Relatório de 2026-04-30
A concretização da venda de ativos no portfólio físico, especificamente a alienação do imóvel Brigadeiro em 24/04/2026, destravou valor imediato para o **RDCI11** neste mês. O movimento gerou uma TIR de 14,13% no nível do projeto e viabilizou o pagamento de dividendos no valor de R$ 3,93 por cota programado para maio. Para os investidores que avaliam se o carrego vale a pena, os indicadores de valuation apresentaram evolução frente ao mês anterior: o lucro líquido esperado subiu para R$ 208 milhões, a expectativa atual de retorno (TIR) da carteira avançou para 11,58% ao ano e o Patrimônio Líquido saltou para R$ 279,34 milhões. Apesar da melhora na visibilidade de rendimentos mensais e da manutenção do MOIC em 1,68x, o portfólio ainda retém riscos de engenharia. Os projetos Joaquim Floriano e Rebouças Teçaindá permanecem em fase de obras, exigindo monitoramento da execução física e orçamentária, especialmente o ativo Teçaindá, que projeta a menor rentabilidade da carteira (6,3% a.a.). A expectativa de nova chamada de capital segue zerada, com o capital retornado estabilizado em 39,34%.
Relatório de 2026-04-24
O fundo **RDCI11** concluiu a venda do Edifício LAC Corporate Boutique pelo valor total de R$ 82.235.671,34. O pagamento foi estruturado com um sinal de R$ 8.200.000,00 pago em janeiro de 2026 e o saldo remanescente de R$ 73.800.000,00, corrigido pela variação do IPCA, liquidado na data de assinatura da escritura pública.
Considerando a participação proprietária de 90,00% detida pelo **RDCI11** sobre o ativo, o caixa do fundo recebeu o montante total de R$ 74.012.104,21. Essa venda de ativos gerou uma taxa interna de retorno (TIR) de 14,13% ao ano e uma margem de lucro no projeto de 22,96%. O ganho contábil da operação e a subsequente distribuição para pagamento de dividendos serão detalhados após o encerramento do mês de abril de 2026.
Relatório de 2026-03-31
A conclusão das obras do projeto Brigadeiro e a revisão altista nas métricas de rentabilidade reconfiguram o carrego do **RDCI11** neste mês de março de 2026. O lucro líquido esperado saltou de R$ 194 milhões para R$ 207 milhões, acompanhado por um avanço na Taxa Interna de Retorno (TIR), que atingiu 11,53% ao ano, e no múltiplo sobre o capital investido (MOIC), agora posicionado em 1,68x. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena com foco no pagamento de dividendos e rendimentos mensais, a dinâmica de caixa permanece estável: o capital retornado segue estacionado em 39,34% e a expectativa de nova chamada de capital está zerada. No portfólio físico, a entrega do ativo Brigadeiro mitiga parte do risco de engenharia que pairava sobre o fundo, enquanto a venda de ativos já consolidada nos projetos Iaiá, Faria Lima e Rebouças STB sustenta a tese de desinvestimento. O patrimônio líquido reportado manteve-se na faixa de R$ 250,86 milhões, referenciando a base de fevereiro.
Relatório de 2026-02-28
O leve avanço na expectativa de retorno e no lucro líquido esperado contrasta com a contínua retração patrimonial do **RDCI11** neste mês de fevereiro de 2026. O patrimônio líquido do fundo recuou marginalmente para R$ 250,86 milhões, aprofundando a queda observada no mês anterior. Em contrapartida, os indicadores de carrego apresentaram melhora: a Taxa Interna de Retorno (TIR) subiu para 11,03% ao ano, e o lucro líquido esperado avançou para R$ 194 milhões. O múltiplo sobre o capital investido (MOIC) permaneceu inalterado em 1,63x. Para os cotistas que monitoram o pagamento de dividendos e avaliam se o ativo vale a pena, o fundo manteve a dinâmica de chamadas de capital zerada e o percentual de capital retornado estacionado em 39,34%. No portfólio físico, a venda de ativos segue consolidada nos projetos Iaiá, Faria Lima e Rebouças STB, enquanto os riscos de engenharia e aprovação persistem nos ativos Joaquim Floriano, Brigadeiro e Rebouças Teçaindá, que ainda demandam maturação operacional.
Relatório de 2026-01-31
A leve retração no patrimônio líquido e o ajuste marginal na expectativa de retorno marcam o início de ano do **RDCI11**. O fundo registrou uma queda em seu patrimônio, que passou de R$ 252,56 milhões no mês anterior para R$ 251,18 milhões neste fechamento de janeiro de 2026. Os indicadores de carrego de longo prazo também sofreram reduções: a expectativa atual de retorno (TIR) recuou para 11,01% ao ano, e o lucro líquido esperado foi ajustado negativamente para R$ 193 milhões. Apesar dessas quedas, o múltiplo sobre o capital investido (MOIC) manteve-se estável em 1,63x. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena e monitoram o pagamento de dividendos, o fundo mantém a dinâmica de chamadas de capital zerada (0,00%), com 39,34% do capital já retornado aos cotistas. No portfólio físico, a estratégia de venda de ativos segue com Iaiá, Faria Lima e Rebouças STB liquidados, enquanto os riscos de engenharia persistem nos projetos Joaquim Floriano e Brigadeiro, que continuam em fase de obras, e no Rebouças Teçaindá, que segue em aprovação.
Relatório de 2025-12-31
A compressão contínua nas métricas de valuation e o recuo no lucro líquido esperado ditam o ritmo do **RDCI11** neste fechamento de ano. O patrimônio líquido do fundo apresentou recuperação frente ao mês anterior, atingindo R$ 252,56 milhões, mas os indicadores de carrego de longo prazo sofreram novas reduções. A expectativa atual de retorno (TIR) caiu para 11,04% ao ano, o múltiplo sobre o capital investido (MOIC) recuou para 1,63x e o lucro líquido esperado ajustou-se negativamente para R$ 194 milhões. Para os cotistas que monitoram o pagamento de dividendos e avaliam se o ativo vale a pena, a dinâmica de chamadas de capital permanece zerada (0,00%), sem data definida para novos aportes. No portfólio físico, a estratégia de venda de ativos mantém os projetos Iaiá, Faria Lima e Rebouças STB como liquidados, enquanto os riscos de engenharia persistem nos ativos Joaquim Floriano e Brigadeiro, que seguem em fase de obras.
Relatório de 2025-11-30
A suspensão da próxima chamada de capital e a revisão para baixo nos indicadores de valuation marcam a atualização do **RDCI11** neste mês. O patrimônio líquido do fundo recuou para R$ 239,34 milhões, enquanto o capital integralizado avançou para 90,47%. Para os investidores que acompanham o fluxo de caixa e o pagamento de dividendos para avaliar se a tese vale a pena, a expectativa da próxima chamada foi zerada (0,00%), sem data definida, alterando a dinâmica de aportes prevista anteriormente para dezembro. No carrego de longo prazo, as métricas sofreram leve compressão: a expectativa atual de retorno (TIR) caiu para 11,81% ao ano, o múltiplo sobre o capital investido (MOIC) recuou para 1,72x e o lucro líquido esperado ajustou-se para R$ 220 milhões. No portfólio físico, a venda de ativos segue consolidada com Iaiá, Faria Lima e Rebouças STB liquidados. Os projetos Joaquim Floriano e Brigadeiro seguem em fase de obras, mantendo os riscos de engenharia ativos, enquanto o ativo Henrique Monteiro encontra-se entregue e o Rebouças Teçaindá segue em fase de aprovação.
Relatório de 2025-10-31
O novo adiamento da chamada de capital e o aumento no volume projetado marcam a atualização operacional do portfólio neste mês. O patrimônio líquido do **RDCI11** registrou expansão, alcançando R$ 254,88 milhões, impulsionado pelo avanço do capital integralizado que subiu para 86,38%. Para os investidores que monitoram o pagamento de dividendos e o fluxo de caixa para avaliar se a tese vale a pena, o cronograma de aportes sofreu uma nova alteração: a próxima chamada de capital foi postergada de novembro para dezembro de 2025, com a expectativa de volume saltando de 1,49% para 2,73%. Os indicadores de valuation e carrego de longo prazo permaneceram estáveis, com a expectativa atual de retorno (TIR) mantida em 12,04% ao ano, o múltiplo sobre o capital investido (MOIC) em 1,74x e o lucro líquido esperado em R$ 223 milhões. No portfólio físico, a venda de ativos segue com Iaiá, Faria Lima e Rebouças STB liquidados, enquanto os projetos Joaquim Floriano e Brigadeiro continuam em fase de obras, mantendo os riscos de engenharia no radar da gestão.
Relatório de 2025-09-30
A recuperação nas métricas de rentabilidade e um novo adiamento no cronograma de aportes marcam a atualização do portfólio neste mês. O patrimônio líquido do **RDCI11** apresentou expansão, saltando para R$ 251,54 milhões, acompanhado pelo avanço do capital integralizado, que atingiu 85,79%. Diferente do mês anterior, os indicadores de valuation e carrego de longo prazo mostraram leve melhora: a expectativa atual de retorno (TIR) subiu para 12,04% ao ano, enquanto o múltiplo sobre o capital investido (MOIC) e o lucro líquido esperado permaneceram estáveis em 1,74x e R$ 223 milhões, respectivamente. Para os investidores que acompanham o fluxo de caixa e o pagamento de dividendos para avaliar se a tese vale a pena, o cronograma sofreu novo ajuste: a próxima chamada de capital foi postergada para novembro de 2025, com a expectativa de volume caindo expressivamente para 1,49%. No portfólio físico, a venda de ativos segue consolidada com Iaiá, Faria Lima e Rebouças STB liquidados, enquanto os projetos Joaquim Floriano e Brigadeiro continuam em fase de obras, mantendo os riscos de engenharia no radar.
Relatório de 2025-08-29
A compressão nas métricas de rentabilidade e o adiamento da próxima chamada de capital dão o tom da atualização do portfólio neste mês. O patrimônio líquido do **RDCI11** registrou expansão, alcançando R$ 236,78 milhões (frente aos R$ 222,7 milhões anteriores), acompanhado pelo avanço do capital integralizado para 84,50%. Contudo, os indicadores de valuation e carrego de longo prazo sofreram ajustes negativos: a expectativa atual de retorno (TIR) recuou para 11,95% ao ano, o múltiplo sobre o capital investido (MOIC) caiu para 1,74x, e o lucro líquido esperado encolheu para R$ 223 milhões. Para os cotistas que monitoram o pagamento de dividendos e o fluxo de caixa para avaliar se a tese vale a pena, o cronograma de aportes foi novamente alterado. A próxima chamada de capital foi postergada para outubro de 2025, com a expectativa de volume subindo para 3,34%. No front operacional, a venda de ativos como Iaiá, Faria Lima e Rebouças STB segue consolidada, enquanto os projetos Joaquim Floriano e Brigadeiro continuam em fase de obras, mantendo os riscos de engenharia no radar.
Relatório de 2025-06-30
A revisão nas métricas de rentabilidade marcou o mês, com a expectativa atual de retorno (TIR) recuando de 12,89% para 12,64% ao ano e o múltiplo sobre o capital investido (MOIC) ajustado para 1,78x. O patrimônio líquido do **RDCI11** apresentou expansão, atingindo R$ 222,7 milhões, enquanto o capital integralizado avançou para 82,72%. Para os investidores focados no pagamento de dividendos e no carrego de longo prazo para avaliar se a alocação vale a pena, o lucro líquido projetado sofreu leve retração, passando de R$ 233 milhões para R$ 230 milhões. O cronograma de aportes também foi alterado: a próxima chamada de capital, antes prevista para julho, foi postergada para agosto de 2025, com um salto expressivo na expectativa de volume, passando de 0,58% para 3,08%. A tese de desenvolvimento mantém a venda de ativos concluída no Iaiá e Rebouças STB, enquanto os projetos Joaquim Floriano e Brigadeiro seguem em fase de obras, concentrando os riscos de engenharia e execução.
Relatório de 2025-05-30
A elevação da expectativa de retorno (TIR) para 12,89% ao ano e o salto no Valor Geral de Vendas (VGV) projetado para R$ 1,58 bilhão redefinem as perspectivas de carrego do **RDCI11** neste mês. O patrimônio líquido do veículo registrou leve alta, alcançando R$ 219,2 milhões, enquanto o capital integralizado avançou de 77,06% para 81,51%. Para os cotistas que monitoram o pagamento de dividendos e os rendimentos mensais atrelados às devoluções de capital, o múltiplo sobre o capital investido (MOIC) esperado subiu para 1,79x, com um lucro líquido projetado de R$ 233 milhões. A tese de desenvolvimento comercial segue concentrada nas regiões de Pinheiros (61% do VGV) e Nova Faria Lima (31%), com a venda de ativos já concluída nos projetos Iaiá e Rebouças STB. A próxima chamada de capital está estimada em 0,58% para julho de 2025, mantendo o foco na execução das obras restantes e na mitigação de riscos de engenharia para investidores que pesquisam se a alocação vale a pena no longo prazo.
Relatório de 2025-04-30
A expectativa atual de retorno (TIR) do **RDCI11** atinge 12,19% ao ano, impulsionada pela maturação do portfólio de desenvolvimento comercial focado nas regiões de Pinheiros e Nova Faria Lima. Com um patrimônio líquido de R$ 217,7 milhões, o veículo apresenta 77,06% do capital integralizado e 39,34% já retornado aos cotistas. A tese de alocação concentra-se na construção e venda de ativos corporativos de alto padrão, projetando um Valor Geral de Vendas (VGV) total de R$ 1,43 bilhão. O pagamento de dividendos e as devoluções de capital seguem o fluxo de desinvestimento, com destaque para as vendas concluídas dos projetos Iaiá e Rebouças STB. Para investidores que pesquisam se o carrego vale a pena, o relatório gerencial projeta um lucro líquido de R$ 213 milhões e um múltiplo sobre o capital investido (MOIC) de 1,72x ao final do prazo estipulado, mantendo o foco na execução das obras restantes e na mitigação de riscos de engenharia.
Concentração e Riscos de Portfólio
Índice HHI de concentração: Calculado por IA
Distribuição de indexadores: IPCA, CDI e IGPM.