Relatório de 2026-04-30
A assinatura do memorando de venda do Edifício Birmann 20 e a rescisão contratual da Conduent redefiniram o cenário do **HOFC11** neste mês. A gestão formalizou o MOU para a venda de ativos referente ao Birmann 20 por R$ 72 milhões, estruturado com entrada de R$ 7,2 milhões e o saldo em 42 parcelas corrigidas pelo IPCA. Em contrapartida, a locatária Conduent notificou a devolução de suas áreas no mesmo imóvel, o que impactará 11,7% da ABL e 16,1% da receita imobiliária contratada, com saída prevista para outubro de 2026. No Edifício Morumbi, as tratativas de locação seguem no radar, mas a vacância física da carteira permaneceu estagnada em 52%. O resultado operacional voltou a pressionar o caixa, registrando déficit de R$ 323,2 mil em abril, uma piora frente aos R$ 206,9 mil negativos de março. O carrego do portfólio segue impactado pelo prejuízo contábil remanescente da transação do Edifício Rachid Saliba, mantendo a suspensão no pagamento de dividendos mensais, sem previsão de reversão no curto prazo. A alavancagem via CRI apresentou leve redução para R$ 52,46 milhões (24,17% do patrimônio líquido), enquanto a cota a mercado subiu para R$ 33,82. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena devem monitorar o fluxo de recebíveis da nova venda e o desafio de realocação das áreas que ficarão vagas.
Relatório de 2026-04-28
**HOFC11** recebe notificação de rescisão antecipada de contrato de locação no Edifício Birmann 20.
A administradora do **HOFC11** informou ao mercado que a locatária Conduent do Brasil Serviços de Call Center Ltda. notificou a rescisão do contrato de locação referente aos conjuntos 201, 1001 e depósitos no Edifício Birmann 20, em São Paulo. O espaço a ser desocupado representa 11,7% da área locável do fundo e 16,1% da receita imobiliária contratada com base em abril de 2026. Há previsão contratual de multa rescisória e a desocupação efetiva está prevista para 31 de outubro de 2026.
Relatório de 2026-04-16
**HOFC11** comunica assinatura de Memorando de Entendimentos para a venda de ativos imobiliários. A administradora do **HOFC11** anunciou a celebração de um Memorando de Entendimentos para a alienação da totalidade das unidades autônomas que compõem o Edifício Birmann 20, localizado na cidade de São Paulo, pelo preço total de R$ 72.000.000,00.
O pagamento da venda de ativos pelo comprador ao **HOFC11** será estruturado em duas partes: um sinal correspondente a R$ 7.200.000,00 quitado em parcela única no prazo de até 5 dias contados da outorga da Escritura Definitiva de Venda e Compra, e o valor remanescente de R$ 64.800.000,00 dividido em 42 parcelas mensais e consecutivas corrigidas pela variação do IPCA. A consumação do negócio está sujeita à superação de condições precedentes usuais em até 8 meses.
Relatório de 2026-03-31
A formalização de uma proposta de compra de R$ 72 milhões pelo Edifício Birmann 20 e o recuo nas tratativas de venda do Edifício Morumbi reconfiguraram a dinâmica do **HOFC11** neste mês. O déficit operacional apresentou melhora, recuando de R$ 516,3 mil negativos em fevereiro para R$ 206,9 mil negativos em março. A cota a mercado acompanhou o movimento, subindo para R$ 32,50. No entanto, o carrego do fundo segue impactado pelo prejuízo contábil de R$ 50 milhões oriundo da venda do Ed. Rachid Saliba, mantendo a suspensão no pagamento de dividendos. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o destaque fica para a mudança de rota no Edifício Morumbi: as negociações de alienação não avançaram, mas a gestão iniciou tratativas de locação que podem zerar a vacância do imóvel. A alavancagem via CRI teve leve amortização, fechando em R$ 52,55 milhões (24,19% do patrimônio líquido), enquanto a vacância física da carteira permaneceu estagnada em 52%.
Relatório de 2026-03-27
O fundo **HOFC11** recebeu uma proposta comercial para a venda de ativos imobiliários, especificamente para a alienação do edifício Birmann 20, localizado em São Paulo, pelo valor total de R$ 72.000.000,00. O imóvel em questão equivale a 25% do total de ativos do portfólio do fundo, considerando a carteira de fechamento de fevereiro de 2026. A estrutura de pagamento prevê um sinal de 10% (R$ 7.200.000,00) em parcela única após a superação de condições precedentes e outorga da escritura, e o saldo restante de 90% (R$ 64.800.000,00) parcelado em 42 prestações mensais corrigidas pela variação do IPCA.
A administração do **HOFC11** informou que, considerando os custos de intermediação e o desconto pelo CDI projetado, o valor presente líquido (VPL) da transação está estimado em cerca de 25% abaixo do valor do laudo de avaliação do ativo. Adicionalmente, o comunicado oficial destaca que a transação não gera expectativa de alteração no pagamento de dividendos e na distribuição de rendimentos aos cotistas.
Relatório de 2026-02-27
O aprofundamento do déficit operacional, que saltou de R$ 193,5 mil negativos em janeiro para R$ 516,3 mil negativos em fevereiro, reforça o carrego estruturalmente deficitário do **HOFC11** neste início de 2026. Sem o pagamento de dividendos, investidores que pesquisam se o ativo vale a pena observam uma cota a mercado com leve respiro, passando de R$ 30,80 para R$ 31,63, enquanto a vacância física permaneceu estagnada no elevado patamar de 52%. A gestão segue lidando com o prejuízo contábil de R$ 50 milhões oriundo da venda do Ed. Rachid Saliba, o que trava a distribuição de rendimentos mensais no curto e médio prazo. No front comercial, a estratégia de venda de ativos ganha tração para tentar destravar valor: o Edifício Birmann 20 atraiu quatro interessados para uma potencial aquisição focada em mudança de uso, enquanto o Edifício Morumbi mantém negociações preliminares para alienação total. Paralelamente, o balanço patrimonial registrou uma leve amortização da alavancagem via CRI, encerrando o mês com saldo devedor de R$ 52,63 milhões, o que representa 24,21% do patrimônio líquido.
Relatório de 2026-01-31
A elevação da vacância física para 52% e a manutenção do carrego estruturalmente deficitário ditam o ritmo do **HOFC11** no início de 2026. Sem realizar o pagamento de dividendos, a gestão lida com as sequelas da venda do Ed. Rachid Saliba, que consolidou um prejuízo contábil na casa dos R$ 50 milhões, travando a distribuição de rendimentos mensais no curto e médio prazo. Em contrapartida, o déficit operacional apresentou uma melhora relativa, recuando para R$ 193,5 mil negativos em janeiro, ante o buraco de R$ 1,32 milhão visto no mês anterior. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o foco recai sobre a mudança de rota na comercialização: após declinar propostas de locação no Edifício Morumbi devido à alta necessidade de CAPEX, o fundo abriu negociações preliminares para a alienação total deste ativo. Paralelamente, o Birmann 20 segue como o calcanhar de Aquiles do portfólio, mantendo conversas para uma potencial mudança de uso. No balanço do patrimônio, a alavancagem via CRI sofreu leve amortização, encerrando o período com saldo devedor de R$ 52,97 milhões, enquanto a cota a mercado teve um respiro marginal, passando para R$ 30,80.
Relatório de 2025-12-31
A consolidação de um prejuízo de aproximadamente R$ 50 milhões oriundo da transação do Ed. Rachid Saliba e a manutenção da suspensão no pagamento de dividendos ditam o tom de encerramento de 2025 para o **HOFC11**. Na comparação com o mês anterior, o déficit operacional apresentou um leve alívio, passando de R$ 630,1 mil negativos em novembro para R$ 426,3 mil negativos em dezembro. Contudo, o resultado total aprofundou a queda, atingindo a marca de R$ 1,32 milhão negativo. A vacância física do portfólio segue engessada em 48%, quadro agravado pelo declínio das propostas de locação no Edifício Morumbi, que esbarraram nas altas necessidades de investimento (CAPEX) para viabilizar a ocupação. Diante desse cenário de carrego deficitário, a gestão pivotou a estratégia e iniciou tratativas preliminares para a venda de ativos, focando agora na alienação do próprio Ed. Morumbi, além de manter as conversas com três interessados na mudança de uso do Birmann 20. No âmbito do valuation, a cota a mercado recuou de R$ 31,40 para R$ 30,08. Paralelamente, o patrimônio sofreu um impacto negativo de 1,64% na cota patrimonial após reavaliação a mercado conduzida pela Newmark Brasil, refletindo os riscos intrínsecos dos imóveis e a pressão da alavancagem remanescente, cujo saldo devedor encerrou o período em R$ 53,3 milhões.
Relatório de 2025-12-18
A administradora do **HOFC11** comunicou ao mercado que os ativos imobiliários do portfólio foram reavaliados a valor justo pela Newmark Brasil – Valuation & Advisory. A avaliação resultou em um valor de mercado 2,39% inferior ao valor contábil anterior dos referidos ativos.
Como impacto imediato decorrente desta reavaliação anual de ativos, o valor patrimonial da cota do **HOFC11** registrou uma variação negativa de 1,64% na data de divulgação do comunicado.
Relatório de 2025-11-30
A deterioração do resultado operacional e o avanço nas negociações de venda de ativos marcam a dinâmica do **HOFC11** em novembro de 2025. O déficit operacional do fundo aprofundou-se, passando de R$ 566,4 mil no mês anterior para R$ 630,1 mil negativos, pressionando o resultado total, que atingiu a marca de R$ 1,18 milhão negativo. Consequentemente, o fundo segue sem realizar o pagamento de dividendos aos cotistas. A vacância física permaneceu estagnada em 48%, refletindo os desafios comerciais crônicos, especialmente no Edifício Birmann 20. No entanto, o valuation secundário apresentou leve recuperação, com a cota a mercado subindo para R$ 31,40, enquanto o valor patrimonial recuou marginalmente para R$ 56,83. Do lado estratégico, a gestão reportou o início de negociações para locação no Edifício Morumbi e o recebimento de visitas de três interessados na aquisição do Birmann 20, sinalizando potenciais movimentos de reciclagem de portfólio para mitigar o carrego deficitário e a alavancagem, cujo saldo devedor atual é de R$ 53,6 milhões (24,98% do patrimônio líquido).
Relatório de 2025-10-31
A contínua queima de caixa e a inadimplência de locatários aprofundam o carrego deficitário do **HOFC11** em outubro de 2025. O resultado operacional apresentou melhora frente ao mês anterior, registrando um déficit de R$ 566,4 mil, mas o resultado total permaneceu estagnado em R$ 1,11 milhão negativo. A disponibilidade de caixa sofreu nova e severa contração, caindo de R$ 1,02 milhão para apenas R$ 758 mil, evidenciando a pressão das despesas financeiras do CRI e custos operacionais. No valuation secundário, a cota a mercado recuou marginalmente para R$ 28,70, mantendo o valor patrimonial inalterado em R$ 57,36 e perpetuando o expressivo deságio na bolsa. A vacância física segue engessada em 48%, com o Ed. Birmann 20 ainda figurando como o principal ofensor do portfólio devido à baixa demanda na região. A alavancagem apresentou leve recuo, com o saldo devedor caindo para R$ 54,1 milhões (24,96% do PL). O fundo segue sem realizar o pagamento de dividendos, diretamente impactado pelo prejuízo contábil de R$ 50 milhões na venda de ativos (Ed. Rachid Saliba) e pelo ajuizamento de ação de despejo contra a locatária Qintess, que acumula dívidas milionárias, afastando a perspectiva de distribuição de rendimentos mensais no curto prazo.
Relatório de 2025-09-30
A continuidade do déficit operacional e a severa contração de liquidez marcam o carrego do **HOFC11** em setembro de 2025. O resultado operacional apresentou leve melhora marginal, passando para R$ 686,6 mil negativos, mas o resultado total permaneceu fortemente pressionado, registrando um déficit de R$ 1,11 milhão. Como reflexo direto da dinâmica do portfólio, a disponibilidade de caixa despencou de R$ 5,65 milhões no mês anterior para apenas R$ 1,02 milhão. No valuation secundário, a cota a mercado registrou um discreto avanço para R$ 28,80, enquanto a cota patrimonial recuou para R$ 57,36, mantendo o expressivo deságio na bolsa. A vacância física segue estagnada em 48%, ancorada pela dificuldade de absorção do Ed. Birmann 20. A alavancagem recuou levemente, com o saldo devedor do CRI caindo para R$ 54,4 milhões (25,10% do PL). O reconhecimento do prejuízo de R$ 50 milhões na venda de ativos (Ed. Rachid Saliba) continua a inviabilizar o pagamento de dividendos, sem perspectiva de reversão no curto prazo para a distribuição de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-08-29
O reconhecimento de um prejuízo contábil de aproximadamente R$ 50 milhões oriundo da venda de ativos (Ed. Rachid Saliba) aprofundou a pressão sobre o carrego do **HOFC11** em agosto de 2025. O resultado operacional mensal deteriorou-se, passando de um déficit de R$ 466,2 mil no mês anterior para R$ 742,4 mil negativos, o que fundamentou a manutenção da suspensão no pagamento de dividendos aos cotistas. No mercado secundário, o valuation da cota a mercado recuou para R$ 28,52, ampliando o deságio frente à cota patrimonial, que registrou leve alta para R$ 57,53. A vacância física permaneceu estagnada em 48%, refletindo a dificuldade de locação do Ed. Birmann 20, classificado pela gestão como o ativo mais desafiador do portfólio. A alavancagem apresentou recuo marginal, com a relação Dívida/PL em 25,61% e saldo devedor de R$ 54,7 milhões. No âmbito jurídico e de riscos intrínsecos, a inadimplência da locatária Qintess escalou para o ajuizamento de uma ação de execução e despejo, mantendo o risco de crédito ativo na operação mesmo após a alienação do imóvel que a empresa ocupava.
Relatório de 2025-07-31
A lavratura da escritura de venda do Edifício Rachid Saliba por R$ 83,28 milhões reconfigurou o balanço patrimonial do **HOFC11** em julho de 2025, marcando a transição de um ativo físico para recebíveis e cotas de FII. O fundo recebeu R$ 57,68 milhões via compensação de cotas do fundo comprador e estruturou o saldo de R$ 25,6 milhões em 36 parcelas mensais corrigidas pelo IPCA. Apesar do avanço na reestruturação do portfólio e da venda de ativos, o carrego do fundo segue pressionado: o resultado operacional mensal permaneceu deficitário em R$ 466,2 mil, e a gestão manteve a suspensão no pagamento de dividendos aos cotistas. A vacância física apresentou leve melhora, recuando da marca de 49% para 48%, enquanto a alavancagem subiu, com a relação Dívida/PL atingindo 25,67% devido ao saldo devedor de R$ 55,2 milhões do CRI atrelado ao Ed. Morumbi. No front jurídico e de riscos intrínsecos, a inadimplência da locatária Qintess persiste, acumulando uma dívida superior a R$ 2,34 milhões, mantendo o fundo como credor ativo na ação de execução mesmo após a alienação do imóvel. O valuation da cota a mercado encerrou a R$ 30,50, evidenciando o desconto frente à cota patrimonial de R$ 56,95.
Relatório de 2025-07-18
O fundo imobiliário **HOFC11** comunicou a formalização da venda de ativos correspondente à totalidade do Edifício Rachid Saliba, situado em São Paulo - SP, pelo montante total de R$ 83.280.000,00. Esta transação representa a conclusão de etapas anteriores de desinvestimento reportadas ao mercado pelo administrador do fundo.
A estrutura de pagamento acordada pelo **HOFC11** envolve a compensação imediata de R$ 57.680.000,00 em créditos destinados à integralização de cotas de emissão do fundo comprador, enquanto o saldo remanescente de R$ 25.600.000,00 será liquidado de forma parcelada ao longo de 36 meses, com correção monetária pelo IPCA.
Relatório de 2025-06-30
A aprovação em assembleia da venda do Edifício Rachid Saliba marca o principal evento do mês, enquanto o resultado operacional volta a pressionar fortemente o caixa. Em junho de 2025, o **HOFC11** registrou uma piora expressiva em seu resultado operacional, que saltou de um déficit de R$ 81,5 mil em maio para R$ 648,6 mil negativos. Essa deterioração impactou diretamente a disponibilidade de caixa, que recuou para R$ 12,5 milhões. Consequentemente, o fundo manteve a ausência no pagamento de dividendos aos cotistas. A vacância física permaneceu estabilizada em 49%, e a alavancagem apresentou leve recuo, com a relação Dívida/PL atingindo 22,42%. Do lado estratégico, a alienação do Rachid Saliba por R$ 83,28 milhões foi formalmente aprovada, pavimentando o caminho para futuras amortizações extraordinárias e reestruturação do patrimônio. No aspecto dos riscos, a inadimplência da locatária Qintess segue sem solução, acumulando aluguéis não pagos ao longo do semestre e mantendo ativa a ação de execução e despejo.
Relatório de 2025-05-30
A proposta de venda do Edifício Rachid Saliba e a expressiva redução do déficit de caixa redefiniram a dinâmica do **HOFC11** em maio de 2025. Em comparação ao mês anterior, a vacância física do portfólio apresentou um leve recuo, passando de 50% para 49%. O resultado operacional, que havia registrado um saldo negativo superior a R$ 958 mil em abril, fechou maio com um déficit de R$ 81,5 mil, aliviando marginalmente a pressão sobre o caixa. Apesar dessa melhora contábil, a geração de rendimentos mensais continuou insuficiente, resultando em mais um mês sem pagamento de dividendos aos cotistas. Do lado dos riscos intrínsecos, a inadimplência da locatária Qintess segue sem resolução amigável, mantendo ativa a ação de execução e despejo. A alavancagem do fundo registrou nova queda marginal, com a relação Dívida/PL atingindo 22,59%. Para equacionar a estrutura de capital e o valuation do patrimônio, a gestão convocou assembleia para deliberar sobre a venda de ativos, especificamente a alienação total do Rachid Saliba por R$ 83,28 milhões, operação que prevê o recebimento de parcelas atreladas ao IPCA e a manutenção de uma participação minoritária no fundo comprador para capturar o potencial de um futuro retrofit.
Relatório de 2025-05-19
O fundo imobiliário **HOFC11** anunciou a assinatura de um compromisso de compra e venda para a alienação da totalidade do Edifício Rachid Saliba pelo valor total de R$ 83.280.000,00. A transação envolve a venda de ativos estruturada em duas parcelas: um pagamento em dinheiro de R$ 25.600.000,00, dividido em 36 prestações mensais, e R$ 57.680.000,00 quitados mediante a entrega de cotas de emissão do fundo comprador, assegurando ao **HOFC11** uma participação indireta equivalente a 45% do imóvel.
A alienação ocorre em um cenário onde o ativo apresenta resultado operacional negativo para o **HOFC11** devido a pendências de modernização e inadimplência de locatários. A administradora esclarece que os recursos obtidos serão direcionados para amortizar obrigações financeiras contratadas, inexistindo previsão de alteração no pagamento de dividendos no curto prazo.
Relatório de 2025-04-30
A assinatura de um novo contrato de locação no Edifício Rachid Saliba e a judicialização do caso Qintess redefiniram a dinâmica operacional do **HOFC11** em abril de 2025. A vacância física estrutural apresentou melhora, recuando da marca de 53% no mês anterior para 50%, impulsionada pela nova locação que absorveu 2,05% da área locável total do portfólio. Apesar desse avanço na ocupação, a geração de rendimentos mensais continuou pressionada pelo carrego negativo, resultando em mais um mês sem pagamento de dividendos aos cotistas. O resultado operacional fechou deficitário em mais de R$ 958 mil, fortemente impactado pelas despesas imobiliárias e financeiras, estas últimas somando R$ 540 mil atreladas ao CRI Série 288. Do lado dos riscos intrínsecos, o esgotamento das vias negociais com a locatária Qintess culminou no ajuizamento de uma ação de execução e despejo, adicionando incertezas sobre a recuperação dos passivos acumulados. A alavancagem do fundo registrou leve recuo marginal, com a relação Dívida/PL passando para 22,71%, mantendo o valuation do patrimônio sob escrutínio em meio aos desafios contínuos de comercialização do ativo Birmann 20.
Relatório de 2025-03-31
O recebimento da terceira parcela referente à venda de ativos do Edifício Corporate Alamedas marcou a evolução do fluxo de caixa do **HOFC11** em março de 2025, injetando liquidez em um cenário operacional que permanece restritivo. A geração de rendimentos mensais segue pressionada pelo alto carrego de despesas e vacância, culminando em mais um mês sem pagamento de dividendos aos cotistas. A vacância física estrutural manteve-se estabilizada em 53%, enquanto o valuation do portfólio continua impactado por desafios na locação, especialmente no ativo Birmann 20. Do lado dos riscos intrínsecos, o quadro de inadimplência da locatária Qintess (representando 5,8% da ABL) agravou-se severamente: além dos aluguéis correntes de janeiro e fevereiro, a empresa descumpriu as obrigações do sexto aditamento de confissão de dívida recém-firmado. A alavancagem do fundo apresentou leve oscilação de alta, com a relação Dívida/PL atingindo 22,83% atrelada ao CRI Série 288, exigindo rigor na gestão do passivo frente às despesas financeiras correntes que superaram R$ 537 mil no mês.