Relatório de 2026-04-30
A expansão expressiva da base de cotistas para 94.207 investidores e a aprovação de reajustes tarifários médios de +7,4% pela ANEEL marcaram o desempenho do **SNEL11** em abril de 2026. O fundo registrou um patrimônio líquido de R$ 889,9 milhões, apresentando uma leve redução em relação ao mês anterior, enquanto a cota de mercado subiu para R$ 8,56, elevando o múltiplo P/VP para 1,06. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,10 por cota, equivalente a um dividend yield anualizado de 14,96%. No âmbito operacional, o portfólio consolidado gerou 10.330 MWh, com destaque para a evolução do ramp-up comercial das usinas locadas à NUV, cuja ocupação ponderada atingiu 38,7%. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena para geração de rendimentos mensais, a estabilidade na distribuição de dividendos é suportada por reajustes tarifários positivos em praças como ENEL CE, Energisa MS/MT e Neoenergia Coelba/PE, compensando a desaceleração geral do setor de geração distribuída pós-Marco Legal.
Relatório de 2026-03-31
A conclusão da aquisição de dois novos ativos e o reajuste tarifário da Light ditaram o ritmo do **SNEL11** neste mês, impulsionando a consolidação do portfólio. Em relação ao ciclo anterior, a base de investidores manteve forte tração, saltando expressivamente de 74.416 para 86.899 cotistas. No aspecto de valuation, a cota de mercado recuou levemente de R$ 8,57 para R$ 8,55, mantendo o múltiplo P/VP estabilizado em 1,05, enquanto o patrimônio líquido ajustou para R$ 899,3 milhões. Para os investidores que monitoram se o ativo vale a pena na composição de uma carteira com foco em rendimentos mensais, o pagamento de dividendos permaneceu inalterado em R$ 0,10 por cota, entregando um Dividend Yield anualizado de 14,97%. Do lado operacional, o fundo superou as condições precedentes e realizou o closing das UFVs Matozinhos 1 e 2 (100% locadas) e Sete Lagoas. Adicionalmente, a aprovação do reajuste tarifário da Light pela ANEEL beneficiou diretamente 17% do portfólio, com alta na tarifa de consumo e queda nos custos de conexão (TUSD G). Quanto aos riscos intrínsecos, o imbróglio envolvendo o atraso na conexão da UFV Liberdade pela Equatorial Goiás segue no radar, com a equipe técnica avaliando a judicialização para mitigar a perda de receitas. Por fim, a gestão destacou que as oscilações no lucro acumulado são esperadas devido à fase de ramp-up, exigindo o uso de reservas para manter a estabilidade das distribuições.
Relatório de 2026-02-27
O encerramento do período de carência da UFV Petrolina e o avanço da ocupação comercial ditaram o ritmo operacional do **SNEL11** neste mês. Em relação ao ciclo anterior, a base de investidores manteve forte tração, saltando de 68.218 para 74.416 cotistas. No aspecto de valuation, a cota de mercado recuou levemente de R$ 8,60 para R$ 8,57, mantendo o múltiplo P/VP estabilizado em 1,05, enquanto o patrimônio líquido ajustou para R$ 904,8 milhões. Para os investidores que monitoram se o ativo vale a pena na composição de uma carteira com foco em rendimentos mensais, o pagamento de dividendos permaneceu inalterado em R$ 0,10 por cota, entregando um Dividend Yield anualizado de 14,94%. Do lado operacional, a locatária Setta iniciou o faturamento de contratos que representam 50% da UFV Petrolina. Simultaneamente, o portfólio em ramp-up operado pela NUV Energia atingiu 28,6% de ocupação ponderada, com destaque para os avanços de 19,5 p.p. no ativo Malbec e 5,1 p.p. em São Bento Abade. Quanto aos riscos intrínsecos, a gestão reportou um furto de cabos na UFV Pirassununga, que derrubou a geração local para 57,6% do projetado, embora os reparos já tenham sido concluídos. Adicionalmente, o imbróglio envolvendo o atraso na conexão da UFV Liberdade pela Equatorial Goiás segue no radar, com a equipe técnica avaliando a judicialização para mitigar a perda de receitas.
Relatório de 2026-01-30
O avanço no ramp-up comercial de ativos-chave e o recebimento de multas rescisórias ditaram o ritmo do **SNEL11** neste início de ano. Em comparação ao mês anterior, a base de cotistas manteve forte expansão, saltando de 63.023 para 68.218 investidores. No aspecto de valuation, a cota de mercado subiu de R$ 8,55 para R$ 8,60, o que elevou o múltiplo P/VP para 1,05, enquanto o patrimônio líquido recuou levemente para R$ 907,9 milhões. Para quem avalia se o ativo vale a pena na composição de uma carteira focada em rendimentos mensais, o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,10 por cota, refletindo um Dividend Yield anualizado de 14,88%. Operacionalmente, a UFV Itabira iniciou sua maturação comercial com a Serena, reduzindo a vacância para 41%, e a gestão já embolsou 47% da multa de R$ 2,63 milhões do antigo inquilino. Em paralelo, a UFV São Bento Abade destravou o recebimento de aluguéis ao atingir 29% de consumo do volume injetado. Do lado dos riscos intrínsecos, o atraso na conexão da UFV Liberdade pela Equatorial Goiás continua no radar, com a equipe estruturando possíveis medidas judiciais. Adicionalmente, a gestão mapeou um novo risco setorial atrelado à Reforma Tributária (IVA Dual), que pode requalificar contratos de locação e elevar a carga de PIS/Cofins dos atuais 3,65% para até 26,5%.
Relatório de 2026-01-29
O fundo imobiliário **SNEL11** anunciou a celebração de 20 contratos de aquisição de ativos de geração distribuída solar, totalizando um investimento de R$ 436.203.412,83 para uma capacidade instalada de 87,5 MWp. As aquisições estão geograficamente distribuídas em 22 municípios de 8 estados brasileiros e apresentam uma taxa interna de retorno real líquida projetada em 14,44% ao ano.
A totalidade dos novos ativos estará operacional e conectada à rede elétrica no fechamento das respectivas operações, o que visa mitigar riscos de desenvolvimento. Até o momento, 16,9 MWp de ativos superaram as condições precedentes e concluíram a etapa de fechamento físico e financeiro, passando a integrar imediatamente o portfólio do **SNEL11**.
Relatório de 2025-12-31
A captação de R$ 622 milhões na 4ª emissão de cotas e a aquisição de 87,5 MWp em novos ativos transformaram a escala operacional do **SNEL11** neste fechamento de ano. Em relação ao mês anterior, a base de cotistas saltou de 60.050 para 63.023 investidores, refletindo o forte crescimento do patrimônio líquido, que atingiu R$ 909,3 milhões. No aspecto de valuation, a cota de mercado avançou para R$ 8,55, elevando o múltiplo P/VP para 1,04, enquanto o Dividend Yield anualizado ajustou-se levemente para 14,97%. Para o investidor que analisa se o ativo vale a pena na composição de uma carteira de rendimentos mensais, o pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,10 por cota. Operacionalmente, a gestão solucionou a pendência na UFV Petrolina ao formalizar o distrato integral com a Lemon, substituindo-a pela Setta Energia em um contrato Take or Pay de 10 anos, o que aumenta a previsibilidade do fluxo de caixa. Além disso, a remarcação anual dos laudos de avaliação gerou um ganho de 2% no portfólio, puxado pela UFV San Remo (+22%), mitigando as quedas contábeis em Itabira e Petrolina. O principal risco intrínseco segue concentrado no atraso de conexão da UFV Liberdade pela Equatorial Goiás, com a gestão já avaliando medidas judiciais para reparação de perdas de receita.
Relatório de 2025-11-28
A substituição estratégica de inquilinos nas UFVs Catena e Malbec e a consolidação de ativos sob o novo FII Projetos Maduros reconfiguraram a estrutura operacional do **SNEL11** em novembro de 2025. No aspecto de valuation, a cota de mercado avançou para R$ 8,48, mantendo o múltiplo P/VP em 1,02, enquanto o Dividend Yield anualizado ajustou-se para 15,11%. Para o investidor que analisa se o ativo vale a pena na composição de uma carteira de rendimentos mensais, o fundo manteve a estabilidade no pagamento de dividendos, distribuindo R$ 0,10 por cota. A base de cotistas superou a marca histórica, alcançando 60.050 investidores. Operacionalmente, a NUV Energia assumiu os contratos das usinas Catena e Malbec na modalidade compensada por 5 anos, substituindo a Matrix devido à baixa performance comercial. Em contrapartida, a geração do portfólio foi impactada por um ato de vandalismo na UFV Angra, que paralisou parcialmente a usina, e pelo contínuo atraso na conexão da UFV Liberdade, mantendo o risco de judicialização contra a distribuidora no radar da gestão.
Relatório de 2025-10-30
A conclusão da liquidação do CRI Portfólio Solar e a assinatura de um novo contrato de locação para a UFV São Bento Abade reconfiguraram a dinâmica operacional do **SNEL11** em outubro de 2025. No aspecto de valuation, a cota de mercado recuou de R$ 8,49 para R$ 8,40, o que ajustou o múltiplo P/VP para 1,02 e elevou o Dividend Yield anualizado para 15,26%. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena na composição de uma carteira focada em rendimentos mensais, o fundo manteve a estabilidade no pagamento de dividendos, distribuindo R$ 0,10 por cota. A base de cotistas apresentou forte expansão, saltando 19% no mês e atingindo 56.343 investidores. No âmbito regulatório, o reajuste tarifário da Equatorial GO reduziu a TUSD G em 9,21%, diminuindo custos fixos de usinas locais e projetando um incremento potencial de 25% na receita futura de locação. Operacionalmente, o furto de cabos na UFV Pains foi totalmente solucionado ao final do mês, enquanto a UFV São Bento Abade garantiu um contrato de 5 anos com a NUV Energia, com estimativa de R$ 500 mil mensais na maturidade. Por outro lado, o atraso na conexão da UFV Liberdade persiste, mantendo a possibilidade de judicialização no radar da gestão para mitigar perdas de receita.
Relatório de 2025-09-30
A expansão da base de cotistas para mais de 47 mil investidores e o fim da carência na UFV Pirassununga ditaram o ritmo operacional do **SNEL11** em setembro de 2025. No valuation, a cota de mercado recuou de R$ 8,61 para R$ 8,49, o que comprimiu o P/VP para 1,04 e ajustou o Dividend Yield anualizado para 15,09% (ante 14,86% no mês anterior). Para o investidor que monitora se o ativo vale a pena para a composição de uma carteira de rendimentos mensais, o fundo manteve o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,10 por cota. Do lado estrutural, a gestão concluiu a incorporação de diversas SPEs à holding NK Empreendimentos, encaminhando a extinção do CRI Portfolio Solar em um movimento puramente contábil. Operacionalmente, 89% do portfólio já se encontra em operação. O destaque positivo ficou para o início do recebimento de aluguéis 'take or pay' em Pirassununga, gerando um NOI Yield de 13,8% mesmo com despesas não recorrentes. Em contrapartida, o fundo enfrentou um revés intrínseco com o furto de cabos na UFV Pains, exigindo acionamento de seguro por lucros cessantes, além do contínuo atraso na conexão da UFV Liberdade pela Equatorial Goiás, cenário que já levanta a possibilidade de judicialização por parte da gestora para reaver perdas de receita.
Relatório de 2025-09-25
A administradora do **SNEL11** comunicou ao mercado a assinatura de um contrato de arrendamento imobiliário referente ao empreendimento solar São Bento Abade, situado em Minas Gerais, tendo como locatária a NUV Energia Ltda. O contrato possui prazo de vigência de 5 anos e marca o início da transição operacional do ativo, que já está conectado à rede da concessionária CEMIG desde agosto de 2025.
Com estimativa de ramp-up de 4 a 5 meses para atingir a maturidade operacional, o projeto projeta, em capacidade máxima, um faturamento mensal de aproximadamente R$ 580 mil. Esse montante equivale a um resultado operacional estimado em cerca de R$ 0,114 por cota, impulsionando a receita de ativos de energia do portfólio do fundo.
Relatório de 2025-08-29
A elevação da bandeira tarifária para Vermelha 2 e a conexão da UFV São Bento Abade à rede da CEMIG reconfiguraram a dinâmica operacional do **SNEL11** neste mês, contrastando com desafios de segurança e estabilidade em usinas específicas. Diferente do período anterior, a base de cotistas saltou de 35 mil para 41.446 investidores, ampliando a liquidez no mercado secundário. No valuation, a cota patrimonial recuou de R$ 8,42 para R$ 8,15, enquanto a cota de mercado oscilou levemente para R$ 8,61, resultando em um P/VP de 1,06. Para quem avalia se o ativo vale a pena na composição de uma carteira de rendimentos mensais, o fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota, o que ajustou o Dividend Yield anualizado para 14,86% (frente aos 15,22% do mês anterior). Do lado operacional, o reajuste tarifário de 12% na área da ELEKTRO-SP beneficiará o aluguel do ativo Pirassununga. Contudo, o mês registrou gargalos operacionais intrínsecos: o furto de cabos na usina Amontada 2 exigiu R$ 24.500 em reposições, e o projeto Mundo Melhor sofreu desligamentos intempestivos por subtensão da rede, impactando a geração de energia compensada.
Relatório de 2025-07-31
O recorde histórico de resultado operacional no projeto San Remo e a ultrapassagem da marca de 35 mil investidores ditaram o ritmo do **SNEL11** neste mês, compensando gargalos técnicos pontuais em outras usinas. Diferente do período anterior, que foi marcado pela reestruturação de contratos nas usinas de Petrolina e Itabira, o foco de julho recaiu sobre a maturação do portfólio e os efeitos positivos do reajuste tarifário da CEMIG. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena na composição de uma carteira focada em rendimentos mensais, o carrego atual apresenta uma evolução no valuation: a cota patrimonial subiu para R$ 8,42 (avanço frente aos R$ 8,12 do mês anterior) e a cota de mercado passou a ser negociada a R$ 8,62. A manutenção do pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,10 por cota impulsionou o Dividend Yield anualizado para 15,22%. Do lado operacional, a usina Mundo Melhor iniciou sua fase de ramp-up, o que causou uma leve diluição temporária no indicador de eficiência consolidado (MWh/MWp). Em paralelo, a manutenção da bandeira tarifária vermelha patamar 1 pela ANEEL continuou a favorecer a dinâmica de receitas das usinas solares, elevando o valor da energia compensada e mitigando os impactos da queima de um transformador no projeto Carmo RBE.
Relatório de 2025-07-14
Aprovada a realização da 4ª emissão de novas cotas do fundo **SNEL11**, objetivando captar até R$ 637.881.121,28 por meio de distribuição pública primária. Os recursos líquidos captados serão aplicados pela Classe de acordo com sua Política de Investimento, afetando diretamente a composição de ativos do portfólio e, consequentemente, a base futura para o pagamento de dividendos aos cotistas.
Relatório de 2025-06-30
A adoção da bandeira tarifária vermelha patamar 1 pela ANEEL e a reestruturação de contratos nas usinas de Petrolina e Itabira reconfiguraram a dinâmica de receitas do **SNEL11** neste mês. Diferente do período anterior, marcado pela alocação da 3ª emissão, o foco atual recaiu sobre a gestão ativa da base locatária e os ventos regulatórios favoráveis. O acionamento da bandeira vermelha elevou o valor econômico da energia compensada, beneficiando diretamente a atratividade comercial das usinas solares do portfólio. Operacionalmente, o fundo mitigou riscos de concentração ao substituir 50% da participação da Lemon Energia na UFV Petrolina pela Setta Energia, migrando para um contrato 'Take or Pay' de 10 anos que transfere os custos de TUSD para o inquilino. Em paralelo, a rescisão antecipada com a CMU na UFV Itabira destravou uma multa de R$ 2,6 milhões a favor do caixa, com o ativo sendo imediatamente realocado para a Serena Energia. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena na busca por rendimentos mensais, o valuation atual apresenta uma cota de mercado a R$ 8,47 frente a uma cota patrimonial de R$ 8,12. O carrego do portfólio permitiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota, o que impulsionou o Dividend Yield anualizado para 15,12%, a despeito das pressões de curto prazo geradas por paradas de manutenção programadas no complexo Petrolina.
Relatório de 2025-05-30
A conclusão da alocação da 3ª emissão com a aquisição integral do projeto Petrolina e o reajuste tarifário favorável da CEMIG reconfiguraram a dinâmica operacional do **SNEL11** neste mês. O portfólio aprofundou sua exposição direta em usinas solares fotovoltaicas (UFVs), que agora representam 70% dos ativos (ante 63% no mês anterior), enquanto a fatia de CRIs recuou para 27%. A compra dos 15% restantes do Direito Real de Superfície (DRS) do complexo Petrolina por R$ 3,6 milhões garantiu ao fundo 100% de controle sobre os 5,04 MWp do ativo. No aspecto regulatório, o reajuste da CEMIG ampliou a margem operacional dos projetos em Minas Gerais, dado que o aumento na tarifa de aplicação (7,37%) superou o reajuste da TUSD Geração (3,58%). Operacionalmente, a UFV San Remo retomou parcialmente a geração com a instalação de um transformador provisório em 17 de maio, embora os custos de locação devam pressionar o caixa no curto prazo. Já a UFV Mundo Melhor atingiu plena capacidade de geração. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena para a busca de rendimentos mensais, o fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota, refletindo um Dividend Yield anualizado de 14,92%, sustentado pela estabilidade das receitas imobiliárias e pelo carrego dos ativos já operacionais, a despeito das pressões de valuation geradas por despesas extraordinárias.
Relatório de 2025-04-30
A consolidação da alocação dos recursos da 3ª emissão marcou o mês de abril para o **SNEL11**, com a aquisição de cinco usinas solares fotovoltaicas (UFVs) operacionais por R$ 123,4 milhões. Esse movimento aprofundou a inversão estratégica iniciada no mês anterior: a exposição direta em UFVs saltou de 54% para 63%, enquanto a fatia de CRIs foi diluída para 30%. A entrada desses ativos, que somam 23,5 MWp e já possuem contratos de locação vigentes, garante geração imediata de receita e diversifica geograficamente o portfólio, com forte entrada na área de concessão da Light (RJ). No front de desenvolvimento, a UFV Mundo Melhor (GO) superou o gargalo de conexão reportado anteriormente, sendo conectada à rede em 23/04 e garantindo um contrato de locação de 5 anos na modalidade compensada. Apesar do carrego atrativo para investidores que avaliam se o ativo vale a pena para buscar rendimentos mensais — com a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota (Dividend Yield anualizado de 14,74%) —, o valuation e a performance operacional seguem pressionados por riscos intrínsecos. A queima do transformador na UFV San Remo exigiu a locação de um equipamento substituto até a chegada de um novo em julho, enquanto a UFV Itabira sofreu com falhas na rede da CEMIG e baixa irradiância. Adicionalmente, as usinas São Bento Abade e Liberdade continuam aguardando liberação das concessionárias para conexão, reforçando os desafios de infraestrutura do setor.
Relatório de 2025-04-22
O fundo **SNEL11** celebrou cinco novos Contratos de Compra e Venda de Quotas para a aquisição da totalidade de 5 SPEs detentoras de direitos reais de superfícies onde estão instaladas usinas solares. Os ativos, localizados no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, somam uma capacidade de 17,42 MWac e 23,5 MWp, demandando um investimento total estimado de R$ 123.422.196,45 com Taxa Interna de Retorno (TIR) real projetada de 15,3%.
Adicionalmente, o **SNEL11** firmou contrato para a aquisição de 100% das ações da NK 312 Empreendimentos e Participações S.A., além de participações minoritárias em direitos de superfície de projetos já integrados à estrutura do fundo, totalizando R$ 3.761.630,11. O fechamento de todas as transações está sujeito ao cumprimento de condições precedentes descritas em contrato.
Relatório de 2025-04-02
A gestora e a administradora do fundo **SNEL11** anunciaram a antecipação do prazo de lock-up relativo às novas cotas emitidas na sua 3ª emissão. Essa medida retira a restrição de negociação prevista no artigo 28 do regulamento do fundo para os ativos originados da respectiva oferta pública de distribuição.
A liberação das cotas para negociação na B3 será providenciada na presente data, restando a efetiva negociação dependente de etapas formais, as quais compreendem a divulgação do anúncio de encerramento da oferta, informe de rendimentos pro rata, formulário de liberação e a autorização final da própria B3.