Relatório de 2026-03-31
A contratação de R$ 50,4 milhões em compromissadas reversas e a alocação de R$ 69,1 milhões em novos CRIs (MRV III e Summus) reconfiguraram a liquidez do **VRTA11** em março de 2026. O caixa do fundo sofreu uma redução expressiva na comparação mensal, passando de 2,6% para 1,0% do patrimônio líquido (R$ 13,3 milhões), enquanto o saldo de alavancagem saltou para cobrir as novas aquisições, com vencimento estendido para junho de 2026. No mercado secundário, a cotação recuou de R$ 79,68 para R$ 77,62, o que pressionou o valuation e levou o P/VP para 0,92x frente à nova cota patrimonial de R$ 84,44. Apesar da desvalorização a mercado, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,85 por cota, gerando um dividend yield mensal de 1,10%. A reserva de lucros apresentou leve recuperação, subindo de R$ 0,47 para R$ 0,49 por cota, reforçando o carrego para os próximos meses e dando suporte para que a gestão mantenha o guidance de rendimentos mensais estipulado para o semestre.
Relatório de 2026-03-31
A expressiva alocação de R$ 69,1 milhões em novos ativos de crédito e a rolagem da alavancagem marcaram a dinâmica do **VRTA11** em março de 2026. Diferente do mês anterior, onde o caixa representava 2,6% do patrimônio, o fundo reduziu sua liquidez para 1,0% (R$ 13,3 milhões) ao adquirir R$ 64,7 milhões no CRI MRV III e R$ 4,4 milhões no CRI Summus. Para financiar parte dessa movimentação, houve a contratação de R$ 50,4 milhões em compromissadas reversas, substituindo o vencimento anterior de R$ 21,1 milhões. No mercado secundário, a cotação sofreu nova desvalorização, recuando de R$ 79,68 para R$ 77,62, o que pressionou o valuation e levou o P/VP para 0,92x frente à cota patrimonial de R$ 84,44. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,85 por cota, elevando o dividend yield mensal para 1,10%. A reserva de lucros, que vinha em trajetória de queda, apresentou leve recuperação, subindo de R$ 0,47 para R$ 0,49 por cota, reforçando a capacidade de manter os rendimentos mensais dentro do guidance estipulado de R$ 0,80 a R$ 0,90 para o semestre. O principal ofensor da carteira, CRI Fragnani II, segue inadimplente e em recuperação judicial, concentrando 82,69% da PDD.
Relatório de 2026-02-28
A alocação pontual de R$ 1,1 milhão no CRI Guestier e o incremento da posição de caixa para R$ 34,9 milhões (2,6% do patrimônio líquido) direcionaram a estratégia do **VRTA11** em fevereiro de 2026. Na comparação mensal, o fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota, o que gerou um dividend yield de 1,07%, impulsionado pela leve retração da cota a mercado, que encerrou o período cotada a R$ 79,68. Para os investidores que monitoram o valuation e avaliam se o ativo vale a pena, o P/VP permaneceu na casa de 0,94x frente à cota patrimonial de R$ 85,01. A reserva de lucros acumulada sofreu nova desidratação, passando de R$ 0,52 para R$ 0,47 por cota, utilizada para fazer frente às obrigações e complementar os rendimentos mensais. O saldo de operações compromissadas reversas subiu marginalmente para R$ 21,1 milhões, com vencimento iminente em março de 2026. A gestão reiterou o guidance de distribuição entre R$ 0,80 e R$ 0,90 para o primeiro semestre, enquanto o CRI Fragnani II segue como o principal ofensor da carteira, mantendo-se em recuperação judicial e concentrando 82,62% da PDD total.
Relatório de 2026-01-31
A liquidação antecipada de R$ 40 milhões em operações compromissadas reversas e a alocação de R$ 17,9 milhões em novos CRIs ditaram o ritmo do **VRTA11** no primeiro mês do ano. O caixa recuou de R$ 71,6 milhões para R$ 30,6 milhões (2,3% do patrimônio líquido), refletindo o pagamento da alavancagem, cujo saldo atual caiu para R$ 20,9 milhões. No mercado secundário, a cotação sofreu desvalorização, passando de R$ 82,60 para R$ 80,00, o que reduziu o P/VP para 0,94x. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,85 por cota, gerando um dividend yield mensal de 1,06%. A reserva de lucros acumulada sofreu nova contração, passando de R$ 0,76 para R$ 0,52 por cota. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a gestão estima manter os rendimentos mensais no intervalo entre R$ 0,80 e R$ 0,90 no primeiro semestre, enquanto monitora o CRI Fragnani II, que segue inadimplente e em processo de recuperação judicial, concentrando 82,54% da PDD do fundo.
Relatório de 2025-12-31
A intensa reciclagem de portfólio marcou o fechamento de 2025 para o **VRTA11**, gerando liquidez e alterando o carrego da carteira. A gestão realizou a venda de ativos ilíquidos e de baixo rendimento (CRIs Copagril, Creditas, GPA TRX e FII VBI Multiestratégia) em troca de cotas do FII TRXF11, que foram posteriormente negociadas no mercado secundário, destravando cerca de R$ 45 milhões. Com essas movimentações e o resgate antecipado do CRI WT Morumbi (R$ 32,4 milhões), o caixa do fundo saltou de R$ 30,1 milhões para R$ 71,6 milhões (5,2% do patrimônio líquido). Na ponta alocadora, o fundo adquiriu R$ 36 milhões em novos CRIs (Guestier, Summus, Evoke e OR Loteamentos). O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,85 por cota, enquanto a reserva de lucros recuou de R$ 0,88 para R$ 0,76 por cota. No mercado secundário, a cotação apresentou forte recuperação, passando de R$ 77,46 para R$ 82,60, o que elevou o P/VP para 0,98x e ajustou o dividend yield mensal para 1,03%. O saldo de operações compromissadas reversas foi renovado e subiu para R$ 60,4 milhões. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o radar de riscos continua apontando para o CRI Fragnani II, que segue inadimplente e em recuperação judicial.
Relatório de 2025-11-28
A recomposição da reserva de lucros e a nova alocação de R$ 23 milhões ditaram o ritmo do **VRTA11** em novembro. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota, mas conseguiu elevar sua reserva acumulada de R$ 0,68 para R$ 0,88 por cota, fortalecendo a capacidade de manter rendimentos mensais futuros. Na frente de investimentos, o caixa foi reduzido de R$ 46,8 milhões para R$ 30,1 milhões (2,3% do patrimônio líquido) após a aquisição de R$ 19,0 milhões no CRI OR Legacy (CDI + 4,0% a.a.) e mais R$ 4,0 milhões no CRI Summus (IPCA + 11,50% a.a.). No mercado secundário, a cotação continuou sua trajetória de queda, passando de R$ 77,99 para R$ 77,46, o que resultou em um P/VP de 0,92x e um dividend yield mensal de 1,10% (equivalente a 122% do CDI com gross up). O saldo de operações compromissadas reversas subiu levemente para R$ 56,6 milhões. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o radar de riscos aponta para o CRI Fragnani II, que se encontra inadimplente e em processo de recuperação judicial, embora conte com garantias fiduciárias em fase de renegociação. O pipeline atual mapeia R$ 40 milhões em novas operações.
Relatório de 2025-10-31
A virada da inflação para o campo positivo e a queda na reserva de lucros marcaram a dinâmica do **VRTA11** em outubro. O IPCA de 0,48% (referente a setembro) trouxe alívio para a carteira indexada, revertendo a pressão deflacionária do mês anterior, com reflexos esperados nos rendimentos mensais futuros devido à defasagem de 2 a 3 meses no repasse dos indexadores. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,85 por cota, mas exigiu o consumo da reserva acumulada, que recuou de R$ 0,79 para R$ 0,68 por cota. No mercado secundário, a cotação sofreu desvalorização, caindo de R$ 79,30 para R$ 77,99, o que comprimiu o P/VP para 0,93x — movimento atribuído pela gestão à expectativa de alta na taxa de juros que impactou o valuation dos fundos imobiliários. A liquidez do fundo permaneceu estável com R$ 46,8 milhões em caixa (3,5% do patrimônio líquido), enquanto o saldo de operações compromissadas reversas teve leve acréscimo para R$ 56,0 milhões. Na ponta da alocação, o fundo realizou novas aquisições que somaram R$ 9,7 milhões (CRIs Epitácio e Summus), compensando parcialmente o resgate antecipado de R$ 5,3 milhões do CRI Grupo Mateus II. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o carrego atual apresenta um dividend yield mensal de 1,09% (equivalente a 101% do CDI com gross up), suportado por um pipeline em análise de R$ 65 milhões para futuras alocações.
Relatório de 2025-09-30
A recomposição do caixa e a continuidade na redução da alavancagem ditaram o ritmo do **VRTA11** em setembro. A liquidez do fundo avançou de 2,1% para 3,5% do patrimônio líquido (R$ 46,0 milhões), impulsionada por vendas de ativos que somaram R$ 18,7 milhões (CRIs Dal Pozzo, Lote5 e Solfarma) e pelo resgate antecipado de R$ 15,5 milhões do CRI Azul. Esse fluxo de capital permitiu uma nova quitação de R$ 12,9 milhões em operações compromissadas reversas, reduzindo o saldo devedor atrelado ao CDI para R$ 55,3 milhões. Na ponta da alocação, o fundo adquiriu R$ 9,1 milhões em novos papéis (CRIs Epitácio, Summus e JRM). O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,85 por cota, enquanto a reserva de lucros apresentou recuperação, subindo de R$ 0,72 para R$ 0,79 por cota. No mercado secundário, a cotação reagiu positivamente para R$ 79,30, elevando o P/VP para 0,94x. Para investidores que buscam entender se o ativo vale a pena, o principal ponto de atenção recai sobre a deflação recente do IPCA (-0,11% em agosto), que deve pressionar os rendimentos mensais futuros devido à defasagem de repasse de 2 a 3 meses dos indexadores da carteira.
Relatório de 2025-08-29
A continuidade no processo de desalavancagem marcou a dinâmica do **VRTA11** neste mês, com a quitação antecipada de R$ 100,7 milhões em operações compromissadas reversas. Esse movimento reduziu o saldo devedor para R$ 67,4 milhões, com vencimento em dezembro de 2025, e consumiu parte expressiva da liquidez, que recuou drasticamente de 8,6% para 2,1% do patrimônio líquido (R$ 28,0 milhões em caixa). A gestão também realizou o giro da carteira com a venda de ativos que somaram R$ 16,2 milhões em três CRIs (Gafisa II, Patrimônio e Residence Entreserras) e a aquisição de R$ 9,2 milhões no CRI Epitácio (CDI+4,00% a.a.). O pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,85 por cota, gerando um dividend yield de 1,12%, enquanto a reserva de lucros sofreu leve retração, passando de R$ 0,81 para R$ 0,72 por cota. No mercado secundário, a cotação do fundo aprofundou a queda para R$ 75,87, resultando em um P/VP de 0,91x. Investidores que buscam entender se o ativo vale a pena devem monitorar a recente aceleração do IPCA (0,26% em julho), que impactará os rendimentos futuros devido à defasagem de 2 a 3 meses no repasse do indexador.
Relatório de 2025-07-31
A forte redução da alavancagem e o expressivo aumento de caixa reconfiguraram o perfil do **VRTA11** neste mês. O fundo realizou a venda de ativos, especificamente R$ 40 milhões do CRI JRM, o que impulsionou a liquidez para 8,6% do patrimônio líquido (R$ 113,5 milhões), um salto expressivo frente aos 2,9% do mês anterior. Paralelamente, a gestão efetuou a quitação antecipada de R$ 79 milhões em operações compromissadas reversas no início de agosto, reduzindo o saldo devedor para R$ 88,1 milhões (CDI + 0,74% a.a.). O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,85 por cota, enquanto a reserva acumulada apresentou recuperação, passando de R$ 0,76 para R$ 0,81 por cota. No mercado secundário, a cotação recuou para R$ 77,23, ampliando o desconto patrimonial com um P/VP de 0,93x. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena devem observar a defasagem de 2 a 3 meses no repasse da inflação, dado que o IPCA apresentou desaceleração (0,24% em junho), o que pode impactar os rendimentos mensais futuros da carteira majoritariamente atrelada a este indexador.
Relatório de 2025-06-30
A expansão da alavancagem para viabilizar novas alocações marcou a dinâmica do **VRTA11** neste mês, com a contratação de R$ 80 milhões adicionais em compromissadas reversas. O saldo total dessas obrigações saltou de R$ 59,5 milhões para R$ 137,4 milhões (CDI + 0,78% a.a.), permitindo a aquisição de R$ 75 milhões nos CRIs Epitácio e JRM, ambos indexados ao CDI. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,85 por cota, mas a reserva acumulada recuou de R$ 1,02 para R$ 0,76 por cota para complementar a distribuição. O caixa subiu levemente para 2,9% do patrimônio líquido (R$ 39,4 milhões). No mercado secundário, a cotação apresentou leve recuperação para R$ 81,59, ajustando o P/VP para 0,97x. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena devem monitorar o impacto da desaceleração do IPCA (0,26% em maio) nos rendimentos mensais futuros, dada a defasagem de 2 a 3 meses da carteira, além do vencimento das operações compromissadas em dezembro de 2025.
Relatório de 2025-05-31
A provisão integral (100%) para perda no CRI Cerâmica Fragnani, motivada pelo pedido de Recuperação Judicial da devedora em maio, marcou o mês do **VRTA11**, exigindo postura defensiva da gestão. Apesar do impacto no carrego, o fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota e elevou sua reserva acumulada de lucros de R$ 0,93 para R$ 1,02 por cota, reforçando a margem para rendimentos mensais futuros. Na frente de alocação, o portfólio incorporou R$ 10 milhões no CRI Guestier (IPCA + 12,00% a.a.), enquanto a venda de ativos táticos envolveu a liquidação do CRI Shopping Limeira por R$ 4 milhões. O nível de alavancagem recuou com a quitação de R$ 5,2 milhões em compromissadas reversas, reduzindo o saldo atualizado para R$ 59,5 milhões (CDI + 0,80% a.a.). O caixa fechou em 2,2% do patrimônio líquido (R$ 29,6 milhões). No mercado secundário, a cotação caiu para R$ 80,99, ajustando a relação P/VP para 0,95x. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena devem observar a taxa média do portfólio, que subiu levemente para IPCA + 7,57%, ponderando os desafios de crédito intrínsecos contra o robusto colchão de liquidez retido.
Relatório de 2025-05-22
O fundo **VRTA11** divulgou fato relevante comunicando que tomou conhecimento do pedido de Recuperação Judicial formulado pelo Grupo Fragnani, incluindo a Indústria Cerâmica Fragnani Ltda. O fundo possui uma alocação correspondente a 4,17% de seu Patrimônio Líquido em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) das 1ª e 2ª Séries da 6ª Emissão da Habitasec Securitizadora S.A., dos quais a Fragnani é devedora.
A administração do **VRTA11** esclareceu que o pedido de recuperação judicial não impactará o pagamento de dividendos previsto do fundo. Ademais, os CRIs associados ao devedor são classificados como créditos extraconcursais, o que significa que não estão sujeitos aos efeitos do plano de recuperação judicial, contando ainda com garantias reais que suportam o saldo devedor da operação.
Relatório de 2025-04-30
A elevação expressiva das reservas acumuladas e a aquisição de novos ativos indexados ao IPCA ditaram o ritmo operacional de abril. O **VRTA11** manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota, mas o destaque do mês foi o salto na reserva de lucros, que passou de R$ 0,58 para R$ 0,93 por cota, fortalecendo a capacidade de distribuições futuras. O caixa do fundo também apresentou expansão, atingindo 2,4% do patrimônio líquido (R$ 33,7 milhões), reflexo da continuidade na venda de ativos táticos, especificamente cotas dos FIIs RBRY11 e SNME11 (R$ 1,2 milhão). Na frente de alocação, o fundo adquiriu uma nova tranche do CRI Patrimonio (IPCA + 9,55% a.a.) e R$ 40 milhões no CRI Summus (IPCA + 11,50% a.a.). Para suportar essas movimentações, houve a contratação de mais R$ 13 milhões em compromissadas reversas, elevando o saldo atualizado para R$ 64,0 milhões a uma taxa média de CDI + 0,82% a.a. No mercado secundário, a cotação recuou de R$ 83,94 para R$ 82,96, ajustando o P/VP para 0,94x. Quanto aos riscos intrínsecos, o CRI Cerâmica Fragnani permanece inadimplente, motivando uma provisão de 10% de perda (marcação a 90% da curva), enquanto o CRI BR Distribuidora I segue sem previsão de pagamento. Investidores avaliando se o ativo vale a pena devem ponderar a taxa média do portfólio, agora levemente superior em IPCA + 7,48%, contra o carrego das operações compromissadas e os desafios de crédito pontuais.
Relatório de 2025-03-31
A inadimplência na amortização do CRI Cerâmica Fragnani e a consequente convocação de assembleia de investidores marcaram a dinâmica operacional de março para o **VRTA11**, exigindo atenção aos desdobramentos de garantias. Apesar desse revés e da manutenção de 100% de PDD no CRI BR Distribuidora I, o fundo sustentou o pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota, movimento que consumiu parte de sua reserva acumulada, recuando de R$ 0,64 para R$ 0,58 por cota. O caixa apresentou elevação, passando de 1,5% para 2,1% do patrimônio líquido (R$ 28,3 milhões), impulsionado pela venda de ativos táticos, especificamente cotas dos FIIs RBRY11 e SNME11. No mercado secundário, a cotação do fundo registrou avanço expressivo, saltando de R$ 78,84 para R$ 83,94, o que comprimiu o desconto patrimonial e elevou o P/VP de 0,91x para 0,96x. O saldo de compromissadas reversas permaneceu em R$ 49,3 milhões (atualizado para R$ 50,4 milhões), atrelado ao CDI + 0,84% a.a., com vencimentos distribuídos ao longo de 2025. Investidores que buscam avaliar se o ativo vale a pena devem monitorar a resiliência da carteira, que mantém mais de 99% dos CRIs adimplentes e uma taxa média de aquisição estabilizada em IPCA + 7,46%.