Relatório de 2026-04-30
A venda total da posição do CRI MOS Jardins e Pinheiros e o salto expressivo na reserva de lucros marcam a evolução do **RPRI11** em abril de 2026. O fundo gerou um resultado distribuível de R$ 1,26 por cota, permitindo que a reserva acumulada avançasse de R$ 1,20 para R$ 1,56 por cota, reforçando a previsibilidade para o pagamento de dividendos futuros, que se mantiveram em R$ 0,90. A reciclagem do portfólio envolveu a venda de ativos no montante de R$ 25,5 milhões referentes ao MOS, gerando um impacto contábil negativo de R$ 0,03/cota, movimento compensado pelo aumento de exposição no CRI Windsock (R$ 10,2 milhões) e no CRI Pulverizado MK IPCA II. No mercado secundário, o valuation do patrimônio reflete um carrego com P/VP estabilizado em 0,85x. Estrategicamente, a gestão avança nos trâmites para a consolidação do **RPRI11** com outros fundos da casa, com previsão de convocação de assembleia ainda neste semestre. A watchlist não sofreu adições, mas o monitoramento de riscos intrínsecos segue intenso sobre os CRIs Tarjab Altino, Landsol e Mora, além do acompanhamento físico-financeiro da operação estruturada FII Casas AAA, que entregou seu primeiro projeto.
Relatório de 2026-03-31
O aumento nos rendimentos mensais para R$ 0,90 por cota e o salto expressivo na reserva acumulada ditam o ritmo do **RPRI11** em março de 2026. O fundo gerou um resultado distribuível de R$ 1,25/cota, permitindo elevar a reserva de lucros de R$ 0,85 para R$ 1,20/cota, fortalecendo a proteção para distribuições futuras. A gestão realizou aportes táticos, adicionando R$ 5,7 milhões no CRI Pulverizado MK IPCA II e R$ 300 mil nos CRIs Paes & Gregori Itaim e Tarjab Altino IPCA. No mercado secundário, o valuation do patrimônio reflete um P/VP de 0,85, ampliando marginalmente o deságio em relação ao mês anterior. Estrategicamente, o Patria formalizou a intenção de consolidar o **RPRI11** com outros veículos high grade (PCIP, VCJR e RBRR), visando otimização de custos e maior liquidez, movimento que dependerá de aprovação em Assembleia Geral Extraordinária. A Watchlist permanece inalterada em nomes, mas exige atenção contínua aos riscos intrínsecos dos CRIs Tarjab Altino, Landsol e Mora, que seguem em processo de reestruturação, controle de obras e monetização de garantias.
Relatório de 2026-02-28
A transição de gestão para o Patria Investimentos marca o início de uma reestruturação estratégica para o **RPRI11**, com foco na consolidação de fundos high grade e monitoramento intensivo de ativos em estresse. O fundo encerrou fevereiro de 2026 mantendo o pagamento de dividendos em R$ 0,86 por cota, suportado por um resultado distribuível superior (R$ 1,10/cota), o que permitiu elevar a reserva acumulada para R$ 0,85/cota. A carteira, agora composta por 35 operações e sem alavancagem, concentra 90% de sua indexação ao IPCA (spread médio de 10,6% a.a.). No mercado secundário, o patrimônio segue negociado com deságio de 14% (valuation com P/VP de 0,86). O principal ponto de atenção recai sobre o detalhamento da Watchlist, evidenciando desafios de liquidez e governança nos CRIs Tarjab Altino, Landsol e Mora, exigindo atuação ativa da nova gestão para mitigar riscos intrínsecos, buscar a venda de ativos em garantia quando necessário e proteger o carrego do portfólio.
Relatório de 2026-02-27
A assunção oficial da gestão pelo Patria Investimentos e a inclusão de três operações na Watchlist redefiniram o perfil de risco e a estratégia do **RPRI11** neste mês. O pagamento de dividendos recuou de R$ 0,90 para R$ 0,86 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 11,8% sobre a cota de fechamento. O resultado distribuível, contudo, atingiu R$ 1,10/cota, permitindo o robustecimento da reserva acumulada de lucros para R$ 0,85/cota. No carrego do portfólio, a carteira expandiu de 27 para 35 operações de crédito imobiliário, com a taxa média ponderada ajustando-se para IPCA + 10,9% a.a. (frente aos 11,19% anteriores). A gestão realizou movimentações táticas, incluindo o aumento de R$ 300 mil no CRI Pulverizado MK IPCA II e reduções no CRI FGR (R$ 4 milhões) e CRI Paes & Gregori Itaim (R$ 51 mil). Sob a ótica de valuation, o deságio no mercado secundário voltou a ampliar, passando de 10,37% para 14% (P/VP de 0,86), enquanto o LTV médio permaneceu estável em 56%. O grande destaque estratégico é o plano de consolidação de fundos high grade da casa, que dependerá de aprovação em Assembleia Geral Extraordinária para mitigar riscos e otimizar a liquidez.
Relatório de 2026-02-02
O fundo de investimento imobiliário **RPRI11** comunicou a conclusão da transação pela qual a sua gestora, RBR Gestão de Recursos Ltda., passa a ser controlada pelo Patria Investimentos Ltda. Com a finalização do negócio, a denominação social da gestora será alterada para Patria Gestão de Recursos Ltda., efetivando a transição de controle na gestão do fundo de forma definitiva.
A transferência do controle do **RPRI11** foi executada após o cumprimento de condições suspensivas contratuais estabelecidas em dezembro de 2025. O administrador divulgou os novos meios digitais de atendimento e canais oficiais para o relacionamento regular com o mercado.
Relatório de 2026-01-31
A transição oficial da gestão para o Patria Investimentos marca o encerramento do ciclo da RBR Asset à frente do **RPRI11**, coincidindo com a normalização do pagamento de dividendos para R$ 0,90 por cota neste mês. Após o pico de distribuição no fechamento do ano anterior, o dividend yield anualizado recuou de 18,70% para 12,67% a.a., refletindo a dinâmica de defasagem de dois meses no repasse do IPCA. No carrego do portfólio, o fundo expandiu sua carteira para 27 operações com a alocação de R$ 5,5 milhões no CRI Cone Refrigerado (IPCA+ 11,50% a.a.), mantendo 100% de adimplência e um spread médio de IPCA+ 11,19% a.a. Sob a ótica de valuation, o deságio da cota no mercado secundário apresentou melhora, estreitando de 14,29% para 10,37%, enquanto o LTV (Loan-to-Value) médio da carteira sofreu um ajuste marginal para 56%, preservando a robustez das garantias imobiliárias majoritariamente concentradas no estado de São Paulo.
Relatório de 2025-12-31
A forte elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,24 por cota redefiniu o patamar de rentabilidade do **RPRI11** neste fechamento de ano, impulsionando o dividend yield anualizado para 18,70% a.a. (frente aos 13,33% do mês anterior). Esse salto nos rendimentos mensais reflete a dinâmica de distribuição acumulada e o carrego do portfólio, que apresentou um leve acréscimo no spread médio na marcação a mercado (MTM), passando de IPCA+ 11,32% para IPCA+ 11,34% a.a. Sob a ótica de valuation e risco de crédito, o fundo manteve a resiliência operacional com 100% de adimplência nas 26 operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), todas ancoradas pela gestora. O LTV (Loan-to-Value) médio sofreu um ajuste marginal para 55% (ante 54% no baseline), preservando a margem de segurança das garantias imobiliárias, majoritariamente concentradas no estado de São Paulo. No mercado secundário, o patrimônio líquido segue negociado com um deságio de 14,29%, evidenciando uma assimetria entre o valor patrimonial e a cotação em bolsa, enquanto a gestão sinaliza que os índices de inflação mais recentes (0,18% e 0,33%) ditarão o ritmo das próximas distribuições devido à defasagem de dois meses.
Relatório de 2025-12-11
A PATRIA INVESTIMENTOS LTDA. celebrou contrato para a aquisição da totalidade das quotas da RBR GESTÃO DE RECURSOS LTDA., gestora do fundo **RPRI11**. A consumação da transação está sujeita ao cumprimento de condições suspensivas usuais para esse tipo de operação no mercado financeiro.
Após o fechamento, a gestora do **RPRI11** passará a ser gerida pela equipe de Real Estate do Patria Investimentos. Essa integração elevará o volume sob gestão do Patria Real Estate para aproximadamente R$ 38 bilhões distribuídos em mais de 30 fundos imobiliários, sem alteração imediata no mandato ou na operação do fundo.
Relatório de 2025-11-28
A estabilização dos rendimentos mensais em R$ 0,90 por cota marcou o mês de novembro para o **RPRI11**, refletindo a absorção do IPCA de 0,48% (referente a setembro, devido à defasagem de dois meses) após o choque deflacionário do período anterior. Apesar da manutenção do patamar de distribuição, o carrego do portfólio apresentou uma leve compressão no spread médio na marcação a mercado (MTM), que recuou de IPCA+ 11,51% para IPCA+ 11,32% a.a., ajustando o dividend yield anualizado para 13,33%. Sob a ótica de risco de crédito e valuation, a estrutura de capital demonstrou fortalecimento: o LTV (Loan-to-Value) médio da carteira recuou para 54% (ante 56% no baseline anterior), ampliando a margem de segurança das garantias imobiliárias. A gestão manteve 100% de adimplência nas 26 operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), todas com rating interno igual ou superior a 'BBB'. Contudo, a dinâmica inflacionária de curto prazo exige monitoramento, visto que os índices de 0,09% (outubro) e 0,18% (novembro) ditarão o ritmo de pagamento de dividendos nos próximos dois meses, mantendo a pressão sobre a rentabilidade nominal do patrimônio líquido, que segue negociado com um deságio de 14,26% no mercado secundário.
Relatório de 2025-10-31
A defasagem da correção monetária materializou a pressão sobre os rendimentos mensais do **RPRI11**, resultando em um corte na distribuição para R$ 0,90 por cota em outubro de 2025, frente aos R$ 0,95 do mês anterior. Esse movimento reflete o impacto direto da deflação de -0,11% apurada em setembro, comprimindo o dividend yield anualizado a mercado para 13,51%. Apesar da volatilidade nos proventos, a estrutura de capital do portfólio permaneceu resiliente: a estratégia Core avançou para 95% da alocação total, enquanto o spread médio na marcação a mercado (MTM) ajustou-se levemente para IPCA+ 11,51% a.a., mantendo o LTV estabilizado em 56%. No âmbito do monitoramento de crédito, a gestão revisou e reafirmou o rating 'A+' do CRI Carteira MRV V, que representa 4,0% do patrimônio líquido, ancorado na coobrigação da devedora e na inadimplência controlada da carteira pulverizada (4%). Com 100% das 26 operações adimplentes, o foco de curto prazo recai sobre a dinâmica inflacionária, visto que o IPCA de 0,09% de outubro ditará o ritmo de pagamento de dividendos em dezembro.
Relatório de 2025-09-30
O investimento de R$ 2,1 milhões nos CRIs aMora Série II e III marcou a alocação do mês, elevando a fatia da estratégia Core para 94% do portfólio. O **RPRI11** manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,95 por cota em setembro de 2025, refletindo um dividend yield anualizado de 14,10% sobre a cota a mercado. O patrimônio líquido apresentou leve alta, alcançando R$ 343 milhões. A carteira, agora composta por 26 operações totalmente adimplentes, registrou um aumento no spread médio na marcação a mercado (MTM) para IPCA+ 11,56% a.a., enquanto o LTV médio subiu marginalmente para 56%. A gestão revisou e manteve o rating 'A+' do CRI FGR, que representa 4,7% do PL, suportado por garantias robustas. Contudo, a defasagem de dois meses na correção monetária aponta para desafios de curto prazo: a deflação de -0,11% apurada em agosto impactará diretamente os rendimentos mensais a serem distribuídos em outubro, exigindo atenção aos riscos atrelados à indexação majoritária (90%) ao IPCA.
Relatório de 2025-08-29
O impacto da desaceleração do IPCA refletiu em um novo recuo nos rendimentos mensais, pressionando a distribuição do **RPRI11** para R$ 0,95 por cota em agosto de 2025, frente aos R$ 1,05 do mês anterior. Essa variação decorre da defasagem de dois meses na correção monetária da carteira, capturando o índice de 0,24% referente a junho. O dividend yield anualizado sobre a cota a mercado ajustou-se para 14,61%, enquanto o patrimônio líquido do fundo recuou levemente para R$ 341,1 milhões. Na frente de alocação, a estratégia Core passou a representar 93% do portfólio (ante 95%), com o fundo realizando um novo aporte de R$ 5,8 milhões no CRI Creditas II Meza, a uma taxa de IPCA+ 12,54% a.a. O spread médio na marcação a mercado (MTM) contraiu para IPCA+ 11,43% a.a., e o LTV médio da carteira apresentou leve melhora, fixando-se em 55%. A gestão revisou e manteve o rating 'A-' do CRI Viverde Meza, destacando a adimplência integral de 100% das 24 operações do portfólio. Contudo, a deflação de -0,11% apurada em agosto já sinaliza desafios adicionais para o carrego e o pagamento de dividendos nos próximos meses, configurando um cenário de riscos atrelados à indexação.
Relatório de 2025-07-31
A repactuação do CRI MOS Jardins e Pinheiros e a transição preventiva de securitizadora marcaram a dinâmica operacional do mês, enquanto a defasagem inflacionária continuou a pressionar a distribuição de rendimentos. O **RPRI11** registrou um novo recuo no pagamento de dividendos, passando de R$ 1,10 para R$ 1,05 por cota, refletindo o impacto do IPCA de 0,26% apurado em maio, devido à defasagem de dois meses da carteira. Com isso, o dividend yield anualizado sobre a cota a mercado ajustou-se para 15,45%. O valuation do fundo apresentou leve expansão, com o patrimônio líquido subindo para R$ 343 milhões, e a alocação na estratégia Core avançou para 95%. O fundo realizou aportes adicionais de R$ 4,2 milhões nos CRIs Creditas II Meza e Pulverizado MK IPCA, mantendo o portfólio em 24 operações. O spread médio na marcação a mercado (MTM) avançou de IPCA+ 10,89% para IPCA+ 11,63% a.a., com o LTV estabilizado em 56%. No campo dos riscos intrínsecos, a gestão iniciou a portabilidade das operações geridas pela securitizadora Virgo devido a ruídos recentes no mercado, visando mitigar exposições operacionais e garantir a segurança dos recebíveis.
Relatório de 2025-06-30
A alocação de R$ 15 milhões no CRI Windsock marcou a expansão do portfólio do **RPRI11** para 24 operações, elevando a fatia da estratégia Core para 94%. Apesar do novo carrego a IPCA+ 11,90% a.a., o pagamento de dividendos recuou de R$ 1,20 para R$ 1,10 por cota, refletindo a defasagem de dois meses no repasse do IPCA, que registrou 0,43% em abril. Consequentemente, o dividend yield anualizado sobre a cota a mercado ajustou-se para 16,10%. O valuation do fundo apresentou leve contração, com o patrimônio líquido recuando para R$ 340,3 milhões, enquanto o LTV médio da carteira apresentou melhora, caindo de 58% para 56%. O spread médio na marcação a mercado (MTM) também sofreu compressão, passando para IPCA+ 10,89% a.a. A gestão alerta que as recentes desacelerações do IPCA (0,26% em maio e 0,19% em junho) continuarão a pressionar os rendimentos mensais apurados nos próximos dois meses.
Relatório de 2025-05-30
A venda estratégica de duas posições atreladas ao CDI reconfigurou o portfólio do **RPRI11**, elevando o spread médio e preparando o terreno para novas alocações indexadas à inflação. O mês de maio de 2025 foi marcado pela alienação do CRI Tarjab Altino CDI e do CRI Pernambuco Aurora, que somavam R$ 17,35 milhões. Esse movimento reduziu o número de operações de 25 para 23 e ajustou a alocação da estratégia Core para 91%. Em contrapartida, o spread médio da carteira avançou de IPCA+ 11,40% para IPCA+ 11,52% ao ano. O pagamento de dividendos manteve-se no patamar de R$ 1,20 por cota, o que traduz um dividend yield anualizado de 17,65% sobre a cota a mercado. O valuation do fundo permaneceu estável, com o patrimônio líquido na casa dos R$ 346,5 milhões, enquanto o LTV médio sofreu um leve incremento para 58%. A gestão já sinalizou o reinvestimento de R$ 15 milhões da liquidez gerada em um novo ativo a IPCA+ 11,90% no início de junho, reforçando o carrego do fundo diante de um cenário de desaceleração do IPCA (que recuou para 0,26% em maio e impactará os rendimentos mensais apurados em julho).
Relatório de 2025-04-30
O salto do IPCA de fevereiro (1,31%) refletiu diretamente no aumento do pagamento de dividendos do **RPRI11** em abril de 2025, que atingiu R$ 1,20 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 17,35%. Na alocação de recursos, o portfólio expandiu para 25 operações com o novo investimento de R$ 3,1 milhões no CRI Pulverizado MK IPCA (taxa de IPCA+ 10,50% a.a.) e a integralização de R$ 1,1 milhão no CRI SKR. Essas movimentações ajustaram o spread médio da carteira para IPCA+ 11,40% a.a. (ante 11,84% no mês anterior) e elevaram marginalmente a fatia da estratégia Core para 95%. O valuation do fundo acompanhou o crescimento, com o patrimônio líquido avançando para R$ 346,4 milhões. A qualidade de crédito permanece intacta, sem inadimplência, mantendo a duration estável em 3,5 anos e um LTV médio de 57%, o que demonstra a resiliência das garantias imobiliárias atreladas aos ativos.
Relatório de 2025-03-31
O pagamento de dividendos do **RPRI11** avançou para R$ 1,10 por cota em março de 2025, superando a pressão esperada pelo IPCA mais brando de janeiro (0,16%) devido à defasagem de dois meses do indexador. A gestão realizou movimentações táticas relevantes no período, totalizando R$ 36 milhões em venda de ativos, o que incluiu o desinvestimento total do CRI Yuny Brigadeiro Série II. Na ponta compradora, houve o aporte de R$ 2,5 milhões no CRI Creditas II Meza, originado a uma taxa de IPCA+ 12,55% a.a. Essas reciclagens otimizaram o valuation e o carrego da carteira, elevando o spread médio para IPCA+ 11,84% a.a. (ante 11,37% no mês anterior) e concentrando ainda mais a estratégia Core, que passou de 92% para 94% da alocação. O fundo encerrou o mês com 24 operações, mantendo a inadimplência zerada, duration estável em 3,5 anos e LTV médio de 56%. O patrimônio líquido recuou levemente para R$ 339,6 milhões, enquanto o dividend yield anualizado sobre a cota a mercado ajustou para 15,93%.