Relatório de 2026-04-30
O recebimento da última parcela referente à venda do ativo BM 336 e a assinatura de novos contratos de locação reconfiguraram o carrego de caixa e a vacância física do **VINO11** em abril de 2026. O fundo registrou um salto expressivo na reserva de lucros, que passou de R$ 0,007 para R$ 0,199 por cota, impulsionado pela entrada de R$ 36,9 milhões da alienação do imóvel no Leblon. No aspecto operacional, a taxa de ocupação média avançou de 82% para 86%, reflexo da locação de 2.840 m² distribuídos entre o Haddock Lobo 347 (KOVR Seguradora) e o Brooklyn Business Square (BBS). Apesar do pagamento de dividendos ter sido mantido em R$ 0,040 por cota (dividend yield anualizado de 9,5%), o cenário de recebimentos mensais apresentou deterioração pontual: a inadimplência líquida reverteu o patamar negativo do mês anterior e atingiu 0,5%, puxada por atrasos da BemFácil Digital e Papelaria 16. Adicionalmente, o fundo foi notificado sobre a devolução antecipada de 507 m² no BBS. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o valuation de fechamento aponta um valor de mercado de R$ 5,07 e um valor patrimonial de R$ 9,84 por cota, enquanto as obrigações a prazo somam R$ 422,0 milhões, com R$ 23,2 milhões vencendo no curto prazo.
Relatório de 2026-03-31
A regularização de recebimentos atrasados e a assinatura de uma nova locação no Brooklyn Business Square (BBS) impulsionaram a dinâmica operacional do **VINO11** em março de 2026. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,040 por cota, mas o dividend yield anualizado avançou para 9,5% frente aos 8,7% do mês anterior. O carrego de caixa apresentou melhora, subindo de R$ 0,003 para R$ 0,007 por cota de resultado acumulado não distribuído. A vacância física recuou, elevando a taxa de ocupação média para 82%, reflexo direto do novo acordo com a COW Working no BBS, que deve agregar R$ 0,003/cota ao resultado recorrente. Além disso, a inadimplência líquida reverteu para um patamar negativo de -1,6%, impulsionada pela quitação do aluguel da Regus no edifício Vita Corá, que ainda gerou um ganho atípico de R$ 0,004/cota. Do lado extraordinário, o fundo contabilizou R$ 162 mil referentes à segunda parcela da rescisão da Vitacon no Haddock Lobo. No balanço de riscos patrimoniais, as obrigações a prazo somam R$ 420,9 milhões, mantendo R$ 23,0 milhões com vencimento no curto prazo (até 12 meses). Para os cotistas que analisam se o ativo vale a pena, o valuation atual aponta um valor de mercado de R$ 5,05 contra um valor patrimonial de R$ 9,86 por cota.
Relatório de 2026-03-06
O fundo **VINO11** formalizou em definitivo o encerramento do contrato de locação e a devolução da área ocupada pela Vitacon no ativo Haddock Lobo 347. O acordo de rescisão prevê o pagamento de um saldo de R$ 485 mil ao fundo, dividido em três parcelas mensais iguais, com impacto direto no fluxo de caixa operacional e no pagamento de dividendos do período.
A primeira parcela foi quitada em fevereiro de 2026, gerando um impacto positivo de cerca de R$ 0,002 por cota no resultado mensal do **VINO11**. As duas parcelas remanescentes possuem vencimento estimado para os meses de março e abril de 2026, quando serão integradas às receitas do fundo.
Relatório de 2026-02-28
A celebração de um novo contrato de locação no edifício Haddock Lobo 347 e o recebimento de multas rescisórias ditaram a dinâmica operacional do **VINO11** em fevereiro de 2026, contrapondo-se a uma nova redução no pagamento de dividendos. O rendimento mensal distribuído recuou de R$ 0,045 para R$ 0,040 por cota, comprimindo o dividend yield anualizado para 8,7%. O carrego de caixa também sofreu leve retração, encerrando o mês com R$ 0,003 por cota de resultado acumulado não distribuído. Do lado positivo, a gestão assinou com a Joompro Brazil Ltda para ocupar 526,8 m² no Haddock Lobo 347 no modelo turn-key, elevando a ocupação projetada do ativo de 18% para 26% a partir de junho. Adicionalmente, o fundo registrou R$ 451 mil em receitas não recorrentes oriundas das rescisões da Vitacon. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o balanço de riscos patrimoniais mostra uma alavancagem de R$ 420,2 milhões, com R$ 23,0 milhões vencendo no curto prazo, enquanto a inadimplência sofreu um impacto pontual devido ao atraso da Regus no edifício Vita Corá, já regularizado no mês subsequente.
Relatório de 2026-01-31
A redução no pagamento de dividendos e o aumento da vacância física marcaram a transição do **VINO11** para o início de 2026. O fundo ajustou a distribuição para R$ 0,045 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 9,9%, inferior aos 11,8% do fechamento anterior. Esse movimento foi impulsionado pela efetivação da desocupação da Vitacon no edifício Haddock Lobo 347, que reduziu a ocupação do imóvel para 18%, e pela devolução antecipada de uma loja no ativo Oscar Freire. Consequentemente, a taxa de ocupação consolidada recuou para aproximadamente 81%. O carrego de caixa também sofreu nova compressão, passando de R$ 0,007 para R$ 0,004 por cota. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, o balanço de riscos aponta para a alavancagem de R$ 421,6 milhões, com R$ 22,8 milhões vencendo em até 12 meses, enquanto o radar de liquidez mantém a expectativa de recebimento de R$ 0,19 por cota referente à venda de ativos (BM336) em abril de 2026. A gestão revisou o guidance de rendimentos mensais recorrentes para o primeiro semestre, situando-o em um patamar mais conservador, entre R$ 0,038 e R$ 0,045 por cota.
Relatório de 2025-12-31
A reavaliação patrimonial negativa e o consumo contínuo das reservas de lucro ditaram o ritmo operacional neste fechamento de ano. O **VINO11** manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,050 por cota, mas o dividend yield anualizado avançou de 11,5% para 11,8%, reflexo direto da variação na cota a mercado. O carrego de caixa sofreu nova redução, passando de R$ 0,015 no mês anterior para R$ 0,007 por cota, evidenciando a pressão sobre os rendimentos mensais recorrentes. No balanço de patrimônio, os ativos imobiliários passaram por remarcação a mercado pela Colliers, resultando em uma queda de 1,37% no valor patrimonial. Para os investidores que avaliam se o fundo vale a pena, é crucial monitorar os riscos atrelados à alavancagem, cujas obrigações a prazo somam R$ 422,5 milhões (com R$ 22,7 milhões vencendo no curto prazo em 2026), e a formalização da desocupação da Vitacon no edifício Haddock Lobo 347. Adicionalmente, o saldo a receber de R$ 0,19 por cota referente à venda de ativos (BM336) permanece no radar de liquidez para abril de 2026.
Relatório de 2025-12-30
O fundo imobiliário **VINO11** comunicou ao mercado que está em andamento o processo de formalização de negociação com a locatária Vitacon Participações S.A. para a desocupação do imóvel Haddock Lobo 347, ativo atualmente ocupado pela referida empresa.
A gestora do **VINO11** informou que os termos da desocupação e a conclusão desta negociação serão divulgados ao mercado por meio de um novo comunicado oficial assim que forem definidos de forma definitiva.
Relatório de 2025-11-28
A saída oficial da Sede C&A da base de receitas recorrentes e a desocupação faseada do ativo Haddock Lobo 347 pela Vitacon ditaram a dinâmica operacional do **VINO11** neste mês. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,050 por cota, porém o dividend yield anualizado ajustou-se para 11,5% devido à marcação a mercado. O carrego de caixa (resultado acumulado não distribuído) consumiu reservas, caindo de R$ 0,018 para R$ 0,015/cota. A taxa de ocupação do portfólio permaneceu estável em 91%. No balanço patrimonial, as obrigações a prazo recuaram levemente para R$ 423,8 milhões, com R$ 22,6 milhões vencendo no curto prazo (12 meses). Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, destaca-se a mitigação parcial da vacância no Haddock Lobo com a assinatura de um novo contrato direto com a Fundação Zerbini, elevando a área locada para 18% do ativo, enquanto o saldo a receber de R$ 0,19/cota referente à venda de ativos (BM336) segue programado para abril de 2026.
Relatório de 2025-10-31
A absorção dos efeitos da reconfiguração contratual do ativo BM336 e a contabilização do aluguel proporcional da Sede C&A ditaram a dinâmica operacional do **VINO11** neste mês. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,050 por cota, gerando um dividend yield anualizado de 12,2%. Em contrapartida à melhora do mês anterior, a taxa de ocupação do portfólio recuou levemente de 92% para 91%, refletindo ajustes na base locatícia. O carrego de caixa (resultado acumulado não distribuído) permaneceu estável em R$ 0,018/cota. No balanço patrimonial, as obrigações a prazo registraram uma leve redução para R$ 425,8 milhões, com R$ 22,3 milhões vencendo no curto prazo. Para os cotistas que avaliam se o fundo vale a pena, é importante notar que a partir do próximo mês a Sede C&A deixará de compor a base de receitas recorrentes, enquanto o saldo a receber de R$ 0,19/cota referente à venda de ativos segue programado para 2026.
Relatório de 2025-09-30
A venda do ativo Sede C&A por R$ 40 milhões e a quitação antecipada do CRI VINO redefiniram a estrutura de capital do **VINO11** neste mês. Diferente do período anterior, a taxa de ocupação apresentou melhora, subindo de 90% para 92%, indicando uma absorção positiva no portfólio. No balanço patrimonial, as obrigações a prazo recuaram expressivamente de R$ 462,9 milhões para R$ 426,3 milhões, enquanto a alavancagem de curto prazo caiu para R$ 22,1 milhões. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,050 por cota, porém o carrego de caixa sofreu uma forte retração, passando de R$ 0,171 para R$ 0,018/cota. Essa queda no resultado acumulado não distribuído reflete o impacto contábil não recorrente de R$ -0,152/cota gerado pela transação. Para os investidores que avaliam se o fundo vale a pena, é crucial observar que a venda de ativos reduziu a despesa financeira total em cerca de 15%, mitigando riscos futuros, além de manter o saldo a receber de R$ 0,19/cota referente ao BM336 para 2026.
Relatório de 2025-08-29
A reconfiguração contratual no ativo BM336 e a liquidação do CRI 13 ditaram o ritmo operacional e financeiro do **VINO11** neste mês. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,050 por cota, alinhado ao guidance da gestão, enquanto o carrego de caixa (resultado acumulado não distribuído) sofreu leve retração, passando de R$ 0,174 para R$ 0,171/cota. No balanço patrimonial e valuation, as obrigações a prazo recuaram de R$ 465,2 milhões para R$ 462,9 milhões, reflexo direto da quitação da última parcela atrelada ao BM336. A alavancagem de curto prazo agora aponta R$ 25,0 milhões vencendo nos próximos 12 meses, com atenção especial para a dívida do Haddock Lobo em outubro. Operacionalmente, a taxa de ocupação recuou de 92% para 90%, gerando um alerta sobre a absorção de vacâncias, embora a inadimplência permaneça zerada. Investidores que analisam se o ativo vale a pena devem ponderar a redução de 23% no valor do aluguel praticado no BM336, movimento já precificado, mas que altera a dinâmica de receita nominal, além do saldo de R$ 0,19/cota a receber pela venda de ativos programada para 2026.
Relatório de 2025-07-31
A normalização no pagamento de dividendos para R$ 0,050 por cota marca o balanço de julho do **VINO11**, alinhando-se ao guidance recorrente após a distribuição extraordinária do mês anterior. O carrego de caixa (resultado acumulado não distribuído) sofreu leve ajuste, passando de R$ 0,179 para R$ 0,174/cota, enquanto o fundo ainda possui R$ 0,19/cota a receber pela venda de ativos (BM336) programada para 2026. No valuation e balanço patrimonial, as obrigações a prazo recuaram marginalmente para R$ 465,2 milhões, com R$ 25,4 milhões vencendo nos próximos 12 meses. Operacionalmente, o destaque positivo foi o salto no aluguel médio de contratos típicos, que avançou de R$ 109,1/m² para R$ 115,4/m², mantendo a taxa de ocupação estável em 92% e a inadimplência zerada. No âmbito da gestão, a contratação da CBRE como nova asset manager visa fortalecer a administração das locações. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena devem monitorar a alavancagem de curto prazo e a capacidade de absorção das vacâncias remanescentes em edifícios específicos do portfólio.
Relatório de 2025-06-30
O salto no pagamento de dividendos para R$ 0,085 por cota protagoniza o balanço de junho do **VINO11**, impulsionado pelo recebimento da segunda parcela da venda de 49% do ativo BM336. Em relação ao mês anterior, o carrego de caixa (resultado acumulado não distribuído) recuou de R$ 0,216 para R$ 0,179/cota após essa distribuição extraordinária. No valuation e balanço patrimonial, as obrigações a prazo apresentaram uma nova redução, passando de R$ 468,9 milhões para R$ 465,9 milhões. Operacionalmente, a taxa de ocupação permaneceu estável em 92%, a inadimplência continuou zerada e o aluguel médio de contratos típicos cravou R$ 109,1/m². O prazo médio remanescente dos contratos (WAULT) ajustou-se de 6,8 para 6,7 anos. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena devem monitorar a dinâmica de recolocação e renovação, especialmente no Haddock Lobo 347, que formalizou a locação de metade de um andar frente ao vencimento da Vitacon em outubro, e no BM336, que garantiu a renovação de 54% da ABL com a Vinci Compass a um valor de aluguel superior (R$ 318/m²), mas ainda possui áreas pendentes de negociação. O guidance para os rendimentos mensais do segundo semestre retornou ao patamar recorrente de R$ 0,045 a R$ 0,055 por cota.
Relatório de 2025-05-30
A devolução do espaço ocupado pela locatária Abril no edifício Vita Cora marca o principal evento operacional do **VINO11** em maio de 2025, antecipando um impacto direto na taxa de ocupação para o próximo ciclo. Em relação ao mês anterior, o fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,050 por cota, sustentado por um carrego de caixa que encerrou o período com R$ 0,216/cota em resultado acumulado não distribuído (um leve recuo ante os R$ 0,217/cota de abril). No valuation e balanço patrimonial, as obrigações a prazo apresentaram uma ligeira redução, passando de R$ 470,9 milhões para R$ 468,9 milhões. Operacionalmente, a vacância física permaneceu temporariamente estável em 8% (ocupação de 92%), a inadimplência continuou zerada e o aluguel médio de contratos típicos cravou R$ 109,1/m². O prazo médio remanescente dos contratos (WAULT) ajustou-se de 6,9 para 6,8 anos. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena devem monitorar os riscos de recolocação da nova área vaga e o recebimento futuro de R$ 0,19 por cota referente à última parcela da venda de ativos (BM 336), programada para abril de 2026.
Relatório de 2025-04-30
O recebimento da segunda parcela da venda do ativo BM 336 impulsionou expressivamente a reserva de lucros do **VINO11**, alterando a dinâmica de caixa no fechamento de abril de 2025. O fundo embolsou R$ 29,5 milhões referentes à alienação parcial do imóvel no Leblon, o que gerou um impacto não recorrente de R$ 0,15 por cota e elevou o resultado acumulado não distribuído de R$ 0,067 para R$ 0,217/cota. Paralelamente, a gestão negociou uma carência de 12 meses para a amortização do CRI VINO, sem contrapartidas de spread ou multas, preservando liquidez até o recebimento da última parcela do BM 336 em 2026. No âmbito operacional, os indicadores permaneceram estáveis em relação ao mês anterior: a taxa de ocupação cravou 92%, a inadimplência seguiu zerada e o aluguel médio de contratos típicos manteve-se em R$ 109,1/m². O prazo médio remanescente dos contratos (WAULT) recuou levemente para 6,9 anos. Investidores que avaliam o valuation e pesquisam se o ativo vale a pena devem observar a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,050 por cota, suportado agora por um robusto carrego de caixa, enquanto o passivo de obrigações a prazo permanece em R$ 470,9 milhões.
Relatório de 2025-04-01
A leve redução nas obrigações a prazo, que recuaram para R$ 470,9 milhões em abril de 2025, aliada à estabilidade da ocupação física, dita o ritmo do **VINO11** no fechamento do primeiro trimestre. O portfólio manteve a taxa de ocupação em 92% e a inadimplência zerada, confirmando a resiliência da operação frente ao mês anterior. Do lado financeiro, o pagamento de dividendos permaneceu no patamar de R$ 0,050 por cota, suportado por um resultado acumulado não distribuído que fechou março em R$ 0,067/cota. A dinâmica de receitas segue ancorada no carrego atípico, que representa 73% do total com um WAULT de 7,0 anos, enquanto o aluguel médio de contratos típicos apresentou leve compressão sequencial, passando de R$ 109,4/m² para R$ 109,1/m². O monitoramento da alavancagem continua sendo um ponto de atenção intrínseco, com a dívida líquida atingindo R$ 386,1 milhões, concentrada majoritariamente no ativo Sede Globo SP. Investidores que pesquisam o valuation e avaliam se o ativo vale a pena devem ponderar a estabilidade dos rendimentos mensais frente ao peso contínuo das despesas financeiras no fluxo de caixa do fundo.
Relatório de 2025-03-31
A leve recuperação na taxa de ocupação física, que avançou para 92%, e a manutenção do guidance de alta nos rendimentos mensais marcam o desempenho do **VINO11** em março de 2025. O fundo registrou um resultado total de R$ 0,048 por cota, sustentando o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,050 por cota mediante o uso de reservas acumuladas, que fecharam o mês em R$ 0,067/cota. A dinâmica operacional mostrou resiliência com a inadimplência zerada e a estabilidade do carrego atípico, que representa 73% das receitas com um WAULT de 7,0 anos. Do lado do passivo, as obrigações a prazo registraram um leve acréscimo para R$ 472,2 milhões, reflexo da correção monetária, exigindo monitoramento contínuo da alavancagem. O mercado precifica o ativo com um desconto expressivo, negociado a R$ 5,26 frente a um valor patrimonial de R$ 10,29, enquanto os investidores aguardam o destravamento de valor projetado para o próximo trimestre com o recebimento da parcela de venda de ativos (BM336).