Relatório de 2026-03-31
A expressiva elevação no valor médio das diárias para R$ 372 impulsionou o RevPar do **APTO11** para R$ 271 em março de 2026, consolidando a recuperação operacional mesmo com a taxa de ocupação estabilizada em 73%. Esse desempenho operacional robusto elevou a geração de caixa mensal para R$ 0,10 por cota, superando significativamente os R$ 0,07 do período anterior. Com isso, o pagamento de dividendos de R$ 0,08 por cota foi integralmente suportado pelas receitas do mês, permitindo ainda recompor a reserva de lucros para R$ 0,03 por cota. No mercado secundário, a cota de mercado recuou para R$ 8,31, ampliando o desconto em relação ao valor patrimonial por cota, que subiu levemente para R$ 9,79. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o carrego atual da carteira de crédito (79% indexada ao IPCA + 9,0% e 21% ao CDI + 3,1%) e a estrutura de capital com alavancagem de R$ 12,1 milhões atrelada ao IPCA + 6% a.a. são fatores determinantes para a análise de risco e retorno.
Relatório de 2026-02-28
A retomada nos patamares das diárias impulsionou a recuperação operacional do **APTO11** neste mês, revertendo parte da forte retração sazonal observada no início do ano. A taxa de ocupação dos imóveis avançou de 66% para 73%, refletindo diretamente em um RevPar de R$ 248, o que representa um salto de 23% frente a janeiro. Apesar da melhora na ponta imobiliária, a geração de caixa mensal recuou para R$ 0,07 por cota. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,08 por cota, o fundo consumiu parte de sua reserva de lucros, que agora se encontra em R$ 0,01 por cota. Sob a ótica de valuation e carrego, a cota patrimonial manteve-se estável em R$ 9,78, enquanto a cota de mercado sofreu desvalorização, encerrando o período a R$ 8,51. A estrutura de capital segue inalterada, mantendo o passivo de R$ 12,1 milhões atrelado a IPCA+6% a.a., exigindo monitoramento contínuo frente à nova dinâmica de rendimentos mensais.
Relatório de 2026-01-31
A forte retração sazonal na operação física ditou o ritmo do **APTO11** neste início de ano, culminando no corte do pagamento de dividendos para R$ 0,08 por cota. A taxa de ocupação dos imóveis despencou de 81% no trimestre anterior para 66% em janeiro de 2026, arrastando o RevPar para R$ 202. Apesar da piora imobiliária justificada pela sazonalidade paulistana, a geração de caixa subiu para R$ 0,08 por cota, alinhando-se ao novo patamar de distribuição e preservando a reserva de lucros em R$ 0,02. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena sob a ótica de valuation e carrego, a cota patrimonial apresentou leve alta para R$ 9,78, acompanhada pela valorização da cota de mercado para R$ 8,62. A estrutura de capital permanece como foco de monitoramento, com o passivo de R$ 12,1 milhões indexado a IPCA+6% a.a. exigindo atenção contínua frente à nova dinâmica de receitas e rendimentos mensais.
Relatório de 2025-12-31
A retração operacional nos ativos físicos marcou o encerramento do ano para o **APTO11**, evidenciada pela queda da taxa de ocupação para 81% e do RevPar para R$ 267 no quarto trimestre, revertendo a alta observada no período anterior. Apesar da piora na ponta imobiliária, a gestão sustentou o pagamento de dividendos em R$ 0,09 por cota. Essa decisão exigiu novo consumo do saldo acumulado, visto que a geração de caixa permaneceu estável em R$ 0,07, reduzindo a reserva de lucros para apenas R$ 0,02 por cota. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena com base no carrego e valuation, a cota patrimonial recuou marginalmente para R$ 9,76, enquanto a cota de mercado avançou para R$ 8,47. A estrutura de capital segue como principal ponto de atenção intrínseco, mantendo o passivo de R$ 12,1 milhões atrelado a IPCA+6% a.a., exigindo monitoramento contínuo do fluxo de caixa frente ao esgotamento das reservas de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-11-30
A forte recuperação operacional na ponta imobiliária marcou o desempenho do **APTO11** neste mês, com o RevPar saltando de R$ 240 para R$ 311 e a taxa de ocupação atingindo 89%, revertendo a contração sazonal do período anterior. Apesar dessa melhora nos ativos físicos, o resultado de caixa gerado recuou de R$ 0,08 para R$ 0,07 por cota. Para os investidores focados no pagamento de dividendos e que avaliam descritivamente se o ativo vale a pena, a gestão optou por manter os rendimentos mensais em R$ 0,09 por cota. Essa decisão consumiu parte da reserva do fundo, reduzindo o saldo de lucros acumulados a pagar de R$ 0,06 para R$ 0,04 por cota. No aspecto de valuation e patrimônio, a cota patrimonial permaneceu inalterada em R$ 9,77, enquanto a cota de mercado registrou um leve avanço para R$ 8,44. O monitoramento de riscos segue estritamente concentrado na estrutura de capital, que mantém um passivo de R$ 12,1 milhões atrelado a IPCA+6% a.a., cujo período de carência de 3 anos já foi superado, exigindo atenção ao fluxo de amortização.
Relatório de 2025-10-31
A contração sazonal no setor hoteleiro paulistano ditou o ritmo operacional do **APTO11** neste mês, com o RevPar recuando para R$ 240 e a taxa de ocupação caindo para 75%. Apesar do arrefecimento na ponta imobiliária, justificado pela ausência de eventos que impulsionaram o 3T25, o resultado de caixa por cota avançou para R$ 0,08. Para os investidores focados no pagamento de dividendos e que ponderam se o ativo vale a pena, a gestão sustentou a distribuição em R$ 0,09 por cota, complementada por um saldo de R$ 0,06 por cota em lucros acumulados a pagar. No aspecto de valuation, a cota patrimonial registrou leve alta para R$ 9,77, enquanto a cota de mercado ajustou-se para R$ 8,42. A estrutura de capital mantém o passivo de R$ 12,1 milhões atrelado a IPCA+6% a.a., exigindo monitoramento contínuo após o fim do período de carência.
Relatório de 2025-09-30
A venda de uma unidade no It Style Home e a recuperação do RevPar ditaram o ritmo do **APTO11** neste mês de referência. Na frente de desinvestimentos, a alienação gerou uma TIR de 9%, enquanto o pré-pagamento do CRI Almeida Jr. rebalanceou a carteira, reduzindo a exposição em crédito para 61% e elevando o caixa para 4%. Operacionalmente, a ocupação hoteleira manteve-se no patamar de 88%, mas o RevPar avançou para R$ 296, revertendo a contração anterior e registrando alta de 1% frente ao 2T25. Para os cotistas focados no pagamento de dividendos e que avaliam se o ativo vale a pena, a gestão manteve a distribuição em R$ 0,09 por cota, suportada por um resultado operacional estabilizado em R$ 0,07 por cota e consumo de reservas. No valuation, a cota patrimonial sofreu leve desvalorização para R$ 9,75, mantendo a cota de mercado inalterada em R$ 8,48. O passivo de R$ 12,1 milhões atrelado ao CRI (IPCA+6% a.a.) segue no radar como risco intrínseco após o fim da carência.
Relatório de 2025-08-31
A compressão na geração de caixa para R$ 0,07 por cota marcou o mês de agosto de 2025 para o **APTO11**, recuando frente aos R$ 0,10 registrados no mês anterior. Apesar da queda no resultado operacional, a gestão manteve o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,09 por cota, consumindo parte da reserva de lucros, que agora se encontra em R$ 0,09 por cota (com R$ 0,08 adicionais a pagar). Na frente de desinvestimentos, a venda de ativos trouxe alívio, com a alienação de uma unidade no Clarion Faria Lima gerando uma TIR de 13%. Operacionalmente, a ocupação hoteleira saltou para 88%, elevando o RevPar para R$ 278 no comparativo com a baseline, embora a gestão aponte uma contração de 5% frente ao 2T25 devido à sazonalidade. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os indicadores de valuation mostram a cota patrimonial com leve ajuste negativo para R$ 9,79, enquanto a cota de mercado subiu para R$ 8,48. A alocação estrutural teve ajustes marginais: a exposição em crédito recuou para 62% e a posição de caixa subiu para 3%. O passivo de R$ 12,1 milhões atrelado ao CRI (IPCA+6% a.a.) continua como o principal risco intrínseco, exigindo atenção contínua com o fim do período de carência de 3 anos.
Relatório de 2025-07-31
A recuperação na geração de caixa marcou o mês de julho de 2025 para o **APTO11**, saltando de R$ 0,04 para R$ 0,10 por cota, impulsionada pela reversão da linha negativa de ganho de capital e pelo aumento nas receitas de juros de CRIs. Apesar dessa melhora operacional, o pagamento de dividendos foi ajustado para baixo no comparativo mensal, passando de R$ 0,10 para R$ 0,09 por cota, enquanto a reserva de lucros se manteve preservada em R$ 0,10 por cota. Na alocação estrutural do portfólio, a gestão aprofundou a exposição em crédito, que subiu de 57% para 63%, consumindo a posição de caixa que recuou para 2%. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os indicadores de valuation mostraram uma leve valorização da cota patrimonial, que atingiu R$ 9,80, mantendo a cota de mercado estável em R$ 8,42. No segmento hoteleiro, a sazonalidade paulistana pressionou os indicadores: a ocupação estabilizou em 80%, mas o RevPar sofreu uma contração para R$ 253. O passivo de R$ 12,1 milhões atrelado ao CRI segue no radar de riscos intrínsecos, exigindo atenção contínua após o fim do período de carência de 3 anos.
Relatório de 2025-06-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,10 por cota marcou a dinâmica do **APTO11** em junho de 2025, contrastando com a forte retração na geração de caixa, que despencou de R$ 0,15 para R$ 0,04 por cota no comparativo mensal. Essa compressão no resultado financeiro foi pressionada por uma linha negativa de ganho de capital na ordem de R$ 159 mil. Para sustentar a distribuição, a gestão consumiu parte da reserva de lucros, que agora repousa em R$ 0,10 por cota. Na ponta operacional, a eficiência hoteleira demonstrou recuperação: a taxa de ocupação avançou para 80% e o RevPar subiu para R$ 273. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, os indicadores de valuation apresentaram leve deságio, com a cota patrimonial recuando para R$ 9,76 e a cota de mercado para R$ 8,42. Estruturalmente, a carteira ajustou sua exposição, elevando a parcela de crédito para 57% e reduzindo o caixa para 8%, enquanto o passivo atrelado ao CRI permaneceu em R$ 12,1 milhões, exigindo monitoramento contínuo devido ao fim do período de carência de 3 anos iniciado em agosto de 2021.
Relatório de 2025-05-30
A retração na eficiência operacional hoteleira marcou o desempenho do **APTO11** em maio de 2025, com a taxa de ocupação recuando de 90% para 79% e o RevPar caindo para R$ 268, ante os R$ 336 registrados no mês anterior. Apesar da piora na ponta imobiliária, a geração de caixa do portfólio avançou de R$ 0,12 para R$ 0,15 por cota. A gestão optou por manter o pagamento de dividendos em R$ 0,09 por cota, estratégia que permitiu elevar a reserva de rendimentos mensais a pagar para robustos R$ 0,14 por cota, conferindo maior previsibilidade para as próximas distribuições. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, a dinâmica de valuation mostrou leve alta: a cota patrimonial passou de R$ 9,75 para R$ 9,79, enquanto a cota de mercado permaneceu estável em R$ 8,56. Na alocação estrutural, a exposição a crédito caiu para 55%, a parcela de imóveis subiu para 35% e o caixa atingiu 10%. O passivo atrelado ao CRI oscilou para R$ 12,1 milhões, mantendo a necessidade de monitoramento da alavancagem após o fim do período de carência.
Relatório de 2025-04-30
A expansão da eficiência operacional hoteleira ditou o ritmo do **APTO11** em abril de 2025, impulsionando a taxa de ocupação para 90% e elevando o RevPar a R$ 336, um salto expressivo em relação aos R$ 299 do mês anterior. Essa performance refletiu diretamente na geração de caixa, que avançou de R$ 0,10 para R$ 0,12 por cota. A gestão optou por manter o pagamento de dividendos em R$ 0,09 por cota, o que permitiu encorpar a reserva de rendimentos mensais a pagar para R$ 0,09 por cota, conferindo maior previsibilidade para os próximos meses. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, a dinâmica de valuation mostrou leve recuperação: a cota patrimonial subiu para R$ 9,75, enquanto a cota de mercado acompanhou o movimento, alcançando R$ 8,56. Na alocação estrutural, o portfólio reduziu marginalmente a exposição a crédito para 58% e imóveis para 34%, elevando a posição de caixa para 8%. Do lado dos riscos, o passivo atrelado ao CRI (IPCA + 6% a.a.) atingiu a marca de R$ 12,0 milhões, exigindo monitoramento contínuo do serviço da dívida após o fim de sua carência de três anos.