Relatório de 2026-05-25
O fundo de investimento imobiliário **FATN11** anuncia a aprovação e o cronograma de sua 7ª emissão de cotas, com o objetivo de captar até R$ 300 milhões. A oferta pública de distribuição primária é destinada a investidores em geral e ocorrerá sob o regime de melhores esforços de colocação.
A administradora do **FATN11** estabeleceu o preço de emissão de R$ 100,00 por cota, que inclui um custo unitário de distribuição de R$ 0,80. Para que a emissão prossiga, é necessária a subscrição mínima de 300.000 cotas, equivalentes a R$ 30 milhões. O direito de preferência será garantido aos investidores com posição na data-base de 28 de maio de 2026, com fator de proporção fixado em 0,4729037202705.
Relatório de 2026-03-31
O avanço de 21,58% na liquidez no mercado secundário e a expansão do patrimônio líquido para R$ 579,6 milhões marcaram a dinâmica do **FATN11** neste mês, contrastando com o aumento sazonal das despesas operacionais. Diferente do alívio de custos visto no fechamento anterior, as despesas saltaram 13,23% em março, impulsionadas por serviços advocatícios e laudos de avaliação. Por outro lado, a receita de locação cresceu 2,34%, atingindo R$ 6,11 milhões, sustentada pelo início de novos contratos em edifícios como Brasif e Monterey, além da normalização de recebimentos atrasados. A vacância física permaneceu estagnada no patamar otimizado de 1,51%, embora transições de locatários no Edifício Arandu tenham gerado vacância financeira pontual. O pagamento de dividendos foi cravado novamente em R$ 0,80 por cota, garantindo a estabilidade dos rendimentos mensais. Para a análise de carrego e valuation do ativo, a alavancagem via CRI recuou de 8,41% para 8,13% do PL, mitigando riscos de curto prazo sem a necessidade de venda de ativos. A base de cotistas também acompanhou o ritmo de expansão, crescendo 4,25% e ultrapassando a marca de 28 mil investidores.
Relatório de 2026-02-28
A aquisição do Edifício Arco do Triunfo, adicionando 4.135 m² de ABL ao portfólio para um projeto de retrofit, e o salto de 9,27% nas receitas de locação redefiniram a dinâmica do **FATN11** neste mês. Diferente da forte pressão de custos vista no fechamento anterior, as despesas operacionais recuaram 10,33%, aliviando o caixa após os gastos recentes com benfeitorias. O patrimônio líquido do fundo expandiu para R$ 572,4 milhões, enquanto o valor patrimonial da cota sofreu um leve ajuste para R$ 96,56. A vacância física do portfólio consolidado recuou para 1,51%, demonstrando absorção eficiente, embora a transição de locatários em cinco edifícios tenha gerado vacância financeira pontual. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais aos cotistas. No mercado secundário, a liquidez avançou 12,56%, atingindo R$ 40,6 milhões em volume negociado, o que impulsionou a base para 26.876 investidores. Para quem analisa o carrego e o valuation do ativo, a alavancagem via CRI permanece controlada em 8,41% do PL, sem necessidade de venda de ativos para honrar o serviço da dívida no curto prazo.
Relatório de 2026-02-20
O fundo **FATN11** anunciou a assinatura de uma promessa de compra e venda referente a um edifício comercial localizado na Avenida Angélica, 745, em São Paulo, com área bruta locável de 4.135 m² distribuída em 14 pavimentos e térreo. O plano operacional consiste em submeter o imóvel a obras imediatas de retrofit e estruturação de fit-out para locação flexível multiusuário, com cronograma estimado de execução e ocupação gradativa de 8 meses.
A engenharia financeira estruturada pelo **FATN11** compreende o pagamento de R$ 22.537.351,93 em caixa (sendo 20,6% pagos como sinal e o saldo remanescente com vencimento em abril de 2026 ajustado pela taxa DI), além de R$ 8.537.000,00 liquidados em cotas da 6ª emissão do fundo a partir de março de 2026 e cessão de direitos construtivos. Não são previstas oscilações relevantes no pagamento de dividendos recorrentes durante a fase de obras.
Relatório de 2026-02-04
O fundo de investimento imobiliário **FATN11** anunciou a aquisição de doze escritórios e respectivas vagas de garagem localizados em São Paulo, totalizando 2.295,98 m² de área bruta locável (ABL). O investimento total, englobando a aquisição dos imóveis e a execução de obras, totaliza R$ 45.736.676,94, sendo que 87,29% deste montante foi quitado por meio da entrega de cotas da 6ª emissão do fundo, com o saldo remanescente parcelado em 60 prestações mensais.
A operação projeta uma receita de locação estimada de R$ 361.000,00 por mês, o que representa um cap rate de aproximadamente 10% ao ano. Segundo o administrador, como grande parte do pagamento foi estruturada por meio de integralização em cotas, não são esperadas alterações significativas no fluxo de pagamento de dividendos mensais por cota do **FATN11** decorrentes desta transação.
Relatório de 2026-01-31
A expansão do portfólio com novas aquisições e o aumento expressivo nas despesas operacionais marcaram a transição de ano do **FATN11**. O fundo registrou um crescimento em seu patrimônio líquido, que saltou para R$ 563 milhões, elevando o valor patrimonial da cota para R$ 96,59. A estratégia de alocação resultou na aquisição de 2.205,99 m² distribuídos em quatro edifícios (Concorde, GBC, Banco Mercantil e Brasilinterpart), impulsionando a receita de locação em 6,07%. Em contrapartida, a linha de custos sofreu forte pressão: as despesas dispararam 64,28% no mês, reflexo direto do pagamento de corretagens e personalizações solicitadas por locatários. A vacância física apresentou leve piora, passando de 1,6% para 2,53%, com a inclusão do conjunto 31 do Ed. Brasif, embora a gestão já tenha reportado nova locação para o espaço. Apesar do aumento nos custos e da vacância financeira pontual gerada pela transição de locatários em cinco edifícios, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, garantindo a previsibilidade dos rendimentos mensais. No mercado secundário, a liquidez seguiu resiliente, somando R$ 36,1 milhões em volume negociado, o que ajudou a expandir a base para mais de 25 mil investidores, sem a necessidade de venda de ativos no período.
Relatório de 2025-12-31
A reavaliação anual do portfólio imobiliário ditou a dinâmica de fechamento de ano do **FATN11**, resultando em uma desvalorização de 0,98% nos ativos e pressionando o patrimônio líquido, que recuou para R$ 515,7 milhões, com o valor patrimonial da cota caindo de R$ 98,60 para R$ 96,17. Apesar do impacto no valuation, a operação de carrego demonstrou resiliência. A receita de locação registrou leve alta de 0,19%, sustentada pelo início da exigibilidade em edifícios como Olímpia e GC Square, além do recebimento de multas rescisórias. Na linha de custos, o fundo obteve um alívio expressivo: as despesas despencaram 17,70% no mês, impulsionadas pelo reembolso de IPTU e pela queda de 10,73% no serviço da dívida (CRI). A vacância física permaneceu estagnada em 1,6%, ainda restrita ao conjunto 151 do Ed. Business Center. Com esse cenário, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais. A liquidez no mercado secundário manteve viés de alta, com o volume financeiro crescendo 4,08% e somando R$ 35,8 milhões, atraindo novos investidores para a base, que superou 24,4 mil cotistas. Não houve venda de ativos no período, mas o fundo consolidou a aquisição de andares no Ed. Brasílio Machado via cotas do FII Oxigênio, mitigando riscos de vacância futura com a entrega de obras em áreas comuns.
Relatório de 2025-11-30
O aumento da liquidez no mercado secundário e a redução das despesas operacionais ditaram o ritmo do **FATN11** em novembro de 2025. Diferente do mês anterior, que foi marcado por forte expansão de ABL, novembro não registrou aquisições, mantendo a área privativa em 36.977 m². O valuation do fundo seguiu em leve alta, com o patrimônio líquido atingindo R$ 516,5 milhões e o valor patrimonial da cota subindo para R$ 98,60. A receita de locação cresceu 1,18%, impulsionada pelo início da exigibilidade integral de aluguéis em três imóveis e reajustes em oito contratos, compensando transições de locatários em edifícios como Paulista e Olímpia Park. Do lado dos custos, houve um alívio de 6,92% nas despesas gerais e uma queda de 2,51% no serviço da dívida (CRI), revertendo a tendência de alta de outubro. A vacância física permaneceu estagnada em 1,6% (excluindo o Ed. Brasílio Machado), ainda concentrada no conjunto 151 do Ed. Business Center. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais, enquanto o volume negociado saltou quase 24%, somando R$ 34,4 milhões.
Relatório de 2025-11-13
O fundo **FATN11** anunciou a republicação do Fato Relevante referente à sua 6ª emissão de cotas, motivada por ajustes no cronograma da oferta e melhorias de redação solicitadas pela B3. A captação de recursos visa captar até R$ 100.000.000,00, correspondendo a 1.000.000 de novas cotas, sob o regime de melhores esforços de colocação destinado a investidores em geral.
O preço de emissão por cota do **FATN11** foi fixado em R$ 100,00, valor que já contempla o custo unitário de distribuição de R$ 0,875 (caso haja distribuição integral). A oferta admite a distribuição parcial, desde que subscrito o montante mínimo de R$ 10.000.000,00. Os atuais cotistas que possuírem cotas na data-base de 18/11/2025 terão direito de preferência com fator de proporção de 0,1937982618233.
Relatório de 2025-10-31
A aquisição de novos ativos e o salto expressivo nas receitas de locação reconfiguraram o carrego do **FATN11** em outubro de 2025. Comparado ao mês anterior, a receita de locação disparou 12,40%, impulsionada pelo início da exigibilidade de contratos no Ed. Setin Tower e reajustes em cinco contratos, superando com folga a alta de 4,95% vista em setembro. O valuation do fundo expandiu significativamente, com o patrimônio líquido saltando de R$ 474,7 milhões para R$ 508,3 milhões, refletindo a incorporação de 2.501,17 m² de ABL nos edifícios Led Corporate, HD 873 e Monterey Office Tower. O valor patrimonial da cota acompanhou o movimento, subindo para R$ 98,51. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, garantindo a previsibilidade dos rendimentos mensais, mesmo com o saldo de ganho de capital estagnado em R$ 43 mil. Do lado das despesas, houve uma reversão: após a queda no mês anterior, os custos subiram 1,37%, e o serviço da dívida (CRI) avançou 2,69%, totalizando R$ 324,9 mil, marcando também o início das amortizações do CRI2. A liquidez no mercado secundário manteve a trajetória de alta, movimentando R$ 27,7 milhões (+5,05%). A vacância física, contudo, sofreu leve piora, passando de 0,97% para 1,6% (excluindo o Ed. Brasílio Machado), concentrada agora no conjunto 151 do Ed. Business Center.
Relatório de 2025-09-30
A expansão contínua nas receitas de locação e a recuperação do volume negociado ditaram o ritmo do **FATN11** neste mês de setembro de 2025. Comparativamente ao mês anterior, a receita de locação avançou 4,95%, impulsionada pelo recebimento de valores retroativos, reajustes contratuais e o início da exigibilidade do conjunto 32B no Ed. Brasílio Machado. O valuation do fundo acompanhou o crescimento, com o patrimônio líquido subindo para R$ 474,7 milhões, enquanto o valor patrimonial da cota sofreu um leve ajuste para R$ 98,39. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais. No entanto, o carrego futuro acende um alerta: o saldo de ganho de capital proveniente da venda de ativos despencou para aproximadamente R$ 43 mil, exigindo maior dependência da geração de caixa recorrente para os próximos meses. Do lado das despesas, houve um alívio de 1,01%, e o serviço da dívida (CRI) recuou 7,52%, consumindo R$ 316 mil. A liquidez no mercado secundário, que havia retraído severamente no mês anterior, apresentou uma melhora de 9,20%, movimentando R$ 26,4 milhões. A vacância física permanece extremamente controlada em 0,97% (excluindo o Ed. Brasílio Machado), com apenas o conjunto 101 do Ed. Atrium I vago no fechamento do mês, embora já possua novo contrato assinado para outubro.
Relatório de 2025-08-31
A consolidação de novas locações e a expansão no Edifício Brasílio Machado ditaram a forte recuperação nas receitas do **FATN11** neste mês. Diferente do mês anterior, onde a receita operacional bruta havia recuado, agosto de 2025 marcou um avanço de 4,48%, impulsionado por um salto expressivo de 9,64% na receita de locação. Esse crescimento reflete o início da exigibilidade em conjuntos do Ed. The Taj, Gaudí e Brasílio Machado, além de reajustes contratuais. A ABL do fundo cresceu para 34.718 m² com a aquisição do conjunto 32B. O valuation acompanhou o ritmo de expansão, com o patrimônio líquido subindo para R$ 469,7 milhões, enquanto o valor patrimonial da cota ficou praticamente estável em R$ 98,41. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, garantindo a previsibilidade dos rendimentos mensais. No entanto, o investidor deve monitorar o aumento de 6,58% nas despesas operacionais, impactadas por corretagens, e a elevação de 10,59% no serviço da dívida (CRI), que consumiu R$ 342 mil. A liquidez no mercado secundário sofreu uma retração severa de 41,27%, movimentando R$ 24,2 milhões, contrastando com a euforia do mês anterior. O carrego futuro também exige atenção, pois o saldo de ganho de capital proveniente da venda de ativos encolheu para R$ 364 mil, demandando maior eficiência na geração de caixa recorrente.
Relatório de 2025-07-31
A expansão contínua no Edifício Brasílio Machado ditou o ritmo do **FATN11** neste mês, com a aquisição do conjunto 31B adicionando 178,01 m² à ABL total, que agora atinge 34.560 m². Diferente da estabilidade vista no mês anterior, o mercado secundário reagiu com ainda mais força: o volume financeiro negociado saltou 31%, ultrapassando R$ 41,2 milhões, acompanhado por um expressivo crescimento de 14,7% na base de cotistas. No aspecto de valuation, o patrimônio líquido avançou de R$ 454,3 milhões para R$ 458,5 milhões, embora o valor patrimonial da cota tenha recuado levemente para R$ 98,42. O pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 0,80 por cota, apoiado por um incremento de 0,12% nas receitas de locação, impulsionado pelo reajuste de 11 contratos e novas exigibilidades. Sob a ótica de custos, o alívio continuou: as despesas operacionais caíram 5,08% e o serviço da dívida do CRI reduziu 5,10%, consumindo R$ 309 mil. Contudo, o investidor deve monitorar a queda de 0,37% na receita operacional bruta, reflexo da menor contribuição da venda de ativos, cujo saldo de ganho de capital a distribuir encolheu para R$ 827 mil. A vacância física do fundo está em 3,46%, concentrada no Ed. Brasílio Machado, exigindo atenção quanto à maturação das tratativas comerciais para mitigar impactos no carrego a médio prazo.
Relatório de 2025-06-30
A incorporação de três novos conjuntos comerciais no Edifício Brasílio Machado redefiniu o patamar operacional do **FATN11** neste mês, adicionando 819 m² e elevando a Área Bruta Locável (ABL) para 34.382 m². Diferente da retração vista no mês anterior, o mercado secundário reagiu com vigor: o volume financeiro disparou 75%, ultrapassando R$ 31,4 milhões negociados. No aspecto de valuation, o patrimônio líquido avançou de R$ 440,8 milhões para R$ 454,3 milhões, enquanto o valor patrimonial da cota permaneceu estável em R$ 98,53. O pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 0,80 por cota, apoiado por um incremento de 2,29% nas receitas de locação e pelo uso fracionado do ganho de capital oriundo da venda de ativos. Sob a ótica de custos, o alívio foi expressivo: as despesas operacionais despencaram 23,7% com a ausência de taxas pontuais (ITBI e CVM) que haviam pressionado o caixa anteriormente. Contudo, o investidor deve monitorar a redução do saldo de reservas, que caiu para R$ 1,2 milhão, e o aumento de 8% no serviço da dívida do CRI, fatores de risco intrínseco para a manutenção dos rendimentos mensais a médio prazo.
Relatório de 2025-05-31
A aquisição da loja 2 no pavimento térreo do Edifício Brasílio Machado ditou o ritmo de expansão do **FATN11** em maio de 2025, adicionando 270 m² ao portfólio e elevando a Área Bruta Locável (ABL) para 33.563 m². Esse movimento impulsionou o valuation geral, com o patrimônio líquido saltando de R$ 433,7 milhões para R$ 440,8 milhões, embora o valor patrimonial da cota (VPC) tenha recuado levemente para R$ 98,54. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, sustentado por um saldo remanescente de R$ 1,78 milhão em ganho de capital oriundo da venda de ativos anteriores. Sob a ótica de riscos intrínsecos, o alívio de 6,3% no serviço da dívida do CRI (R$ 301 mil) contrastou fortemente com a disparada de 49% nas despesas operacionais, pressionadas pelo pagamento de ITBI, taxa da CVM e reversão do benefício de IPTU visto no mês anterior. No mercado secundário, a liquidez negociada esfriou, registrando queda de 7% no volume financeiro, sinalizando cautela temporária na negociação das cotas.
Relatório de 2025-04-30
A expansão da Área Bruta Locável (ABL) e a forte absorção comercial no Edifício Brasílio Machado reconfiguraram o carrego do **FATN11** em abril de 2025. Revertendo a retração do mês anterior, a ABL subiu para 33.293 m² (+588 m²) com a aquisição do 2º pavimento do ativo, impulsionando o valuation do portfólio: o patrimônio líquido avançou para R$ 433,7 milhões e o valor patrimonial da cota (VPC) subiu a R$ 98,72. O pagamento de dividendos manteve-se resiliente em R$ 0,80 por cota, calçado por um saldo de R$ 2,0 milhões em ganho de capital a distribuir, reforçado pela venda de ativos como o conjunto 131 do Ed. Millennium. Sob a ótica de riscos intrínsecos, o serviço da dívida atrelado ao CRI voltou a pressionar o caixa, saltando 12,1% para R$ 321 mil mensais, enquanto a rescisão antecipada no Ed. The Taj gerou nova vacância física. Em contrapartida, as despesas operacionais despencaram 16,7% graças a reembolsos retroativos de IPTU e condomínio, garantindo fôlego para a manutenção dos rendimentos mensais e elevando a liquidez negociada em 21,4%.
Relatório de 2025-03-31
A reciclagem de portfólio e a gestão ativa de locações ditaram a dinâmica operacional do **FATN11** em março de 2025. Ocorreu uma leve retração na Área Bruta Locável (ABL) para 32.705 m², reflexo da subtração do Ed. Millennium, compensada estrategicamente pela aquisição de 266,62 m² no Ed. Gaudí — ativo que já ingressa com renda garantida pelo vendedor, blindando o fluxo de caixa contra vacância financeira. O valuation do portfólio sofreu ajuste marginal, com o patrimônio líquido recuando para R$ 416,5 milhões e o valor patrimonial da cota fixado em R$ 98,38. O pagamento de dividendos (rendimentos mensais) permaneceu estável em R$ 0,80 por cota, suportado por um saldo acumulado de R$ 2,3 milhões a distribuir, fortemente impulsionado pela venda de ativos, especificamente o conjunto 102 do Ed. Banco Mercantil, que destravou R$ 2,8 milhões em ganho de capital. Sob a ótica de riscos intrínsecos, a receita de locação caiu 2,2% devido à ausência das verbas rescisórias atípicas do mês anterior, enquanto as despesas saltaram 10% pressionadas por IPTU e corretagens. Em contrapartida, o serviço da dívida atrelado ao CRI recuou 17%, consumindo agora R$ 287 mil mensais, o que confere maior fôlego à liquidez da operação. O Ed. Brasílio Machado, principal ofensor de vacância física, apresentou evolução comercial com 18,11% de área já contratada e 23,95% em tratativas avançadas.