas e acompanha a desvalorização do patrimônio líquido, que encolheu de R$ 35,2 milhões para R$ 34,33 milhões (R$ 62,20 por cota). Em contrapartida, os indicadores de carrego apresentaram uma estabilização marginal: a parcela de ativos com atraso superior a 30 dias cedeu levemente para 40,2%, e o volume em ação contrária recuou para 36,2%. O estoque de bens retomados totaliza R$ 12,98 milhões, mantendo a necessidade de venda de ativos para destravar valor de valuation e sustentar os rendimentos mensais aos cotistas no curto e médio prazo.
Relatório de 2025-04-30
O salto na distribuição de rendimentos para R$ 1,6520 por cota protagoniza o mês de abril de 2025 do **PEMA11**, representando um aumento expressivo frente aos R$ 0,9951 do mês anterior. Apesar do forte pagamento de dividendos, o cenário de carrego da carteira revela deterioração marginal nos indicadores de crédito: a parcela de ativos com atraso superior a 30 dias avançou de 40,1% para 40,7%, enquanto o volume em ação contrária subiu para 36,4% no fechamento de fevereiro. O valor patrimonial do fundo recuou para R$ 35,2 milhões (R$ 63,88 por cota), refletindo os desafios de valuation e a dinâmica de amortização das cotas subordinadas. O estoque de bens retomados contabiliza R$ 13,04 milhões, mantendo a concentração nas regiões Nordeste e Sudeste, exigindo monitoramento sobre a velocidade de venda de ativos para sustentar futuras distribuições.