Relatório de 2026-04-30
A forte arrecadação com correção monetária de CRIs atrelados ao IPCA e o aumento da alocação em ativos-alvo impulsionaram o resultado do **PMIS11** em abril de 2026, atingindo R$ 0,115 por cota. Esse desempenho permitiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,092 por cota e o robustecimento da reserva gerencial, que saltou de R$ 0,066 para R$ 0,089 por cota. O patrimônio líquido apresentou expressiva recuperação frente ao mês anterior, subindo para R$ 141,1 milhões, enquanto o indicador de valuation (P/VP) teve leve ajuste para 0,86. Na gestão do portfólio, destacam-se a quitação integral do CRI Planova (TIR de 18,5%) e a nova alocação no CRI Artís (IPCA+12,3%). Em contrapartida, a taxa média ponderada da carteira de CRIs atrelada à inflação recuou para IPCA+9,91%. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a estratégia atual demonstra um carrego focado em prêmios de crédito, mantendo uma liquidez de 21,8% para mitigar riscos de mercado e aproveitar oportunidades táticas de curto prazo.
Relatório de 2026-03-31
O ganho de capital com arbitragem de FIIs listados e o maior número de dias úteis impulsionaram o resultado do **PMIS11** em março de 2026, revertendo a pressão observada no mês anterior. O fundo gerou R$ 0,097 por cota (frente aos R$ 0,089 de fevereiro), o que permitiu manter o pagamento de dividendos em R$ 0,092 por cota e reforçar a reserva gerencial, que subiu para R$ 0,066 por cota. O patrimônio líquido registrou uma contração expressiva, passando de R$ 139,8 milhões para R$ 104,3 milhões, enquanto o indicador de valuation (P/VP) ajustou-se para 0,85, ampliando o desconto em relação aos 0,88 do período anterior. A taxa média ponderada da carteira de CRIs atrelada à inflação apresentou elevação, alcançando IPCA+10,14% (ante IPCA+9,95%). A liquidez do portfólio subiu de 15,2% para 21,9% do PL, refletindo a ausência de movimentações relevantes no mês e o preparo de caixa para a liquidação de um novo CRI do segmento residencial. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, a dinâmica atual evidencia um carrego com prêmios de crédito mais altos e uma postura tática de acúmulo de caixa diante das incertezas macroeconômicas.
Relatório de 2026-02-28
A redução da inflação e o calendário mais curto pressionaram a geração de caixa, mas a gestão manteve o patamar de rendimentos mensais. O resultado gerado pelo **PMIS11** em fevereiro de 2026 recuou para R$ 0,089 por cota, impactado pelo menor número de dias úteis e pelo arrefecimento do IPCA de dezembro nos papéis atrelados à inflação. Apesar da queda no resultado, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,092 por cota, consumindo marginalmente a reserva acumulada, que encerrou o mês em R$ 0,061 por cota. O patrimônio líquido apresentou leve retração, passando de R$ 140,4 milhões para R$ 139,8 milhões, e o indicador de valuation (P/VP) ajustou-se para 0,88, frente aos 0,93 do período anterior. A liquidez do portfólio caiu de 20,0% para 15,2% do PL, refletindo a agilidade na reciclagem da carteira. Do lado das alocações, o fundo adquiriu R$ 3,24 milhões no CRI Colmeia e montou posição tática no FII TRBL11, visando ganho de capital com a recente locação de um ativo para a Shopee. Em contrapartida, a venda de ativos incluiu a liquidação total da posição no FII RBRX11 com TIR de IPCA+9,0%. A taxa média ponderada da carteira de CRIs indexada à inflação ajustou-se para IPCA+9,95%. Para os cotistas que pesquisam se o ativo vale a pena, a dinâmica do mês evidencia um carrego focado em prêmios de crédito e movimentações táticas no mercado secundário de FIIs de tijolo.
Relatório de 2025-12-31
O pré-pagamento de operações e o uso de reservas acumuladas elevaram o pagamento de dividendos do **PMIS11** para R$ 0,115 por cota em dezembro de 2025, superando o patamar de R$ 0,092 do mês anterior. O resultado de caixa gerado no mês foi de R$ 0,102/cota, indicando que o incremento na distribuição consumiu parte da reserva de lucros, que recuou de R$ 0,079 para R$ 0,065/cota. O patrimônio líquido avançou para R$ 140,4 milhões, enquanto a posição de liquidez subiu para 20,0% do PL, reflexo direto do vencimento do CRI Fazenda da Grama e das liquidações antecipadas dos CRIs A Yoshii e Mateus. No mercado secundário, o indicador de valuation (P/VP) apresentou forte recuperação, saltando de 0,83 para 0,93. A taxa média ponderada da carteira de CRIs indexada à inflação também registrou alta, fixando-se em IPCA+10,14%. Do lado da alocação, a gestão direcionou capital para o mercado primário com o CRI Indepy e para o secundário com o FII Daycoval Retrofits. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a reciclagem do portfólio demonstra agilidade na captura de prêmios, embora a elevação do caixa exija novas alocações para evitar o carrego subótimo no médio prazo.
Relatório de 2025-11-30
A recuperação das receitas atreladas à inflação impulsionou o resultado de caixa do **PMIS11** em novembro de 2025, revertendo a pressão deflacionária do mês anterior. O resultado saltou de R$ 0,098 para R$ 0,104 por cota (+5,4%), permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,092 por cota e um novo incremento na reserva de lucros, que agora acumula R$ 0,079/cota. O patrimônio líquido apresentou leve alta, alcançando R$ 139,0 milhões, enquanto a posição de liquidez subiu para 16,7% do PL. No mercado secundário, o indicador de valuation (P/VP) sofreu nova contração, passando de 0,85 para 0,83, refletindo um desconto maior nas cotas. A taxa média ponderada da carteira de CRIs indexada à inflação também recuou, fixando-se em IPCA+9,97%. Do lado da gestão do portfólio, os destaques incluem a intenção de pré-pagamento integral do CRI A Yoshii e a estruturação final de uma nova operação no segmento residencial em São Paulo. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, a resiliência na geração de rendimentos mensais e o carrego de caixa robusto oferecem margem de segurança para mitigar riscos frente à volatilidade dos indexadores.
Relatório de 2025-10-30
A deflação nos CRIs atrelados ao IPCA pressionou o resultado de caixa do **PMIS11** em outubro de 2025, recuando de R$ 0,105 para R$ 0,098 por cota. Apesar da leve retração, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,092 por cota, permitindo um novo incremento na reserva de lucros, que agora atinge R$ 0,067/cota. O patrimônio líquido registrou leve expansão para R$ 138,1 milhões, enquanto o indicador de valuation (P/VP) sofreu um ajuste negativo, passando de 0,87 para 0,85 no mercado secundário. A taxa média ponderada da carteira de CRIs indexada à inflação apresentou nova compressão, fixando-se em IPCA+10,18%. Do lado da alocação de recursos, o destaque do mês foi a liquidação das primeiras tranches do CRI Arqos, totalizando aproximadamente R$ 1 milhão, com projeção de atingir R$ 5 milhões conforme o avanço das obras. A posição de liquidez recuou marginalmente para 16,0% do PL, mantendo o perfil defensivo para mitigar riscos e buscar oportunidades de ganho de capital em FIIs descontados. Para quem avalia se o ativo vale a pena, a manutenção dos rendimentos mensais aliada à robustez das reservas demonstra a resiliência da estratégia de carrego frente às oscilações dos indexadores.
Relatório de 2025-09-30
A elevação do resultado gerado para R$ 0,105 por cota impulsionou o acúmulo de reservas do **PMIS11** em setembro de 2025, atingindo R$ 0,060/cota, enquanto o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,092. Comparado ao mês anterior, o patrimônio líquido apresentou leve expansão, passando de R$ 137,5 milhões para R$ 137,9 milhões. No mercado secundário, o indicador de valuation (P/VP) demonstrou recuperação, avançando de 0,82 para 0,87. A gestão manteve uma postura defensiva, refletida no ligeiro aumento da posição de liquidez para 16,3% do PL, aguardando melhores prêmios de risco. A taxa média ponderada da parcela atrelada à inflação sofreu compressão marginal, passando para IPCA+10,28%. Do lado da alocação, o fundo adquiriu R$ 500 mil em uma nova série do CRI Galleria Bank, enquanto outra operação aprovada sofreu atraso operacional para outubro. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, a robustez da reserva acumulada e a estratégia de carrego com foco em garantias sólidas seguem como pilares para a previsibilidade dos rendimentos mensais, mitigando os riscos de um cenário macroeconômico volátil.
Relatório de 2025-08-29
A denúncia na CVM envolvendo a securitizadora Virgo exigiu escrutínio sobre a carteira do **PMIS11** em agosto de 2025, especificamente sobre os CRIs Mateus e Postos Aldo. Apesar do ruído no mercado de crédito, a gestão confirmou a ausência de movimentações irregulares nos patrimônios separados destas operações. No âmbito financeiro, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,092 por cota, gerando um yield mensal de 1,20%. O resultado gerado no mês alcançou R$ 0,095/cota, permitindo um incremento na reserva acumulada, que passou de R$ 0,045 para R$ 0,048/cota. O patrimônio líquido registrou leve avanço para R$ 137,5 milhões, contudo, o indicador de valuation (P/VP) sofreu compressão, recuando de 0,86 para 0,82 no mercado secundário. A posição de liquidez subiu para 16,1% do PL, reflexo de uma postura defensiva na alocação, enquanto a taxa média ponderada da parcela atrelada à inflação cedeu marginalmente para IPCA+10,30%. Para investidores que analisam se o ativo vale a pena, o monitoramento da velocidade de implantação deste caixa excedente e o desfecho estrutural das operações da Virgo são variáveis centrais para a previsibilidade dos rendimentos mensais.
Relatório de 2025-07-31
A concretização do pré-pagamento do CRI Solargrid e a retenção estratégica de reservas reconfiguraram o patamar de rendimentos mensais do **PMIS11** em julho de 2025. O pagamento de dividendos recuou de R$ 0,110 para R$ 0,092 por cota (yield de 1,16%), refletindo a normalização após os ganhos de capital atípicos do mês anterior e a decisão da gestão de reter parte do resultado (R$ 0,100/cota gerado) para compor reserva, que agora acumula R$ 0,045/cota. O patrimônio líquido apresentou leve retração para R$ 137,1 milhões, enquanto o indicador de valuation (P/VP) ajustou-se para 0,86. A liquidez gerada pela amortização extraordinária do Solargrid (R$ 6,29 milhões) elevou a posição em caixa para 14,9% do PL, exigindo agilidade na realocação. Como contrapeso inicial, o fundo adquiriu R$ 3,1 milhões no CRI Shopping Jaraguá. Na carteira de recebíveis, a taxa média ponderada em IPCA subiu para 10,39%, evidenciando um carrego marginalmente superior, enquanto a parcela em CDI ficou estável em 3,90%. Para investidores avaliando se o fundo vale a pena, o cenário atual demanda monitoramento da velocidade de implantação do caixa excedente para evitar o carrego negativo frente à inflação.
Relatório de 2025-06-30
A forte realização de lucros no book de FIIs impulsionou o pagamento de dividendos do **PMIS11** em junho de 2025, saltando de R$ 0,090 para R$ 0,110 por cota (yield mensal de 1,35%). A venda de ativos como CLIN11, MANA11 e KFOF11 gerou ganhos de capital expressivos, elevando o resultado gerado no mês para R$ 0,106 por cota, revertendo a queda observada na baseline anterior. O patrimônio líquido recuou marginalmente para R$ 137,4 milhões, enquanto a parcela em caixa (aplicações financeiras) saltou de 7,2% para 11,9%, reflexo das vendas e de amortizações extraordinárias. Na carteira de recebíveis, a taxa média ponderada em IPCA avançou para 10,25%, enquanto a parcela em CDI teve leve compressão para 3,91%. O indicador de valuation (P/VP) manteve-se estável em 0,88. Para investidores que pesquisam se o fundo vale a pena, a elevação dos rendimentos mensais reflete o sucesso da gestão ativa, mas exige atenção ao carrego futuro, especialmente com o anúncio de resgate antecipado total do CRI Solargrid, que representa 4% do PL e demandará nova alocação eficiente dos recursos.
Relatório de 2025-05-31
O encerramento da posição no fundo RZAK11, que gerou uma TIR de 25,6%, marcou a principal movimentação tática do **PMIS11** em maio de 2025. O patrimônio líquido apresentou leve expansão, atingindo R$ 137,6 milhões, enquanto a parcela alocada em aplicações financeiras (caixa) recuou de 8,8% para 7,2%. Na carteira de recebíveis, não houve novas aquisições ou venda de ativos, mas as taxas médias ponderadas sofreram nova compressão, passando para IPCA+10,01% e CDI+3,93%. O indicador de valuation (P/VP) avançou de 0,85 para 0,88, reduzindo o desconto no mercado secundário. O resultado gerado no mês foi de R$ 0,098 por cota, inferior aos R$ 0,106 da baseline anterior, mas a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,090 por cota, o que representa um yield mensal de 1,09%. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a manutenção dos rendimentos mensais e a gestão ativa no book de FIIs contrastam com a compressão das taxas de carrego e a redução da margem de lucros retidos para reservas, exigindo monitoramento dos riscos de crédito e da dinâmica de alocação futura.
Relatório de 2025-04-30
A inclusão do **PMIS11** no índice IFIX a partir de maio e o forte resultado gerado pela inflação de fevereiro redefiniram a dinâmica do fundo neste mês. O patrimônio líquido avançou de R$ 135,0 milhões na baseline anterior para R$ 137,0 milhões, enquanto a parcela em caixa (Aplicações Financeiras) subiu de 6,3% para 8,8%. Diferente do mês anterior, não houve movimentação na carteira de CRIs, mas o book de FIIs ganhou novas posições táticas em MCCI11 e CYCR11. As taxas médias da carteira de recebíveis sofreram leve compressão, passando para IPCA+10,24% e CDI+4,02%. O indicador de valuation recuou, com a relação cota de mercado sobre cota patrimonial caindo de 0,87 para 0,85, ampliando o desconto no secundário. O resultado mensal saltou para R$ 0,106 por cota, impulsionado pelo repasse do IPCA, mas a gestão optou por manter o pagamento de dividendos em R$ 0,090 por cota (yield de 1,15%), retendo o excedente para reforçar as reservas de rendimentos. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, a resiliência da estratégia de carrego e o nível de desconto atual são os principais balizadores técnicos.
Relatório de 2025-03-31
A execução de três novas alocações marcou o mês de março, reduzindo o caixa e elevando as taxas médias da carteira de recebíveis. O **PMIS11** apresentou um crescimento em seu patrimônio líquido, passando de R$ 133,9 milhões na baseline anterior para R$ 135,0 milhões. Em linha com a estratégia de transição para posições de carrego, o fundo reduziu sua parcela em caixa de 8,8% para 6,3% do PL, direcionando recursos para o CRI Brookfield (R$ 600 mil), CRI Metrocasa (R$ 2,5 milhões) e uma alocação tática no fundo SNEL11 (R$ 1,3 milhão). O pagamento de dividendos foi de R$ 0,092 por cota, gerando um yield mensal de 1,14%, uma leve retração frente ao mês anterior. As taxas médias da carteira de CRIs registraram avanço, atingindo IPCA+10,59% e CDI+4,05%. Para investidores que analisam se o ativo vale a pena, o indicador de valuation aponta uma relação cota de mercado sobre cota patrimonial de 0,87, refletindo um leve fechamento do desconto em relação a fevereiro.