Relatório de 2025-11-19
O fundo **PULV11** divulgou fato relevante informando a conclusão de seu processo de reorganização por meio da alienação total de sua carteira de ativos para o fundo RBRR11. Em decorrência dessa operação, o fundo será liquidado, realizando-se o pagamento de amortização e devolução de capital aos cotistas no valor total de R$ 9,46929713 por cota do **PULV11**.
Este montante final de liquidação do **PULV11** será distribuído em duas parcelas: a Parcela A, equivalente a R$ 8,7581830139 por cota, que será paga mediante entrega de cotas do RBRR11 na proporção de 0,103243935093 em 25 de novembro de 2025, e a Parcela B, de R$ 0,71111411605 por cota, a ser paga em dinheiro em 27 de novembro de 2025.
Relatório de 2025-10-08
**PULV11** anuncia aprovação de sua dissolução e liquidação por meio de alienação de ativos para o **RBRR11**. O fundo aprovou a liquidação de sua carteira mediante a transferência de todos os seus ativos para o FII RBR Rendimento High Grade, com encerramento das negociações de suas cotas na B3 programado para o dia 15 de outubro de 2025.
Os cotistas do **PULV11** receberão cotas do fundo destino e amortização em dinheiro de acordo com o cronograma estabelecido pela administradora, devendo atentar-se ao prazo de manifestação de custos de aquisição para o correto cálculo tributário.
Relatório de 2025-09-30
A alocação de R$ 5,5 milhões no CRI Pulverizado MK IPCA e o avanço no cronograma de liquidação ditaram o ritmo do **PULV11** em setembro. Em termos de valuation, o fundo registrou um leve incremento no patrimônio líquido, que passou para R$ 120,13 milhões, elevando a cota patrimonial para R$ 10,0107. No mercado secundário, a cotação avançou para R$ 8,90, o que reduziu o deságio frente ao valor patrimonial para 11,10%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,0950 por cota, resultando em um dividend yield anualizado de 13,59% sobre o fechamento do mês. Para os investidores que avaliam se o carrego atual vale a pena até a conclusão da fusão com o RBRR11, a carteira segue 100% atrelada ao IPCA, com um spread médio de aquisição que sofreu leve compressão para 11,22%. O foco operacional imediato recai sobre a obrigatoriedade de os cotistas informarem o custo médio de aquisição até 14 de novembro de 2025, passo essencial para a correta apuração de imposto de renda na venda de ativos e liquidação do fundo.
Relatório de 2025-08-29
A aprovação da venda da totalidade dos ativos para o FII RBR Rendimento High Grade (RBRR11) marca a transição definitiva do **PULV11**, conforme deliberado em assembleia no mês de setembro. Em termos de valuation, o fundo registrou uma recuperação no patrimônio líquido, que avançou de R$ 118,18 milhões para R$ 120,03 milhões, elevando a cota patrimonial para R$ 10,0027. Esse movimento reduziu o deságio no mercado secundário para 13,02%, com a cota a mercado precificada a R$ 8,70. O pagamento de dividendos permaneceu inalterado em R$ 0,0950 por cota, o que traduz um dividend yield anualizado de 13,92% sobre a cotação de fechamento. Para os investidores que pesquisam se o carrego atual vale a pena, a carteira segue 100% indexada ao IPCA, com um spread médio que apresentou leve alta para 11,27%. O principal ponto de atenção no curto prazo recai sobre a apuração de ganhos de capital, exigindo que os cotistas informem o custo médio de aquisição para fins de imposto de renda durante o processo de migração e venda de ativos.
Relatório de 2025-07-31
A convocação de assembleia para deliberar sobre a liquidação do fundo e a venda de ativos para o RBRR11 alterou drasticamente a dinâmica de julho de 2025. A proposta prevê que os cotistas do **PULV11** recebam cotas do RBRR11 proporcionais à sua participação, migrando para um portfólio de maior liquidez. No âmbito financeiro, o patrimônio líquido recuou de R$ 119,28 milhões para R$ 118,18 milhões, com a cota patrimonial caindo de R$ 9,93 para R$ 9,84. Apesar da retração patrimonial, o pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,0950 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 13,99% sobre a cota a mercado. O valuation atual reflete um deságio de 19,79% no mercado secundário. A gestão também realizou um novo aporte de R$ 0,3 milhão no CRI Creditas II Meza e iniciou a portabilidade de operações ligadas à securitizadora Virgo para mitigar riscos operacionais. Para quem pesquisa se o ativo vale a pena, a carteira segue 100% atrelada ao IPCA com spread médio de 11,25%.
Relatório de 2025-06-30
O desinvestimento de R$ 2,5 milhões no CRI Pulverizado MK CDI e o aumento no pagamento de dividendos ditaram o ritmo do **PULV11** em junho de 2025. Com a saída desta operação, a carteira de CRIs do fundo passou a ser 100% indexada ao IPCA, consolidando seu perfil de proteção inflacionária. O patrimônio líquido avançou para R$ 119,28 milhões, impulsionado por uma valorização de 1,53% na cota patrimonial, que encerrou o mês a R$ 9,93. Em paralelo, a gestão realizou novos aportes de R$ 2,1 milhões em operações já existentes. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, os rendimentos mensais subiram para R$ 0,0950 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 16,08% sobre a cota a mercado. O valuation atual reflete um deságio ampliado de 19,72% no mercado secundário, mantendo a ancoragem de 92% das operações originadas ou estruturadas pela própria gestora, com spread médio de IPCA+ 11,25%.
Relatório de 2025-05-30
O aporte adicional de R$ 5,0 milhões nos CRIs Homelend e Pulverizado MK IPCA ditou o ritmo do **PULV11** em maio de 2025, elevando a indexação da carteira ao IPCA para 98%. Diferente do recuo observado no mês anterior, o patrimônio líquido apresentou leve recuperação, atingindo R$ 118,48 milhões, com a cota patrimonial subindo 0,85% para fechar em R$ 9,87. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,09 por cota, o que traduz um dividend yield anualizado de 11,50% sobre a cota patrimonial e 14,44% sobre a cota a mercado. Para investidores que analisam se o ativo vale a pena, o carrego do portfólio segue ancorado pela gestão (92% das operações), com um spread médio de aquisição de IPCA+ 11,25%. O deságio no mercado secundário apresentou leve retração, situando-se em 19,38%, refletindo a dinâmica de valuation atual do fundo focado em recebíveis pulverizados.
Relatório de 2025-04-30
A expressiva alocação de R$ 22,8 milhões em três novas operações marcou a dinâmica do **PULV11** em abril de 2025, impulsionando a exposição ao IPCA de 88% para 96% da carteira. O fundo direcionou recursos para o CRI CB I Sênior (R$ 11,2 milhões a IPCA+ 11,75%), CRI Pulverizado MK IPCA (R$ 10,3 milhões) e CRI aMora (R$ 1,8 milhão somando as séries II e III). Apesar da forte movimentação no portfólio, o patrimônio líquido recuou de R$ 121,57 milhões para R$ 118,14 milhões, refletindo uma variação negativa de 2,83% na cota patrimonial, que fechou em R$ 9,84. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,09 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 12,15% sobre a cota patrimonial e 15,18% sobre a cota a mercado. Investidores que buscam entender se o ativo vale a pena devem notar que o deságio no mercado secundário reduziu levemente para 19,94%, enquanto o spread médio de aquisição do portfólio subiu para IPCA+ 11,29%, reforçando o carrego de recebíveis pulverizados com ancoragem da gestão, que agora representa 92% das operações.
Principais Inquilinos do Fundo Imobiliário PULV11
Portfólio de ativos e lista de locatários estratégicos.
Saúde Financeira e Alavancagem
Patrimônio onerado: Baixo/Nulo
Reserva de caixa: 0%
Concentração e Riscos de Portfólio
Índice HHI de concentração: Calculado por IA
Distribuição de indexadores: IPCA, CDI e IGPM.
Fatos Relevantes PULV11: Comunicados do Fundo Imobiliário
Fato Relevante
O fundo **PULV11** divulgou fato relevante informando a conclusão de seu processo de reorganização p...
Fato Relevante
**PULV11** anuncia aprovação de sua dissolução e liquidação por meio de alienação de ativos para o *...