Relatório de 2026-04-30
O pré-pagamento integral do CRI Econ e a venda massiva de R$ 2,5 milhões em cotas do TEPP11 ditaram o ritmo de reciclagem de portfólio do **XPSF11** em abril de 2026. Essa movimentação reduziu a exposição direta em CRIs para 8,98% do patrimônio líquido, intensificando a estratégia de ganho de capital. No mercado secundário, a cota de mercado recuou ligeiramente para R$ 6,71, mas o desconto patrimonial (P/VP) melhorou de 0,82 para 0,83. O pagamento de dividendos recorrente de R$ 0,07 por cota foi mantido, entregando um dividend yield anualizado de 15,59%. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, o carrego atual se beneficia de novas alocações táticas, incluindo R$ 1,2 milhão em GARE11 e R$ 0,6 milhão em KNIP11, mitigando riscos de concentração e otimizando a liquidez que permanece com caixa estável em 2%.
Relatório de 2026-03-31
A amortização extraordinária de 50% do CRI Lucio e a postura defensiva de preservação de caixa reconfiguraram a alocação tática do **XPSF11** em março de 2026. O fundo reduziu sua exposição direta em crédito estruturado para 10,8% do patrimônio líquido (ante 12,5% no mês anterior), enquanto o caixa dobrou para 2% em resposta ao cenário de incerteza geopolítica e volatilidade nos juros. Na frente de negociações, a gestão manteve a estratégia de venda de ativos com a alienação parcial de cotas do TEPP11 (R$ 0,7 milhão) para destravar ganho de capital, além de realizar aportes pontuais no BRCO11 (R$ 0,3 milhão) e BBIG11 (R$ 0,2 milhão). O carrego da carteira sustentou o pagamento de dividendos em R$ 0,07 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 15,54%. No mercado secundário, a cotação recuou para R$ 6,73, pressionando o valor patrimonial para R$ 8,05 e ajustando o múltiplo P/VP para 0,82, o que mantém o fundo negociado com desconto frente aos seus pares para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena.
Relatório de 2026-03-31
A elevação da posição de caixa e a redução tática na exposição direta a crédito estruturado marcaram a postura defensiva do **XPSF11** em março de 2026. Diferente do mês anterior, onde a alocação em CRIs havia subido para 12,5%, o fundo registrou uma queda dessa fatia para 10,8% do patrimônio, motivada pela amortização extraordinária de 50% do CRI Lucio. Para mitigar os riscos atrelados à volatilidade do mercado, a gestão optou por preservar liquidez, elevando o caixa para 2%. Na frente de alocação, a venda de ativos continuou com a alienação de R$ 0,7 milhão em cotas do TEPP11 para destravamento de ganho de capital, enquanto as compras focaram em BRCO11 (R$ 0,3 milhão) e no reforço da posição em BBIG11 (R$ 0,2 milhão). O múltiplo P/VP sofreu leve retração de 0,83 para 0,82, reflexo da queda da cota patrimonial para R$ 8,05 e da cota de mercado para R$ 6,73. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,07 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 15,54%, o que sustenta a atratividade dos rendimentos mensais para os cotistas que avaliam se o carrego atual vale a pena frente aos desafios macroeconômicos.
Relatório de 2026-02-28
A realização de ganho de capital com a venda parcial de cotas do TEPP11 e o aumento da exposição direta em crédito estruturado ditaram o ritmo tático do **XPSF11** em fevereiro de 2026. O fundo reduziu sua posição de caixa para 1% e elevou a alocação em CRIs para cerca de 12,5% do patrimônio líquido, buscando otimizar o carrego da carteira. Na ponta compradora, o destaque foi a aquisição de R$ 0,9 milhão no BBIG11, fundamentada no valuation descontado e na melhora da estrutura de capital do ativo de shoppings. O múltiplo P/VP apresentou recuperação frente ao mês anterior, passando de 0,78 para 0,83, refletindo a cota de mercado a R$ 6,85 contra o valor patrimonial de R$ 8,21. A distribuição de rendimentos mensais foi mantida em R$ 0,07 por cota, o que traduz um dividend yield anualizado de 15,76%, reforçando a atratividade do pagamento de dividendos para os investidores que monitoram as oportunidades e riscos do portfólio.
Relatório de 2026-01-31
A retomada das alocações diretas em crédito estruturado e a redução da posição de caixa ditaram o ritmo do **XPSF11** neste início de ano. O fundo reduziu sua liquidez de 5% para 3% do patrimônio líquido em relação ao mês anterior, direcionando recursos para novas aquisições estratégicas. O destaque foi o aumento da exposição em CRIs, que agora representam cerca de 10,8% do portfólio. A gestão realizou a venda de ativos expressiva, alienando R$ 10,4 milhões em cotas do ALZR11 e zerando a posição no PCIP11, justificando um potencial de valorização limitado no mercado secundário. Na ponta compradora, o foco recaiu sobre o TEPP11 (R$ 2,0 milhões), ancorado em uma tese de turnaround de lajes corporativas em São Paulo, além de aportes diretos nos CRIs JCC Iguatemi e Lucio. O patrimônio líquido do fundo apresentou leve expansão para R$ 355,4 milhões, enquanto o múltiplo P/VP recuou de 0,81 para 0,78, ampliando o desconto patrimonial. O pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,07 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 15,76%, o que reforça a atratividade de carrego e o valuation descontado da carteira para os investidores.
Relatório de 2025-12-31
A elevação do caixa para 5% do patrimônio líquido e a forte reciclagem de cotas marcaram o encerramento do ano para o **XPSF11**. Diferente do mês anterior, onde a liquidez havia sido reduzida a 1%, a gestão optou por realizar lucros e zerar posições em fundos como BRCO, BTCI, KNIP e KNRI, além de receber a quitação antecipada do CRI Bild. O movimento estratégico visa preparar o portfólio para novas alocações no início de 2026. No mercado secundário, a cota ex-proventos apresentou recuperação, subindo de R$ 6,22 para R$ 6,58, o que aliviou o desconto patrimonial, elevando o múltiplo P/VP de 0,78 para 0,81. O patrimônio líquido também expandiu para R$ 351,3 milhões. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,07 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 15,92%, reforçando a tese de carrego e valuation atrativo da carteira em meio a um cenário de juros restritivos.
Relatório de 2025-11-28
A concretização da alocação direta em CRI indexado ao CDI e a elevação no pagamento de dividendos ditaram o ritmo do **XPSF11** em novembro de 2025. O fundo utilizou o caixa estratégico do mês anterior para adquirir R$ 5,9 milhões no CRI Lucio (CDI + 1,50%), reduzindo a liquidez para 1% do portfólio e elevando a exposição em crédito para 6%. No mercado secundário, a cota ex-proventos recuou levemente para R$ 6,22, pressionando o múltiplo P/VP para 0,78, o que evidencia um aumento do desconto patrimonial frente a outubro. O patrimônio líquido apresentou expansão, alcançando R$ 343,1 milhões. A distribuição de rendimentos mensais subiu para R$ 0,07 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 14,20%. A reciclagem de portfólio continuou ativa com a venda de ativos somando R$ 2,4 milhões (BRCO11, ALZR11 e PCIP11) e o aumento de posições em fundos descontados ou estruturados, como TEPP11 e LPLP15, reforçando a tese de carrego e valuation atrativo da carteira.
Relatório de 2025-10-30
A elevação estratégica da posição de caixa para R$ 9,6 milhões (2,8% do PL) marcou a gestão tática do **XPSF11** em outubro de 2025, preparando o terreno para uma nova alocação direta em CRI indexado ao CDI prevista para novembro. No mercado secundário, a cota base encerrou o mês cotada a R$ 6,26 (ex-proventos), o que impulsionou o múltiplo P/VP para 0,80, evidenciando um leve fechamento de desconto frente ao mês anterior. O patrimônio líquido registrou um recuo marginal, fixando-se em R$ 340,0 milhões. A distribuição de rendimentos mensais foi mantida no patamar de R$ 0,065 por cota, resultando em um dividend yield anualizado de 15,53%. A reciclagem de portfólio ganhou tração com a venda de ativos que somaram R$ 2,5 milhões (incluindo RBRY11, PCIP11 e ALZR11), superando o volume de alienações do mês anterior, enquanto as compras focaram em fundos de tijolo a preços atrativos, como TEPP11 e JSRE11.
Relatório de 2025-09-30
A valorização da cota no mercado secundário para R$ 6,22 impulsionou o indicador de valuation P/VP do **XPSF11** para 0,79, marcando uma recuperação frente ao mês anterior, enquanto o patrimônio líquido avançou de forma relevante para R$ 341,6 milhões. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,065 por cota, o que resultou em um recuo do yield anualizado para 15,63%, refletindo a reprecificação da cota base. A gestão deu continuidade à estratégia de reciclagem do portfólio com a venda de ativos que somaram R$ 1,1 milhão, alienando posições nos fundos VVMR11, BRCO11 e KORE11. Estrategicamente, o fundo optou por reter liquidez, elevando sua posição de caixa para R$ 7 milhões (2% do PL), visando capturar novas alocações em eventuais cenários de correção de preços. A exposição direta a CRIs recuou levemente para 4%, evidenciando um ajuste tático no carrego da carteira para mitigar riscos e otimizar os rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2025-08-29
A alocação primária de R$ 6,0 milhões no fundo GARE marcou a estratégia de reciclagem de portfólio do mês, impulsionando o patrimônio líquido para R$ 333,1 milhões. O **XPSF11** manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,065 por cota, o que elevou marginalmente o dividend yield anualizado para 16,21% frente aos 16,18% do mês anterior. No mercado secundário, a cotação ex-proventos recuou um centavo, fechando em R$ 6,01, pressionando o indicador de valuation P/VP para 0,78. A gestão deu continuidade à venda de ativos, alienando posições em VVMR11 e GARE11 que somaram R$ 0,5 milhão, direcionando os recursos para a nova aquisição, que agora representa 1,8% do PL. A exposição direta a CRIs teve um leve acréscimo proporcional, passando de 4,2% para 4,3%, mantendo a taxa média de CDI + 2,7%. O cenário de carrego reflete um desconto patrimonial acentuado, exigindo monitoramento dos riscos atrelados à vacância nos fundos investidos.
Relatório de 2025-07-31
A efetivação do guidance com o pagamento de dividendos de R$ 0,065 por cota elevou o dividend yield anualizado do **XPSF11** para 16,18% em julho, consolidando a mudança de patamar de rendimentos mensais. O patrimônio líquido do fundo recuou de R$ 334,9 milhões para R$ 329,7 milhões, acompanhado pela desvalorização da cota no mercado secundário, que passou de R$ 6,08 para R$ 6,02. Apesar da queda nominal, o indicador de valuation P/VP manteve-se estável em 0,79. A gestão deu continuidade à reciclagem da carteira, realizando a venda de ativos como VVMR11 e GARE11 (totalizando R$ 0,5 milhão) para financiar novas alocações táticas, com destaque para a aquisição de R$ 2,0 milhões no fundo RBVI11. A exposição direta a CRIs permaneceu em 4,2%, com taxa média de CDI+2,7%, evidenciando uma postura defensiva frente à manutenção da Selic em 15,0% e à retração de 1,4% do IFIX no período.
Relatório de 2025-06-30
A elevação do guidance de rendimentos mensais para R$ 0,065 por cota a partir de julho marca a virada tática do **XPSF11** neste mês, impulsionada pela reciclagem do portfólio em direção a ativos de crédito. O patrimônio líquido do fundo registrou leve alta, passando de R$ 334,2 milhões para R$ 334,9 milhões, com o valor patrimonial da cota avançando de R$ 7,72 para R$ 7,74. Em contrapartida, a cotação no mercado secundário sofreu retração para R$ 6,08, aprofundando o desconto do P/VP para 0,79 e elevando o dividend yield anualizado para 14,70%. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,06 por cota em junho, mas intensificou a venda de ativos, alienando posições em HGRU11, GARE11 e RBRY11 para alocar R$ 5,0 milhões no CRI Helbor. Com isso, a exposição direta a CRIs saltou de 2,8% para 4,25%, refletindo uma postura defensiva frente aos riscos fiscais e à recente alta da Selic para 15,0%.
Relatório de 2025-05-30
A elevação da alocação direta em CRIs para 2,8% do portfólio, remunerados a CDI + 2,7% ao ano, reflete a estratégia de reciclagem do **XPSF11** frente ao cenário de incertezas fiscais e volatilidade na curva de juros. O patrimônio líquido do fundo avançou para R$ 334,2 milhões no mês, enquanto o valor patrimonial da cota subiu para R$ 7,72. No mercado secundário, a cotação recuou para R$ 6,25, o que impulsionou o dividend yield anualizado para 14,28%, mantendo o pagamento de dividendos estável em R$ 0,06 por cota. O valuation atual sustenta um P/VP de 0,82, evidenciando desconto frente aos ativos subjacentes. A gestão intensificou o giro da carteira com a venda de ativos como HGRU11 e VVMR11, somando R$ 3,5 milhões em desinvestimentos, e realizou novas aquisições táticas nos fundos TEPP11 e BRCO11. A exposição estrutural segue concentrada em cotas de FIIs (95%), com predominância no segmento de recebíveis (38%) e logístico (20%).
Relatório de 2025-04-30
A expansão do patrimônio líquido para R$ 332,5 milhões e a continuidade na estratégia de alocação direta em crédito estruturado marcaram o mês do **XPSF11**. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,06 por cota, enquanto o dividend yield anualizado recuou para 14,09% (frente aos 15,04% do mês anterior), refletindo a valorização da cota de mercado, que subiu para R$ 6,33. O valuation atual aponta um P/VP de 0,82, indicando uma redução no desconto em relação à cota patrimonial, agora em R$ 7,68. A gestão manteve o ritmo de reciclagem da carteira diante do cenário de incerteza macroeconômica, realizando a venda de ativos com baixa expectativa de retorno para alocar em operações mais eficientes em risco-retorno. Neste sentido, o fundo efetivou a compra de R$ 1,0 milhão no CRI Econ, indexado a CDI + 2,00% ao ano. No mercado secundário, o fundo realizou desinvestimentos nos fundos VVMR11, BTHF11 e VISC11, somando R$ 1,1 milhão em vendas. A exposição estrutural permanece concentrada em cotas de FIIs (96%), com a fatia interna de fundos de papel (CRI) mantida em 38%, seguida pelo segmento logístico (20%).
Relatório de 2025-03-31
A expansão do patrimônio líquido para R$ 324,3 milhões e o novo aporte no CRI HBR – Hotel W ditaram o ritmo do **XPSF11** neste mês. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,06 por cota, enquanto o dividend yield anualizado recuou levemente para 15,04% frente aos 15,57% do mês anterior. O valuation atual reflete um P/VP de 0,80, indicando desconto da cota de mercado (R$ 5,95) em relação à cota patrimonial (R$ 7,49). A gestão deu continuidade à reciclagem da carteira, realizando a venda de ativos que apresentavam prejuízo caixa para alocar em operações de crédito direto, efetivando a compra de R$ 2,0 milhões no CRI HBR (CDI + 3,00% ao ano). No mercado secundário, o fundo realizou desinvestimentos nos fundos VVMR11 e VISC11, somando R$ 1,0 milhão em vendas. A exposição estrutural permanece concentrada em cotas de FIIs (97%), com a fatia de fundos de papel (CRI) subindo de 37% para 38%, seguida pelo segmento logístico (19%).