Relatório de 2026-04-30
A expansão contínua da carteira de recebíveis marcou a dinâmica do **AZPL11** neste mês, com a alocação em ativos de crédito atingindo 64,8% do patrimônio líquido. Esse movimento reflete a utilização de caixa livre e a contratação de operações compromissadas para maximizar resultados, elevando a exposição em relação aos 57,6% do período anterior. A rentabilidade média da parcela de crédito permaneceu estável, entregando um carrego de CDI + 3,10% ao ano e IPCA + 11,10% ao ano. No segmento de tijolo, a vacância física segue zerada, com os galpões de Cajamar e Jandira 100% ocupados, garantindo a previsibilidade dos rendimentos mensais e sustentando o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,075 por cota. A liquidez no mercado secundário apresentou uma leve retração, registrando um volume médio diário de R$ 676 mil. Do lado do passivo, a alavancagem atrelada ao CRI Jandira continuou sua trajetória de amortização, com o saldo devedor recuando para R$ 19,4 milhões. O principal risco intrínseco do portfólio imobiliário permanece inalterado, com uma forte concentração de vencimentos (54,0%) e revisionais (66,6%) programada para 2026, exigindo monitoramento ativo da gestão para mitigar riscos de desocupação.
Relatório de 2026-03-31
A alocação de caixa em novos ativos de crédito impulsionou a rentabilidade e a exposição do fundo neste mês, alterando a dinâmica de carrego observada no período anterior. O **AZPL11** registrou um aumento substancial na participação de sua carteira de recebíveis, que saltou de 49,4% para 57,6% do patrimônio líquido, reflexo direto de novos investimentos realizados pela gestão. Esse movimento gerou um carrego mais atrativo, revertendo a compressão anterior e elevando a rentabilidade média da parcela pós-fixada para CDI + 3,10% ao ano, enquanto a trancha indexada à inflação subiu para IPCA + 11,10% ao ano. No portfólio de galpões, a vacância física permanece zerada, garantindo estabilidade operacional, e o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,075 por cota, reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais. A liquidez no mercado secundário apresentou leve recuo, registrando volume médio diário de R$ 690 mil. Do lado do passivo, a alavancagem atrelada ao CRI Jandira continuou sua trajetória de amortização, com o saldo devedor caindo para R$ 19,6 milhões. O principal risco intrínseco segue sendo a forte concentração de vencimentos (54,0%) e revisionais (66,6%) programada para 2026, exigindo monitoramento ativo para mitigar riscos de desocupação.
Relatório de 2026-02-28
A negociação revisional no ativo Jandira, que cravou um leasing spread positivo de 22,4% sobre metade da área bruta locável (ABL) do galpão, ditou o ritmo operacional do **AZPL11** neste mês, reforçando a tese de adequação dos aluguéis às condições de mercado. Na vertente de carrego, a alocação em crédito imobiliário recuou para 49,4% do patrimônio líquido total, reflexo direto das amortizações registradas no período. Esse movimento foi acompanhado por uma nova compressão na rentabilidade média da parcela pós-fixada, que cedeu de CDI + 2,96% para CDI + 2,88% ao ano, enquanto a trancha indexada à inflação permaneceu inalterada em IPCA + 10,87%. A liquidez no mercado secundário manteve viés de alta, atingindo um volume médio diário de R$ 697 mil, o que favorece a negociação das cotas. O pagamento de dividendos seguiu estável em R$ 0,075 por cota, mantendo a previsibilidade dos rendimentos mensais. Do lado do passivo, a alavancagem atrelada ao CRI Jandira apresentou leve redução, com o saldo devedor caindo para R$ 19,8 milhões. Apesar da vacância física zerada sustentar o valuation atual, o fundo enfrenta um risco intrínseco relevante: a forte concentração de vencimentos (54,0%) e revisionais (66,6%) programada para 2026, exigindo monitoramento ativo da gestão para evitar desocupações.
Relatório de 2026-02-11
Reavaliação patrimonial de ativos do **AZPL11** é realizada para adequação ao valor justo. O Banco Daycoval S.A., na qualidade de administrador do **AZPL11**, comunicou que os ativos do fundo foram remarcados com data-base de 31 de dezembro de 2025, resultando no recálculo do valor patrimonial da cota para refletir o valor de mercado atualizado dos imóveis.
Relatório de 2026-01-30
A reavaliação anual do portfólio de tijolo, que resultou em uma valorização de 1,25% nos ativos imobiliários, marcou o início de 2026 para o **AZPL11**, compensando o leve recuo no valor da cota na B3, que fechou o mês ancorada em R$ 7,70. No carrego da carteira, a alocação em crédito imobiliário recuou para 51,7% do patrimônio líquido (ante 53,8% no mês anterior), acompanhada por uma leve compressão na taxa média atrelada ao CDI, que passou de CDI + 3,03% para CDI + 2,96% ao ano. A parcela indexada à inflação permaneceu estável em IPCA + 10,87%. A liquidez no mercado secundário manteve sua trajetória de alta, registrando um volume médio diário de R$ 659 mil. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,075 por cota, garantindo a previsibilidade dos rendimentos mensais aos cotistas. Do lado do passivo, a alavancagem atrelada ao CRI Jandira seguiu seu cronograma de amortização, reduzindo o saldo devedor para R$ 19,9 milhões. O valuation do fundo reflete um cenário de estabilidade física, com vacância zerada, mas exige atenção aos riscos intrínsecos gerados pela agenda de revisionais e vencimentos de contratos fortemente concentrada neste ano.
Relatório de 2025-12-31
A recuperação da liquidez no mercado secundário e a estabilização da vacância física em zero ditaram o ritmo do **AZPL11** no fechamento de 2025. O volume médio diário negociado saltou de R$ 494 mil para R$ 654 mil, indicando maior apetite dos investidores pelas cotas na B3, cujo valor de fechamento permaneceu ancorado em R$ 7,73. No carrego da carteira, a parcela de crédito sofreu um ajuste marginal, passando a representar 53,8% do patrimônio líquido (ante 53,9% no mês anterior), com a taxa média recuando levemente para CDI + 3,03% ao ano, enquanto a parcela atrelada à inflação cravou IPCA + 10,87%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,075 por cota, reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais. No portfólio de tijolo, a gestão destacou que o prêmio de 20,8% obtido nas locações recentes do ativo Jandira terá seu reflexo financeiro percebido apenas ao longo de 2026. Paralelamente, a alavancagem atrelada ao CRI Jandira manteve seu cronograma de amortização, reduzindo o saldo devedor no balanço para R$ 20,2 milhões.
Relatório de 2025-11-28
A comercialização da área remanescente de 1.943 m² no galpão de Jandira marcou o retorno do **AZPL11** à ocupação física total (100%), superando a vacância de 4,3% registrada no mês anterior. As novas locações foram fechadas com um prêmio de 20,8%, reforçando a tese de defasagem dos aluguéis anteriores e impulsionando a receita imobiliária. No carrego do portfólio de crédito, a participação no patrimônio líquido recuou levemente para 53,9%, com a rentabilidade média ajustada para CDI + 3,05% ao ano e IPCA + 10,87% ao ano. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,075 por cota, sustentando os rendimentos mensais. No mercado secundário, o valuation apresentou retração: o valor da cota na B3 caiu para R$ 7,73 e a liquidez média diária sofreu uma redução expressiva, passando de R$ 817 mil para R$ 494 mil. A alavancagem do fundo, atrelada ao CRI Jandira, seguiu seu cronograma com o início da amortização full em novembro de 2024, reduzindo o saldo devedor para R$ 20,3 milhões.
Relatório de 2025-10-31
A rescisão antecipada de um contrato de locação no galpão de Jandira alterou a dinâmica operacional do **AZPL11** neste mês, elevando a vacância física de zero para 4,3% (ocupação de 95,7%). Contudo, a gestão demonstrou agilidade ao re-alugar 50% dessa área vaga já no início de novembro com um prêmio de 20,8% sobre o aluguel anterior, validando a tese de que os ativos de tijolo possuem alta liquidez e estavam com valores defasados. No carrego do portfólio de crédito, que agora representa 54,6% do patrimônio líquido (queda frente aos 57,2% anteriores devido a amortizações antecipadas), a rentabilidade média ajustou-se levemente para CDI + 3,06% ao ano. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,075 por cota, sustentando a atratividade dos rendimentos mensais. No mercado secundário, o valuation refletiu maior tração: a cotação na B3 avançou para R$ 7,76 e a liquidez média diária saltou para R$ 817 mil, mitigando riscos de saída para os investidores. A alavancagem atrelada ao CRI Jandira seguiu seu cronograma de amortização, recuando para R$ 20,5 milhões.
Relatório de 2025-09-30
A quitação da parcela final de R$ 23,0 milhões referente ao Galpão Cajamar marcou o mês de setembro para o **AZPL11**, consolidando a alocação em tijolo em 42,8% do patrimônio líquido. Em paralelo, a exposição aos ativos de crédito recuou levemente de 58,8% para 57,2%, com a taxa média apresentando um ganho marginal para CDI + 3,08% ao ano. Os rendimentos mensais distribuídos alcançaram R$ 0,075 por cota, alinhando-se ao guidance projetado pela gestão e superando os R$ 0,070 do mês anterior, impulsionados pela forte contribuição do fundo AZPE. No mercado secundário, o valor da cota na B3 registrou leve alta para R$ 7,67, mantendo a liquidez média diária estabilizada na faixa de R$ 626 mil. A vacância física permanece zerada nos galpões logísticos, enquanto o passivo atrelado ao CRI Jandira foi amortizado para R$ 20,7 milhões, evidenciando um carrego de alavancagem sob controle. O valuation atual reflete a transição bem-sucedida do portfólio, mesclando a estabilidade da distribuição imobiliária com a arbitragem de juros do crédito estruturado.
Relatório de 2025-08-29
A alocação acelerada dos recursos da 3ª emissão transformou o perfil do **AZPL11**, elevando a exposição em ativos de crédito para 58,8% do patrimônio líquido e impulsionando a taxa média da carteira para CDI + 3,06% ao ano. No comparativo mensal, o pagamento de dividendos recuou para R$ 0,07 por cota em agosto, refletindo o período de transição e integralização de cotas do fundo AZPE. Contudo, a gestão projeta uma estabilização dos rendimentos mensais na faixa de R$ 0,075 a R$ 0,080 para os próximos meses. O valor da cota na B3 apresentou leve valorização, atingindo R$ 7,65, acompanhado por um aumento na liquidez média diária, que subiu para R$ 626 mil. No portfólio físico, a vacância permanece zerada nos galpões de Cajamar e Jandira. O fundo encerrou o mês com R$ 28,6 milhões em caixa, montante reservado para a quitação da parcela final de aquisição do Galpão Cajamar, programada para setembro de 2025. O passivo atrelado ao CRI Jandira recuou marginalmente para R$ 20,9 milhões, mantendo a alavancagem controlada.
Relatório de 2025-08-11
O fundo **AZPL11** anunciou a celebração de documentos irrevogáveis e irretratáveis para a aquisição da totalidade das cotas do fundo AZPE11 pelo preço total de R$ 126.360.691,41. A conclusão da transação ocorrerá mediante a compensação de créditos dos vendedores com a subscrição e integralização de 16.803.283 novas cotas no âmbito da 3ª emissão de cotas do **AZPL11**, eliminando a necessidade de desembolso inicial de caixa disponível.
Esta transação de aquisição de ativos está alinhada com a política de investimentos do **AZPL11** e tem como objetivo auferir rendimentos imobiliários para o portfólio. O administrador estima que a operação gerará um impacto positivo recorrente no resultado mensal do fundo, refletindo diretamente no potencial de pagamento de dividendos aos cotistas.
Relatório de 2025-07-31
A conclusão da 3ª emissão de cotas, que captou R$ 177,8 milhões, reconfigura a dinâmica de alocação e projeção de rendimentos do **AZPL11**. No comparativo mensal, o pagamento de dividendos recuou de R$ 0,09 para R$ 0,08 por cota em julho, refletindo a transição do portfólio. Contudo, a gestão projeta uma elevação futura para o patamar de R$ 0,09 por cota após a alocação dos novos recursos em operações de CRI e aquisição de estoque com opção de recompra. O valor da cota na B3 avançou para R$ 7,55, enquanto a liquidez média diária sofreu leve retração para R$ 595 mil. A carteira de CRIs reduziu marginalmente sua representatividade para 33,5% do patrimônio líquido, mas apresentou melhora na taxa média, que passou para CDI + 1,75% a.a., otimizando o carrego. No passivo, o saldo devedor do CRI Jandira recuou para R$ 21,0 milhões, e o fundo segue com a obrigação de R$ 22,8 milhões a pagar em setembro de 2025 referente ao Galpão Cajamar. A vacância física permanece zerada, com 100% de ocupação, e a gestão iniciou discussões de valor de locação para 20% da ABL, fatores essenciais para o valuation do ativo.
Relatório de 2025-07-18
O fundo **AZPL11** anunciou a realização de sua 3ª emissão de cotas sob o rito de registro automático, voltada exclusivamente para investidores qualificados, com o objetivo de captar inicialmente R$ 190.000.005,00. Os recursos líquidos captados com a oferta serão destinados pelo fundo para a aquisição de novos ativos imobiliários, em alinhamento com sua política de investimentos prevista em regulamento.
A oferta do **AZPL11** possui preço de emissão fixado em R$ 7,50 por cota, acrescido de uma taxa de distribuição primária de R$ 0,02, totalizando um preço de subscrição de R$ 7,52 por cota. O cronograma prevê o início do período de exercício do direito de preferência para 25 de julho de 2025, com encerramento previsto para agosto de 2025.
Relatório de 2025-06-30
A proximidade do pagamento da última parcela do seller's finance do Galpão Cajamar, agendada para setembro de 2025, marca um ponto de inflexão para o **AZPL11**, com a gestão já sinalizando oficialmente uma redução nas distribuições de dividendos no segundo semestre. No comparativo mensal, o valor da cota negociada na B3 apresentou valorização, passando de R$ 7,32 para R$ 7,45, enquanto a liquidez média diária recuou de R$ 773 mil para R$ 613 mil. A operação de carrego de ativos manteve a estabilidade na geração de caixa, sustentando o pagamento de rendimentos mensais em R$ 0,09 por cota, ancorado por uma vacância física que permanece zerada. O portfólio de CRIs, que agora representa 34,0% do patrimônio líquido (ante 33,5% no mês anterior), registrou leve compressão na taxa média para CDI + 1,72% a.a., mas segue beneficiando o dividend yield do fundo. Do lado do passivo, o saldo devedor do CRI Jandira foi reportado em R$ 21,2 milhões (aumento frente aos R$ 20,2 milhões anteriores), indexado ao IPCA + 7,60% a.a., mantendo a estrutura de alavancagem sob monitoramento contínuo em meio ao cenário macroeconômico.
Relatório de 2025-05-30
O salto na liquidez diária para R$ 773 mil marcou a negociação do **AZPL11** em maio de 2025, superando a média do mês anterior, enquanto o valor da cota ajustou-se levemente para R$ 7,32. A gestão manteve a previsibilidade nos rendimentos mensais, com o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,09 por cota, suportado pela vacância zero nos galpões logísticos localizados no raio de 40km de São Paulo. Na alocação de capital, a parcela de CRIs subiu marginalmente para 33,5% do patrimônio líquido, embora a taxa média tenha comprimido de CDI + 1,84% para CDI + 1,73% ao ano. Do lado do passivo, o fundo amortizou parte do CRI Jandira, reduzindo o saldo devedor para R$ 20,2 milhões, e segue monitorando a obrigação de R$ 22,8 milhões atrelada ao Galpão Cajamar com vencimento em setembro de 2025. O carrego de ativos demonstra resiliência operacional, com 100% de ocupação e contratos integralmente indexados ao IPCA, mitigando riscos de curto prazo na receita imobiliária.
Relatório de 2025-04-30
A estabilização do valor da cota em um novo patamar de R$ 7,34 e a normalização da liquidez diária marcaram a dinâmica do **AZPL11** em abril de 2025. Após o pico atípico de negociações no mês anterior, o volume médio recuou para aproximadamente R$ 500 mil diários, alinhando-se à média histórica do fundo. No aspecto operacional, a carteira de galpões logísticos manteve sua resiliência com vacância zero, garantindo a previsibilidade no pagamento de dividendos, que permaneceu em R$ 0,09 por cota (dividend yield anualizado de 11,05%). A parcela de CRIs no patrimônio líquido apresentou leve retração, passando de 34,2% para 33,3%, com a taxa média de rentabilidade ajustando-se marginalmente para CDI + 1,84% ao ano. Do lado das obrigações, o fundo segue administrando o passivo de R$ 22,8 milhões atrelado ao Galpão Cajamar, com vencimento em setembro de 2025, além do saldo devedor do CRI Jandira, que agora figura em R$ 20,4 milhões. A gestão preserva o carrego de ativos concentrados no raio de 40km de São Paulo, monitorando os vencimentos contratuais e os riscos de alavancagem de curto prazo.
Relatório de 2025-03-31
A expressiva valorização de 14,6% no valor de mercado da cota, que saltou de R$ 6,36 para R$ 7,29, protagonizou o mês de março de 2025 para o **AZPL11**. Esse movimento de reprecificação foi acompanhado por um salto de 51% no volume médio diário de negociações, atingindo R$ 847 mil e conferindo maior liquidez ao ativo no mercado secundário. No aspecto operacional, a gestão manteve a estabilidade da carteira física com 100% de ocupação nos galpões logísticos e preservou o patamar de pagamento de dividendos em R$ 0,09 por cota. A alocação em CRIs sofreu um leve ajuste marginal, passando a representar 34,2% do patrimônio líquido (ante 35,0% no mês anterior), com a taxa média de carrego recuando sutilmente para CDI + 1,85% ao ano. Do lado do passivo, o fundo segue com o compromisso de R$ 22,8 milhões referente à aquisição do Galpão Cajamar, com vencimento programado para setembro de 2025, além do saldo devedor de R$ 20,6 milhões do CRI Jandira atrelado ao IPCA. O cenário atual reflete um carrego previsível dos ativos localizados no raio de 40km de São Paulo, enquanto o fundo monitora suas obrigações financeiras de curto e médio prazo.