Relatório de 2026-05-31
A efetivação da cisão parcial do **RELG11** em maio de 2026 reconfigurou completamente a estrutura do fundo, reduzindo o número de cotas de 1,33 milhão para 358.379, com a migração de 73,15% do patrimônio para o RLGX11. Essa redução patrimonial para R$ 33,9 milhões veio acompanhada de uma forte recuperação no resultado por cota no regime de caixa, que saltou de R$ 0,3265 para R$ 0,7993, praticamente cobrindo o pagamento de dividendos de R$ 0,8000 sem a necessidade de queima expressiva de reservas. Pelo contrário, a reserva acumulada não distribuída disparou para R$ 2,0246 por cota, oferecendo um colchão robusto para os cotistas remanescentes. No mercado secundário, a cotação recuou para R$ 65,49, enquanto a liquidez média diária subiu para R$ 404,5 mil, refletindo o aumento das negociações em meio ao processo de reestruturação e liquidação iminente.
Relatório de 2026-04-30
A aprovação da cisão parcial e a liquidação iminente do fundo redefiniram a trajetória do **RELG11** em abril de 2026, ofuscando a forte queda na geração de caixa. O lucro em regime de caixa despencou de R$ 0,6816 para R$ 0,3265 por cota, exigindo um consumo agressivo do saldo retido para manter o pagamento de dividendos em R$ 0,8000. Com isso, a reserva acumulada caiu pela metade, passando de R$ 1,0174 para R$ 0,5439 por cota. No valuation, o recebimento de R$ 6,67 milhões em cotas do GGRC11 impulsionou o valor patrimonial para R$ 90,88, enquanto a cota de mercado saltou para R$ 70,47, acompanhada por um aumento expressivo na liquidez média diária, que atingiu R$ 323,8 mil. Para investidores avaliando se o carrego vale a pena, o foco agora se volta para o cronograma de migração para o novo fundo RELG 2 ou a conversão em cotas do RECM11, além do monitoramento da sustentabilidade dos rendimentos mensais frente à drástica redução das reservas.
Relatório de 2026-03-31
A venda parcial de cotas do SNFZ11 e a recuperação da liquidez no mercado secundário ditaram o ritmo do **RELG11** em março de 2026, mês em que a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,8000 por cota mediante novo consumo de reservas. O lucro em regime de caixa apresentou nova retração marginal, passando de R$ 0,6880 no mês anterior para R$ 0,6816 por cota (R$ 909,5 mil totais). Para sustentar a distribuição, o saldo retido foi acionado, reduzindo a reserva acumulada para R$ 1,0174 por cota. Na alocação do patrimônio, a concentração em cotas de outros fundos imobiliários subiu para 99,6%, com destaque para a venda de R$ 200 mil no SNFZ11. No mercado secundário, a liquidez média diária reverteu a tendência de queda, saltando de R$ 104,1 mil para R$ 150,7 mil. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o carrego atual exige monitoramento dos riscos atrelados à sustentabilidade dos rendimentos mensais frente à geração recorrente, além da avaliação do desconto da cota de mercado (R$ 62,85) em relação ao valor patrimonial (R$ 86,62).
Relatório de 2026-02-27
A reciclagem do portfólio com a troca de posições entre AURB11 e TRCO11 marcou a movimentação estratégica do **RELG11** em fevereiro de 2026, em um cenário de contínuo consumo de reservas. O lucro em regime de caixa apresentou leve retração, passando de R$ 944,9 mil (R$ 0,7080 por cota) em janeiro para R$ 918,1 mil (R$ 0,6880 por cota) neste mês. Apesar da queda operacional, a gestão manteve o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,8000 por cota, o que exigiu um novo acionamento do saldo retido. Consequentemente, a reserva acumulada recuou de R$ 1,2479 para R$ 1,1359 por cota. No mercado secundário, a liquidez média diária aprofundou sua tendência de queda, registrando R$ 104,1 mil, frente aos R$ 116,5 mil do mês anterior. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o carrego atual demanda atenção à sustentabilidade dos rendimentos mensais, dado o descompasso entre a geração de caixa e a distribuição, além da concentração de 99,2% do patrimônio em cotas de outros fundos imobiliários, agora com a entrada do TRCO11.
Relatório de 2026-01-31
A apuração do ajuste de preço atrelada à venda de ativos ao GGRC11 e a reversão do déficit de caixa protagonizaram a transição do **RELG11** para o início de 2026. O lucro em regime de caixa saltou de um resultado negativo de R$ 2,2 milhões em dezembro para R$ 944,9 mil positivos (R$ 0,7080 por cota) em janeiro. Apesar da melhora operacional, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,8000 por cota, exigindo novo consumo da reserva acumulada, que recuou de R$ 1,3399 para R$ 1,2479 por cota. No âmbito patrimonial, o fundo apurou um direito de recebimento de R$ 6,67 milhões em cotas do GGRC11, o que deve injetar aproximadamente R$ 4,48 por cota no patrimônio líquido nos próximos 60 dias. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, o carrego atual exige monitorar a sustentabilidade dos rendimentos mensais frente ao esgotamento gradual das reservas e à forte retração na liquidez média diária, que despencou para R$ 116,5 mil no mercado secundário.
Relatório de 2025-12-31
O consumo do resultado acumulado para sustentar o patamar de rendimentos mensais e o salto na liquidez diária ditaram a dinâmica de encerramento de 2025. O patrimônio líquido do **RELG11** apresentou leve avanço, alcançando R$ 114,4 milhões (cota patrimonial de R$ 85,76). Em contrapartida, o lucro caixa sofreu uma reversão, passando de R$ 763,3 mil positivos em novembro para um déficit de R$ 2,2 milhões em dezembro (R$ -1,6535 por cota). Para manter o pagamento de dividendos em R$ 0,8000 por cota, a gestão utilizou substancialmente a reserva acumulada, que recuou de R$ 3,79 para R$ 1,3399 por cota. Na frente de alocação, o fundo prosseguiu com a venda de ativos, alienando R$ 1,04 milhão em cotas do GGRC11, o que elevou a concentração em fundos imobiliários para 99,3% do portfólio. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena devem monitorar a sustentabilidade da distribuição atual frente ao esgotamento das reservas e ao prejuízo contábil recorrente nas vendas de FIIs, embora a liquidez média diária tenha saltado para R$ 401,3 mil, oferecendo maior viabilidade de negociação no mercado secundário.
Relatório de 2025-11-28
A convocação de uma Consulta Formal para recompra de cotas e a recuperação parcial do lucro caixa ditaram o ritmo operacional de novembro. O patrimônio líquido do **RELG11** recuou para R$ 114,1 milhões, levando a cota patrimonial a R$ 85,50. Em contrapartida, o lucro caixa apresentou melhora, subindo para R$ 763,3 mil (R$ 0,5720 por cota), impulsionado pela redução no prejuízo realizado com a venda de ativos, que caiu para R$ 191,1 mil no mês. Apesar dessa recuperação, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,8000 por cota, o que exigiu novo consumo do resultado acumulado, reduzindo a reserva para R$ 3,7934 por cota. Na frente de alocação, o fundo realizou a venda de R$ 1,32 milhão em cotas do GGRC11, ajustando a exposição total em fundos imobiliários para 97,5%. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena devem monitorar a contínua queda na liquidez média diária, que atingiu R$ 42,2 mil, e o desfecho da proposta de recompra, que pode impactar a base de cotistas e o valor de mercado no curto prazo.
Relatório de 2025-10-31
A rotação do portfólio com novas aquisições e o aumento do prejuízo em vendas de cotas marcaram a dinâmica operacional de outubro. O patrimônio líquido do **RELG11** avançou para R$ 116,6 milhões, elevando a cota patrimonial para R$ 87,44. No entanto, o lucro caixa sofreu uma retração expressiva, caindo para R$ 518,3 mil (R$ 0,3884 por cota), impactado pelo aumento no prejuízo realizado com FIIs, que atingiu R$ 543,7 mil no mês. Para manter o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,8000 por cota, a gestão precisou consumir uma parcela maior do resultado acumulado, reduzindo a reserva para R$ 4,0214 por cota. Em termos de alocação, houve uma diversificação ativa: ocorreu a venda de ativos como SNFZ11 e GGRC11 para adquirir cotas do TRCO11 e AURB11, elevando a exposição total em fundos imobiliários para 98,6%. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena devem observar a queda na liquidez média diária, que recuou para R$ 72,7 mil, e a sustentabilidade dos rendimentos mensais frente ao contínuo consumo de reservas.
Relatório de 2025-09-30
O avanço do patrimônio líquido e a leve melhora no lucro caixa marcaram o mês, embora a distribuição de rendimentos continue pressionando a reserva acumulada. O **RELG11** registrou um aumento em seu patrimônio líquido, que passou de R$ 112,9 milhões no mês anterior para R$ 114,1 milhões, refletindo na cota patrimonial que subiu para R$ 85,54. O lucro caixa do mês apresentou leve alta, atingindo R$ 858,6 mil (R$ 0,6434 por cota), impulsionado pela receita de dividendos de FIIs e uma redução marginal no prejuízo com venda de ativos, que fechou em R$ 206,4 mil. Apesar dessa melhora operacional, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,8000 por cota, exigindo novamente o consumo do resultado acumulado, cuja reserva caiu de R$ 4,5896 para R$ 4,4330 por cota. A alocação permaneceu estável com 96,4% em cotas de fundos imobiliários (divididos entre GGRC11 e SNFZ11). Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, a sustentabilidade do carrego frente ao consumo contínuo de reservas e a liquidez média diária de R$ 141,4 mil são fatores técnicos a serem monitorados de perto.
Relatório de 2025-08-29
A recuperação do lucro caixa marcou o mês de agosto, revertendo o forte déficit do período anterior para um resultado positivo de R$ 839,5 mil. Após a intensa reestruturação de portfólio que inseriu o SNFZ11 na carteira, o **RELG11** estabilizou sua alocação, mantendo 66% em GGRC11 e 34% no ativo agro. O pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 0,8000 por cota, o que elevou o dividend yield mensal para 1,20% frente à cotação de mercado de R$ 66,53. O patrimônio líquido apresentou leve avanço, alcançando R$ 112,9 milhões, com a cota patrimonial ajustada para R$ 84,63. Contudo, a distribuição de rendimentos mensais continuou exigindo o uso do resultado acumulado, fazendo com que a reserva recuasse de R$ 4,76 para R$ 4,5896 por cota. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, a estabilização do carrego e a redução do prejuízo com venda de ativos (que caiu para R$ 225 mil no mês) são pontos de atenção na sustentabilidade do yield atual.
Relatório de 2025-07-31
A guinada na estratégia de alocação marcou o mês de julho de 2025, com o fundo deixando de ser um veículo com exposição quase exclusiva ao GGRC11 para iniciar uma diversificação no agronegócio. A gestão realizou a venda de ativos alienando 4 milhões de cotas do GGRC11, apurando um prejuízo realizado de R$ 5,28 milhões, e adquiriu o mesmo volume no Suno Fazendas Fiagro (SNFZ11), que agora representa 34% do portfólio. Apesar do forte impacto negativo no lucro caixa, que fechou deficitário em R$ 3,72 milhões, o pagamento de dividendos do **RELG11** subiu para R$ 0,8000 por cota. Esse movimento foi suportado pela reserva acumulada, que recuou drasticamente de R$ 8,56 para R$ 4,7605 por cota. O patrimônio líquido continuou sua trajetória de queda, passando de R$ 115,8 milhões para R$ 112,1 milhões, refletindo a reprecificação a mercado e o prejuízo na operação. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, os rendimentos mensais entregaram um dividend yield de 1,16%, enquanto a cota patrimonial ajustou-se para R$ 84,06, evidenciando o desafio de equilibrar a nova tese de investimentos com a sustentabilidade das distribuições no curto prazo.
Relatório de 2025-06-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,7500 por cota confirmou as projeções da gestão e marcou o primeiro mês completo do **RELG11** sob sua nova dinâmica de portfólio. Com a consolidação da venda de ativos físicos, a alocação em cotas do GGRC11 atingiu 99,1% do total investido, reforçando o perfil de fundo de fundos (FoF) monoativo. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, os rendimentos mensais apresentaram um dividend yield de 1,05% no mês, suportados por um lucro caixa de R$ 1,12 milhão. Em contrapartida, o patrimônio líquido manteve a trajetória de reprecificação, recuando de R$ 119,3 milhões para R$ 115,8 milhões, pressionado por despesas operacionais residuais com propriedades que somaram R$ 2,97 milhões no regime de caixa. A reserva de lucros acumulada avançou para R$ 8,5637 por cota, oferecendo um colchão de liquidez para sustentar o patamar de distribuição no curto prazo, enquanto o mercado secundário segue precificando a cota com deságio frente ao valor patrimonial de R$ 86,80.
Relatório de 2025-05-30
A concretização da venda do portfólio logístico para o GGRC11 transformou radicalmente a estrutura do **RELG11** em maio de 2025. O fundo deixou de ter exposição direta a imóveis físicos, passando a alocar 98,9% de seus ativos em cotas do fundo comprador, recebidas como pagamento à vista no montante de R$ 133,4 milhões. Com essa transição, indicadores operacionais clássicos, como a vacância, deixaram de ser reportados. O patrimônio líquido sofreu uma forte reprecificação, recuando de R$ 148,7 milhões para R$ 119,3 milhões, impactado por ajustes contábeis a valor justo e pela marcação a mercado negativa das novas cotas. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,6800 por cota, mas a gestão projeta um incremento para a faixa de R$ 0,75 a R$ 0,79 nos próximos meses, ancorado nos rendimentos mensais do GGRC11. A reserva de lucros apresentou leve queda, passando para R$ 8,4710 por cota. Os principais riscos agora residem na volatilidade do mercado secundário e em uma cláusula de ajuste de preço da transação que pode alterar o valuation final nos próximos semestres.
Relatório de 2025-05-09
O fundo **RELG11** celebrou Compromisso de Compra e Venda para a venda de ativos que totalizam 50.109 m² de área bruta locável pelo valor de R$ 133.456.200,44. A transação abrange os empreendimentos REC LOG Contagem, REC LOG Cotia, REC LOG Extrema e REC LOG Queimados, sendo que o pagamento será realizado integralmente por meio da subscrição de cotas de emissão do fundo comprador.
A conclusão desta operação de venda de ativos projeta um impacto positivo na distribuição de rendimentos do **RELG11**, com um resultado mensal estimado entre R$ 0,75 e R$ 0,79 por cota, sob a premissa de que o fundo comprador mantenha o pagamento de dividendos históricos recente.
Relatório de 2025-04-30
O avanço nas negociações para a venda do portfólio ao GGRC11 e a renovação contratual no ativo de Queimados ditaram o ritmo do **RELG11** em abril de 2025. A gestão reportou que a diligência dos quatro imóveis está em andamento, com as partes discutindo os termos do Contrato de Compra e Venda (CCV), passo fundamental para a transição do veículo. No âmbito operacional, a extensão do contrato com a TCI BPO até março de 2026 garantiu a manutenção da vacância física estabilizada em 3,0%. Para os cotistas que pesquisam se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos permaneceu inalterado em R$ 0,6800 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 11,83% frente ao leve recuo na cotação de fechamento (R$ 68,98). O patrimônio líquido manteve-se na casa dos R$ 148,7 milhões, enquanto a reserva de lucros apresentou incremento, passando de R$ 8,33 para R$ 8,6117 por cota. É crucial monitorar os riscos atrelados à liquidez no mercado secundário e à conclusão da alienação dos ativos para destravar o valor retido no fundo.