Relatório de 2026-04-30
A redução do resultado mensal para R$ 0,37 por cota e a consequente pressão sobre a reserva acumulada, que recuou de R$ 2,20 para R$ 1,73 por cota, ditaram o ritmo do **PLAG11** em abril de 2026. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar recorrente de R$ 0,65 por cota, a gestão continuou utilizando a reserva de lucros. No mercado secundário, a cotação recuou, fazendo com que o múltiplo P/VP passasse de 1,02x (ágio) para 0,99x (desconto), abrindo uma janela de valuation atrativa para quem avalia se o ativo vale a pena. Operacionalmente, a carteira manteve vacância física e financeira zeradas, com o WALE ajustando-se ligeiramente para 9,1 anos. O portfólio de ativos imobiliários segue 100% locado para a MBRF sob contratos atípicos indexados ao IPCA. Para gerar liquidez e caixa, a gestão zerou integralmente a posição que possuía no FII KNIP.
Relatório de 2026-03-31
A normalização das receitas após o pico extraordinário do mês anterior marcou a dinâmica do **PLAG11** em março de 2026, com o resultado caindo para R$ 0,46 por cota. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,65 por cota, a gestão utilizou parte da reserva acumulada, que recuou de R$ 2,42 para R$ 2,20 por cota. O mês ainda contou com um impacto não recorrente positivo de R$ 0,09 por cota referente ao excedente de caução da antiga locatária Belagrícola. No mercado secundário, a valorização das cotas comprimiu o dividend yield anualizado para 11,6% a.a. e elevou o múltiplo P/VP para 1,02x, indicando negociação com ágio sobre o valor patrimonial. Operacionalmente, o portfólio segue com vacância zerada e WALE de 9,2 anos, totalmente exposto ao risco de crédito da MBRF em contratos atípicos. No cronograma de obras, o destaque positivo foi a conclusão de 100% das intervenções em Medianeira, enquanto o projeto de Paranaguá permanece paralisado por entraves de licenciamento municipal.
Relatório de 2026-02-27
O impacto financeiro da primeira parcela referente à venda de quatro ativos no Paraná redefiniu o patamar de distribuição do **PLAG11** neste mês. O reconhecimento de R$ 1,93 por cota em receitas extraordinárias impulsionou o resultado total para R$ 2,42 por cota, permitindo que o pagamento de dividendos atingisse o teto do guidance estipulado pela gestão, fixando-se em R$ 0,65 por cota. Consequentemente, a reserva acumulada do fundo saltou expressivamente de R$ 0,43 para R$ 2,42 por cota, conferindo robustez para a manutenção dos rendimentos mensais projetados para o semestre. No mercado secundário, a precificação dessa destrava de valor refletiu-se na expansão do múltiplo P/VP, que avançou para 0,94x, enquanto o dividend yield anualizado alcançou 12,5% a.a. Sob a ótica do portfólio, a venda de ativos consolidou uma concentração total das receitas atípicas no risco de crédito da locatária MBRF, mantendo a vacância zerada e o WALE estável em 9,3 anos. No front operacional, as obras de melhorias seguem o cronograma em três ativos, porém o projeto em Paranaguá reportou estagnação devido a pendências de licenciamento municipal, configurando um ponto de atenção no curto prazo para a tese de investimento.
Relatório de 2026-01-30
A consolidação da venda de quatro ativos no Paraná e a consequente eliminação do risco de crédito da Belagrícola reconfiguraram os indicadores de carrego e valuation do **PLAG11** neste início de ano. O fundo concluiu a transação de R$ 136 milhões, o que elevou o prazo médio dos contratos (WALE) de 7,6 para 9,3 anos, concentrando 100% da receita atípica na locatária BRF. No mercado secundário, a percepção de menor risco impulsionou o múltiplo P/VP de 0,83x para 0,88x, comprimindo o dividend yield anualizado para 9,9% a.a. Operacionalmente, o fundo apurou um resultado de R$ 0,45 por cota, mas manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,48, consumindo parte da reserva acumulada, que recuou de R$ 0,46 para R$ 0,43. A gestão reforçou o guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,48 e R$ 0,65 para o semestre, suportado pelo ganho de capital de R$ 8,42 por cota a ser reconhecido conforme o recebimento das parcelas. Adicionalmente, o fundo realizou a venda de 10 mil cotas do KNIP para gerar caixa e reportou avanço nas obras de melhorias, com destaque para a conclusão física em Medianeira.
Relatório de 2026-01-26
O fundo **PLAG11** concluiu a venda de 4 ativos imobiliários localizados nos municípios de Sabáudia, Assaí, Bela Vista do Paraíso e Cambé, no estado do Paraná, pelo valor total de R$ 136.000.000,00, resultando em um lucro em regime de caixa de R$ 45.914.123,18 (equivalente a R$ 8,42 por cota) a ser apurado conforme o cronograma de recebimento.
Como consequência da alienação, o **PLAG11** deixará de receber o aluguel mensal de R$ 964.846,47 (aproximadamente R$ 0,18 por cota), tendo direito apenas ao recebimento proporcional (pro rata) referente ao mês de janeiro de 2026 até a data da assinatura da escritura.
Relatório de 2025-12-31
A alienação de quatro ativos no Paraná por R$ 136 milhões transformou o perfil de risco do **PLAG11**, zerando a exposição à Belagrícola — que havia protocolado pedido de recuperação extrajudicial no mês anterior. A transação destravou um lucro estimado de R$ 45,9 milhões (R$ 8,42 por cota) e elevou o guidance de rendimentos mensais para R$ 0,65 por cota no próximo semestre. Operacionalmente, o resultado distribuível recuou de R$ 0,50 para R$ 0,48 por cota, alinhando-se ao patamar de pagamento de dividendos, enquanto a reserva acumulada subiu marginalmente para R$ 0,46. No mercado secundário, o valuation do portfólio refletiu o otimismo com a mitigação do risco de crédito: o múltiplo P/VP avançou de 0,80x para 0,83x, comprimindo o dividend yield anualizado para 11,2%. O fundo encerra o período com vacância zerada, prazo médio de contratos (WALE) levemente ajustado para 7,6 anos e passivo de obras em R$ 23,2 milhões.
Relatório de 2025-11-28
O pedido de recuperação extrajudicial (REJ) protocolado pela Belagrícola desponta como o principal evento de risco monitorado no **PLAG11** neste mês, embora a diretoria da inquilina tenha assegurado a manutenção dos pagamentos de aluguéis durante o trâmite processual. Operacionalmente, o fundo manteve a estabilidade na geração de caixa, apurando um resultado de R$ 0,50 por cota e sustentando o pagamento de dividendos em R$ 0,48. A retenção de lucros permitiu um leve incremento na reserva acumulada, que avançou de R$ 0,44 para R$ 0,45 por cota. No mercado secundário, o valuation do portfólio sofreu nova compressão marginal, com o múltiplo P/VP recuando de 0,81x para 0,80x, o que impulsionou o dividend yield anualizado a mercado para 11,7%. O patrimônio líquido apresentou ligeiro avanço, fechando em R$ 336,7 milhões. A vacância física e financeira permanece zerada, com prazo médio de contratos (WALE) inalterado em 7,7 anos, garantindo previsibilidade aos rendimentos mensais. Adicionalmente, o passivo atrelado às obras de melhorias nos ativos de Uberlândia, Jataí e Nova Ponte foi amortizado de R$ 25 milhões para R$ 23,3 milhões, com previsão de conclusão mantida para meados de 2026.
Relatório de 2025-10-31
A confirmação do pagamento pontual dos aluguéis pela Belagrícola, principal inquilina do **PLAG11**, mitigou temporariamente as incertezas de crédito após a tutela cautelar deferida em outubro, garantindo a estabilidade dos rendimentos mensais. O resultado gerado permaneceu em R$ 0,50 por cota, sustentando a distribuição de dividendos em R$ 0,48 e impulsionando a reserva acumulada, que saltou de R$ 0,41 para R$ 0,44 por cota. No mercado secundário, o valuation sofreu leve retração, com o múltiplo P/VP recuando de 0,83x para 0,81x, o que elevou o dividend yield anualizado a mercado para 11,6%. O patrimônio líquido do fundo registrou leve alta para R$ 336,3 milhões. Operacionalmente, a vacância segue zerada, o prazo médio dos contratos (WALE) ajustou-se para 7,7 anos e o passivo atrelado a melhorias nos ativos de Uberlândia, Jataí e Nova Ponte foi reduzido para R$ 25 milhões. Além disso, 12% da receita contratada passou por reajuste inflacionário no período, reforçando a dinâmica de carrego atrelada ao IPCA.
Relatório de 2025-09-30
A tutela cautelar obtida pela Belagrícola, principal locatária do portfólio, marcou o mês de setembro para o **PLAG11**, exigindo monitoramento de crédito, embora a gestão tenha confirmado que os aluguéis dos ativos logísticos não foram afetados pela suspensão de pagamentos a credores. No aspecto financeiro, a operação gerou um resultado de R$ 0,50 por cota, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,48 por cota e o incremento da reserva acumulada, que avançou de R$ 0,40 para R$ 0,41 por cota. O valuation no mercado secundário apresentou leve recuperação, com o múltiplo P/VP subindo de 0,80x para 0,83x, enquanto o patrimônio líquido permaneceu estável em R$ 336,0 milhões. O passivo atrelado a obrigações de melhorias nos ativos recuou marginalmente para R$ 25,9 milhões, e o prazo médio dos contratos (WALE) ajustou-se para 7,8 anos, mantendo a vacância zerada. O dividend yield anualizado a mercado encerrou o período em 11,3%, refletindo a dinâmica de precificação das cotas e a resiliência dos rendimentos mensais atípicos indexados ao IPCA.
Relatório de 2025-08-31
A captação de R$ 25,0 milhões na 2ª emissão de cotas e o ajuste no patamar de rendimentos mensais ditaram o ritmo do **PLAG11** em agosto. O pagamento de dividendos recuou de R$ 0,51 para R$ 0,48 por cota, movimento já sinalizado pela gestão como a nova base recorrente para o segundo semestre, após o fechamento atípico do semestre anterior. Com a retenção parcial do resultado de R$ 0,51/cota gerado no mês, a reserva acumulada apresentou leve recuperação, passando de R$ 0,38 para R$ 0,40. No aspecto de valuation e balanço, o fundo registrou expansão do patrimônio líquido para R$ 336,0 milhões, reflexo direto da nova captação, mantendo o múltiplo P/VP estável em 0,80x. A operação física segue resiliente, com vacância zerada e prazo médio de contratos (WALE) em 7,9 anos, enquanto o passivo atrelado a obrigações de melhorias nos ativos da BRF ajustou-se para R$ 27,0 milhões. O dividend yield anualizado marcou 11,6%, refletindo a normalização das distribuições e a dinâmica de preço no mercado secundário.
Relatório de 2025-07-31
A distribuição extraordinária de rendimentos marcou o fechamento semestral do **PLAG11**, com o pagamento de dividendos saltando de R$ 0,46 para R$ 0,51 por cota. Esse movimento, exigido para o cumprimento da regra de repasse de 95% do lucro caixa, consumiu parte da reserva acumulada, que recuou de R$ 0,40 para R$ 0,38 por cota. No aspecto de valuation e patrimônio, o fundo registrou uma leve retração no patrimônio líquido, passando de R$ 324,5 milhões para R$ 321,8 milhões, enquanto o múltiplo P/VP apresentou ligeira expansão para 0,80x, impulsionando o dividend yield anualizado a 12,4%. Operacionalmente, a carteira manteve sua resiliência com 0% de vacância e repassou a inflação por meio de reajustes em 37% da receita contratada. Contudo, o passivo atrelado a obrigações para melhorias nos ativos locados à BRF subiu para R$ 27,2 milhões, exigindo monitoramento do carrego financeiro. Adicionalmente, a gestão passou por uma reestruturação, com a saída de executivos da operação diária e a assunção de uma nova liderança no segmento de tijolo, fator que adiciona uma camada de atenção à continuidade estratégica do portfólio.
Relatório de 2025-06-30
A renovação antecipada dos contratos de locação com a BRF nos ativos de Jataí, Nova Ponte e Uberlândia até dezembro de 2034, com reajuste de 11% nos aluguéis, reconfigurou a previsibilidade de longo prazo do **PLAG11** neste fechamento de semestre. Operacionalmente, o fundo manteve o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,46 por cota, enquanto o resultado auferido recuou levemente para R$ 0,49 por cota, ante os R$ 0,50 do período anterior. Essa dinâmica de retenção impulsionou a reserva de lucros acumulada para R$ 0,40 por cota, sinalizando à base de cotistas que a gestão estuda uma elevação nos rendimentos mensais para o próximo semestre. No aspecto de valuation, o patrimônio líquido avançou para R$ 324,5 milhões, mas a cota de mercado sofreu leve desvalorização, comprimindo o múltiplo P/VP para 0,78x e ajustando o dividend yield anualizado para 11,3%. A carteira segue com fundamentos defensivos, ostentando 0% de vacância e ausência de alavancagem para aquisição de imóveis, embora registre um passivo de R$ 24,6 milhões referente a obrigações para melhorias nos ativos locados à BRF.
Relatório de 2025-05-31
O reajuste inflacionário aplicado sobre 23.299 m² de ABL impulsionou a geração de caixa do **PLAG11** neste mês, elevando o resultado auferido para R$ 0,50 por cota frente aos R$ 0,48 do período anterior. A gestão optou por manter o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,46 por cota, estratégia que permitiu um novo salto na reserva de lucros acumulada, agora em R$ 0,37 por cota. No aspecto de valuation, o patrimônio líquido do fundo registrou leve avanço para R$ 317,3 milhões, tracionando o múltiplo P/VP para 0,80x. A carteira segue com fundamentos defensivos intactos, ostentando 0% de vacância física e financeira, prazo médio remanescente dos contratos (WALE) alongado para 8,1 anos e ausência total de alavancagem, consolidando um carrego atrativo com dividend yield anualizado de 11,4% sobre a cota de mercado.
Relatório de 2025-04-30
A inclusão de R$ 25 milhões no passivo referentes a obrigações para melhorias nos ativos de Uberlândia, Jataí e Nova Ponte alterou a dinâmica patrimonial do **PLAG11** neste mês, refletindo simultaneamente no aumento do valor contábil das propriedades. O patrimônio líquido do fundo avançou de R$ 305,7 milhões para R$ 316,9 milhões, enquanto o múltiplo P/VP registrou leve alta, passando de 0,78x para 0,79x. No aspecto de carrego e geração de caixa, a gestão manteve a previsibilidade no pagamento de dividendos, distribuindo R$ 0,46 por cota, suportado por um resultado mensal gerado de R$ 0,48/cota. Essa retenção estratégica permitiu um novo incremento na reserva de lucros acumulada, que saltou de R$ 0,31 para R$ 0,33 por cota, reforçando a segurança para os rendimentos mensais futuros. A carteira permanece blindada contra riscos de desocupação imediata, sustentando 0% de vacância física e financeira, com contratos 100% atípicos indexados ao IPCA e sem alavancagem para aquisição de novos imóveis.