Relatório de 2026-04-30
O pré-pagamento do CRI Smart Fit reconfigurou a liquidez do **PORD11** neste mês, elevando o nível de caixa de 22% para 26% do patrimônio líquido. Na vertente de remuneração aos cotistas, o pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,098 por cota, enquanto a reserva de inflação acumulada apresentou forte recuperação, saltando de R$ 0,032 para R$ 0,048 por cota, reforçando o fôlego para os rendimentos mensais futuros. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, os indicadores de valuation mostram um leve avanço na cota a mercado, que passou de R$ 8,43 para R$ 8,50, ajustando o múltiplo P/VP para 0,89, dado que a cota patrimonial permaneceu inalterada em R$ 9,54. No carrego da carteira, observou-se uma nova expansão nos spreads médios na marcação a mercado (MTM), que atingiram IPCA + 10,13% e CDI + 4,35%. Apesar da melhora nas taxas, a gestão adota um tom de cautela frente ao ciclo imobiliário, destacando que os juros elevados continuam pressionando o poder de compra no segmento de média e alta renda em São Paulo, o que exige disciplina na originação de novas operações de crédito.
Relatório de 2026-03-31
A rotação do portfólio com a liquidação do CRI Bralar e a venda de ativos, como a zeragem da debênture JHSF, ditou o ritmo do **PORD11** neste mês. O pagamento de dividendos sofreu um leve recuo, passando de R$ 0,10 para R$ 0,098 por cota, enquanto o dividend yield de 12 meses avançou para 13,87%. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os dados de carrego mostram uma descompressão nos spreads médios na marcação a mercado (MTM), que subiram para IPCA + 9,94% e CDI + 4,04% (ante 9,69% e 3,95% no mês anterior). A liquidez do fundo apresentou leve queda, com o nível de caixa recuando de 23% para 22%. No valuation, a cota patrimonial ajustou-se para baixo, atingindo R$ 9,54, e a cota a mercado fechou em R$ 8,43, mantendo o indicador P/VP estável em 0,88. Como ponto de atenção na sustentação dos rendimentos mensais futuros, a reserva de inflação acumulada e ainda não distribuída sofreu uma redução expressiva, caindo de R$ 0,079 para R$ 0,032 por cota.
Relatório de 2026-02-27
A elevação do nível de caixa para 23% e a compressão dos spreads médios marcaram a dinâmica operacional do **PORD11** neste mês. O fundo retomou um patamar de liquidez superior ao do mês passado (21%), enquanto o indicador P/VP avançou de 0,86 para 0,88, impulsionado pela valorização da cota a mercado para R$ 8,45. A cota patrimonial teve leve ajuste positivo, fixando-se em R$ 9,57. No front de alocação, a gestão aumentou a exposição ao CRI Patrimar, que agora representa 1,15% do patrimônio líquido, e registrou a amortização do CRI Novo Mundo, reduzindo sua fatia no PL para 0,90%. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,10 por cota, resultando em um dividend yield de 13,72% nos últimos 12 meses. Para os cotistas que pesquisam se o ativo vale a pena, os rendimentos mensais refletem agora um spread médio na marcação a mercado (MTM) de IPCA + 9,69% e CDI + 3,95%, evidenciando uma leve compressão frente aos 9,81% e 4,21% anteriores. Como mitigador, a reserva de inflação acumulada e não distribuída cresceu, passando de R$ 0,075 para R$ 0,079 por cota.
Relatório de 2026-01-30
A intensa rotação de ativos no mercado secundário e a liquidação de posições estratégicas reconfiguraram os parâmetros de carrego do **PORD11** neste mês. O nível de caixa recuou de 23% para 21%, reflexo direto da alocação em novos papéis como o CRI Ânima (CDI + 1,2%) e do aumento de exposição no CRI Hapvida (agora 2,17% do PL) e Patrimar. Em contrapartida, a amortização total do CRI Allegra Pacaembu injetou R$ 15,3 milhões no caixa, exigindo uma realocação parcial imediata de 1,85% em uma nova emissão do mesmo devedor. No aspecto de valuation, o indicador P/VP subiu para 0,86, tracionado pela cota a mercado de R$ 8,21, enquanto a cota patrimonial marcou R$ 9,55. O pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 0,10 por cota, consolidando um dividend yield de 14,00% nos últimos 12 meses. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a dinâmica de rendimentos mensais passa a contar com um spread médio de IPCA + 9,81% (queda ante os 10,01% anteriores) e CDI + 4,21%, além de um reforço na reserva de inflação acumulada, que saltou para R$ 0,075 por cota, oferecendo um colchão para distribuições futuras.
Relatório de 2025-12-31
A compressão do desconto patrimonial e o consumo de reservas acumuladas marcaram a transição do **PORD11** para o fechamento de 2025. O indicador P/VP avançou de 0,84 para 0,85, impulsionado pela valorização da cota a mercado para R$ 8,15, enquanto o valor patrimonial recuou levemente para R$ 9,54. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,102 por cota, o que elevou o dividend yield anualizado para 13,88%. Para sustentar esses rendimentos mensais, houve utilização do saldo não distribuído, que caiu para R$ 0,018 por cota, e da reserva de inflação, agora em R$ 0,053 por cota. No front de alocação, a equipe executou um aumento tático na exposição ao CRI Hapvida, que passou a representar 1,75% do PL com taxa de IPCA + 10,7%, contribuindo para a elevação do spread médio de IPCA da carteira para 10,01%. Simultaneamente, o CRI Novo Mundo seguiu seu cronograma de amortização, encolhendo 1,55% na carteira. O nível de caixa permaneceu estagnado em 23%, exigindo agilidade na originação ou compra no mercado secundário para evitar carrego negativo. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, a combinação de um carrego de IPCA + 10,01% e CDI + 3,88% com o desconto de 15% na cota oferece os parâmetros centrais de valuation.
Relatório de 2025-11-28
A elevação nos rendimentos mensais e o aumento da posição em caixa ditaram a dinâmica do **PORD11** em novembro de 2025. O fundo registrou um incremento no pagamento de dividendos, passando de R$ 0,10 para R$ 0,102 por cota, o que impulsionou o dividend yield anualizado para 13,85%. No valuation, o indicador P/VP sofreu leve retração para 0,84, reflexo da cota a mercado precificada a R$ 8,07 contra um valor patrimonial de R$ 9,58. A gestão manteve uma postura tática no mercado secundário, elevando a exposição no CRI Kallas para 0,92% do PL e no CRI Hapvida para 1,41%, buscando capturar prêmios específicos. Em contrapartida, a amortização contínua do CRI Novo Mundo reduziu a fatia deste ativo em 2,3% no mês. O nível de caixa subiu para 23% do patrimônio líquido, conferindo liquidez, mas exigindo agilidade na alocação. Os spreads médios da carteira apresentaram compressão em relação ao mês anterior, ajustando-se para CDI + 3,89% e IPCA + 9,91%. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os dados de carrego, o reforço nas reservas de inflação (R$ 0,056/cota) e o saldo não distribuído (R$ 0,028/cota) demonstram o foco na previsibilidade das distribuições em meio à volatilidade macroeconômica.
Relatório de 2025-10-31
A movimentação tática no portfólio de crédito ditou o ritmo do **PORD11** em outubro de 2025, com a aquisição do CRI Kallas (0,83% do PL) e o aumento de 0,5% na exposição ao CRI Sinart. Em contrapartida, a amortização do CRI Novo Mundo reduziu a fatia deste ativo em 2,2%. No comparativo mensal, o indicador P/VP subiu levemente para 0,85, reflexo da cota a mercado de R$ 8,10 contra um valor patrimonial de R$ 9,57. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 13,64%. A gestão calibrou as reservas, reduzindo o saldo de inflação acumulada para R$ 0,051 por cota, mas elevando o saldo não distribuído para R$ 0,027, o que confere previsibilidade aos rendimentos mensais. O nível de caixa subiu para 22% do patrimônio líquido, enquanto os spreads médios da carteira ajustaram-se para CDI + 4,61% (alta frente ao mês anterior) e IPCA + 10,00%. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, os dados de carrego e a liquidez elevada demonstram uma postura de alocação gradual e seletiva na originação de novos papéis.
Relatório de 2025-09-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,10 por cota e a liquidação do CRI Zircon ditaram a dinâmica operacional do **PORD11** em setembro de 2025. Em relação ao mês anterior, o dividend yield anualizado recuou levemente de 13,68% para 13,63%, enquanto o indicador P/VP subiu de 0,83 para 0,84, refletindo uma cota a mercado de R$ 8,04 frente ao valor patrimonial de R$ 9,56. A gestão ampliou a reserva técnica de inflação acumulada de R$ 0,060 para R$ 0,064 por cota, mantendo um saldo não distribuído de R$ 0,014, o que confere previsibilidade aos rendimentos mensais. No portfólio, o nível de caixa foi reduzido de 23% para 21% do patrimônio líquido. A equipe realizou a venda de ativos tática das debêntures da JHSF (1,7% do PL), gerando ganho de capital, e alocou 3,16% do PL no novo CRI Zircon a CDI + 4%. Os spreads médios da carteira sofreram nova compressão, passando para IPCA + 10,05% e CDI + 4,16%. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, a gestão reforça uma postura conservadora na alocação de liquidez, antecipando uma possível elevação da inadimplência no mercado de crédito corporativo nos próximos trimestres devido à defasagem da política monetária.
Relatório de 2025-08-29
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 0,095 por cota e a venda tática da posição no fundo LFTT11 ditaram a dinâmica operacional do **PORD11** em agosto de 2025. Em relação ao mês anterior, o dividend yield anualizado avançou de 12,92% para 13,68%, enquanto o indicador P/VP recuou para 0,83, evidenciando um desconto maior na cota a mercado. A gestão manteve a reserva técnica de inflação em R$ 0,060 por cota, somada a um saldo não distribuído de R$ 0,015, garantindo previsibilidade para os próximos rendimentos mensais. No portfólio, os spreads médios sofreram leve compressão, com a parcela atrelada à inflação passando para IPCA + 10,08% e a fatia em CDI para CDI + 4,20%. O nível de caixa permaneceu estável em 23% do patrimônio líquido, mas há previsão de alocação de 3,13% do PL em um novo CRI estruturado em setembro. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a venda de ativos gerou um ganho líquido de R$ 0,017 por cota, reforçando a estratégia de giro da carteira para destravar valor.
Relatório de 2025-07-31
A redução no pagamento de dividendos para R$ 0,092 por cota e a liquidação antecipada do CRI NTRS Sinart no valor de R$ 8,4 milhões ditaram o ritmo operacional do **PORD11** em julho de 2025. Em comparação ao mês anterior, o fundo observou um recuo no seu valuation, com o P/VP caindo para 0,87, enquanto o dividend yield anualizado avançou para 12,92%, refletindo a reprecificação da cota a mercado. A reserva técnica de inflação acumulada e ainda não distribuída cresceu de R$ 0,057 para R$ 0,060 por cota, conferindo uma margem de segurança para os próximos rendimentos mensais. No portfólio, o spread médio da parcela atrelada à inflação subiu para IPCA + 10,17%, ao passo que a fatia em CDI recuou levemente para CDI + 4,25%. O nível de caixa em relação ao patrimônio líquido subiu para 23%, impulsionado pela ausência de novas alocações no mês e pelas amortizações recorrentes, como os 3,13% adicionais recebidos do CRI Novo Mundo em agosto. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, a gestão mantém a adimplência integral da carteira de crédito imobiliário, sem novos eventos de default, preservando uma postura conservadora na reciclagem do capital frente aos desafios macroeconômicos.
Relatório de 2025-06-30
O aumento na distribuição de rendimentos mensais para R$ 0,095 por cota e a elevação das taxas médias de carrego marcaram a dinâmica operacional do **PORD11** em junho de 2025. Comparado ao mês anterior, o spread médio da parcela atrelada à inflação avançou para IPCA + 9,75% (ante 9,48%), enquanto a fatia pós-fixada subiu levemente para CDI + 4,30%. A reserva técnica de inflação acumulada também encorpou, passando de R$ 0,044 para R$ 0,057 por cota, reforçando o fôlego para futuros pagamentos de dividendos. No front de movimentações, o fundo concretizou a liquidação de R$ 3,5 milhões no CRI Pontte e registrou amortizações sucessivas no CRI Novo Mundo (3,05% em junho e 2,90% em julho). O caixa permaneceu em 21% do patrimônio líquido, mas a gestão sinalizou que uma nova operação consumirá 2,5% dessa liquidez nas próximas semanas. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o dividend yield anualizado ajustou para 12,53%, negociando com um P/VP de 0,89 e mantendo a adimplência integral da carteira de crédito imobiliário sob uma postura declaradamente cautelosa para novas alocações.
Relatório de 2025-05-30
A elevação dos rendimentos mensais para R$ 0,093 por cota e a movimentação tática na carteira de crédito ditaram o ritmo do **PORD11** em maio. Diferente da estabilidade absoluta do mês anterior, o fundo registrou a liquidação de R$ 3,5 milhões no CRI Pontte no início de junho, ampliando a exposição a um ativo já presente no portfólio. Outro ponto de inflexão foi o CRI Novo Mundo, que demandou a utilização de garantias para amortizar cerca de 3,4% da exposição do fundo em maio, com previsão de mais 3,1% em junho. Apesar desse acionamento, a gestão confirmou a adimplência integral da carteira, sem novos eventos de default. O carrego do portfólio sofreu leve reprecificação, com o spread médio atrelado à inflação subindo para IPCA + 9,48% (ante 9,23%), enquanto a parcela pós-fixada ajustou para CDI + 4,25%. Com 21% do patrimônio líquido ainda em caixa, investidores que pesquisam se o ativo vale a pena observam a promessa de um pipeline robusto em estruturação para otimizar a alocação de capital nos próximos meses, mantendo o dividend yield anualizado em 12,64%. Além disso, o fundo acumula R$ 0,044 por cota de inflação não distribuída, servindo como reserva técnica para distribuições futuras.
Relatório de 2025-05-22
A estabilidade operacional marcou o mês do **PORD11**, com a totalidade das operações adimplentes e novas estruturações de crédito no radar da gestão para alocação do caixa. O fundo manteve seus indicadores de valuation e carrego, sustentando o pagamento de dividendos em R$ 0,092 por cota. A gestão destacou que não houve movimentações atípicas, confirmando o recebimento regular de todos os devedores, o que afasta novos riscos de crédito no curto prazo. O foco atual recai sobre a originação, com novas operações em fase de estruturação previstas para liquidação nos próximos meses, visando otimizar a parcela de 20% do patrimônio líquido atualmente em caixa. No cenário macroeconômico, a redução da Selic para 14,75% e a inflação de 0,43% no mês mantêm a dinâmica do portfólio, permitindo aos investidores avaliarem se o ativo vale a pena frente ao carrego da carteira, que apresenta spread médio de IPCA + 9,23% e CDI + 4,83%.
Relatório de 2025-04-30
O aumento na distribuição de rendimentos para R$ 0,092 por cota e a elevação do múltiplo P/VP para 0,88x marcam a evolução do **PORD11** neste mês. Comparado ao período anterior, o valor de mercado da cota avançou de R$ 8,06 para R$ 8,40, refletindo um fechamento de deságio no mercado secundário. A gestão manteve a posição de caixa estabilizada em 20% do patrimônio líquido, enquanto a indexação da carteira sofreu um leve rebalanceamento, com o IPCA subindo para 47% e o CDI recuando para 47%. No front de recuperações, o CRI Novo Mundo registrou uma amortização de cerca de 3,4% da exposição do fundo, mantendo a retenção de valores via cessão fiduciária. A reserva técnica de inflação não distribuída cresceu para R$ 0,047 por cota, reforçando o colchão para futuros pagamentos de dividendos. A duration permaneceu praticamente estável em 3,19 anos, permitindo ao investidor avaliar se o ativo vale a pena frente ao dividend yield acumulado de 12,74% nos últimos 12 meses.
Relatório de 2025-03-31
A liquidação de R$ 9 milhões no CRI Pontte VI e o avanço na recuperação do CRI Novo Mundo reconfiguraram a dinâmica de alocação do **PORD11** neste mês. O pagamento de dividendos recuou levemente para R$ 0,088 por cota (ante R$ 0,090 em fevereiro), enquanto a cotação no mercado secundário avançou para R$ 8,06, elevando o múltiplo P/VP para 0,84x. A gestão finalizou o aporte na debênture da JHSF, adicionando 0,5% de exposição, e manteve a posição de caixa em 20% do patrimônio líquido. No front de recuperações, o fundo recebeu amortizações equivalentes a 33% da marcação atual do CRI Novo Mundo entre março e abril, mitigando os impactos do único ativo inadimplente. A duration da carteira alongou-se marginalmente para 3,18 anos, e a reserva técnica de inflação acumulada não distribuída subiu para R$ 0,038 por cota, oferecendo um colchão para os próximos rendimentos mensais. O carrego atual concentra-se em CDI (49%) e IPCA (45%), permitindo ao investidor avaliar se o ativo vale a pena frente ao dividend yield anualizado de 13,30%.