Relatório de 2026-04-30
O giro de R$ 36,8 milhões na carteira de fundos imobiliários e ações marcou a tática defensiva do **WHGR11** em abril de 2026, impulsionando o resultado operacional para R$ 4,55 milhões (ante R$ 3,98 milhões no mês anterior). A cota de mercado avançou para R$ 9,61, enquanto o valor patrimonial registrou leve recuo para R$ 9,90. A gestão optou pela venda de ativos tática, alienando 50% da posição no fundo HPDP11 com ganho de capital de 10%, o que elevou o ganho acumulado no ano para R$ 2,70 milhões. Diante de incertezas geopolíticas, a estratégia reduziu a exposição em FIIs para focar no carrego de CRIs, que agora representam 72,3% do patrimônio líquido. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, entregando um dividend yield de 1,04% ao mês, sustentado por uma carteira com yield anualizado de 12,93%. Investidores que avaliam o valuation encontram um portfólio de crédito indexado majoritariamente ao IPCA (+8,71% de taxa média de aquisição) e CDI (+4,25%), garantindo a previsibilidade dos rendimentos mensais.
Relatório de 2026-03-31
A nova alocação de R$ 6,0 milhões no CRI Citlog Varginha e o giro de R$ 23,0 milhões na carteira de líquidos ditaram o ritmo do **WHGR11** neste mês. O valor patrimonial recuou levemente para R$ 9,92, enquanto a cota de mercado apresentou recuperação, fechando em R$ 9,48. O resultado operacional saltou de R$ 3,47 milhões para R$ 3,98 milhões, garantindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota (dividend yield de 1,05% ao mês). Na gestão ativa, a equipe aproveitou o estresse de mercado para reverter a estratégia do mês anterior, voltando a incrementar a exposição em incorporadoras listadas e shoppings, ao passo que reduziu a fatia em escritórios após os ativos atingirem o valuation alvo. O carrego de crédito foi reforçado pela aquisição do CRI Citlog Varginha, que possui LTV conservador de 27% e lastro em um centro logístico 100% locado. O ganho de capital acumulado no ano atingiu R$ 1,48 milhão, evidenciando a reciclagem tática para mitigar riscos e sustentar os rendimentos mensais.
Relatório de 2026-02-28
A aprovação da venda de 50% do Centro Logístico Rio Claro e o encerramento total da posição no CRI Arena MRV reconfiguraram a carteira do **WHGR11** neste mês. O valor patrimonial do fundo manteve a trajetória de alta, passando de R$ 9,93 para R$ 9,99, enquanto a cota de mercado recuou para R$ 9,38. O resultado operacional apresentou leve contração, caindo de R$ 3,53 milhões para R$ 3,47 milhões, mas o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,10 por cota. A gestão movimentou R$ 14,4 milhões no book de FIIs e ações, reduzindo a exposição a incorporadoras listadas e ampliando a alocação em fundos de recebíveis e hedge funds. Além disso, houve uma nova integralização de 10% no HPDP11. No carrego de crédito, a cobrança de um waiver fee de 1,0% sobre o saldo devedor do ativo em Rio Claro impulsionou os rendimentos mensais, enquanto a extensão do prazo para a venda do imóvel atrelado ao CRI Pesa AIZ foi formalizada em assembleia para maio de 2026, mantendo o monitoramento de riscos de crédito no radar dos investidores que avaliam o valuation do ativo.
Relatório de 2026-01-31
A valorização da cota de mercado e o avanço nas alocações do book de CRIs ditaram o ritmo do **WHGR11** no primeiro mês do ano. O preço no mercado secundário saltou de R$ 9,35 para R$ 9,70, acompanhando a leve alta do valor patrimonial, que passou de R$ 9,83 para R$ 9,93. O resultado operacional recuou de R$ 3,82 milhões em dezembro para R$ 3,53 milhões em janeiro, mas o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota. A gestão reduziu o giro da carteira de R$ 24,6 milhões para R$ 18,8 milhões, focando na compra de R$ 4 milhões no CRI GARE Atacadão e na venda de ativos, como a alienação de R$ 2,2 milhões do CRI Arena MRV na curva do papel. No book de liquidez, o fundo atingiu 50% do capital comprometido no HPDP11, gerando R$ 451 mil em ganhos de capital. O carrego da carteira segue atrelado majoritariamente ao IPCA, e a venda do CRI Pesa AIZ sofreu um revés no cronograma, com prorrogação do prazo para maio de 2026, mantendo riscos específicos no radar dos investidores.
Relatório de 2025-12-31
A forte expansão no volume de negociações do book de liquidez e a recuperação do valuation marcaram o fechamento de dezembro para o **WHGR11**. O resultado operacional saltou de R$ 3,40 milhões na medição anterior para R$ 3,82 milhões, impulsionado por maiores receitas imobiliárias e ganhos de capital na venda de ativos. A cota de mercado, que havia recuado no mês anterior, apresentou forte valorização, passando de R$ 8,72 para R$ 9,35, reduzindo o deságio frente ao valor patrimonial, que também subiu para R$ 9,83. A gestão intensificou o giro da carteira, movimentando R$ 24,6 milhões, com destaque para a subscrição de R$ 13 milhões no HPDP11 com 10% de desconto. No portfólio de crédito, o pré-pagamento do CRI Vista Faria Lima gerou R$ 364 mil em ganho de capital. Em contrapartida, a renegociação do CRI Pesa AIZ trouxe um deságio de 20% sobre o saldo devedor, evidenciando um movimento pragmático de mitigação de riscos judiciais. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, suportado pela robusta geração de caixa mensal.
Relatório de 2025-11-30
A forte recuperação nas receitas de CRIs e o aumento nos ganhos de capital impulsionaram o balanço do **WHGR11** em novembro, revertendo a deficiência de caixa observada no mês anterior. O resultado operacional saltou de R$ 2,75 milhões para R$ 3,40 milhões, permitindo que o pagamento de dividendos de R$ 0,10 por cota fosse integralmente coberto pela geração mensal, sem necessidade de consumir reservas. No book de liquidez, a gestão movimentou R$ 8,3 milhões, mantendo a tática de realizar lucros com a venda de ativos em fundos de shoppings (como CPSH11) e logística, para realocar em FIIs de recebíveis atrelados ao IPCA com deságio e ações de incorporadoras de baixa renda. Apesar da melhora operacional, o valuation no mercado secundário sofreu nova contração, com a cota recuando de R$ 9,02 para R$ 8,72, enquanto o valor do patrimônio líquido subiu levemente para R$ 9,73. Esse movimento ampliou o deságio e elevou o dividend yield anualizado para 14,66%, refletindo os riscos de precificação percebidos pelos investidores, embora a carteira de crédito mantenha um carrego robusto.
Relatório de 2025-10-31
A compressão nas receitas de CRIs e o menor giro com ganho de capital marcaram o desempenho do **WHGR11** em outubro, exigindo o uso de reservas para manter o patamar de rendimentos mensais. O resultado operacional recuou 7,9% na comparação com setembro, fechando em R$ 2,75 milhões. Essa queda reflete diretamente a redução nas receitas de papel (de R$ 2,33 milhões para R$ 2,09 milhões) e o menor ganho de capital na venda de ativos líquidos (FIIs e ações), que passou de R$ 364,4 mil para R$ 156,6 mil. Apesar do balanço mais enxuto, a gestão sustentou o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota, totalizando uma distribuição de R$ 3,09 milhões, montante superior à geração de caixa do mês. No book de liquidez, a equipe realizou movimentações táticas de R$ 10,5 milhões, vendendo posições em shoppings e logística que atingiram o valor patrimonial para alocar em fundos de recebíveis atrelados ao IPCA com deságio. O valuation no mercado secundário manteve a cota a R$ 9,02 contra um valor patrimonial de R$ 9,68, traduzindo-se em um carrego atrativo com dividend yield anualizado de 14,15%.
Relatório de 2025-10-30
A retração nas receitas de CRIs e o menor volume de ganhos de capital ditaram o ritmo do **WHGR11** em outubro de 2025, resultando em uma queda no lucro operacional frente ao mês anterior. O resultado líquido recuou para R$ 2,75 milhões, impactado pela redução nas receitas de papel (de R$ 2,33 milhões para R$ 2,09 milhões) e pela desaceleração no ganho de capital do book de FIIs e ações, que caiu de R$ 364,4 mil para R$ 156,6 mil. Apesar da compressão no balanço, o pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 0,10 por cota, exigindo que a distribuição total (R$ 3,09 milhões) superasse a geração de caixa mensal. A gestão intensificou o giro da carteira líquida, movimentando R$ 10,5 milhões para aprofundar a tática de realocação: a exposição do patrimônio em CRIs caiu para 73,9%, enquanto a fatia em fundos imobiliários e ações listadas subiu para 16,8%. O foco das compras recaiu sobre fundos de recebíveis indexados ao IPCA negociados com deságio, financiadas pela venda de ativos de shoppings e logística que atingiram o valor patrimonial. No mercado secundário, o valuation permaneceu estável, com a cota de mercado a R$ 9,02 e o valor patrimonial em R$ 9,68, mantendo o carrego e o dividend yield anualizado na casa dos 14,15%.
Relatório de 2025-09-30
A forte recuperação nos ganhos de capital com a venda de ativos líquidos impulsionou o resultado operacional do **WHGR11** em setembro de 2025, revertendo a contração observada no mês anterior. O lucro saltou de R$ 2,78 milhões em agosto para R$ 3,03 milhões, tracionado pelo expressivo aumento no ganho de capital do book de FIIs e ações, que disparou de R$ 19,6 mil para R$ 368,3 mil. O volume de negociação também reagiu, subindo para R$ 5,6 milhões no mês. No valuation, a cota de mercado avançou para R$ 9,02, enquanto o valor patrimonial subiu marginalmente para R$ 9,68. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 14,15%. A gestão aprofundou a transição tática: a exposição em CRIs recuou para 74,6% do PL, enquanto a parcela de FIIs e ações listadas cresceu para 16,2%. Houve um giro de R$ 8,3 milhões na carteira líquida, reduzindo a posição em shoppings para focar em lajes corporativas e fundos de papel, adotando uma postura defensiva frente aos riscos das taxas de juros.
Relatório de 2025-08-31
A forte contração nos ganhos de capital com o giro da carteira líquida marcou o desempenho do **WHGR11** em agosto de 2025, impactando diretamente o resultado operacional mensal. O fundo registrou um lucro de R$ 2,85 milhões, recuo frente aos R$ 3,15 milhões apurados em julho, reflexo da queda expressiva no ganho com a venda de ativos no book de FIIs e ações (de R$ 194,8 mil para R$ 19,6 mil) e do menor volume de negociação nessa classe, que passou de R$ 11,8 milhões para R$ 4,3 milhões. Apesar da compressão nas receitas e do aumento nas despesas operacionais, o pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 0,10 por cota, mantendo o dividend yield anualizado em 14,61%. No valuation, a cota de mercado apresentou leve recuperação, subindo de R$ 8,69 para R$ 8,75, enquanto o valor patrimonial avançou para R$ 9,65. A gestão manteve a estratégia de alocação tática, direcionando amortizações da carteira de CRIs (que recuou para 76,0% do PL) para o book de FIIs e ações. Essa parcela alcançou 15,8% do patrimônio, consolidando a transição de recebíveis atrelados ao CDI para ativos de tijolo, com foco em shoppings e escritórios, visando capturar assimetrias de mercado.
Relatório de 2025-07-30
A aceleração no giro da carteira de fundos imobiliários e a reprecificação no mercado secundário ditaram o ritmo do **WHGR11** em julho de 2025. O fundo intensificou a reciclagem tática, movimentando R$ 11,8 milhões no book de FIIs (frente aos R$ 6,3 milhões de junho), priorizando a venda de ativos de recebíveis para capturar ganhos e ampliar a exposição em tijolo, especificamente shoppings e escritórios. Essa manobra dobrou o ganho de capital mensal, que saltou para R$ 194,8 mil. Apesar do resultado operacional ter recuado levemente para R$ 3,16 milhões, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota. No valuation de mercado, a cotação sofreu nova desvalorização, passando de R$ 8,87 para R$ 8,69, o que ampliou o deságio frente à cota patrimonial (R$ 9,62) e recalibrou o dividend yield anualizado para 14,72%. A alocação do patrimônio líquido em CRIs subiu para 76,7%, com a gestão direcionando as amortizações para o book líquido ao observar maior assimetria de retornos na classe, ajustando o carrego da carteira.
Relatório de 2025-06-30
A reciclagem tática da carteira de fundos imobiliários e os esforços de reestruturação no CRI Pesa AIZ ditaram o ritmo do **WHGR11** no fechamento do semestre. O resultado operacional recuou levemente para R$ 3,19 milhões em junho, comparado aos R$ 3,28 milhões do mês anterior, mas o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota. No mercado secundário, a cotação sofreu um ajuste negativo, passando de R$ 8,99 para R$ 8,87, o que recalibrou o dividend yield anualizado para 13,47%. A alocação do patrimônio líquido em CRIs foi reduzida de 77,6% para 75,4%, enquanto a parcela de FIIs e ações listadas caiu de 14,9% para 14,0%. Durante o mês, a gestão movimentou R$ 6,3 milhões no book de FIIs, realizando a venda de ativos no segmento de recebíveis para capturar ganhos de capital e aumentar a exposição em ativos de tijolo, especificamente shoppings e escritórios. Essa manobra gerou R$ 94,7 mil de ganho de capital no mês. No front de riscos, o fundo enfrenta desafios com o CRI Pesa AIZ, que não obteve quórum para aprovar sua reestruturação, levando à contratação de consultoria imobiliária para prospectar a comercialização do ativo dado em garantia.
Relatório de 2025-05-31
A retração no resultado operacional para R$ 3,28 milhões em maio, frente aos R$ 4,42 milhões do mês anterior, marcou a dinâmica financeira do **WHGR11**, embora o pagamento de dividendos tenha sido sustentado em R$ 0,10 por cota. O recuo nas receitas reflete a acomodação após o forte repasse de inflação visto em abril. No mercado secundário, o valuation da cota avançou para R$ 8,99, ajustando o dividend yield anualizado para 14,20%. A gestão intensificou a alocação em crédito estruturado, elevando a fatia de CRIs para 77,6% do patrimônio líquido, impulsionada pela nova integralização de R$ 5,0 milhões no CRI Citilog Viracopos (IPCA + 8,75% a.a.). Paralelamente, a carteira de FIIs sofreu leve diluição para 14,9%, reflexo de uma movimentação tática que envolveu R$ 3,8 milhões em venda de ativos para realização de ganho de capital, reciclando posições em fundos de recebíveis e logística. A estratégia busca equilibrar a geração de rendimentos mensais com a mitigação de riscos atrelados à volatilidade do carrego.
Relatório de 2025-04-30
O salto no resultado operacional para R$ 4,42 milhões, impulsionado pelo repasse da inflação de fevereiro (IPCA de 1,31%) na carteira de crédito, redefiniu a dinâmica do **WHGR11** em abril de 2025 frente ao mês anterior. A receita de CRIs atingiu R$ 3,87 milhões, compensando a leve queda nas receitas da carteira de fundos imobiliários. A gestão realizou a terceira integralização no CRI Pinheiro de Sá, aportando R$ 1,5 milhão a uma taxa de IPCA + 12,50% a.a., enquanto a alocação geral em CRIs recuou marginalmente para 76,0% do patrimônio líquido. No segmento de FIIs, que agora representa 15,1% da carteira, houve um giro tático com R$ 4,0 milhões em vendas de ativos de recebíveis, logística e hedge funds para auferir ganho de capital diante de um upside limitado. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, o que elevou o dividend yield anualizado para 14,74% sobre o valuation atual da cota de mercado (R$ 8,68). O carrego médio da parcela atrelada à inflação subiu levemente para IPCA + 8,74% a.a., reforçando a estratégia de rentabilidade focada em crédito estruturado.
Relatório de 2025-03-31
A aquisição de R$ 6,5 milhões no CRI WT Elements GRU e a realização de ganho de capital na carteira de fundos imobiliários ditaram o ritmo do **WHGR11** em março de 2025. O fundo ajustou sua exposição em CRIs para 76,3% do patrimônio líquido (ante 75,1% no mês anterior), impulsionado pela compra no mercado secundário atrelada a IPCA + 9,00% a.a. Em contrapartida, a alocação em FIIs recuou levemente para 15,2%, reflexo de vendas táticas (R$ 4,9 milhões) em ativos com upside limitado, visando reforço de caixa para cenários de volatilidade. O resultado operacional mensal apresentou queda, passando de R$ 3,38 milhões em fevereiro para R$ 3,02 milhões, impactado por menores receitas de juros e correção monetária na linha de crédito. Apesar disso, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 14,45% sobre o valuation atual da cota de mercado. O carrego da carteira de crédito permanece estável, com taxas médias de IPCA + 8,71% e CDI + 4,20%, evidenciando uma gestão focada em mitigar riscos e preservar a rentabilidade em meio às incertezas macroeconômicas.