Relatório de 2026-04-30
O incremento nas receitas de aluguel complementar e a recuperação de inadimplência impulsionaram o pagamento de dividendos do **JASC11** para R$ 0,72 por cota em abril de 2026. Diferente do mês anterior, o resultado operacional apresentou leve alta de 1,4%, atingindo R$ 3,01 milhões, suportado por receitas imobiliárias totais de R$ 3,14 milhões (+1,6% MoM). A gestão comercial não registrou novas locações no período, mantendo a ocupação física em 99,3% e a vacância financeira estabilizada em 1,8%. O saldo de aluguéis em atraso recuou para R$ 156 mil, refletindo os esforços ativos de cobrança. Por outro lado, as despesas operacionais subiram 6,5%, impactadas diretamente pelas carências concedidas a locações recentes. No mercado secundário, a liquidez mensal caiu para R$ 125 mil, com a cotação travada em R$ 100,00 e o múltiplo P/VP mantido em 0,87x. A reserva acumulada fechou em R$ 724 mil, compondo o quadro de dados essenciais para investidores que avaliam o carrego de médio prazo e pesquisam se o ativo vale a pena.
Relatório de 2026-03-31
A normalização das despesas operacionais após o efeito não recorrente do mês anterior marcou a dinâmica do **JASC11** em março de 2026, resultando em uma retração de 15,5% no resultado operacional, que fechou em R$ 2,97 milhões. Apesar dessa queda contábil, as receitas imobiliárias apresentaram leve alta de 0,1% (R$ 3,09 milhões), favorecidas pela redução da inadimplência líquida no período. No front comercial, a assinatura de um novo contrato de locação no ativo Sargento Hermínio 2 traz perspectivas positivas para a ocupação, com impactos financeiros previstos para abril. Contudo, a vacância financeira subiu marginalmente para 1,8%, e o saldo de aluguéis em atraso avançou para R$ 171 mil, exigindo monitoramento ativo. No mercado secundário, a liquidez reagiu expressivamente, saltando para R$ 156,3 mil, enquanto a cotação permaneceu estável em R$ 100,00, mantendo o múltiplo P/VP em 0,87x. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,71 por cota, suportado por uma reserva acumulada de R$ 741 mil, compondo o quadro de dados essenciais para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no carrego de médio prazo.
Relatório de 2026-02-27
A recuperação extraordinária de tributos impulsionou o resultado operacional do **JASC11** neste mês, compensando a leve retração nas receitas imobiliárias. O resultado operacional saltou 18,1% MoM, atingindo R$ 3,52 milhões, alavancado por um impacto positivo de R$ 425 mil na linha de despesas operacionais. Em contrapartida, as receitas de locação recuaram 1,2% (R$ 3,09 milhões), pressionadas pela sazonalidade negativa nos aluguéis complementares e pelo aumento da inadimplência líquida. O saldo de aluguéis em atraso subiu para R$ 166 mil, exigindo monitoramento ativo da gestão. A vacância financeira apresentou leve melhora, caindo para 1,7%, enquanto a ocupação física permaneceu estável em 99,3%. No mercado secundário, a cotação de fechamento avançou para R$ 100,00, mantendo o múltiplo P/VP em 0,87x, embora a liquidez tenha retraído expressivamente para R$ 59,3 mil. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,71 por cota, suportado por uma reserva acumulada que alcançou R$ 786 mil, oferecendo previsibilidade para quem avalia se o ativo vale a pena no carrego de médio prazo.
Relatório de 2026-01-30
A compensação de créditos de IPTU e o leve incremento nas receitas de aluguel marcaram o início de ano do **JASC11**, permitindo a elevação da distribuição de rendimentos mensais para R$ 0,71 por cota (ante R$ 0,70 no mês anterior). As receitas imobiliárias cresceram 0,4% MoM, atingindo R$ 3,13 milhões. No mercado secundário, a cotação recuou de R$ 102,96 para R$ 99,28, ajustando o múltiplo P/VP para 0,87x, com volume negociado de R$ 101,3 mil. A vacância financeira oscilou levemente para 1,8% (vs 1,7%), enquanto a ocupação física permaneceu estável em 99,3%. O saldo de aluguéis em atraso subiu para R$ 126 mil, exigindo atenção. As despesas operacionais aumentaram 2,9% (R$ 150 mil), impactadas pelo início das carências recentes (R$ 6 mil). Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o evento subsequente de recuperação tributária promete aliviar despesas futuras, mantendo a margem operacional robusta em 95%.
Relatório de 2025-12-31
A consolidação da aquisição do Buena Vista Montese e o encerramento da quinta emissão de cotas redefiniram o patamar de receitas do **JASC11** neste fechamento de ano. O pagamento de dividendos do **JASC11** avançou para R$ 0,70 por cota, impulsionado por um salto de 13,5% nas receitas imobiliárias, que atingiram R$ 3,12 milhões. Esse incremento reflete diretamente a incorporação do novo ativo ao portfólio. No mercado secundário, a cotação reagiu positivamente, subindo de R$ 98,71 para R$ 102,96 e ajustando o múltiplo P/VP para 0,90x, enquanto o volume negociado dobrou para R$ 2,3 mil mensais. A gestão comercial também apresentou avanços: a assinatura de um novo contrato no Sargento Hermínio 2 elevou a ocupação física para 99,3% e reduziu a vacância financeira para 1,7%. O saldo devedor de aluguéis em atraso recuou levemente para R$ 123 mil. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena devem monitorar o início do período de carência dos novos contratos a partir de janeiro de 2026, o que pode pressionar temporariamente o fluxo de caixa, embora a margem operacional permaneça robusta em 95%.
Relatório de 2025-12-02
O fundo **JASC11** divulgou fato relevante informando a aprovação de sua 5ª emissão de cotas e a assinatura de promessa de compra e venda para aquisição de ativo imobiliário. A oferta pública de distribuição primária de cotas objetiva captar até R$ 49.834.400,00, mediante a emissão de até 440.000 novas cotas com preço unitário fixado em R$ 113,26, sob o rito de registro automático destinado a investidores profissionais. Os atuais cotistas do fundo renunciaram ao exercício do direito de preferência no âmbito desta emissão.
Os recursos captados serão destinados à aquisição de ativos para o portfólio do fundo. Nesse sentido, o **JASC11** comprometeu-se a adquirir um strip mall localizado em Fortaleza (CE) pelo montante de R$ 40.982.564,70. O imóvel possui área construída de 9.357,94 m², encontra-se totalmente locado e possui como locatários âncoras um supermercado, uma academia e uma farmácia, estando a conclusão do negócio condicionada ao sucesso da oferta e a condições precedentes habituais.
Relatório de 2025-11-28
A reavaliação patrimonial positiva e a aquisição do Buena Vista Montese marcaram o mês do **JASC11**, contrastando com a forte contração na liquidez no mercado secundário. O pagamento de dividendos do **JASC11** permaneceu estável em R$ 0,69 por cota, mesmo com uma leve retração de 0,2% nas receitas imobiliárias (R$ 2,74 milhões), impactada pela ausência de recuperação de inadimplência líquida. As despesas operacionais subiram 1,5% (R$ 132 mil) devido à queda nos créditos de energia solar, mantendo a margem operacional em 95%. No valuation, a cota a mercado recuou de R$ 105,00 para R$ 98,71, comprimindo o múltiplo P/VP para 0,86x. Investidores avaliando se o ativo vale a pena devem notar a drástica queda no volume negociado, que despencou para apenas R$ 1,1 mil no mês. O saldo devedor de aluguéis em atraso subiu para R$ 128 mil, enquanto a vacância financeira (2,0%) e a ocupação física (99,1%) seguiram inalteradas. O destaque operacional foi a valorização de 1,11% dos ativos imobiliários e o anúncio da 5ª emissão de cotas para a compra de um novo strip mall.
Relatório de 2025-10-31
A estabilidade no pagamento de dividendos do **JASC11** em R$ 0,69 por cota durante outubro de 2025 ocorreu a despeito de uma retração de 2,6% nas receitas imobiliárias, que somaram R$ 2,75 milhões. Esse recuo reflete a menor recuperação de inadimplência líquida (R$ 7 mil contra R$ 60 mil no mês anterior). Por outro lado, o carrego do portfólio foi beneficiado por uma queda de 9,6% nas despesas operacionais, impulsionada pelo encerramento das carências concedidas, o que ajudou a sustentar uma margem operacional de 95%. No valuation, a cota a mercado avançou para R$ 105,00, elevando o múltiplo P/VP para 0,93x. Contudo, investidores que pesquisam se o ativo vale a pena para estratégias de giro rápido devem observar a liquidez: o volume negociado no mercado secundário encolheu para R$ 107,1 mil. O saldo devedor de aluguéis em atraso caiu para R$ 122 mil, enquanto a vacância financeira oscilou levemente para 2,0%, mantendo a ocupação física resiliente em 99,1%.
Relatório de 2025-09-30
A recuperação de R$ 60 mil em inadimplência líquida e o fim iminente das carências impulsionaram o pagamento de dividendos do **JASC11** para R$ 0,69 por cota em setembro de 2025, superando o patamar do mês anterior. O carrego do portfólio demonstrou resiliência com o crescimento de 3,5% nas receitas imobiliárias, que atingiram R$ 2,82 milhões, favorecidas também por um salto de 22,9% nos aluguéis complementares (mesmas áreas). Na linha de custos, as despesas operacionais recuaram 10,3%, reflexo direto da queda nas carências concedidas para apenas R$ 7 mil, sinalizando que o portfólio passará a gerar receita integral a partir de outubro. O saldo devedor de aluguéis em atraso caiu de R$ 192 mil para R$ 133 mil, mitigando riscos de curto prazo. A vacância financeira recuou levemente para 1,9%, enquanto a ocupação física cravou 99,1%. No valuation, a cota a mercado encerrou a R$ 100,01, mantendo o P/VP em 0,88x. Apesar dos bons fundamentos operacionais, a liquidez no mercado secundário retraiu, com o volume negociado caindo para R$ 150,8 mil, exigindo atenção de quem pesquisa se o ativo vale a pena para estratégias de giro rápido.
Relatório de 2025-08-31
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 0,68 por cota e o salto expressivo na liquidez do mercado secundário marcaram a dinâmica do **JASC11** em agosto de 2025. Diferente do mês anterior, as receitas imobiliárias recuaram 1,4%, fechando em R$ 2,73 milhões, pressionadas por uma inadimplência líquida negativa de R$ 20 mil, o que elevou o saldo devedor acumulado para R$ 192 mil. Por outro lado, o carrego do portfólio foi beneficiado pela redução de 6,9% nas despesas operacionais, reflexo direto da queda nas carências concedidas, que passaram de R$ 40 mil para R$ 28 mil. A vacância financeira teve um leve incremento para 2,0%, enquanto a ocupação física permaneceu estável e robusta em 99,1%. No valuation, a cota de mercado reagiu positivamente, encerrando a R$ 100,00 e ajustando o P/VP para 0,88x. O volume negociado saltou de R$ 23,7 mil para R$ 162,8 mil, trazendo maior profundidade ao book de ofertas. Para quem pesquisa se o ativo vale a pena, o monitoramento da inadimplência e o fim projetado das carências em setembro seguem como os principais catalisadores operacionais de curto prazo.
Relatório de 2025-07-31
A recuperação da inadimplência no ativo Francisco Sá impulsionou as receitas do **JASC11** em julho de 2025, revertendo a queda observada no mês anterior. As receitas imobiliárias cresceram 3,7% na comparação mensal, atingindo R$ 2,77 milhões, beneficiadas pelo recebimento de R$ 50 mil em aluguéis atrasados. Apesar desse avanço, o fundo ainda carrega um saldo a receber de R$ 169 mil, exigindo monitoramento contínuo. No carrego do portfólio, a vacância financeira apresentou leve recuo para 1,8%, enquanto a ocupação física permaneceu robusta em 99,1%. Do lado dos custos, as despesas operacionais subiram 9,4%, impactadas pela elevação nas carências concedidas (que somaram R$ 40 mil) e pela redução nos créditos de energia solar. Mesmo com essa pressão nas despesas, o pagamento de dividendos foi mantido estável em R$ 0,67 por cota. No valuation, o P/VP aprofundou o desconto patrimonial, passando de 0,91x para 0,87x, reflexo do fechamento da cota de mercado a R$ 98,50. A liquidez no mercado secundário mostrou sinais de alívio frente à seca severa de junho, registrando um volume negociado de R$ 23,7 mil. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, a projeção de queda nas carências a partir de setembro e a resolução do saldo devedor remanescente seguem como os principais catalisadores de curto prazo.
Relatório de 2025-06-30
O impacto do recebimento irregular no ativo Francisco Sá e a queda abrupta na liquidez do mercado secundário ditaram o ritmo operacional do **JASC11** em junho de 2025. Contrastando com o avanço registrado em maio, as receitas imobiliárias recuaram 2,9%, fechando em R$ 2,67 milhões, diretamente pressionadas por essa inadimplência pontual. Apesar do tropeço na linha de receita, o pagamento de dividendos subiu para R$ 0,67 por cota, sustentado pela redução de 4,2% nas despesas operacionais, que foram beneficiadas por créditos de energia solar. No carrego do portfólio, a gestão comercial assinou um novo contrato no setor de alimentação para o ativo Eusébio, zerando a vacância física deste imóvel, com reflexos financeiros previstos para o mês de julho. A vacância financeira geral do fundo teve leve alta, passando de 1,8% para 1,9%. No valuation, o patrimônio líquido manteve-se estável, mas o P/VP retraiu de 0,95x para 0,91x, acompanhado por uma secagem severa no volume negociado, que despencou para apenas R$ 1,4 mil no mês. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, o monitoramento das carências concedidas, que subiram para R$ 33 mil, segue como um dos principais riscos de curto prazo até a normalização projetada para setembro.
Relatório de 2025-05-31
A vitória judicial no Supremo Tribunal Federal referente à cobrança indevida de ITBI e o aumento no pagamento de dividendos ditaram o ritmo operacional do **JASC11** em maio de 2025. Diferente da estagnação vista no mês anterior, o fundo retomou a liquidez no mercado secundário, registrando R$ 68,1 mil em volume negociado. A gestão de portfólio apresentou avanços com a redução da vacância financeira para 1,8% e a manutenção da ocupação física em 99,1%, impulsionadas por uma nova locação no ativo Eusébio voltada ao setor infantil. No carrego dos contratos, as receitas imobiliárias cresceram 2,5% (R$ 2,75 milhões), refletindo o reajuste de 15,3% dos contratos de aluguel base, o que permitiu a elevação dos rendimentos mensais para R$ 0,66 por cota. O valuation do ativo também refletiu essa melhora, com o P/VP saltando de 0,88x para 0,95x e o patrimônio líquido alcançando R$ 395,0 milhões. Contudo, para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, é crucial monitorar o aumento de 7,4% nas despesas operacionais, pressionadas pelas carências concedidas (R$ 23 mil no mês), que devem atingir seu pico em julho antes de recuarem no final do terceiro trimestre.
Relatório de 2025-04-30
A nova locação no ativo Eusébio e o crescimento nas receitas de aluguéis complementares impulsionaram a recuperação da ocupação física e a queda da vacância financeira do **JASC11** em abril de 2025. O fundo registrou um aumento de 4,0% nas receitas imobiliárias, totalizando R$ 2,68 milhões, favorecido pela sazonalidade positiva que elevou os aluguéis variáveis em 21,7% no comparativo mensal. A ocupação física avançou de 98,9% para 99,1%, enquanto a vacância financeira recuou de 2,4% para 2,0%, refletindo a assinatura de um novo contrato com uma clínica médica. O patrimônio líquido apresentou leve retração para R$ 394,9 milhões, mantendo o P/VP estabilizado em 0,88x. O pagamento de dividendos permaneceu inalterado em R$ 0,65 por cota. No carrego dos contratos, houve um ajuste na exposição aos indexadores, com o IPCA subindo para 40,9% e o IGP-M recuando para 59,1%. As despesas com carências somaram R$ 21 mil, com projeção de redução significativa apenas a partir de setembro de 2025, postergando a recomposição integral da geração de rendimentos mensais no curto prazo. Para o investidor que avalia os dados de carrego e valuation para decidir se o ativo vale a pena, destaca-se o risco de liquidez, evidenciado pela ausência total de negociações no mercado secundário durante o mês.
Relatório de 2025-03-31
A leve retração na ocupação física e o aumento da vacância financeira marcaram o desempenho do **JASC11** em março de 2025, embora o patamar de pagamento de dividendos tenha se mantido inalterado. No comparativo com o mês anterior, a ocupação física recuou de 99,2% para 98,9%, enquanto a vacância financeira subiu de 1,8% para 2,4%, permanecendo concentrada no ativo Sargento Hermínio 2. As receitas imobiliárias registraram uma leve queda de 0,7% (totalizando R$ 2,58 milhões), justificada pela sazonalidade negativa nos aluguéis complementares. O patrimônio líquido apresentou um incremento marginal para R$ 395,3 milhões, contudo, o P/VP comprimiu de 0,91x para 0,88x no mercado secundário. A carteira de locação ajustou sutilmente seus indexadores, passando a 61,7% em IGP-M e 38,3% em IPCA, com os contratos atípicos representando 63,2% do total. Para o investidor que analisa os dados de carrego e valuation para decidir se o ativo vale a pena, a gestão destaca que as carências concedidas (R$ 23 mil no mês) devem cessar quase integralmente a partir de abril, o que tende a recompor a geração de rendimentos mensais no curto prazo.