O dividendo referente a dezembro foi de R$ 0,84 por cota, alinhado ao centro do guidance da gestão. O relatório projeta a manutenção de dividendos próximos a esse valor até o fim de 2025.
Com a inviabilidade de uma emissão de cotas devido ao desconto no mercado secundário, o fundo optará pela emissão de um CRI (dívida). A gestão prevê uma operação com garantias atreladas aos ativos e um indicador de alavancagem (LTV) saudável, em torno de 30%.
Ocorreu a renovação de um contrato no Edifício Metropolitan com 9,2% de reajuste e a formalização de três contratos no Edifício Platinum já considerando a nova área calculada pela metodologia BOMA, atingindo valor recorde equivalente a R$ 410/m².
A distribuição atual é superior à rentabilidade imobiliária orgânica devido ao parcelamento do pagamento das aquisições (alavancagem do vendedor). Após a quitação final em abril de 2026, os rendimentos devem cair para refletir a rentabilidade real dos ativos e serão impactados pelo custo da emissão do CRI.